Tagged: daa RSS

  • SNIEAB 16:21 on 22/08/2018 Permalink | Responder
    Tags: Bispa Marinez, , daa   

    Carta Pastoral da Bispa Marinez Bassotto ao povo da Diocese Anglicana da Amazônia 

    Carta Pastoral à 13ª reunião do Concílio da Diocese Anglicana da Amazônia, reunida na Catedral de Santa Maria, em Belém/PA, de 17 a 19 de agosto de 2018. AD.


    Muitas faces, muitos jeitos um só Cristo.

    “Ora, vocês são o corpo de Cristo e são membros dele, cada qual a sua maneira”

    (1º Coríntios 12:27)

    Ao Povo de Deus na Diocese Anglicana da Amazônia no ano de 2018 AD.

    Que a graça e a paz de Deus Pai, Mãe, a força libertadora de nosso Senhor Jesus Cristo, e a inspiração transformadora da Ruáh Divina, Espírito Santo de amor estejam com vocês!

    Sob a inspiração do tema e do lema conciliar: “Muitas faces, muitos jeitos, um só Cristo”, e “Ora, vocês são o corpo de Cristo e são membros dele, cada qual a sua maneira” (1ª Co 12.27) queremos partilhar a nossa Carta Pastoral. O Concílio é sempre uma oportunidade de partilha, avaliação, renovação e tomada de novos rumos para    a vida da Igreja diocesana. Este ano tem sido, para mim, um ano de adaptações,  tempo de aprendizado, de escuta e de profundas mudanças na minha vida pessoal e familiar.

    Assim como para mim, também para a vida da Diocese Anglicana da Amazônia é tempo de novidade, estamos iniciando uma nova caminhada, experenciando como diocese e como IEAB os significados do ministério episcopal feminino e nos “experimentando” mutuamente. É, portanto, tempo de expectativa, mas principalmente tempo de caminhada e de oração. Neste concílio, meu primeiro como Mãe e Pastora do rebanho que Deus me confiou, que são vocês, quero com fé, amor e alegria no coração desafiá-los em primeiro lugar, a refletir e compreender os muitos jeitos de Cristo expressos nas muitas faces daquelas pessoas que caminham conosco, chama- los(as) a conjuntamente renovarmos nossa fidelidade à missão de Deus no mundo / Missio Dei e a redobrarmos a disposição e a coragem para participar ativamente nesta missão.

    A Igreja, que somos nós, tem de ser fiel ao Evangelho, anunciando o amor transformador de Deus em Cristo. Por isso nesse Concilio, somos chamados(as) a fortalecer a Igreja, a refletir sobre nossa responsabilidade como discípulos e discípulas de Cristo para com a missão e o crescimento desta Igreja e sua presença transformadora na realidade em que vivemos. A centralidade da missão para a existência da Igreja e sua ação no mundo nunca pode deixar de ser enfatizada. Das mais variadas tradições Cristãs vem a mensagem clara de que a Igreja é missionária em sua essência. Ela existe para dar testemunho das Boas Novas do Reino. A dimensão missionária é parte da própria natureza da Igreja, é parte essencial da vida da Igreja, é sua razão de ser. Por isso desejamos que este Concílio seja um momento de renovação do Povo de Deus no compromisso com o Senhor e o seu Reino e possa ajudar-nos a dar novos passos em direção a vivência desta fé missionária no poder do Espírito Santo.

    Missão e Evangelização caminham unidas, tomar consciência de que a Missão é de Deus, acolher a diversidade expressa nos muitos jeitos e muitas faces deste Cristo no qual cremos, e acolher com alegria a ação renovadora e transformadora do Espírito Santo são os meios eficazes para tornar efetiva a ação evangelizadora da Igreja. Tudo isso precisa acontecer a partir de nossas paróquias/Missões/Pontos Missionários. A redescoberta do Reino de Deus como Boas Novas que anunciamos é a chave para a renovação da missão e assim, também para a evangelização que contempla a mensagem da salvação pessoal, mas também do serviço, da compaixão e da transformação social como o próprio Cristo fez.

    O segundo desafio que proponho é o de que compreendamos que precisamos ser mais do que apenas uma “instituição”, precisamos ser COMUNIDADE. Precisamos tomar consciência de que somos CORPO, membros do corpo do próprio Cristo, que fazemos parte deste corpo do jeito que somos, e que essa ligação intrínseca com Cristo nos compromete com a sua missão. E isto significa que somos chamados(as) a desencadear em nossas comunidades uma expansão da nossa presença missionária, em fidelidade ao chamado apostólico de testemunhar a fé, a justiça, a paz e o amor onde a nossa sociedade vive a violência, a injustiça, o medo, a exclusão e a dor. Fazer missão e evangelizar não significa fazer “prosélitos(as)”. O proselitismo é apenas uma forma de fazer as pessoas sentarem nos bancos das igrejas. Cristo nos envia a palmilharmos os caminhos de nosso mundo como um sinal de sua presença redentora. Cristo nos chama para mudarmos a vida, pois o Reino de Deus está chegando. Nossa missão é um consagrar-nos à vontade de Deus. Jesus Cristo, encarnação plena de Deus em nosso mundo, é o princípio e o fim de nossa ação na sociedade, princípio e modelo da missão ( Jo 20.21-22). É em nome de Cristo e na força do Espírito Santo que somos enviados(as) (Jo 17.16-22).

    Foi necessário que o próprio Deus se fizesse “carne”, “gente” como nós, e assim vivesse uma vida de perfeito serviço e entrega para nos dar o exemplo e nos mostrar que o nosso papel como Igreja Evangelizadora e Missionária é sermos acolhedores(as) e servidores(as). A missão e evangelização devem ser entendidas como serviço as outras pessoas, jamais como conquista e dominação, assim sendo, uma Igreja Missionária deve acolher o diferente / as diferenças com admiração e respeito, pois nele / nelas o Deus de Jesus se faz presente. E deve ir ao encontro das pessoas nos diversos níveis, lugares e circunstâncias, pois também hoje, Cristo revela-se na história e nos espaços concretos da vida humana.

    A partir destes dois desafios (a compreensão dos muitos jeitos de Cristo expressos nas muitas faces daquelas pessoas que caminham conosco e a consciência de que somos parte do Corpo do próprio Cristo), e tendo como foco a missão e evangelização, quero chama-los(as) a engajarem-se no que hoje a Comunhão Anglicana denomina Discipulado Intencional. O discipulado é uma experiência ativa com o reino de Deus, um caminho de fé que revela a presença de Cristo entre nós. Os primeiros discípulos deixaram as redes, pai, mãe, os companheiros(as) de trabalho, casa, família, amigos e amigas, para acompanharem Jesus. As pessoas que se colocaram aos pés de Jesus foram por ele chamadas de família, experimentaram a comunhão física com o Filho encarnado e amado de Deus e se tornaram a extensão de seu próprio corpo, de seu agir no mundo. Mas isso exigiu um deslocamento, um movimento visível, que incluiu gestos, ações, ensinamentos e práticas em comunhão com Jesus.

    O discipulado do qual nos fala a Comunhão Anglicana, é intencional – ou seja – é opção, escolha consciente, e acontece também através da comunhão estreita com Jesus Cristo. Não mais uma comunhão física, direta, mas experimentada pela fé e pela participação no corpo de Cristo (que é a Igreja). Uma comunhão que, assim como ocorria anteriormente à morte e ressurreição de Jesus, inclui gestos, práticas, ações, ensinamentos que se articulam através da vivência da Palavra, da prática da Diaconia, do testemunho público e de cidadania, da vivência comunitária, da formação e da graça vivida nos sacramentos. O corpo de Cristo é o lugar visível onde o chamado de Jesus ecoa e o discipulado expressa-se e toma forma de rede que salva vidas. Assim como no tempo de Jesus, o discipulado hoje exige um rompimento com a sociedade cheia de preconceitos, intolerâncias, discriminações e violências. Esse discipulado abre nossas vidas, amplia nossos horizontes, alarga nossa visão, transforma nosso coração – porque o próprio Cristo vem morar e ter comunhão conosco. No batismo, acontece o chamado de Jesus e, a partir dele, a comunhão com o Corpo de Cristo.

    Queridos irmãos e irmãs, hoje, agora, neste Concílio, e a partir dele – como Igreja Diocesana – nós estamos sendo convocados e convocadas a assumirmos nosso discipulado intencional, sendo novamente chamados e chamadas a tomar parte na família de Cristo, a encontrar nosso lugar no Corpo de Cristo, desafiados e desafiadas a assumir de fato o compromisso de inclusão e acolhimento dos muitos jeitos e muitas faces que expressam a diversidade contida no próprio Cristo. Tudo isso nos desacomoda, por vezes até nos desagrada… Não é fácil assumir a Missão segundo os critérios de Cristo – e não segundo os nossos critérios. Mas o Espírito de Deus está sobre nós, e Ele é o nosso fôlego e a nossa coragem. Desde os primeiros tempos do cristianismo o Espírito de Deus capacitou a Igreja, mas mais do que isso – desacomodou a Igreja. E é por isso que ouvir a voz do Espírito não é fácil… e não está sendo hoje, mas desde o princípio aquelas pessoas que temiam foram encorajadas; aquelas que se escondiam foram descobertas (quiseram se mostrar); aquelas que não acreditavam foram convertidas, as que se sentiam intimidadas foram impulsionadas, as que não entendiam foram esclarecidas, e todas, sem exceção, foram transformadas.

    Eu acredito na ação do Espírito Santo e sei que a partir dela tudo na vida da Igreja Primitiva mudou: as portas trancadas se abriram, as línguas caladas se soltaram, a Igreja amedrontada e escondida saiu para pregar em praça pública. Portanto sei que desde os primórdios do cristianismo a Igreja sempre foi e é marcada por transformação e compromisso – e estou segura de que estes dias de Concílio certamente mostrarão isso, porque Espírito Santo de Deus não restringiu a sua ação apenas aos tempos antigos, não estava somente sobre os nossos(as) antepassados(as), Ele hoje está sobre nós, está dentro de nós, Ele está conosco e é Ruáh, vento renovador, fogo transformador que impulsiona, encoraja e compromete.

    Que esse novo tempo que estamos inaugurando nos anime a renovar a devoção em nossas Paróquias/Missões/Pontos Missionários, a renovar nosso compromisso com o Corpo de Cristo (que é a Igreja), renovar a vivência de nossa fé em comunidade, renovar nossa ação na sociedade, renovar nossas esperanças, de modo que nossa adoração e ministérios sejam expressão de um Discipulado Intencional e compromissado.

    Como Diocese temos grandes desafios, mas onde há desafios há oportunidades. Nossas comunidades precisam ser verdadeiros centros da missão. Portanto, oremos e peçamos a Deus que transforme as vidas humanas por sua profunda e poderosa ação, começando pelas nossas. Que tenhamos a coragem de aceitar o chamado do discipulado, o chamado para ser Corpo de Cristo, para ser Igreja Missionária e desta forma sintamos fluir em nós e a través de nós a maravilhosa e poderosa vontade de Deus. Que assim seja!

    Em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. Amém.

    + Marinez Bassotto

    Belém, 17 de agosto de 2018. AD.

     
  • SNIEAB 16:14 on 26/04/2018 Permalink | Responder
    Tags: Bispa Marinez Bassotto, daa, , Primeira bispa da América do Sul, Revdo. Luiz Coelho, Sagração Episcopal   

    Um novo amanhecer para a Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, ao celebrar sua primeira bispa 

    No último sábado, 21 de abril de 2018, muitos brasileiros e brasileiras celebraram a vida de Tiradentes, um dos mártires da Inconfidência Mineira. Para os anglicanos e anglicanas da Amazônia, entretanto, o dia foi muito mais simbólico, pois significava um novo começo para a maior diocese brasileira em área territorial.

    A quadra poliesportiva da Catedral de Santa Maria estava lotada com pessoas de toda a diocese, visitantes de outras partes do país e também do mundo, de modo a dar testemunho da sagração da Revma. Bispa Marinez Bassotto, a primeira bispa anglicana da América do Sul, chamada a liderar essa diocese pelos anos vindouros. Havia tantas pessoas que a Catedral não tinha como acomodá-las no santuário. A cerimônia teve de ocorrer na quadra.


    A liturgia foi preenchida com costumes locais, incluindo danças caboclas na apresentação do Evangelho, oferendas de frutas e vegetais locais e um conjunto de galhetas, cálices e patenas em cerâmica marajoara. A chuva – tão comum na Amazônia – também se fez presente, com diversas rajadas acontecendo durante o ofício. Felizmente, a quadra era coberta, então ninguém se molhou!

    Presidiu a cerimônia o Revmo. Bispo Francisco de Assis da Silva, Diocesano de Santa Maria (Sul-Ocidental) e Primaz da IEAB. A Revma. Bispa Linda Nicholls , Diocesana de Huron (Igreja Anglicana do Canadá) foi a pregadora. As dioceses da Amazônia e Huron têm um processo de companheirismo longo e duradouro. Também estava lá a Revma. Bispa Griselda Delgado del Carpio, diocesana de Cuba (Igreja Episcopal). As bispas Marinez e Griselda são duas de três bispas latino-americanas na tradição anglicana. A primeira, Revma. Nerva Cot Aguilera, serviu como sufragânea de Cuba e foi chamada à eternidade em 2010. Diversos outros clérigos e clérigas das três ordens, bem como leigos e leigas, serviram em uma diversidade de papéis litúrgicos.

    Marinez é casada com Paulo e tem duas filhas: Luísa e Laura. Antes de haver sido eleita bispa, serviu paróquias na grande Porto Alegre, incluindo aí sua longa experiência como Deã da Catedral da Santíssima Trindade. Também participou de diversas comissões nacionais, como a Comissão Nacional de Liturgia e a Comissão Nacional de Diaconia. Também tem servido como Custódia do Livro de Oração Comum. Agora, ela é chamada a ser pastora e mãe em Deus de uma diocese no outro lado do país. É uma grande mudança para ela e sua família. Todas as orações são bem vindas.

    “Um telhado de vidro de 33 anos foi esfacelado”, mencionou a Revda. Carmen Etel Alves Gomes, primeira mulher ordenada no Brasil, em 1985. Em 1984, a IEAB havia realizado mudanças canônicas permitindo a ordenação de mulheres às três ordens desde então. Entretanto, apesar de haverem sido ordenadas tantas mulheres ao diaconato e presbiterado (sacerdócio), nenhuma ainda havia sido eleita e sagrada bispa. A sagração da bispa Marinez demonstra que, também para a IEAB, de fato “não há homem ou mulher, pois somos um em Cristo Jesus”.

    Rev. Luiz Coelho

     
  • SNIEAB 15:26 on 26/04/2017 Permalink | Responder
    Tags: daa, Dom Saulo, ,   

    Processo de Eleição Episcopal – DAA 

    Belém-PA, 20 de abril de 2017.
    Aos irmãos da IEAB:
    Bispos, Reverendas e Reverendos, Ministras Leigas e Leigos
    Ao povo em Comunhão,
    A Paz e o Bem de nosso Deus!

    Como é do conhecimento da IEAB, nosso Bispo Saulo Maurício de Barros solicitou resignação e foi concedida pela Câmara Episcopal e iniciamos o processo de Eleição para Bispa ou Bispo da Diocese Anglicana da Amazônia. Assim, durante o 11o Concílio Diocesano fora criado o Grupo de Trabalho, constituído pelo Conselho Diocesano e mais seis pessoas presentes no Concílio. Essa equipe reuniu-se recentemente para a elaboração do documento, em anexo, que norteará o processo.

    Com a ajuda de Deus, Luz que ilumina a caminhada pastoral da nossa Diocese, contamos com a participação de vocês com orações e, ao mesmo tempo, com a divulgação desse documento a toda Província, de modo oferecer a oportunidade aos chamados ao ministério episcopal de apresentarem seus currículos, ou mesmo às comunidades de fazerem sugestões de possíveis candidatos. Também estamos abertos a sua colaboração através de sugestões, ideias e proposições, pois somos a Diocese caçula da Província brasileira, sendo esse processo uma etapa desafiadora para a nossa caminhada.

    Enfim, nesse Tempo Pascal que se inicia, serão cinquenta dias em que a Igreja fará memória atualizante do Cristo Ressuscitado em meio às incertezas do mundo: a vida persiste e a morte é vencida pela fé, pela esperança e pelo amor. Como o “discípulo amado” (cf João 20:8): ver e crer é uma tarefa constante em nossa vida de discipulado; é Testemunhar com alegria o que nos é ensinado por nossa Tradição. A Igreja caminha porque crê e crendo anuncia a verdade do Evangelho de Jesus Cristo.

    Ver e Crer, como “discípulas e discípulos amados de nosso Senhor Jesus Cristo”, nos torna aptos e corajosos para anunciar com amor, em terras amazônidas, a mensagem libertadora do Reino de Deus.

    Feliz e abençoado Tempo Pascal!
    Abraço fraterno,

    Revdo. Claudio Corrêa de Miranda – Presidente do Conselho Diocesano

    Revdo. Sérgio Augusto Santos da Silva – Secretário do Conselho Diocesano
     
  • SNIEAB 11:39 on 27/07/2006 Permalink | Responder
    Tags: , daa, ,   

    Sínodo Aprova Criação de Diocese na Amazônia 

    Após a Oração Matutina, foi realizada a primeira sessão do 30º Sínodo-Geral, sediado em Curitiba. Dois momentos foram marcantes nessa primeira sessão.

    O primeiro foi a leitura da Carta da Delegação da Diocese Anglicana do Rio de Janeiro ao Sínodo, feita pelo Rev. Eduardo Grillo, na qual se faz um apelo a toda Igreja, para que ela possa refletir e discutir a sua vida, e não apenas aprovar novas leis (as quais não devem preceder a vida). É preciso, “primeiro, meditar coletivamente sobre sua vida e momento atual”, e enfrentar, depois, “como família, como povo de Deus, os seus graves problemas”. A carta poderá ser considerada pelas duas câmaras, que se reunirão em separado.

    O segundo, e grande, momento foi a aprovação da Criação da Diocese na Região Amazônica, cujo nome será decidido mais adiante (devido a exigências canônicas). Os irmãos e irmãs daquela região expuseram à sessão plenária o projeto, o qual foi debatido e foi aprovado por unanimidade.

    Neste exato momento, os delegados retornaram para o início da II Sessão, na qual, as Câmaras estão trabalhando em separado.

    -

    Christina Takatsu Winnischofer

    Secretária Geral da IEAB

     
c
escrever um novo post
j
próximo post/próximo comentário
k
post anterior/comentário anterior
r
responder
e
editar
o
mostrar/esconder comentários
t
topo
l
go to login
h
show/hide help
esc
cancelar