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  • SNIEAB 20:57 on 30/01/2011 Permalink | Responder
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    Encontro dos Primazes – Resumo 5 

    [Estes relatórios têm sido preparados diariamente pelo Escritório da Comunhão Anglicana, com a supervisão de inúmeros primazes representantes de partes diferentes da Comunhão]

    Dia 6

    No dia final do Encontro dos Primazes em Dublin, eles discutiram o conteúdo dos documentos finais que haviam sido preparados durante a semana. Começaram com a revisão do primeiro rascunho de um documento sobre o objetivo e o alcance do Encontro dos Primazes, após o que continuaram com a revisão de outros documentos — cartas e declarações — cobrindo uma variedade de assuntos internacionais.

    Os documentos acordados incluíam uma declaração sobre mudanças climáticas e aquecimento global, um sobre o assassinato do ativista GLBT ugandense David Kato, uma carta aberta ao Presidente Robert Mugabe sobre a perseguição de anglicanos no Zimbábue e uma declaração sobre a resposta da Igreja à violência contra meninas e mulheres. Os mesmos foram publicados na conferência de imprensa e via website da Comunhão Anglicana.

    Os primazes concordaram unanimemente em enviar diversas cartas. Alguns exemplos são: carta para as lideranças do Paquistão sobre leis de blasfêmia, uma carta de suporte ao Arcebispo do Sudão, Revmo. Daniel Deng Bul, uma carta ao Primeiro-Ministro Israelense Benjamin Netanyahu acerca do Bispo de Jerusalém, Revmo. Suheil Dawani, uma carta aos líderes das seis nações envolvidas no diálogo quanto à situação das Coreias e uma carta de apoio ao Arcebispo Mouneer Anis, do Egito e ao Papa Copta Shenouda III.

    Durante a tarde, os primazes nomearam e elegeram cinco membros e cinco membros alternativos para o Comitê dos Primazes. Quando todos os primazes da Comunhão Anglicana forem informados sobre os eleitos, seus nomes serão divulgados no website da Comunhão Anglicana. Os documentos sobre o alcance e objetivo do Encontro dos Primazes e do Comitê dos Primazes também foram aprovados.

    Imediatamente após a conferência de imprensa, os Primazes participaram da Eucaristia final, presidida pelo Primaz da Irlanda, Arcebispo Alan Harper. O Arcebispo de Cantuária, Dom Rowan Williams, foi o pregador. Essa missa marcou o fim do encontro.

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    Equipe do Serviço de Notícias da Comunhão Anglicana

     
  • SNIEAB 23:53 on 29/01/2011 Permalink | Responder
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    Encontro dos Primazes – Resumo 4 

    Dia 5

    O encontro de hoje partiu do trabalho de reflexão sobre o exercício do primado e objetivo do Encontro dos Primazes, para considerar o papel, objetivo e composição do Conselho dos Primazes. Além da participação no Conselho Consultivo Anglicano e do Comitê da Comunhão Anglicana, outros papéis sugeridos pelos primazes foram o de “sustentar” a vida, visão e espírito do encontro entre as reuniões dos primazes; ajudar a moldar seus encontros futuros; e agir como um grupo consultivo para o Arcebispo de Cantuária. Diversos grupos também sugeriram que o Comitê dos Primazes seja capaz de servir de ponte entre o Encontro dos Primazes e as regiões de onde vem.

    A segunda sessão compreendeu três apresentações emocionantes acerca de violência de gênero. Os primazes responderam a cada relatório com um momento de reflexão silente e oração. O Arcebispo Bernard – que apresentou um relatório que seria apresentado pelo Arcebispo Henry Isingoma (Província da Igreja Anglicana do Congo) – explicou como o estupro e o abuso sexual estavam sendo utilizados como arma de conflito e terror na República Democrática do Congo e em toda a região dos Grandes Lagos. Como parte do trabalho que as igrejas estão a fazer para responder a tal violência está assistir às mulheres que foram violentadas, para que sejam atendidas em postos de saúde o mais rapidamente possível, além de reintegrá-las às suas comunidades através de educação e projetos de microfinanças.

    O Arcebispo Barry Morgan (Gales) então compartilhou estatísticas assustadoras sobre a proporção da violência de gênero no Reino Unido. Ele contou que no último ano, houve um milhão de mulheres vítimas de violência doméstica, com trezentas mil violentadas sexualmente e sessenta mil estupradas a cada ano. Explicou também que uma estimativa conservadora da quantidade de mulheres enviadas pelo tráfico sexual para o Reino Unido era de cinco mil por ano. Disse ainda que a violência de gênero estava bastante estabelecida em algumas sociedades, e até mesmo em algumas tradições religiosas. O Arcebispo Barry concluiu dizendo que as igrejas no Reino Unido e Irlanda precisavam trabalhar juntas para lidar com a violência contra mulheres e meninas de um modo mais eficiente.

    A Revda. Terrie Robinson, Coordenadora das Redes da Comunhão Anglicana e Assessora para Mulheres, explicou que algumas redes, incluindo a Rede Anglicana Internacional da Família, a Rede Anglicana Internacional de Mulheres a Rede Indígena Anglicana e outros grupos da Comunhão Anglicana já haviam levantado a questão de urgência do trabalho contra a violência de gênero. Alertou que os Encontros dos Primazes não haviam falado do assunto, e sugeriu que este evento propusesse um comprometimento com palavras e ações de solidariedade com aquelas pessoas que fazem trabalho de base para a eliminação de tal violência na Comunhão. Ela propôs que eles também promovessem treinamento apropriado para clérigos e leigos, e patrocinassem recursos teológicos existentes (ou encomendassem novos) com a temática de violência doméstica.

    O fim do dia foi gasto pelos primazes a trabalhar em pequenos grupos para elaborar documentos acerca de uma variedade de temas de preocupação internacional.

    Uma conferência de imprensa final acontecerá amanhã (domingo) à tarde, e um podcast da conferência será carregado no site da Comunhão Anglicana na parte da noite.

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    Equipe do Serviço de Notícias da Comunhão Anglicana

     
  • SNIEAB 19:41 on 29/01/2011 Permalink | Responder
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    Encontro dos Primazes – Resumo 3 

    Dia 4

    O dia começou com uma apresentação do trabalho da Comissão Interanglicana para Unidade, Fé e Ordem (CIAUFO). O coordenador da comissão, Arcebispo Bernard Ntahoturi, do Burundi, lembrou ao grupo que a CIAUFO é uma comissão criada após uma resolução do 14° Conselho Consultivo Anglicano e endossada pelo Encontro dos Primazes. Trata-se de uma combinação de duas comissões anteriores: o Comitê Interanglicano de Relações Ecumênicas (CIARE) e a Comissão Doutrinária e Teológica Interanglicana (CDTIA), além do trabalho do Grupo de Continuação Windsor.

    Ele contou aos outros primazes que na reunião de dezembro da CIAUFO, na África do Sul, o trabalho dos membros foi dividido em quatro grupos. O primeiro pôs-se a estudar a definição de “igreja”: “a Comunhão Anglicana é uma Igreja ou uma comunhão de Igrejas?” O segundo grupo lidou com o Pacto Anglicano e recursos para seu estudo. O terceiro grupo estudou os instrumentos da Comunhão, seu significado teológico e como eles se relacionam. O último tentou compreender o tópico de “recepção”, ou seja: como o trabalho dos instrumentos e diálogos ecumênicos é transmitido e entendido em todos os níveis da Comunhão Anglicana.

    O Arcebispo Bernard disse que, além dos instrumentos da Comunhão, há outros mecanismos informais que contribuem para o fortalecimento, avivamento e união da Comunhão Anglicana. Ele deu como exemplos as redes anglicanas internacionais, agências missionárias, princípios de direito canônico e as uniões de mulheres.

    Posteriormente, os primazes prosseguiram na discussão do que criam ser os pontos fundamentais dos últimos dias. Alguns deles foram as expectativas para os encontros de primazes, o papel de um primaz, o lugar das igrejas unidas (como as que existem na Índia, Paquistão e Bangladesh) na Comunhão e a realidade da diversidade linguística da Comunhão. A pedido dos primazes, o grupo fez uma visita ao centro de Dublin, a caminho do jantar, para visitar o Trinity College e ver o Livro de Kells, um manuscrito celta dos Evangelhos, repleto de iluminuras e confeccionado no século IX.

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    Equipe do Serviço de Notícias da Comunhão Anglicana

     
  • SNIEAB 20:18 on 28/01/2011 Permalink | Responder
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    Encontro dos Primazes – Resumo 2 

    Dia 3

    No terceiro dia do encontro, os primazes da Comunhão Anglicana começaram a estudar o conceito de “primado” mais aprofundadamente. Em pequenos grupos, discutiram seu entendimento e experiência da teologia e prática de suas províncias, no nível regional e no nível da Comunhão. O objetivo da manhã foi compartilhar na plenária as diferenças e semelhanças do papel dos primazes nas diferentes províncias da Comunhão.

    Aspectos do primado compartilhados entre todas as províncias vinham a ser sobretudo o ministério de reconciliação e construção de paz por parte do primaz; a ligação do local com o global e vice-versa; o fato de buscarem construir o consenso, um símbolo de unidade na província e na comunidade mais ampla; o pastorado aos outros bispos; a possibilidade de serem vozes proféticas a interpretar os sinais dos tempos em contextos locais.

    “Um primaz é o primeiro entre iguais” – disse um primaz ao encontro, continuando: “um apóstolo, um servo, que está frequentemente na estrada visitando dioceses, levando e vstindo a visão da província, a missão da Igreja e os valores que mantêm a província unida”.

    Muitos também consideraram o primaz como alguém que representa a voz de sua província. Um primaz explicou plenária que em seus grupos pequenos, haviam concordado que “nenhum [deles] era capaz de falar por si só, mas sempre após consulta dos bispos, sínodos e conselhos”. Ele adicionou que também se discutiu bastante sobre a voz dos primazes ser representativa de sua província ao comparecerem em outros eventos, sejam eles ecumênicos, inter-religiosos ou políticos.

    Havia, contudo, algumas diferenças evidentes nas responsabilidades e alcance do papel primacial em cada província. Alguns primazes também eram bispos diocesanos, enquanto outros não tinham tais responsabilidades. A duração do serviço como primaz varia desde dois anos renováveis até tempo indefinido até a aposentadoria. Alguns primazes têm muitas tarefas administrativas; outros não. Embora em algumas províncias, o primaz possa vetar uma decisão sinódica (após consulta com conselhos ou câmaras de bispos), em outras províncias, o primaz necessita de permissão do bispo local para viajar para aquela diocese. Alguns primazes também têm responsabilidades extraprovinciais, como por exemplo na Igreja Episcopal de Cuba, que é supervisionada por um conselho metropolitano de três primazes.

    Uma questão comentada, embora não em plenário, foi até onde os primazes têm um papel de salvaguarda da vida da Comunhão como um todo.

    Sejam quais forem as semelhanças e diferenças entre os papéis e responsabilidades dos primazes na Comunhão, é preciso enxergar o primado como um dom – e não como um direito. O Arcebispo Winston, da Igreja Anglicana em Aotearoa, Nova Zelândia e Polinésia sintetizou esse conceito ao explicar o significado de “Tikanga”.

    Ele disse que a palavra significa “o lugar onde você está”, pois seu território é terra santa oferecida a você pelos seus ancestrais, pelo seu povo, pelo meio ambiente. Ele notou que o posto de primaz era oferecido ao incumbente como responsabilidade temporal e para o futuro. “Não é algo que se tem. Pertence-se à função. É um dom, e não um direito. É um privilégio.”

    Os primazes passaram a tarde discutindo sobre suas expectativas para a reunião dos primazes. O Arcebispo de Cantuária requisitou algum tempo para compartilhar com todos um breve histórico dos encontros. Ele explicou que, embora seu propósito tenha mudado ao longo dos anos, a intenção original para o primeiro evento, estabelecido em 1978 pelo então-Arcebispo Donald Coggan, era criar um espaço para conversas afáveis, oração e consultas profundas.

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    Equipe do Serviço de Notícias da Comunhão Anglicana

     
  • SNIEAB 18:27 on 27/01/2011 Permalink | Responder
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    Encontro dos Primazes – Resumo 1 

    Dias 1 e 2

    O 18° Encontro dos Primazes da Comunhão Anglicana começou em Dublin na noite da terça-feira, com uma atmosfera de oração e propósito. Depois das boas vindas e da introdução, o Arcebispo de Cantuária Dom Rowan Williams pediu a todos os presentes que acolhessem em seus corações e rezassem pelos primazes incapazes de comparecer. Ele também lembrou que ao menos um terço dos primazes em Dublin estavam em seu primeiro encontro desse tipo.

    Antes de participarem da Oração da Noite, Dom Rowan partilhou de uma pequena reflexão sobre a liderança primacial, ao utilizar o texto de São Marcos 10:35-45.

    Antes da Eucaristia matinal da quarta-feira, os primazes colocaram, aos pés do altar, símbolos (incluindo fotos, comida, ilustrações e outros objetos) a representar os maiores desafios para a missão em suas províncias. Isso foi feito a fim de intencionalmente tornar tais questões primordiais em quaisquer atos de adoração durante a semana.

    Após as boas vindas oficiais do Primaz da Irlanda, Arcebispo Alan Harper, foi lida uma carta do Taoiseach (Primeiro-Ministro) Brian Cowen. Ele enfatizou que as igrejas têm um “papel importante no entendimento de nossa sociedade corrente, para apreciar o significado da dimensão espiritual e filosófica dos problemas e oportunidades que encaramos”.

    O Primeiro Ministro Irlandês adicionou que as igrejas cristãs têm uma missão importante no diálogo global e inter-religioso: “a mensagem de tolerância e paz deve ser proclamada em voz alta nestes tempos de tribulações”.

    Os primazes passaram o restante do dia a compartilhar uns com os outros, em grupos pequenos e em plenária, primeiramente seus pensamentos acerca dos grandes problemas da Comunhão, e então suas respostas ao que ouviram dos outros.

    Alguns tópicos expostos na plenária incluíram a temática de missão – como compartilhar da melhor forma o Evangelho com o mundo; de diversidade – como membros da Comunhão podem ter posicionamentos diferentes mas mesmo assim trabalhar juntos; das implicações e expectativas trazidas por modelos diferentes de liderança primacial; e da necessidade da Comunhão em lidar com assuntos de caráter provincial de uma maneira mais satisfatória. Tais assuntos incluem a infecção do HIV; leis contra conversões e antiblasfêmia; perseguição de minorias e situações de divisão nacional, como no caso da Coreia.

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    Equipe do Serviço de Notícias da Comunhão Anglicana

     
  • SNIEAB 21:21 on 25/01/2011 Permalink | Responder
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    Primazes da Comunhão Anglicana chegam a Dublin para encontro 

    Primazes de toda a Comunhão Anglicana chegaram hoje ao Centro de Conferências Emmaus em Dublin, Irlanda, para o primeiro dos seis dias da Reunião dos Primazes.

    Os primazes são os arcebispos ou bispos hierarquicamente responsáveis pelas províncias da família anglicana de igrejas. Foram convidados todos os trinta e oito primazes. O Arcebispo de York, John Sentamu, também foi convidado para permitir ao Arcebispo de Cantuária Rowan Williams melhor desempenhar seu papel de presidente do encontro.

    Diversos primazes, inclusive o Bispo Maurício José Araújo de Andrade, Primaz da IEAB e Bispo de Brasília, disseram que estavam esperando um resultado positivo da reunião.

    “É importante que esse diálogo de encontros continue em diferentes partes da Comunhão Anglicana”, disse ele. “Se é possível sentar com diferentes parceiros ecumênicos e inter-religiosos, de que precisamos para continuar a partilhar com bispos de outras partes da Comunhão.”

    O Deão da Província da África Central, Bispo Albert Chama* acredita que Deus permitirá aos primazes permanecer em unidade e amarem-se uns aos outros como Corpo de Cristo.

    “Minha esperança é que este encontro permita que continuemos as conversas que têm acontecido com o intuito de manter a Comunhão unida”. Ele acrescentou que é sua esperança “que o encontro seja frutífero e que possamos discutir assuntos com franqueza e escutar-nos uns aos outros.”

    Se não houver mudanças de última hora, vinte e quatro primazes participarão do encontro. Como esperado, alguns não puderam sair de seus países por questões de saúde, outros por razões pessoais e mais alguns por conta de problemas em suas províncias, como o referendo no Sudão.

    Sete primazes confirmaram que não tomariam parte do evento por conta de desenvolvimentos recentes na Igreja Episcopal, mas reiteraram em suas respostas seu compromisso com a Comunhão e com o Arcebispo de Cantuária.

    O Secretário Geral da Comunhão Anglicana, Cônego Kenneth Kearon, que está assessorando o evento, disse que “é obviamente lamentável que um primaz não possa frequentar o encontro porque significa que uma perspectiva a menos não está sendo representada, mas ao final é a decisão de cada primaz em consulta com sua província”.

    Reunião dos Primazes – 25 a 31 de Janeiro de 2011

    Aqueles que estão presentes, a caminho, ou confirmaram sua ida:

    Igreja Anglicana em Aotearoa, Nova Zelândia e Polinésia Revmo. Winston Halapua
    Igreja Anglicana da Austrália Revmo. Phillip John Aspinall
    Igreja de Bangladesh Revmo. Paul Sishir Sarkar
    Igreja Episcopal Anglicana do Brasil Revmo. Maurício José Araújo de Andrade
    Igreja Episcopal do Burundi Revmo. Bernard Ntahoturi
    Igreja Anglicana do Canadá Revmo. Frederick J Hiltz
    Igreja da Província da África Central, representada pelo Deão da Província, Revmo. Albert Chama
    Igreja Anglicana da Região Central da América Revmo. Armando Roman Guerra Soria
    Igreja da Inglaterra Revmo. Rowan Douglas Williams, e também Also Revmo. John Sentamu
    Hong Kong Sheng Kung Hui  Revmo. Paul Kwong
    Igreja da Irlanda Revmo. Alan Edwin Thomas Harper
    Nippon Sei Ko Kai (Santa Igreja Católica do Japão) Revmo. Nathaniel Makoto Uematsu
    Igreja Anglicana da Coréia Revmo. Paul Keun-Sang Kim
    Igreja da Província da Melanésia Revmo. David Vunagi
    Igreja do Paquistão (Unida) Revmo. Samuel Azariah
    Igreja Anglicana de Papua Nova Guiné Revmo. Joseph Kifau Kopapa
    Igreja Episcopal das Filipinas Revmo. Edward Pacyaya Malecdan
    Igreja Episcopal Escocesa Revmo. David Robert Chillingworth
    Igreja do Sul da Índia (Unida) Revmo. Suputhrappa Vasantha Kumar
    Igreja Anglicana do Sul da África Revmo. Thabo Cecil Makgoba
    Igreja Episcopal Revma. Katharine Jefferts Schori
    Igreja em Gales Revmo. Barry Cennydd Morgan
    Igreja da Província das Índias Ocidentais Revmo. John Walder Dunlop Holder

    Incapazes de comparecer:

    Por problemas quanto à obtenção de vistos:

    Província da Igreja Anglicana do Congo Revmo. Henry Kahwa Isingoma

    Por questões de saúde:

    Igreja Anglicana do México Revmo. Carlos Touche-Porter
    Igreja da Província de Myanmar Revmo. Stephen Than Myint Oo

    Por causa de compromissos previamente estabelecidos:

    Igreja Anglicana do Quênia Revmo. Eliud Wabukala
    Igreja do Norte da Índia (Unida) Revmo. Purely Lyngdoh

    Por razões pessoais:

    Igreja Anglicana da Tanzânia Revmo. Valentino Mokiwa

    Por causa de assuntos provinciais:

    Igreja Episcopal do Sudão Revmo. Daniel Deng Bul Yak (referendo)
    Igreja Episcopal em Ruanda Revmo. Onesphore Rwaje (dois dias depois de sua instalação)

    Aqueles que resolveram se ausentar por questões relacionadas a desenvolvimentos recentes na Igreja Episcopal:

    Igreja da Província do Oceano Índico Revmo. Gerald James (Ian) Ernest
    Igreja Episcopal em Jerusalém e no Oriente Médio Revmo.  Mouneer Hanna Anis
    Igreja da Nigéria Revmo. Nicholas Dikeriehi Okoh
    Igreja da Província de Uganda  Revmo. Henry Luke Orombi
    Igreja da Província do Sudeste da Ásia  Revmo. John Chew
    Igreja Anglicana do Cone Sul da América Revmo. Hector Zavala
    Igreja da Província da África Ocidental Revmo. Justice Ofei Akrofi

    Notas do editor:

    * Há uma vaga no primado da Igreja da Província da África Central, razão pela qual a função do primaz está sendo representada pelo Deão da Província.

    O Escritório da Comunhão Anglicana serve à Comunhão Anglicana, que compreende cerca de oitenta milhões de membros em quarenta e quatro igrejas-membro regionais e nacionais, em mais de cento e sessenta países. http://www.anglicancommunion.org/

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    Equipe do Serviço de Notícias da Comunhão Anglicana

     
  • SNIEAB 0:47 on 24/02/2005 Permalink | Responder
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    Declaração do Encontro dos Primazes da Comunhão Anglicana 

    1. Como primazes da Comunhão Anglicana e moderadores das Igrejas Unidas, nós nos reunimos no Centro de Conferências e Retiro Dromantine, Newry, Irlanda do Norte, de 20 a 25 de fevereiro de 2005, a convite do Arcebispo de Cantuária, Dr. Rowan Williams. Trinta e cinco de nós estiveram presentes a esse encontro (i). Nós estamos extremamente gratos pela calorosa recepção no Dromantine, que recebemos dos membros da Sociedade Católico-Romana das Missões Africanas, da Igreja da Irlanda, e especialmente do Primaz de toda a Irlanda, Robin Eames e Lady Eames, que foram nossos anfitriões.

    2. Nosso encontro aconteceu em um contexto de oração comum e adoração, incluindo a Oração Vespertina na Catedral de São Patrício, em Armagh, onde nós fomos formalmente recebidos pela Igreja da Irlanda. Nas manhãs de segunda e terça-feira, nós realizamos estudos bíblicos, oração e retiro silencioso, liderados pelo Arcebispo de Cantuária no tema quaresmal das três tentações de Cristo. Ele nos lembrou que era nosso dever, como líderes cristãos, começarmos a ouvir Deus, antes de ouvirmos uns aos outros. Nós agradecemos a Deus que nosso encontro foi caracterizado pela generosidade de espírito, e disposição em respeitar a integridade de cada um, com caridade cristã e abundante boa-vontade.

    3. O Encontro iniciou com relatos das províncias mais afetadas pelo recente desastre do tsunami no Oceano Índico e pela ajuda humanitária prestada pelas igrejas anglicanas. Nós oferecemos nossas preces às vítimas, pelo trabalho de reconstrução em andamento e pela ajuda humanitária que está acontecendo por toda a costa do Oceano Índico, particularmente na Província do Sudeste Asiático, do Leste Africano, do Oceano Índico, do Sul da Índia e na Igreja do Ceilão.

    4. O assunto mais urgente tratado no Encontro dos Primazes foi a análise do Relatório de Windsor 2004, no qual a Comissão de Lambeth sobre a Comunhão(ii) tinha oferecido suas recomendações para a vida futura da Comunhão Anglicana, face aos acontecimentos da vida anglicana na América do Norte (iii).

    5. Nós refletimos por muito tempo sobre as recomendações do Relatório de Windsor; ouvindo primeiramente o Arcebispo Robin Eames, que pontuou o trabalho da Comissão de Lambeth, a qual presidiu, e então ouvimos o Primaz Bruce Cameron, da Igreja Episcopal da Escócia, que assumiu o trabalho que o Arcebispo Peter Kwong tinha iniciado, no Grupo de Recepção sobre o Relatório de Windsor (iv). Nós realizamos uma cuidadosa análise das 322 respostas que esse grupo tinha recebido de toda a Comunhão Anglicana, e que ofereceu um grande suporte para as recomendações do Relatório de Windsor, apesar de algumas preocupações em relação aos detalhes dos problemas (v).

    6. Então nós continuamos com nossas próprias reflexões sobre essas respostas. Há um grande número de coisas que são bem claras. Muitos primazes têm ficado alarmados que o padrão do ensino cristão sobre as questões de sexualidade humana, expressas na Resolução 1.10 da Conferência de Lambeth de 1998, que deveriam ser respeitadas como uma posição majoritária adotada pelos bispos da Comunhão Anglicana, têm sido seriamente soterradas pelos recentes acontecimentos na América do Norte. Ao mesmo tempo, é reconhecido que esses acontecimentos na Igreja Episcopal dos Estados Unidos (ECUSA) e na Igreja Anglicana do Canadá aconteceram inteiramente de acordo com seus processos e exigências constitucionais (vi). Nós também desejamos deixar bem claro, que em nossa discussão e avaliação da moral apropriada aos comportamentos especificamente humanos, continuamos claramente comprometidos com o apoio pastoral e cuidado aos homossexuais. A injustiça e discriminação dos seres humanos cujo afeto possa ser oferecido a pessoas do mesmo sexo é um anátema para nós. Nós asseguramos aos homossexuais que eles são filhos de Deus, amados e importantes para Ele, e merecedores do nosso melhor cuidado pastoral e amizade (vii).

    7. Nós recebemos o teor geral do Relatório de Windsor, como um caminho que oferece uma maneira de continuarmos a nossa vida mútua em nossa Comunhão, e louvamos as conclusões que seguem para lidarmos com as diferenças de opinião que foram abertas diante de nós.

    8. Nós acreditamos que o Relatório de Windsor oferece nas seções A e B uma descrição autêntica da vida da Comunhão Anglicana, e dos princípios que a sua vida é governada e sustentada. Embora nós acreditamos que muitos elementos desse relato oferecem um retrato do que é ideal, em vez do que é atualmente vivenciado, nós aceitamos a descrição oferecida nas seções A e B do Relatório de Windsor como uma maneira de como gostaríamos de ver desenvolvida a vida da Comunhão Anglicana, enquanto nós reagimos fielmente ao discipulado de Cristo. Essas seções falam do lugar central os anglicanos outorgam a autoridade da escritura, e da “autonomia-em-comunhão” como um exercício balanceado da interdependência entre as trinta e oito províncias e sua legítima autonomia provincial. Nós, portanto, pedimos a todas as províncias para considerar se estão realmente dispostas em se comprometerem com o entendimento de vida interdependente da Comunhão Anglicana em termos descritos nessas seções do Relatório.

    9. Nos é grato receber as propostas na seção C para o futuro desenvolvimento dos instrumentos de Unidade (viii), embora nós reconhecemos que questões sérias sobre o conteúdo da proposta para um Acordo Anglicano (ix) e as ações práticas de sua implementação significam que é um processo a longo prazo. Nós ficamos agradecidos em sermos lembrados dos extensos precedentes para acordos que muitas igrejas estabeleceram com parceiros ecumênicos, e que mesmo em nossa Comunhão o Quadrilátero de Chicago/Lambeth têm operado efetivamente como uma forma de acordo que assegura o nosso compromisso básico com a Escritura, o Credo Niceno, os dois sacramentos do Evangelho e o Episcopado Histórico. Portanto encomendamos esta proposta como um projeto que deveria ser ainda mais considerado nas Províncias da Comunhão, a partir de agora até a Conferência de Lambeth de 2008. Como complemento, nós pedimos ao Arcebispo de Cantuária que crie maneiras de implementar isso.

    10. Nós temos mais perguntas ainda sobre o desenvolvimento do papel do Arcebispo de Cantuária, e de um Conselho de Consulta (x). Enquanto nós agradecemos o ministério do Arcebispo de Cantuária como aquele que pode falar a nós como primus inter pares sobre as realidades que enfrentamos como uma Comunhão, nós somos cautelosos com qualquer desenvolvimento que poderia dar a impressão de criar uma jurisdição internacional que poderia suprimir a nossa autonomia provincial. Nós pedimos ao Arcebispo de Cantuária que explore maneiras de consultoria nessas questões.

    11. Nós aceitamos o princípio enunciado na seção D do Relatório de Windsor tratando da natureza universal do ministério de um bispo dentro da política anglicana (xi). Embora formidáveis problemas práticos podem ser assistidos por qualquer amplo processo formal de consulta na eleição e confirmação de bispos, nós solicitamos que as províncias mesmas devem encontrar um espaço apropriado para levar em consideração o princípio da interdependência em qualquer processo de eleição ou confirmação.

    12. Nós, como um corpo, continuamos a discutir as situações que surgiram na América do Norte com máxima seriedade. Enquanto fica uma dúvida real sobre se as igrejas norte-americanas aceitarão o mesmo ensinamento sobre as questões da moralidade sexual como é aceito em qualquer lugar na Comunhão, a realidade subjacente de nossa Comunhão com Deus e a Santíssima Trindade é obscurecida, e a eficácia de nossa missão comum é severamente impedida.

    13. Nós acreditamos, no entanto, que para as recomendações do Relatório de Windsor sejam propriamente tratadas, é necessário dar um tempo à ECUSA e à Igreja Anglicana do Canadá para consideração dessas recomendações de acordo com os seus processos constitucionais.

    14. Dentro do âmbito das questões discutidas no Relatório de Windsor e no sentido de reconhecer a integridade de todas as partes, nos solicitamos que a ECUSA e a Igreja Anglicana do Canadá voluntariamente retirem seus membros do Conselho Consultivo Anglicano por o período que vai até a próxima Conferência de Lambeth. Durante esse mesmo período nós pedimos que as duas igrejas respondam através dos seus apropriados órgãos constitucionais as questões especificamente dirigidas a elas no Relatório de Windsor, de qual é o seu lugar dentro da Comunhão Anglicana. (cf. parágrafo 8).

    15. No sentido de proteger a integridade e as necessidades legítimas dos grupos em séria disputa teológica com o seu bispo diocesano, ou dioceses em disputas com suas províncias, nós recomendamos que o Arcebispo de Cantuária aponte, em caráter emergencial, um grupo de referência para supervisionar a adequação de medidas pastorais feitas por qualquer igreja para os membros que seguem a recomendação da Declaração dos Primazes de Outubro de 2003 (xii). Igualmente, durante esse período, nós nos comprometemos de não encorajarmos ou iniciarmos intervenções que cruzem fronteiras.

    16. Apesar do pedido do parágrafo 14 dessa Declaração, nós encorajamos o Conselho Consultivo Anglicano a organizar uma consulta em sua próxima reunião, em Nottingham, Inglaterra, em junho de 2005, na qual representantes da ECUSA e da Igreja Anglicana do Canadá, convidados para aquele propósito específico, possam ter uma oportunidade de exporem seu pensamento sobre as recentes ações em suas províncias, de acordo com o parágrafo 141 do Relatório de Windsor.

    17. Em reafirmação da Resolução 1.10 da Conferência de Lambeth de 1998 como a atual posição da Comunhão Anglicana, nós nos comprometemos de novo segui-la em sua totalidade, e pedimos ao Conselho Consultivo Anglicano, em Junho de 2005, que dê passos positivos para iniciar o processo de audição e estudo, o qual tem sido objeto de resoluções não somente na Conferência de Lambeth de 1998, mas também nas anteriores.

    18. No ínterim, nós pedimos aos nossos primazes para usarem sua influência para persuadir seus irmãos e irmãs a exercerem moratória em ritos públicos de bênçãos de casais do mesmo sexo e na consagração de qualquer bispo vivendo em uma relação sexual fora do casamento cristão.

    19. Essas medidas têm como objetivo restaurar a nossa completa confiança em nossos laços de afeição em toda a Comunhão.

    20. Na segunda parte de nosso Encontro, nós discutimos sobre algumas questões da prática ministerial, que têm estado em nossa agenda agora por um par de anos. Nós recebemos um relatório da situação atual em relação ao ministério das igrejas africanas, em particular sobre pessoas que vivem com HIV/AIDS; os que estão morrendo, os que perderem seus parentes e amigos e as crianças órfãs. Nós vimos que esse é um grande desafio enfrentado por todas as nossas igrejas. Nós agora admitimos, contudo, que nossas preocupações devem ser ampliadas para incluir aqueles que sofrem de TB e malária. Nós sabemos que neste ano 3 milhões de pessoas morrerão de AIDS, 2 milhões de TB, e 1 milhão de malária. Nós também somos chamados a apoiar o Secretário-Geral das Nações Unidas, Kofi Annan, e aos líderes mundiais no desenvolvimento de ações efetivas para atingirmos as Metas de Desenvolvimento do Milênio (MDGs) até 2015 (xiii). Além do compromisso em combater a AIDS/HIV, TB e Malária, essas metas incluem a redução da pobreza absoluta pela metade e a redução da fome pela metade até 2015. A longo prazo, nós temos que erradicar ambas as duas. Outras metas incluem a diminuição da mortalidade infantil e a melhoria da saúde materna, da educação primária universal, do acesso à água potável, e a construção de parcerias de desenvolvimento sustentáveis entre ricos e pobres. Dessa maneira nós clamamos ao povo de Deus em todas as províncias de nossa Comunhão a encorajar os líderes do governo a seguirem essas metas com vigor, e a orar para o fortalecimento de seu compromisso em alcançar as MDGs até 2015.

    21. Duas sessões inteiras do nosso Encontro foram dedicadas ao importante trabalho do discernimento da verdade teológica e o desenvolvimento e melhoria da educação teológica através da partilha de recursos por toda a Comunhão. O Arcebispo de Cantuária tem a identificado como uma preocupação prioritária durante o período de sua liderança. O trabalho da Comissão de Educação Teológica para a Comunhão Anglicana (TEAC), que foi estabelecida em nosso encontro em Kanuga, em 2001, foi revisto, incluindo quatro grupos temáticos distintos, que agora estão engajados com o desenvolvimento de programas de educação e treinamento específicos para bispos, para presbíteros e diáconos transicionais; para diáconos de vocação, catequistas e leitores leigos licenciados; e para o laicato. Em tudo isto, uma atenção particular está sendo dispendida ao distinto componente anglicano da área de educação teológica. Esse mandato é de preocupação porque algumas educações teológicas através da Comunhão necessitam levar mais em conta a história anglicana, formulários e espiritualidade. O discernimento e a definição do “jeito de ser anglicano” está sendo perseguido intencionalmente por um dedicado grupo temático. É planejada a realização de uma consulta para educadores teológicos ainda este ano, em Cantuária, e antecipamos que esse trabalho será um aspecto significante a ser considerado na Conferência de Lambeth de 2008.

    22. Nosso compromisso comum para seguir com projetos como esses, juntamente com a nossa recente experiência positiva de aproximação e cooperação em resposta ao desastre do tsunami, nos convence da enorme importância do nosso trabalho compartilhado como províncias da Comunhão Anglicana. De fato, durante o nosso encontro, nós nos tornamos mais conscientes com a ligação indissolúvel entre a unidade cristã e a missão cristã, como isso é expresso na prece de Jesus, que seus discípulos podem ser um que o mundo acreditará (João 17.21). Dessa maneira, nós oramos pela contínua bênção da unidade e paz de Deus enquanto nós nos comprometemos novamente com a missão da Comunhão Anglicana, a qual nós compartilhamos com todo o povo de Deus, na transformação do nosso mundo problemático.

    “E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Romanos 12:2).

    “Ora, tudo provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo e nos deu o ministério da reconciliação” (II Coríntios 5:18).

    Notas:

    i) Estiveram ausentes o primaz de Burundi, devido a um falecimento de familiar; o primaz de Hong Kong, devido a problemas de saúde; e o moderador da Igreja Unida do Norte da Índia, devido a compromissos particulares.
    ii) Essa Comissão foi estabelecida pelo Arcebispo de Cantuária a pedido dos Primazes, no seu Encontro no Palácio de Lambeth, em Outubro de 2003.
    iii) Especificamente, a autorização da realização de um rito público de bênção da união de casais do mesmo sexo numa diocese da Igreja Anglicana do Canadá, em Maio de 2003, e a consagração de um bispo que assume uma relação estável com uma pessoa do mesmo sexo na Igreja Episcopal dos Estados Unidos, em Novembro de 2003.
    iv) Este grupo foi estabelecido pelo Comitê Permanente dos Primazes durante a publicação do Relatório de Windsor, em Outubro de 2004, para receber e analisar as respostas e reações sobre o Relatório de Windsor dentro da Comunhão Anglicana e dos nossos parceiros ecumênicos.
    v) As decelarações do Arcebispo Robin e do Primaz Bruce, juntamente com as apreciações do Grupo de Recepção podem ser encontradas no http://www.aco.org/windsor2004/presentation.cfm (para a declaração de Eames) e http://www.aco.org/comission/reception/report.cfm (para a decleração de Cameron) e documentos relacionados.
    vi) Na declaração de Outubro de 2003, nós escrevemos  O Bispo Presidente da Igreja Episcopal dos Estados Unidos nos explicou como se dá o processo constitucional que abrange uma eleição e confirmação de um novo bispo na ECUSA. Como primazes, não nos cabe julgar os processos constitucionais de outra província. Nós reconhecemos o sensível equilíbrio entre a autonomia provincial e a expressão de críticas feitas pelos outros sobre as ações internas de uma província.
    vii) Veja no Relatório de Windsor, parágrafo 146.
    viii) Relatório de Windsor, parágrafos 105-107.
    ix) Relatório de Windsor, parágrafos 113-120.
    x) Relatório de Windsor, parágrafos 108-112.
    xi) Relatório de Windsor, parágrafos 124-132.
    xii) …nós convidamos as províncias preocupadas em oferecer supervisão episcopal especial adequada para as minorias dissidentes dentro de sua própria área de cuidado pastoral, em consulta ao Arcebispo de Cantuária em nome de todos os primazes.
    xiii) Essas Metas de Desenvolvimento do Milênio podem ser encontradas em http://www.developmentgoals.org.

    Foto: Primazes reunidos após a Celebração na Catedral de São Patrício, em Armagh (Rosenthal/AnglicanEpiscopalWorld)

    Nota: O texto original pode ser encontrado no site oficial da Comunhão Anglicana, http://www.anglicancommunion.org.

    -

    Christina Takatsu Winnischofer

    Secretária Geral da IEAB

     
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