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  • SNIEAB 9:55 on 20/10/2015 Permalink | Responder
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    Bispo Primaz às mulheres: “São vocês que fazem a Igreja!”. 

    Foto de Vera Machado



    Dos dias 09 a 12 deste mês, foi realizado no Centro de Formação Sagrada Família em São Paulo, o encontro de nível nacional da União de Mulheres Episcopais Anglicanas do Brasil (UMEAB). Na celebração eucarística de encerramento do evento, estiveram presentes Dom Flávio Irala, Bispo Diocesano de São Paulo, Dom Filadelfo de Oliveira, Bispo Diocesano do Rio de Janeiro, Rev. Arthur Cavalcante, Secretário Geral da IEAB com a  presidência de Dom Francisco de Assis da Silva, Bispo Primaz da IEAB.

    Bênção de envio missionário

    Também estiveram presentes clérigas do país todo além das visitantes de Portugal, Angola, e Moçambique juntamente do clero local. Na homilia feita pelo Primaz, um momento de reflexão e ação de graças por todo o trabalho do engajamento das mulheres na ação evangelizadora da igreja, pelo serviço prestado às comunidades episcopais anglicanas espalhadas pelo Brasil, e pelo dom do sacerdócio feminino na IEAB que completou em 2015, 30 anos.

    Em tom de agradecimento disse: “São vocês que fazem a Igreja, são vocês que trabalham (…) fazem o trabalho que muitas vezes ninguém quer fazer!”. Mencionou também a necessidade do testemunho cristão na sociedade para com os menos favorecidos e que a intenção do encontro é fazer com que retornassem para casa na intenção de ampliar cada vez mais a acolhida fraterna para todos e todas.

    Logo após a celebração, houve uma confraternização entre os presentes para troca de experiências e despedidas do evento, mas sempre na certeza de que a caminhada das mulheres na IEAB sempre se perpetuará.

    Saiba mais aqui e aqui.

    Veja a homilia do Bispo Primaz na íntegra aqui.



     
  • SNIEAB 10:40 on 17/03/2015 Permalink | Responder
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    União de Mulheres Anuncia Encontro Nacional 2015 

    A União de Mulheres Episcopais Anglicanas do Brasil (UMEAB) anunciou esta semana o Encontro Nacional que ocorrerá no mês de outubro em São Paulo. Atualmente a Diretoria da UMEAB é formada: Sra. Christina Takatsu Winnischofer – Presidente; Sra. Maria Elizabeth Santos Teixeira – vice; Sra. Magali Aparecida Gazzolla Kimpara – Tesoureira; Sra. Sueli Gonçalves de Santana – Comunicadora; Sra. Vera Machado – Secretária; Sra. Odete Kurz – Coord. OUG

    Saiba mais no Comunicado Oficial:

    Às Mulheres da IEAB

    AC das Presidentes das UMEABs diocesanas

    Amadas irmãs,

    Encerramos 2014 animadas com os esboços de organização de um encontro de mulheres coordenado pela UMEAB nacional. Eis que 2015 chega. Passando a limpo os rascunhos, passo a passo o encontro vai saindo do papel e tomando forma.

    O tema que pensamos para o encontro envolve o nosso universo feminino: as emancipações, os direitos, as conquistas, os abusos, as explorações, o poder de gerar outras vidas, de alimentar, de acolher, de guardar…

    O encanto e o espanto que esses assuntos nos causam instigam-nos a buscar e saber mais, para entendê-los melhor e, consequentemente, entender a nós mesmas.

    É por esta razão que convidamos as mulheres de nossa Província:

    “Vem soltar sua voz!”

    Queremos a participação de mulheres de todas as idades, de todos os dons e tons,  clérigas e leigas – pelo menos 10 mulheres de cada diocese.

    De 09 a 12 de outubro, no Centro de Formação Sagrada Família, na Rua Padre Marchetti, 237, Ipiranga – São Paulo.

    Em breve maiores informações!

    Um abraço fraternal!

    Diretoria Nacional da UMEAB

     
  • SNIEAB 18:01 on 08/03/2012 Permalink | Responder
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    Dia Internacional da Mulher 

    “Eu sou a mulher que fez a escalada da montanha da vida,

    removendo pedras e plantando flores”.

    Cora Coralina.

    Hoje é um dia para celebrar, recordar as lutas e vitórias e, acima de tudo, renovar o compromisso com a dignidade da mulher.

    Hoje é um dia para relembrar que a luta continua e que precisamos reforçar e remover muitas pedras do caminho que ainda representam violência contra mulheres.

    Hoje é um dia para celebrar os avanços e vitórias das mulheres na sociedade e aqui recordo as mulheres tecelãs queimadas vivas naquela histórica fábrica em New York em 1857. Elas foram a semente para o que colhemos hoje.

    Desde 1910, o dia 8 de março passou a ser Dia Internacional da Mulher. Mais tarde, em 1975, esta data foi oficializada pela Organização das Nações Unidas (ONU).

    É preciso manter o alerta contra a violência às mulheres. No Brasil, 10 mulheres são assassinadas por dia vitimas da violência doméstica.  enuncie, diga não a esta situação de violência.

    É preciso avançar reconhecendo que todo lugar é lugar de mulher. A igreja precisa reconhecer o valor e o papel da mulher.

    Somos gratos a Deus pelos avanços da Comunhão Anglicana que, já em 1944, ordenou a primeira mulher, Li Rim-Oi, na Diocese de Hong Kong. Atualmente, há um enorme número de mulheres servindo no Ministério Ordenado e ainda um número expressivo de mulheres no Episcopado.

    Quatro Provincias Anglicanas já contam com mulheres no Episcopado: Igreja dos Estados Unidos, Canadá, Austrália, Nova Zelândia e, ainda, a Diocese de Cuba.

    Historicamente, a Igreja dos Estados Unidos foi quem Ordenou a primeira mulher, Barbara Harris, em 1989, na Diocese de Massachusetts e, desde 2006, a Igreja dos Estados Unidos é presidida por uma mulher, Katarine Jefferts Schori.

    Na Igreja do Brasil, IEAB, somos gratos a Deus pelo ministério das mulheres, seja através de mulheres leigas na UMEAB, seja das mulheres ordenadas ao ministério. Atualmente, das nossas 09 Catedrais, 04 são de responsabilidade de mulheres, servindo como Deãs ( Santa Maria , Porto Alegre, Brasília e Belém).

    Que possamos também reafirmar que todo dia é dia da mulher e que possamos dar graças a Deus pela força e esperança na vida transmita por todas as mulheres.

    “elas brigam por aquilo que acreditam.

    Elas levantam-se para injustiça.

    Elas não levam ‘não’ como resposta

    quando acreditam que existe melhor resposta.”

    Pablo Neruda.

    Com abraço do Vosso Primaz.

    + Dom Mauricio Andrade.

     
  • SNIEAB 11:20 on 29/11/2011 Permalink | Responder
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    Comunhão Anglicana nos 16 Dias de Ativismo Contra Violência de Gênero 

    Anglicanos em toda parte podem assumir a liderança em acabar com a violência de gênero e cuidar dos sobreviventes

    Postado em: 25 de novembro de 2011 01:31 | Postado por: Admin ACOSNAC: http://www.anglicancommunion.org/acns/news.cfm/2011/11/25/ACNS4988
    Categorias relacionadas: ACO – IAFN global

    Divulgação/Tradução para o Português: Christina T. Winnischofer (Presidente da União de Mulheres Episcopais do Brasil- UMEAB)


    Pelo SNAC pessoal Rev. Terrie Robinson disse hoje que as igrejas em toda a Comunhão Anglicana estão em posição privilegiada para desafiar e mudar a forma como a sociedade pensa sobre a violência baseada no gênero. Falando no início da programação anual dos Dezesseis Dias de Ativismo Contra a Violência de Gênero, a Coordenadora das Redes da Comunhão Anglicana e Diretora da Secreatria da Mulher, explicou que todos os dias, milhões de adultos e crianças, tanto ricos e pobres, vivem a experiência da violência com base em seu gênero. ”A maioria são mulheres e meninas, mas homens e meninos também, podem ser vítimas de violência baseada no genero, eo estigma está ligado a eles por toda sociedade tanto quanto é para as mulheres”, disse a Sra. Robinson. “Assim como a dor de corpos violados, mentes e almas, há a dor adicional da solidão e isolamento que tantas vezes é colocada como um fardo extra sobre vítimas e sobreviventes da violência de gênero. A sociedade olha para o lado ou, pior ainda, despreza e culpa aqueles que tenham sido abusadas. “ ”Os Dezesseis Dias dão um impulso extra para a sociedade civil, os governos, as igrejas e indivíduos para levar a sério o trabalho necessário para eliminar a violência. Igrejas estão em posição privilegiada em nossas comunidades para falar, desafiar e mudar nossas próprias atitudes e comportamentos e a de outras pessoas.

    Como membros do corpo de Cristo é também inerente em nós que nos preocupamos com os sobreviventes da violência baseada no gênero, ajudando a restaurá-los para a saúde e para a comunidade e deixá-los saber de sua infinita dada por Deus vale a pena. “ A sra. Robinson aplaudiu o perfil elevado de a resposta à violência de gênero na Comunhão Anglicana. “Em janeiro deste ano, o Primazes, reunidos em Dublin, Irlanda, tiveram tempo para refletir sobre a violência de gênero em seus próprios contextos. Comprometeram-se a ação e escreveu uma carta às igrejas [também em francês e espanhol], que estabelece as muitas maneiras em que as igrejas podem trabalhar para restaurar relação correta entre homens e mulheres, meninos e meninas. “ ”Em Ruanda, Burundi e Congo, onde a violência sexual como arma de terror continua muito tempo após a assinatura de tratados de paz, as igrejas anglicanas se reuniram a outras igrejas e líderes de fé, representantes do governo, agências não-governamentais e órgãos das Nações Unidas para explorar como eles podem trabalhar juntos para pôr fim à violência e abuso contra mulheres e meninas. ”O arcebispo e os bispos da África Austral assinaram publicamente o compromisso * White Ribbon como uma forma de articular o seu empenho e trabalho levantando suas igrejas” de gênero.

    A diocese da Igreja do Norte da Índia tem executado workshops para alunas para dar-lhes uma compreensão básica das leis relativas à protecção de mulheres e de uma compreensão do processo de lei. As meninas perguntaram se as oficinas podem ser executados para os meninos também.

    Em muitas partes da Comunhão, e entre os organismos ecumênicos, orientações pastorais tem sido produzidas para que sacerdotes e leigos possam responder melhor a aqueles que são afetados pela violência doméstica. Textos bíblicos estão sendo produzidos e novamente desafiam esta geração a rever o status quo e levantar a verdade sobre mulheres e os homens serem criados iguais. ”Estas são apenas algumas das maneiras em que as igrejas estão se engajando com as diferentes questões em torno da violência de gênero. Ainda há muito a fazer, ainda muito inexplorado potencial, mas pelo menos estamos no caminho e agora é a hora de acelerar o ritmo. ”

    Os dezesseis dias começam todos os anos em 25 de Novembro, o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres e termina em 10 de Dezembro Dia dos Direitos Humano. A meio, em 1 de Dezembro, Dia Mundial da SIDA pode ser visto como um lembrete de que o HIV / AIDS e violência contra mulheres e meninas são as pandemias gêmeas e não pode ser abordado inteiramente como fenômenos distintos.

    Dezesseis ações para o Dezesseis Dias de Ativismo Contra a Violência de Gênero:

    1. Assinar o ‘We Will Speak Out “penhor on-line em http://www.wewillspeakout.org . We Will Speak Out é uma coalizão de igrejas cristãs e agências empenhados em falar contra a violência sexual, desafiando atitudes que perpetuá-la, e cuidar de suas vítimas e sobreviventes.2. Às 16h00 a cada dia, uma pausa para tirar um tempo, para ser ainda, para refletir e orar, usando o Conselho Mundial de Igrejas ’16 Orações para os 16 dias “.3. Se você é um homem ou um menino, participar da Campanha do Laço Branco e usar uma fita branca. Se você é uma mulher ou uma menina, aderir à campanha do Laço Branco e usar uma fita branca em solidariedade com os homens e meninos que estão fazendo um stand.

      4. Visite o “Restored” site http://www.restoredrelationships.org para saber mais sobre a violência doméstica e ver como as igrejas podem responder. Restaurado é uma aliança internacional Christian trabalhando para transformar as relações e pôr fim à violência contra as mulheres.

      5. Leia Mateus 19,13-15 aos seus filhos e dizer-lhes que ferir alguém, porque é um menino ou uma menina nunca é aceitável.

      6. Peça sua igreja ou sua diocese de ler o relatório da Rede Família Internacional Anglicana de Consulta Oceania e plano de acção para enfrentar o abuso, e considerar a adaptação e usá-lo em seu contexto local.

      7. Saiba os prós e contras na resposta à violência doméstica. O Manual de Violência Doméstica: Para clero e agentes pastorais publicado pelo Programa Conjunto das Igrejas Prevenção à Violência Doméstica no Sul da Austrália descreve as formas e os padrões de violência doméstica, explode alguns dos mitos, e oferece diretrizes para o clero e os leigos trabalhadores na resposta à violência doméstica.

      8. Olhe para os recursos para estudo da Bíblia contextual desenvolvido pelo Centro Ujamaa da Universidade de KwaZulu-Natal, África do Sul e utilizada na Campanha Tamar. O objetivo da Campanha Tamar é demonstrar compaixão ea justiça de Deus para as mulheres e crianças que sofrem indignidade e violação através de abuso sexual e doméstica. Olha masculinidades redentora e as ligações entre HIV e violência de gênero.

      9. Use o “Orações e Meditações” preparado para o Dezesseis Dias por mulheres da Igreja Episcopal.

      10. “Diga NÃO – UNA” em http://saynotoviolence.org/16days2011 oferece ’16 ações por 16 dias “que você pode tomar para protestar e prevenir a violência contra mulheres e meninas. Escolha como muitos como você gosta, ou tomar a ação do dia.

      11. Equipe-se com outras igrejas ou tradições de fé e planejar algo juntos. Ver “Restaurando Dignidade: Um Toolkit para as comunidades religiosas pelo Fim da Violência Contra as Mulheres ‘, desenvolvido pela Religiões para a Paz.

      12. Leia ‘Righting Her Story: Women Caribe Encontro da História da Bíblia “, publicado pela Comunhão Mundial das Igrejas Reformadas. Este é um livro de estudo bíblico sobre as mulheres que fornece maneiras refrescante para ler a Bíblia, permitindo que mulheres e homens a redescobrir sua riqueza e sua capacidade de ajudá-los a refletir teologicamente sobre sua fé e experiência. O livro pode ser comprado ou baixado do site da WCRC em http://www.wcrc.ch.

      13. Download ‘Criado à imagem de Deus: da hegemonia à Parceria “, um manual de igreja em homens como parceiros que promove masculinidades positiva do ponto de vista da fé cristã – publicado pelo Conselho Mundial de Igrejas eo WCRC.

      14. Baixar e exibir os cartazes da “Campanha Um Homem pode” Um homem pode apoiar homens e meninos em tomar medidas para acabar com a violência doméstica e sexual e HIV / AIDS e na promoção de relacionamentos saudáveis, equitativas que homens e mulheres podem desfrutar – apaixonadamente, respeitosamente e integralmente. O site da campanha tem uma riqueza de recursos, incluindo atividades da oficina e as folhas de ação e uma seção para líderes religiosos.

      15. Cada pessoa tem um valor e dignidade que vem diretamente de sua criação à imagem de Deus. Descubra como a Comunhão Anglicana Igreja Consulta Seguro é promover e apoiar o bem-estar físico, emocional e espiritual e segurança de todas as pessoas envolvidas em igrejas por toda a Comunhão Anglicana.

      16. Explore a seção Recursos do website da Rede Internacional de Mulheres Anglicanas (IAWN) e ler seus boletins para mais idéias. A Rede Internacional da Juventude Anglicana (IAYN) também desenvolveu recursos práticos para ajudar a acabar com a violência contra as mulheres jovens e meninas.

      ENDS

      Notas aos Editores
      · A Campanha do Laço Branco é um movimento de homens e meninos que se comprometem a não praticar ou tolerar a violência contra mulheres e meninas e de não  permanecer em silêncio sobre isso. O movimento está crescendo rapidamente e envolver homens e meninos em países como no Brasil, Paquistão, África do Sul, Canadá, Nova Zelândia, Austrália e Reino Unido.
      · O Escritório da Comunhão Anglicana serve a Comunhão Anglicana, que compreende cerca de 85 milhões de membros em 44 igrejas-membro regionais e nacionais em todo o mundo em mais de 165 países. http://www.anglicancommunion.org

     
  • SNIEAB 21:01 on 02/03/2010 Permalink | Responder
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    Ação Ecumênica de Mulheres reflete sobre a CFE 2010 

    Mulheres representantes das Igrejas do CONIC – Conselho Nacional de Igrejas Cristãs – estiveram reunidas em São Paulo nos dias 27 e 28 de fevereiro para refletir sobre o tema da Campanha da Fraternidade Ecumênica numa perspectiva de gênero.

    O evento, coordenado pela Ação Ecumênica de Mulheres, segmento do CONIC que trata das questões de gênero, permitiu uma apropriação dos desafios que se colocam para as mulheres dentro do sistema econômico excludente que as Igrejas querem questionar com a Campanha da Fraternidade deste ano.

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    A assessora Cecília Castillo, coordenadora do Programa de Gênero do CLAI, participou da primeira mesa do Encontro (foto) e trouxe dados estatísticos que reforçaram a consciência de que na América Latina estamos ainda muito longe de uma justa igualdade de gênero nas relações econômicas. Além do mais, dentro das próprias Igrejas, essa desigualdade tem sido reforçada por uma cultura de conformismo que precisa ser contestada com muita firmeza.

    As mulheres tiveram a oportunidade de partilhar suas experiências locais de lutas pela superação de desigualdades e ainda puderam ouvir testemunhos de como iniciativas de economia solidária puderam ajudar muitas mulheres no Brasil a alcançar sua autonomia econômica.

    Além dos painéis e partilha de experiências, as participantes puderam viver momentos de inspiração devocional, sempre ligados à temática da Campanha. As orações, os textos litúrgicos e as canções evocaram o lema : Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro!

    A IEAB se fez representar no Encontro pela Presidente da UMEAB Provincial,  Eunice Ramos, e pela Presidente da UMEAB da diocese Anglicana de São Paulo, Christina Takatsu Winnischofer.

    -

    Rev. Cônego Francisco de Assis da Silva

    Secretário Geral da IEAB

     
  • SNIEAB 2:14 on 24/09/2003 Permalink | Responder
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    UMEAB Nacional é Homenageada 

    Mais de cento e cinqüenta pessoas estiveram reunidas no primeiro culto celebrado na nova sede da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil – Catedral Anglicana da Santíssima Trindade no Recife.

    No domingo dia 08/06/03, a emoção e alegria tomaram conta dos corações dos inúmeros fiéis da Igreja Anglicana, que há aproximadamente sete meses estavam sem templo, e se reuniam na Igreja do Bom Samaritano localizado no bairro de Boa Viagem que cedeu um horário à tarde para que a comunidade tivesse um local para adorar a Deus.

    Com alegria, muita participação, e vibração de todo o grupo e em especial do seu líder o Rev. Sérgio Andrade, uma casa foi alugada no bairro do Espinheiro, local de origem dessa comunidade.

    Dois Cultos inaugurais foram realizados nos horários: 10h e 17h. Com a Igreja ainda em reforma, mas totalmente lotada, estiveram presentes o Bispo Diocesano Dom Robinson Cavalcanti entre outros convidados, todos emocionados e gratos ao Senhor por Sua fidelidade na vida daquelas pessoas.

    Nessa oportunidade foi prestada uma homenagem à Diretoria Nacional da UMEAB (União das Mulheres Anglicanas do Brasil), que foi reeleita por aclamação pelo excelente trabalho desenvolvido no mandato anterior e mereceu destaque na Assembléia Nacional durante o último Sínodo da Igreja Episcopal Anglicana, realizado em Porto Alegre.

    A comunidade ofereceu flores ao grupo representado por Dulcy Jardim, Lílian Veríssimo, Graça Victor, e Pureza Freire na pessoa da Presidente Nacional, Angélica Campos, desejando mais três anos de êxito na liderança das mulheres anglicanas do Brasil, tendo sempre o Senhor à frente nas suas vidas e no ministério.

    No final, a Presidente, agradeceu o apoio recebido do Rev. Sérgio e da comunidade, e falou das prioridades e objetivos do trabalho que começam a desenvolver no novo mandato que ora se inicia.

    -

    Christina Takatsu Winnischofer

    Secretária Geral da IEAB

     
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