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  • SNIEAB 11:38 on 06/02/2015 Permalink | Responder
    Tags: , Dom Francisco de Assis, , Primaz da Igreja Anglicana, violencia de genero   

    Bispo Primaz participa de Consulta Internacional sobre Violência contra as Mulheres 

    A convite do Ministério das Relações Exteriores do Reino Unido e da Coalizão Internacional Speak Out, o bispo Primaz Dom Francisco viajará a Londres para participar da Consulta de Mobilização para o enfrentamento da violência contra as mulheres, entre os dias 09-10 de fevereiro. A este evento comparecerão lideranças religiosas internacionais e contará com a presença do Arcebispo de Cantuária.
    A Coalizão Internacional Speak Out é composta por um conjunto de Igrejas e organizações não governamentais que tem por fim diagnosticar e apoiar iniciativas de superação da violência contra as mulheres. Alguns governos tem aderido a este movimento, dentre eles o governo do Reino Unido.
    A Comunhão Anglicana tem participação efetiva através da Aliança Anglicana. Dentre as organizações não governamentais que participam da Coalizão, se destaca a Christian Aid, parceira do Serviço Anglicano de Diaconia e Desenvolvimento – SADD. Outro parceiro do SADD que é ativo na Coalizão é  o Episcopal Relief Development – ERD.
    Em novembro passado, Dom Francisco gravou, junto com outros líderes internacionais, uma mensagem de vídeo que foi divulgada em toda a Comunhão no qual chamava a atenção para a necessidade de um compromisso de toda a Igreja contra a violência de gênero.
    De acordo com a ONU, muitas mulheres – na maioria dos países - uma em cada três – são espancadas, coagidas a sexo ou abusadas de alguma forma em suas vidasUma em cada cinco mulheres vão se tornar uma vítima de estupro ou sofrer tentativa de violência sexual. Isso sem falar sobre outras modalidades de violência tais como bullying, agressão psicológica e física.
    A IEAB, através do SADD tem claramente assumido um importante papel de conscientização e formação sobre o tema. Praticamente em todas as dioceses tem sido aplicada a Cartilha de Prevenção à Violência, com resultados muito positivos na apropriação da Igreja sobre o tema, superando antigos tabus e reconhecendo que a violência é um tema recorrente na sociedade e também dentro da própria Igreja.
    O convite ao Primaz se baseia no fato de que dentro da Comunhão Anglicana há um claro direcionamento de envolver concretamente as lideranças na motivação de suas Províncias em torno do enfrentamento do problema da violência de gênero. A consulta na qual Dom Francisco participará terá a coordenação de William Hague (Secretário do Reino Unido para a Prevenção da Violência Sexual) e Angelina Jolie (Embaixadora da ONU para Refugiados).

     
  • SNIEAB 10:38 on 07/08/2013 Permalink | Responder
    Tags: , , , , violencia de genero   

    Lançamento Livro sobre Prevenção e Enfrentamento à Violência Doméstica contra as Mulheres 

    O Serviço Anglicano de Diaconia e Desenvolvimento (SADD) em parceria com a Christian Aid, estará lançando no próximo dia 16 de agosto, às 19h, no Salão Paroquial da Catedral Anglicana da Ressurreição o livro PREVENÇÃO E ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA CONTRA AS MULHERES. O Livro foi organizado por três mulheres episcopais anglicanas engajadas nas lutas sociais e também nos debates acadêmicos: Reverenda Lilian Conceição, Sra. Ilcélia Soares e Sra. Ester Lisboa. O lançamento conta com o apoio da Livraria e Editora Anglicana e da Fonte Editorial e estará acessível nas dioceses e também nas principais livrarias do país.

    O Secretário Geral Reverendo Arthur Cavalcante destaca que “[...] essa produção do SADD sobre uma temática sobre violência doméstica envolvendo mulheres irá contribuir futuramente nas ações de nossas pastorais em comunidades episcopais/ecumênicas e em outros espaços da sociedade”. Igualmente destaca “[...] que é de extrema importância para a Igreja apelar para seus principais símbolos e especialmente para a Palavra de Deus como elementos teológicos/pastorais aliados no combate contra a violência doméstica.”

    Saiba Mais o Lançamento do Livro

     
  • SNIEAB 12:20 on 24/01/2013 Permalink | Responder
    Tags: , , , , Teologia Leiga, Teologia Pública, violencia de genero   

    Incidência Pública do Serviço Anglicano em Rondônia 

    Violência de gênero: qual o papel da comunidade de fé?

    A cada 15 segundos, uma mulher é espancada no Brasil. Segundo a Fundação Perseu Abramo, 70% dos casos de violência contra as mulheres acontecem dentro de casa e o autor dessa violência é uma pessoa com quem ela mantém ou manteve algum vínculo de afeto. Pesquisa realizada pelo Instituto Patrícia Galvão em 2006, afirma que 51% da população brasileira conhece uma mulher que é ou foi vítima de algum tipo de violência  pelo companheiro.

    Diante dessa realidade, a Casa de apoio Noeli dos Santos em parceria com Serviço Anglicano de Diaconia e Desenvolvimento (SADD) e o Ministério Público de Rondônia (MPRO) promoveram, nos dias de 22 a 24 de novembro de 2012, o III Seminário de Capacitação Contra a Violência Domestica, onde aconteceu o curso Violências contra as Mulheres: Diálogos, Direitos e Enfretamento. O objetivo era fortalecer a rede de apoio e enfrentamento às violências contra mulheres da cidade de Ariquemes-RO.

    Frente à complexidade do fenômeno da violência, deparamo-nos com a relevância da rede de apoio e serviços no processo de ruptura das violências e a dimensão de sua existência.  A rede deve integrar as instituições que a compõem, com a finalidade de manter o vínculo por meio de ações ou trabalhos conjuntos no enfrentamento às violencias contra as mulheres.

    Nas redes estão envolvidas as Unidades de Saúde do SUS (Pronto Atendimento, Setores de Emergência e da Assistência Hospitalar; Serviços de Saúde Mental) o Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), o Ministério Público, e o Conselho Municipal dos Direitos a Secretarias de Governo (Secretarias de Ação Social e da Mulher, por exemplo),  Delegacia da Mulher, Casa de Apoio e Centros de Referência.

    A rede de Ariquemes, contudo, existe e apresenta um perfil muito particular. Mapiar e identificar seus/suas ator@s foi um dos resultados desse trabalho: são pessoas, grupos e instituições e todos e todas participaram ativamente do curso, conforme discriminado abaixo:

    Atores sociais Instituições
    Equipe Técnica Casa Noeli dos Santos
    Cabos, Tenentes, Sargentos e agentes penitenciários Policia Civil e Militar
    Secretarias:

    SEMDES – Secretaria de Desenvolvimento Social,

    SEMED – Secretária de Educação,

    SESAU – Secretaria de Saúde

    Poder Executivo: Secretarias Municipais
    Delegada da DDM e Delegado Regional Secretaria Estadual de Segurança Pública
    Diretora Hospital Regional
    Agente de Saúde UBSs – Unidade Básica de Saúde (setor 2, 9 e 10 – estratégia da família e referência em Hanseníase. Tuberculose, leishemaniose, e os testes rápidos de HIV/Sífilis/Hepatite)
    Psicólogas, assistentes sociais e coordenadoras. CRAS – Centro de Referência de Ação Social

    CREAS - Centro de Referência Especializada de Ação Social

    CAPES - Centro de Apoio Psicossocial

    Alunas Faculdade Unopar
    Coordenadora PRONATEC – Programa Nacional de Jovem Aprendiz
    Professoras Escolas Estadual e Municipal
    Lideranças religiosas Protestantes e Católicas
    Assistente Social da equipe psicossocial do Fórum e Promotor de Justiça, Poder Judiciário (Fórum, Ministério Público )
    Assessoras do presidente da Câmara de Vereadores Poder Legislativo

    As palestrantes de diferentes profissões e regiões do país – norte, sudeste e nordeste – abordaram os temas de forma participativa, com exposições dialogadas e trabalhos em grupos.

    Promotora de justiça Priscila Matzembacher – Expôs a lei Maria da Penha: o histórico, seus principais artigos e medidas protetivas que asseguram a integridade e os direitos das mulheres.

    Assistente Social Ester Leite Lisboa (leiga e membro da Diocese Anglicana de São Paulo) – Fez um resgate histórico da compreensão de gênero, desde a Idade Média, e das lutas e vitórias das mulheres que marcaram e construíram a história. Apresentou questões relativas à diversidade, as relações e equidade de gênero, os papéis sociais e a heteronormatividade, permitindo uma reflexão sobre direitos humanos.

    Psicóloga Ilcélia Alves Soares (leiga e membro da Diocese Anglicana do Recife)– Falou sobre as violências contra as Mulheres – Diálogos e Enfrentamentos -  através dos conceitos e formas de violência de gênero, aspectos psicossociais e impactos das violências na vida das mulheres e de suas famílias, possibilidades de rupturas das violências. Apresentou ainda a rede de enfretamento e seus serviços e políticas de atendimento às mulheres de Ariquemes.

    Esse curso é fruto de dois anos de trabalho da Reverenda Elineide Ferreira Oliveira, Reverendo Hugo Armando Sanchez, juntamente com Lúcia e Rejanne Sanchez e outras representantes da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil (IEAB), resultado de ações constituídas cotidianamente para estabelecer uma cultura de paz em Ariquemes.

    Respeitando a laicidade do Estado, Elineide e Hugo, representando a Igreja Episcopal Anglicana local, vinculada ao Distrito Missionário Anglicano, têm dialogado com o Poder Público, a rede de atendimento às mulheres, Secretarias Municipais, instituições e sociedade civil com o desejo de pensar e realizar trabalhos pautados na justiça e equidade para todos e todas.

    Casa de Apoio e Acolhimento Noeli dos Santos


    A ideia da casa de apoio surgiu em uma conversa entre o reverendo Hugo Sanchez e a jornalista Cássia Bardi, na época, coordenadora do Centro de Referência de Assistência Social. Cássia recomendou um espaço de acolhimento a mulheres que viviam em situação de violência. A Igreja Episcopal Anglicana do Brasil aceitou o desafio e juntamente com a Associação Anglicana Desmond Tutu criaram a Casa de Apoio e Acolhimento Noeli Dos Santos, única no estado de Rondônia.

    A Casa de Apoio Noeli dos Santos acolhe as mulheres que vivem em situação de violência de gênero, viabiliza o atendimento psicológico, clinico e social dessas mulheres, realiza encaminhamentos jurídicos aos órgãos competentes, e capacita profissionalmente as mulheres para o mercado de trabalho. Promove também conscientização de seus direitos e reinserção na sociedade. A Reverenda Elineide Ferreira Oliveira coordena a casa que tem capacidade de acolher mulheres com seus filhos por um período mínimo de um dia e máximo de 90 dias. Esses prazos também são resultados da humanização do trabalho.

    Por fim, pedimos licença ao poeta para reafirmar que essa caminhada também tem sua canção e que todas as Marias/Mulheres “É a dose mais forte e lenta de uma gente que rí quando deve chorar. E não vive, apenas aguenta” - hoje, não mais caladas, elas rompem o silêncio e acreditam: que “…é preciso ter manha”. É preciso ter graça, É preciso ter sonho sempre, Quem traz na pele essa marca, Possui a estranha mania, De ter fé na vida”.

    Por Ilcélia Alves Soares


     
  • SNIEAB 11:20 on 29/11/2011 Permalink | Responder
    Tags: , , laço branco, , violencia de genero   

    Comunhão Anglicana nos 16 Dias de Ativismo Contra Violência de Gênero 

    Anglicanos em toda parte podem assumir a liderança em acabar com a violência de gênero e cuidar dos sobreviventes

    Postado em: 25 de novembro de 2011 01:31 | Postado por: Admin ACOSNAC: http://www.anglicancommunion.org/acns/news.cfm/2011/11/25/ACNS4988
    Categorias relacionadas: ACO – IAFN global

    Divulgação/Tradução para o Português: Christina T. Winnischofer (Presidente da União de Mulheres Episcopais do Brasil- UMEAB)


    Pelo SNAC pessoal Rev. Terrie Robinson disse hoje que as igrejas em toda a Comunhão Anglicana estão em posição privilegiada para desafiar e mudar a forma como a sociedade pensa sobre a violência baseada no gênero. Falando no início da programação anual dos Dezesseis Dias de Ativismo Contra a Violência de Gênero, a Coordenadora das Redes da Comunhão Anglicana e Diretora da Secreatria da Mulher, explicou que todos os dias, milhões de adultos e crianças, tanto ricos e pobres, vivem a experiência da violência com base em seu gênero. ”A maioria são mulheres e meninas, mas homens e meninos também, podem ser vítimas de violência baseada no genero, eo estigma está ligado a eles por toda sociedade tanto quanto é para as mulheres”, disse a Sra. Robinson. “Assim como a dor de corpos violados, mentes e almas, há a dor adicional da solidão e isolamento que tantas vezes é colocada como um fardo extra sobre vítimas e sobreviventes da violência de gênero. A sociedade olha para o lado ou, pior ainda, despreza e culpa aqueles que tenham sido abusadas. “ ”Os Dezesseis Dias dão um impulso extra para a sociedade civil, os governos, as igrejas e indivíduos para levar a sério o trabalho necessário para eliminar a violência. Igrejas estão em posição privilegiada em nossas comunidades para falar, desafiar e mudar nossas próprias atitudes e comportamentos e a de outras pessoas.

    Como membros do corpo de Cristo é também inerente em nós que nos preocupamos com os sobreviventes da violência baseada no gênero, ajudando a restaurá-los para a saúde e para a comunidade e deixá-los saber de sua infinita dada por Deus vale a pena. “ A sra. Robinson aplaudiu o perfil elevado de a resposta à violência de gênero na Comunhão Anglicana. “Em janeiro deste ano, o Primazes, reunidos em Dublin, Irlanda, tiveram tempo para refletir sobre a violência de gênero em seus próprios contextos. Comprometeram-se a ação e escreveu uma carta às igrejas [também em francês e espanhol], que estabelece as muitas maneiras em que as igrejas podem trabalhar para restaurar relação correta entre homens e mulheres, meninos e meninas. “ ”Em Ruanda, Burundi e Congo, onde a violência sexual como arma de terror continua muito tempo após a assinatura de tratados de paz, as igrejas anglicanas se reuniram a outras igrejas e líderes de fé, representantes do governo, agências não-governamentais e órgãos das Nações Unidas para explorar como eles podem trabalhar juntos para pôr fim à violência e abuso contra mulheres e meninas. ”O arcebispo e os bispos da África Austral assinaram publicamente o compromisso * White Ribbon como uma forma de articular o seu empenho e trabalho levantando suas igrejas” de gênero.

    A diocese da Igreja do Norte da Índia tem executado workshops para alunas para dar-lhes uma compreensão básica das leis relativas à protecção de mulheres e de uma compreensão do processo de lei. As meninas perguntaram se as oficinas podem ser executados para os meninos também.

    Em muitas partes da Comunhão, e entre os organismos ecumênicos, orientações pastorais tem sido produzidas para que sacerdotes e leigos possam responder melhor a aqueles que são afetados pela violência doméstica. Textos bíblicos estão sendo produzidos e novamente desafiam esta geração a rever o status quo e levantar a verdade sobre mulheres e os homens serem criados iguais. ”Estas são apenas algumas das maneiras em que as igrejas estão se engajando com as diferentes questões em torno da violência de gênero. Ainda há muito a fazer, ainda muito inexplorado potencial, mas pelo menos estamos no caminho e agora é a hora de acelerar o ritmo. ”

    Os dezesseis dias começam todos os anos em 25 de Novembro, o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres e termina em 10 de Dezembro Dia dos Direitos Humano. A meio, em 1 de Dezembro, Dia Mundial da SIDA pode ser visto como um lembrete de que o HIV / AIDS e violência contra mulheres e meninas são as pandemias gêmeas e não pode ser abordado inteiramente como fenômenos distintos.

    Dezesseis ações para o Dezesseis Dias de Ativismo Contra a Violência de Gênero:

    1. Assinar o ‘We Will Speak Out “penhor on-line em http://www.wewillspeakout.org . We Will Speak Out é uma coalizão de igrejas cristãs e agências empenhados em falar contra a violência sexual, desafiando atitudes que perpetuá-la, e cuidar de suas vítimas e sobreviventes.2. Às 16h00 a cada dia, uma pausa para tirar um tempo, para ser ainda, para refletir e orar, usando o Conselho Mundial de Igrejas ’16 Orações para os 16 dias “.3. Se você é um homem ou um menino, participar da Campanha do Laço Branco e usar uma fita branca. Se você é uma mulher ou uma menina, aderir à campanha do Laço Branco e usar uma fita branca em solidariedade com os homens e meninos que estão fazendo um stand.

      4. Visite o “Restored” site http://www.restoredrelationships.org para saber mais sobre a violência doméstica e ver como as igrejas podem responder. Restaurado é uma aliança internacional Christian trabalhando para transformar as relações e pôr fim à violência contra as mulheres.

      5. Leia Mateus 19,13-15 aos seus filhos e dizer-lhes que ferir alguém, porque é um menino ou uma menina nunca é aceitável.

      6. Peça sua igreja ou sua diocese de ler o relatório da Rede Família Internacional Anglicana de Consulta Oceania e plano de acção para enfrentar o abuso, e considerar a adaptação e usá-lo em seu contexto local.

      7. Saiba os prós e contras na resposta à violência doméstica. O Manual de Violência Doméstica: Para clero e agentes pastorais publicado pelo Programa Conjunto das Igrejas Prevenção à Violência Doméstica no Sul da Austrália descreve as formas e os padrões de violência doméstica, explode alguns dos mitos, e oferece diretrizes para o clero e os leigos trabalhadores na resposta à violência doméstica.

      8. Olhe para os recursos para estudo da Bíblia contextual desenvolvido pelo Centro Ujamaa da Universidade de KwaZulu-Natal, África do Sul e utilizada na Campanha Tamar. O objetivo da Campanha Tamar é demonstrar compaixão ea justiça de Deus para as mulheres e crianças que sofrem indignidade e violação através de abuso sexual e doméstica. Olha masculinidades redentora e as ligações entre HIV e violência de gênero.

      9. Use o “Orações e Meditações” preparado para o Dezesseis Dias por mulheres da Igreja Episcopal.

      10. “Diga NÃO – UNA” em http://saynotoviolence.org/16days2011 oferece ’16 ações por 16 dias “que você pode tomar para protestar e prevenir a violência contra mulheres e meninas. Escolha como muitos como você gosta, ou tomar a ação do dia.

      11. Equipe-se com outras igrejas ou tradições de fé e planejar algo juntos. Ver “Restaurando Dignidade: Um Toolkit para as comunidades religiosas pelo Fim da Violência Contra as Mulheres ‘, desenvolvido pela Religiões para a Paz.

      12. Leia ‘Righting Her Story: Women Caribe Encontro da História da Bíblia “, publicado pela Comunhão Mundial das Igrejas Reformadas. Este é um livro de estudo bíblico sobre as mulheres que fornece maneiras refrescante para ler a Bíblia, permitindo que mulheres e homens a redescobrir sua riqueza e sua capacidade de ajudá-los a refletir teologicamente sobre sua fé e experiência. O livro pode ser comprado ou baixado do site da WCRC em http://www.wcrc.ch.

      13. Download ‘Criado à imagem de Deus: da hegemonia à Parceria “, um manual de igreja em homens como parceiros que promove masculinidades positiva do ponto de vista da fé cristã – publicado pelo Conselho Mundial de Igrejas eo WCRC.

      14. Baixar e exibir os cartazes da “Campanha Um Homem pode” Um homem pode apoiar homens e meninos em tomar medidas para acabar com a violência doméstica e sexual e HIV / AIDS e na promoção de relacionamentos saudáveis, equitativas que homens e mulheres podem desfrutar – apaixonadamente, respeitosamente e integralmente. O site da campanha tem uma riqueza de recursos, incluindo atividades da oficina e as folhas de ação e uma seção para líderes religiosos.

      15. Cada pessoa tem um valor e dignidade que vem diretamente de sua criação à imagem de Deus. Descubra como a Comunhão Anglicana Igreja Consulta Seguro é promover e apoiar o bem-estar físico, emocional e espiritual e segurança de todas as pessoas envolvidas em igrejas por toda a Comunhão Anglicana.

      16. Explore a seção Recursos do website da Rede Internacional de Mulheres Anglicanas (IAWN) e ler seus boletins para mais idéias. A Rede Internacional da Juventude Anglicana (IAYN) também desenvolveu recursos práticos para ajudar a acabar com a violência contra as mulheres jovens e meninas.

      ENDS

      Notas aos Editores
      · A Campanha do Laço Branco é um movimento de homens e meninos que se comprometem a não praticar ou tolerar a violência contra mulheres e meninas e de não  permanecer em silêncio sobre isso. O movimento está crescendo rapidamente e envolver homens e meninos em países como no Brasil, Paquistão, África do Sul, Canadá, Nova Zelândia, Austrália e Reino Unido.
      · O Escritório da Comunhão Anglicana serve a Comunhão Anglicana, que compreende cerca de 85 milhões de membros em 44 igrejas-membro regionais e nacionais em todo o mundo em mais de 165 países. http://www.anglicancommunion.org

     
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