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  • SNIEAB 14:22 on 23/05/2017 Permalink | Responder
    Tags: ieab, , SOUC2017   

    SOUC 2017 

    A busca da unidade ao longo de todo o ano
    Promovida mundialmente pelo Conselho Pontífice para Unidade dos Cristãos (CPUC) e pelo Conselho Mundial de Igrejas (CMI), a Semana de Oração pela Unidade Cristã (SOUC) acontece em períodos diferentes nos dois hemisférios.

    No hemisfério norte, o período tradicional para a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos (SOUC) é de 18 a 25 de janeiro. Essas datas foram propostas em 1908, por Paul Watson, pois cobriam o tempo entre as festas de São Pedro e São Paulo, e tinham, portanto, um significado simbólico.
    No hemisfério Sul, por sua vez, as Igrejas geralmente celebram a Semana de Oração no período de Pentecostes (como foi sugerido pelo movimento Fé e Ordem, em 1926), que também é um momento simbólico para a unidade da Igreja. No Brasil, o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC) lidera e coordena as iniciativas para a celebração da Semana em diversos estados.
    Levando em conta essa flexibilidade no que diz respeito à data, estimulamos a todos os cristãos, ao longo do ano, a expressar o grau de comunhão que as Igrejas já atingiram e a orar juntos por uma unidade cada vez mais plena, que é desejo do próprio Cristo. (Jo 17:21)

    Semana de Oração (SOUC), edição 2017

    cartaz souc 2017 dest pequeno

    Tem início, no dia 28 de maio, a Semana de Oração pela Unidade Cristã (SOUC). Com o tema “Reconciliação: é o amor de Cristo que nos move – Celebração do 500° Aniversário da Reforma”, a ideia da SOUC para este ano é conclamar cristãos e cristãs, de todas as denominações, à unidade.


    Brasil e Alemanha unidos na produção dos Cadernos
    O material da SOUC foi preparado pela Comissão Ecumênica Alemã, país considerado um dos berços da Reforma. A Comissão Ecumênica Alemã definiu dois destaques para a SOUC: 1) deveria haver uma celebração do amor e da graça de Deus, a “justificação da humanidade somente pela graça”, refletindo a ideia principal das Igrejas marcadas pela Reforma. 2) deveria ser reconhecida a dor das subsequentes e profundas divisões que afligiram a Igreja, assumindo abertamente as culpas e ofertando oportunidades para dar passos na direção da reconciliação. Depois, no Brasil, quem adaptou o material foi o regional do CONIC no Rio Grande do Sul.
    Oferta da Semana de Oração
    A oferta da SOUC simboliza o comprometimento das pessoas com o ecumenismo. É uma forma concreta de mostrar que acreditamos realmente na unidade dos cristãos (João 17:21). Os frutos das ofertas doadas ao longo da Semana são distribuídos, anualmente, da seguinte maneira: 40% para a representação regional do CONIC (onde houver), que é destinado a subsidiar reuniões e atividades ecumênicas locais, e 60% para o CONIC Nacional, para projetos de maior alcance.
    Vale lembrar que a oferta faz parte da celebração, logo, reserve um momento da liturgia para realizá-la. É um momento de gratidão pelas coisas boas que recebemos de Deus. Ofertas também poderão ser recolhidas nos encontros temáticos, durante a Semana.
    Conta para depósito da coleta:

    Banco Bradesco
    Agência: 0606-8
    Conta Poupança: 112.888-4

    Sempre que possível, faça depósito identificado: CNPJ: 00.721.266/0001-23.

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    Semana de Oração, edição 2013:
     
  • SNIEAB 11:28 on 16/05/2017 Permalink | Responder
    Tags: Diocese de Pelotas, ieab, Revda. Dilce   

    CONVITE 

     
  • SNIEAB 15:26 on 26/04/2017 Permalink | Responder
    Tags: , Dom Saulo, , ieab   

    Processo de Eleição Episcopal – DAA 

    Belém-PA, 20 de abril de 2017.
    Aos irmãos da IEAB:
    Bispos, Reverendas e Reverendos, Ministras Leigas e Leigos
    Ao povo em Comunhão,
    A Paz e o Bem de nosso Deus!

    Como é do conhecimento da IEAB, nosso Bispo Saulo Maurício de Barros solicitou resignação e foi concedida pela Câmara Episcopal e iniciamos o processo de Eleição para Bispa ou Bispo da Diocese Anglicana da Amazônia. Assim, durante o 11o Concílio Diocesano fora criado o Grupo de Trabalho, constituído pelo Conselho Diocesano e mais seis pessoas presentes no Concílio. Essa equipe reuniu-se recentemente para a elaboração do documento, em anexo, que norteará o processo.

    Com a ajuda de Deus, Luz que ilumina a caminhada pastoral da nossa Diocese, contamos com a participação de vocês com orações e, ao mesmo tempo, com a divulgação desse documento a toda Província, de modo oferecer a oportunidade aos chamados ao ministério episcopal de apresentarem seus currículos, ou mesmo às comunidades de fazerem sugestões de possíveis candidatos. Também estamos abertos a sua colaboração através de sugestões, ideias e proposições, pois somos a Diocese caçula da Província brasileira, sendo esse processo uma etapa desafiadora para a nossa caminhada.

    Enfim, nesse Tempo Pascal que se inicia, serão cinquenta dias em que a Igreja fará memória atualizante do Cristo Ressuscitado em meio às incertezas do mundo: a vida persiste e a morte é vencida pela fé, pela esperança e pelo amor. Como o “discípulo amado” (cf João 20:8): ver e crer é uma tarefa constante em nossa vida de discipulado; é Testemunhar com alegria o que nos é ensinado por nossa Tradição. A Igreja caminha porque crê e crendo anuncia a verdade do Evangelho de Jesus Cristo.

    Ver e Crer, como “discípulas e discípulos amados de nosso Senhor Jesus Cristo”, nos torna aptos e corajosos para anunciar com amor, em terras amazônidas, a mensagem libertadora do Reino de Deus.

    Feliz e abençoado Tempo Pascal!
    Abraço fraterno,

    Revdo. Claudio Corrêa de Miranda – Presidente do Conselho Diocesano

    Revdo. Sérgio Augusto Santos da Silva – Secretário do Conselho Diocesano
     
  • SNIEAB 13:26 on 18/04/2017 Permalink | Responder
    Tags: , , ieab   

    66º Concílio da Diocese Sul-Ocidental 

     
  • SNIEAB 13:18 on 18/04/2017 Permalink | Responder
    Tags: , , ieab   

    125º Concílio da Diocese Meridional 

    Programação para download disponível abaixo:

    Programacao do 125 Concílio DM.

     
  • SNIEAB 10:14 on 28/11/2016 Permalink | Responder
    Tags: , DMA, ieab,   

    Encontro Ecumênico de Mulheres do CONIC (São Paulo, Novembro de 2016) 

    Muitas vezes durante o Encontro Ecumênico de Mulheres, me emocionei, com as histórias de vida e luta de muitas mulheres, de diversas comunidades; uma cigana que disse simplesmente: “Meu lar é o céu”. As mulheres camponesas, especialmente uma senhora que aos seus 62 anos concluiu o curso de pedagogia, e compartilhou: “Consegui fazer graças um plano do Governo”, vi mulheres dos Movimentos de Trabalhadores Sem Terra, do Movimento de Mulheres Refugiadas, cada história ia misturando-se com a minha.


    Quando voltei pra casa e quis postar as fotos que são uma reflexão de momentos, sentimentos, e vivências inesquecíveis, pensei  num cântico:  “Iguais, tenho irmãos, tenho irmãs aos milhões, em outras religiões. Pensamos diferente, louvamos diferente, oramos diferente, mas numa coisa nós somos iguais: buscamos o mesmo Deus, amamos o mesmo Pai, queremos o mesmo céu, choramos os mesmos ais”, pensei num texto bíblico do Salmo 173: 1 “Às margens dos rios da Babilônia, nós nos assentávamos e chorávamos lembrando-nos de Sião”

    Os testemunhos de mulheres refugiadas, o desprendimento de tudo o que deixaram para trás, tentando viver entre esses mundos, que pela minha experiência, é viver no Brasil, país que tem me acolhido como Pátria amada, e sigo sentindo saudades da minha amada terra.

    Tudo isto me leva como clériga do Distrito Missionário, como mulher estrangeira assumir, ainda mais, meu compromisso de lutar pelos direitos das pessoas que sofrem não somente da violência doméstica, as muitas famílias que hoje mesmo sofrem fome, são estigmatizadas por serem pobres, negras, indígenas e muitos dos casos de jovens que consomem substâncias entorpecentes. Pensei muito no caminho de volta, nas famílias que entram a cada instante nas fronteiras de Roraima, fugindo da situação econômica da Venezuela, sem mencionar todos os refugiados que entram no Brasil.

    Muito grata à Província Anglicana no Brasil (IEAB), pela oportunidade que tem me oferecido de participar deste evento, e saber que nem tudo está perdido, que as mulheres continuam a lutar já que “um mundo melhor é possível”. Não podemos esquecer as muitas mulheres que antes de nós trilharam este caminho, por isso estamos aqui hoje. Muito orgulhosa de ver os nomes de mulheres líderes, com as quais, algumas delas conviveram, me disponho a continuar a escrever esta história de mulheres e homens que buscam o bem, a dignidade a paz de todas e todos.

    Revda. Maytée de la torre Díaz.

     
  • SNIEAB 9:22 on 25/11/2016 Permalink | Responder
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    16 Dias de Ativismo (25/11 a 10/12) pelo Fim da Violência contra as Mulheres 

    25 de novembro de 2016

    Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres

    “Nós percebemos a importância da nossa voz quando somos silenciado(a)s”

    Malala Yousafzai

    E Jesus afirmou-lhe: “Minha filha, a tua fé te salvou! Vai-te em paz e estejas liberta do teu sofrimento”.

    Evangelho de Marcos 5, 34

    Vivemos dias difíceis no Brasil, com o recrudescimento de uma onda de conservadorismo político, religioso e social, no qual as conquistas da sociedade desde a democratização no final dos anos 80 estão sendo revertidas de forma rápida e autoritária.

    Dentro desse espectro, temos uma séria reversão de valores, tais como a equidade de gênero e a banalização da violência contra as mulheres. As mulheres brasileiras têm construído a duras penas seu processo de empoderamento para enfrentar uma cultura que lhes atribui papéis de subserviência na família, no trabalho, nas igrejas e na sociedade. Avanços foram conseguidos com muita luta a partir dos diversos movimentos de mobilização que elas têm organizado. Políticas públicas muito recentemente no Brasil foram construídas mesmo com a resistência de uma elite machista, preconceituosa e preocupada apenas com seus interesses.

    A deposição da primeira mulher Presidenta da história do Brasil foi realizada por um conluio branco-rico-machista que alimenta hoje um governo ilegítimo que muito rapidamente está destruindo direitos, dignidade e a igualdade de gênero. A questão da dignidade da mulher e de seus direitos plenos a uma cidadania realmente paritária com os homens está sob constante risco e, mais impressionante ainda, com o estímulo de políticos de índole machista, racista e xenófobo.

    Mais do que nunca, a palavra chave é resistir e inovar. Somente se poderá evitar a destruição de direitos adquiridos se nos juntarmos em torno de uma plataforma comum e resistir por todos os meios qualquer tentativa de passos na direção de um passado que oprime as pessoas pobres, as indígenas, as negras e, claro, as mulheres. São elas que pagam o preço da discriminação e da desigualdade. Não somente tem seus corpos apropriados pela cultura do estupro, mas também suas almas pela repressão ideológica da religiões fundamentalistas.

    Ao lado das mulheres, segmentos como as pessoas LGBTI, tem sido vitimas constantes da homofobia, que lhes retira direitos e as expõem ao risco da violência física injustificada e perigosamente desconsiderada pela sociedade. Neste sentido, nossa Igreja está somando esforços aos grupos organizados defesa de direitos, como a ABRAFH – Associação Brasileira de Famílias Homo afetivas, para fazermos eventos ecumênicos em diversas capitais, inclusive alguns deles acolhidos em paróquias anglicanas no dia 10 de dezembro.

    No contexto apresentado, desafio a todas as pessoas fiéis, lideranças e comunidades para a construção de uma pastoral da “Igreja Segura”, uma proposta nascida da 15ª Reunião do Conselho Consultivo Anglicano (AAC Resolução 16.25, ano 2012): “As Igrejas só serão santuários, se conscientemente tornarem-se lugares confiáveis e de segurança para cada pessoa que atravessa seus limites, especialmente os membros das comunidades mais vulneráveis”.

    Homens e mulheres são chamados a construir um novo paradigma de sociedade. Um paradigma de respeito, gentileza, cumplicidade. Conclamo nossas  comunidades de fé se juntarem em oração e ação contra todo tipo de violência, sendo um chamado de Deus e missão da igreja para dignificar a vida humana e construir uma cultura de paz e equidade.

    Contra a cultura do estupro!
    Contra o machismo institucional!
    Contra a opressão dirigida às pessoas pobres!
    Por uma sociedade justa e solidária!

    Do vosso Primaz

    Francisco de Assis da Silva

    Primaz da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil

    Diocesano em Santa Maria

     
  • SNIEAB 14:35 on 22/11/2016 Permalink | Responder
    Tags: , , ieab   

    Mensagem do Bispo Primaz pelo Dia de Ação de Graças 

    “Vamos à presença dele com ações de graças;
    vamos aclamá-lo com cânticos de louvor.
    Pois o Senhor é o grande Deus,
    o grande Rei acima de todos os deuses”.
    Salmos 95:2-3

    Irmãos e Irmãs,
    Comemoramos na próxima quinta-feira o Dia Nacional de Ação de Graças e conclamo a todo o povo da IEAB a reservarem este dia para celebrar com alegria este momento. A festa se reveste de significado especial porque nos chama ao agradecimento pela vida, pela justiça e pela dignidade de todas as pessoas. A festa é também ocasião de agradecimento a Deus por tudo aquilo que temos recebido de sua maravilhosa compaixão. Ao mesmo tempo que agradecemos, pedimos a Deus que continue a cuidar com carinho e prover as necessidades de toda a Criação e a inspirar cada um de nós a ampliar a nossa consciência de cuidado entre nós mesmos e para com o mundo.
    Num mundo com tantas diferenças e tantos conflitos de diversos matizes, o sentimento de gratidão a Deus nos desloca adequadamente da autossuficiência, tão alimentado hoje pela cultura que nos cerca, para o reconhecimento de que somos totalmente dependentes do amor divino. Nos faz recuperar o sentimento de interdependência em relação ao nosso semelhante e em relação meio ambiente, tornando-nos mais humildes, sensíveis e dispostos a desenvolver nossa alteridade. Podemos despertar também uma leitura diferente das relações de poder, desde o novel micro até ao novel macro, porque entendemos melhor o significado da presença de Deus em nossas vidas.
    Um coração agradecido nos afasta de um vida de fé que só se preocupa consigo mesmo, fazendo de Deus quase que um servo de nossos próprios desejos e intenções. Nossa Comissão Nacional de Liturgia, ciente da importância do Dia de Ação de graças, elaborou um rico subsídio para ser usado pelas comunidades de nossa IEAB e também adequada para a oração individual e também em famílias. Uma oportunidade impar para se passar este dia em espirito de oração e celebração de nossa gratidão a Deus por todos os benefícios que nos tem dado com amor.
    Recomendo que seja usado pelos irmãos e irmãs e que acrescentem em suas orações o desejo de uma Igreja que seja testemunha corajosa do amor de nosso Deus materno para a sociedade brasileira. Vivemos tempos difíceis mas a oração sincera por tempos de justiça e dignidade para o povo brasileiro certamente encontrará guarida no coração amoroso de Deus. Celebremos com alegria as bençãos recebidas da mão generosa de Deus e nos tornemos generosos como Ele todos os dias de nossa vida.

    ++ Francisco
    Primaz da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil
     
  • SNIEAB 10:57 on 11/11/2016 Permalink | Responder
    Tags: , ieab, jovens, PEC 55,   

    Carta da UJAB contra a PEC 55 

    “E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento,

    para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.”

    (Romanos 12:2)

    Como cristãos e cristãs, aprendemos desde os nossos primeiros estudos bíblicos que Cristo foi o maior humanista que existiu em toda a história, e pelas Escrituras confirmamos isso através dos relatos a respeito de todas as suas falas e atos sobre amor ao próximo e cuidado com os oprimidos em prol a justiça e honestidade. Entretanto, uma grande dificuldade enfrentada desde a época de Jesus, se encontram indivíduos que buscam o bem individual ao invés do bem comum, gerando um interesse movido a ganância e egoísmo em conveniência própria. Podemos até mesmo encontrar exemplos no cenário brasileiro atual como a PEC 55 e as ocupações estudantis.

    Com base neste tema, podemos comparar, por exemplo, a atual situação do nosso país com a passagem de Isaías 3: 13-15, onde o Senhor se coloca no papel de juiz, contra as autoridades que roubam dos mais necessitados. Para alguns, relacionar esses dois contextos pode parecer um exagero, mas se pararmos para analisar, o intuito da PEC 55, inclusive juridicamente, percebemos que esta vai contra os direitos sociais citados na Carta Magna (exemplo no art. 3º, inciso 3), considerados como fundamentais e universais. Esta PEC não passa somente por cima da lei, a mesma atinge a todos nós, e principalmente os pobres; estes que já se encontram numa realidade precária, agora possuem o temor de um futuro sem perspectiva, sem acesso a saúde, educação, segurança, entre outros direitos que deveriam ser garantidos pelo Estado.

    Nós, a Juventude da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil nos posicionamos contra a aprovação da PEC 55 e em favor das manifestações dos estudantes secundaristas e universitários por todo o Brasil, que ocupam as escolas e universidades na defesa de uma educação de qualidade e acessível para todos, não apenas para a elite, associando o ato político com as ações de Cristo, que visam buscar não só o direito próprio, mas sim o direito comum. Da mesma maneira, repudiamos as formas violentas como alguns grupos tentam realizar a desocupação dessas escolas, bem como a ação truculenta da polícia contra estes estudantes. Nossa posicionamento em relação a PEC 55 e as ocupações não é nada a mais, nada a menos do que uma aplicação dos ensinamentos de Cristo sobre amor ao próximo e senso de irmandade, onde estamos protegendo o direitos dos nossos irmãos ao livre arbítrio (as ocupações) e estudo, em meio a avareza e interesses próprios daqueles que escolheram a riqueza material e a soberba como seu deus.

    UJAB – União da Juventude Anglicana do Brasil

     
  • SNIEAB 16:08 on 05/09/2016 Permalink | Responder
    Tags: , , ieab, Primavera   

    Campanha Primavera para a Vida 2016 

    Quando entrar setembro

    E a boa nova andar nos campos….

    Amigas e amigos da CESE!

    É com muita alegria que fazemos contato para apresentar a Campanha Primavera para a Vida 2016.

    Desde o ano 2000 realizamos esta Campanha que já se tornou uma tradição. Durante todos esses anos, os temas abordados expressaram o nosso compromisso de estimular e contribuir com as igrejas em suas reflexões e posicionamentos em favor da afirmação e defesa da Justiça, Paz e Integridade da Criação. Lá se vão 16 anos! E para refrescar a memória, apresentamos os temas já trabalhados:

    ·       2000 Vamos Juntos Semear Justiça

    ·       2001 Semear Solidariedade e Paz

    ·       2002 Pão e Paz

    ·       2003 Juventude e Paz

    ·       2004 Cidade de Paz

    ·      2005  Mulheres e homens construindo cidades de paz

    ·      2006 Direitos e Justiça para a Paz

    ·       2007 Direitos e Justiça: uma Ação para Crianças.

    ·       2008 Direitos e Justiça

    ·       2009 Cuidar da nossa Casa Comum a Terra

    ·       2010 Justiça ambiental

    ·       2011 Justiça ambiental na perspectiva de direitos

    ·       2012 Direitos humanos, desenvolvimento e Justiça

    ·       2013 Direitos humanos, desenvolvimento e Justiça

    ·       2014 O bem que você faz muita gente compartilha

    ·       2015 Eu respeito a diversidade religiosa. E você?

    No lançamento da Campanha do ano passado, realizamos uma Roda de Conversa sobre o tema na própria CESE. Em conjunto com o CEBI lançamos uma publicação abordando a temática. De lá para cá o tema perpassou o Programa de Pequenos Projetos e foram apoiados 14 projetos com esta temática.. E o nosso compromisso com o tema continua, pois as intolerâncias persistem.

    Para este ano, o tema escolhido é: Direito à vida da juventude. Por que decidimos trabalhar com este tema? Porque, apesar do Brasil possuir uma lei que reconhece a juventude como protagonista de direitos, o Estatuto da Juventude, a existência dessa legislação não assegurou políticas públicas que contribuíssem para uma transformação significativa da situação vivida pela juventude brasileira, sobretudo, no que diz respeito ao acesso à educação de qualidade, à segurança, ao trabalho, ao lazer e à participação nos processos sociais e políticos. O dado mais gritante e desafiador para toda a sociedade é o elevado índice de violência contra jovens negros, vítimas de extermínio nas periferias urbanas.

    Neste momento de tantas dúvidas e questionamentos, uma certeza nos acompanha: é impossível construir um projeto de nação sem o protagonismo das juventudes! Com este compromisso em mente, convidamos a REJU – Rede Ecumênica da Juventude para participar desta Campanha trazendo a reflexão, a voz, as lutas, os enfrentamentos, os sonhos e conquistas das juventudes. Já temos, agora, um rico material que está disponível para a reflexão das igrejas.

    Vocês estão recebendo, junto com esta carta, o material com as reflexões feitas pela juventude de diversas matrizes religiosas e também de diversos lugares do país. Informamos que o CEBI- Centro de Estudos Bíblicos, parceiro nesta Campanha, tem este material à venda em forma de livro (no valor de R$ 12,70). É um material excelente para grupos de jovens que pode ser solicitado através da página do CEBI (http://www.cebi.org.br). O material também tem um modelo de liturgia que pode ser usada na sua igreja ou no seu grupo, além de depoimentos escritos e gravados com jovens que tiveram projetos apoiados pela CESE, que podem ser usados como subsídios para a discussão do tema.

    Além de pautar um tema, a Campanha da Primavera também tem por objetivo mobilizar recursos para o Fundo de Pequenos Projetos da CESE. Toda a arrecadação  deste ano destina-se a apoiar projetos com a juventude. Somente teremos êxito se tivermos o apoio firme e decidido das Igrejas-membros e dos grupos apoiados pelos projetos. Contamos com você para que inclua a Campanha na programação de sua igreja ou grupo local durante o período da primavera, de 21 de setembro até dezembro.

    Além de discutir o tema, faça também uma ação em prol de um projeto: realize uma celebração e envie a coleta para a CESE. Contamos com o seu apoio! Também nos colocamos à disposição para dialogar, compartilhar experiências e esclarecer dúvidas. Nosso endereço para contato é cesecomunica@cese.org.br

    Sejamos semeadores e semeadoras de sementes de justiça, paz e solidariedade, a fim de que possamos colher uma sociedade mais justa e fraterna, onde todos e todas tenham acesso aos seus direitos fundamentais. Vamos acolher em nossos corações e compartilhar em nossos espaços de celebração essa Campanha da CESE, e façamos eco a todas as pessoas que já abraçaram a Primavera para a Vida.

    A todas as pessoas que contribuíram para a elaboração deste material a nossa gratidão e carinho.

    Durante seus 43 anos de existência, a CESE, inspirada no Evangelho de Jesus Cristo, tem apoiado projetos para a defesa de direitos em todo o Brasil. Já são mais de 11 mil projetos apoiados.  Somos gratos/as a Deus pelas muitas bênçãos e alegrias que Ele nos tem proporcionado, permitindo que, graças às muitas parcerias que temos, continuemos apoiando projetos que transformam vidas e que estão comprometidos com a defesa de direitos.

    Na certeza de que podemos contar com seu importante apoio e solidariedade, despedimo-nos desejando muitas alegrias e bênçãos –  e uma bela primavera!


    Pe. Marcus Barbosa - Presidente/ Sônia Gomes Mota – Diretora Executiva

    O QUECampanha Primavera para a Vida, promovida pela CESE

    QUANDO: Durante toda a primavera

    VALOR: Qualquer valor é bem-vindo

    DEPOSITE: Coordenadoria Ecumênica de Serviço – CNPJ: 13.589.270/0001-21

    Banco do Brasil
    Agência: 3459-2
    Conta: 19.756-4

    Bradesco
    Agência: 0592-4
    Conta: 42.144-8

    SE PREFERIR, DOE DE FORMA RECORRENTE POR MEIO DO SEU CARTÃO DE CRÉDITO: https://www.cese.org.br/ajudeagora/




    Para dowload:

    Subsídios para a reflexão -Direito à Vida da Juventude

    Depoimentos – Juventude

    CARTAZ PPV_2016_DIREITO A VIDA DE JUVENTUDE

    Liturgia final.docx

     
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