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  • SNIEAB 1:20 on 14/12/2006 Permalink | Responder
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    Presidente da Câmara de Clérigos e Leigos da IEAB é Eleito Secretário Executivo do CONIC 

    A Diretoria do CONIC (Conselho Nacional de Igrejas Cristãs), reunida em Brasília no dia 13 de dezembro, elegeu o Rev. Luiz Alberto Barbosa Secretário Executivo, em substituição ao Pastor Western Clay, da Igreja Metodista, que resignou em agosto passado por força da decisão do Concílio Geral de sua Igreja. O penúltimo a ocupar esse cargo, atuando por 14 anos, foi o Pastor Ervino Schimdt, da Igreja Evangélica de Confissão Luterana do Brasil (IECLB).

    O Rev. Luiz Alberto iniciou sua caminhada na Igreja Anglicana na Paróquia São Felipe, em Goiânia, onde atuou como membro da junta paroquial e como Ministro Leigo. Foi ordenado Diácono no dia 8 de dezembro de 2001, por Dom Almir dos Santos e ordenado Presbítero no dia 29 de maio de 2004, por Dom Maurício Andrade. Atuou como Ministro Encarregado na Missão da Reconciliação, em Anápolis-GO, e é atualmente o Capelão da Capelania de Língua Inglesa, em Brasília-DF. É Secretário Diocesano desde março de 2002. E, no último Sínodo, foi eleito Presidente da Câmara de Clérigos e Leigos da IEAB. Tomará posse neste novo cargo no dia 1º de fevereiro de 2007.

    -

    Sandra Andrade

    Diocese Anglicana de Brasília

     
  • SNIEAB 1:33 on 23/11/2006 Permalink | Responder
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    Anglicanos Compõem Diretoria do CONIC 

    De 15 a 17 de novembro p.p, o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC) realizou sua décima segunda Assembléia-Geral, que contou com a participação de 80 representantes de diversas tradições cristãs.

    Quatro anglicanos foram eleitos para ocuparem funções importantes no Conselho. Dom Filadelfo Oliveira Neto e a Sra. Lídia Fernanda Crespo Correia foram eleitos para a diretoria, ocupando as funções de 2º vice-presidente e Tesoureira, respectivamente. Além deles, o Rev. Ives Vergara Nunes e o Sr. Paulo Couto Teixeira (suplente) foram indicados para comporem a nominata do Conselho Fiscal.

    A decisão do XVIII Concílio da Igreja Metodista, que desligou oficialmente essa Igreja irmã do CONIC foi registrada com pesar pela Assembléia. Uma carta cheia de expressões de confiança foi escrita para ser enviada ao Colégio Episcopal da IM na esperança que novas oportunidades de encontro e diálogo sejam oferecidas às Igrejas-membro.

    O Estatuto do CONIC foi revisado e melhorado com oportunas mudanças, acolhendo a sugestão da Assembléia para facilitar novas adesões. Foram acolhidas como Representações Locais do CONIC: Movimento Ecumênico de Londrina (MEL); Movimento Ecumênico de Curitiba (MEC); Movimento Ecumênico de Maringá (MECUM); Grupo Ecumênico de Brasília (GEB) e o Grupo de Dialogo Ecumênico de Caruaru – Agreste Pernambucano.

    E, finalmente, a Assembléia aprovou o pedido para CNBB ceder a Campanha da Fraternidade de 2010 para ser Ecumênica, ano do centenário do Congresso de Edimburgo, que deu impulso extraordinário ao movimento ecumênico contemporâneo.

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    Rev. Francisco de Assis da Silva

    Secretário Geral da IEAB

     
  • SNIEAB 14:14 on 24/08/2006 Permalink | Responder
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    Igrejas Realizam Seminário sobre Reforma Agrária 

    Integrantes das Igrejas Católica Romana, Metodista, Episcopal Anglicana do Brasil e Confissão Luterana no Brasil realizaram nesta segunda-feira (21), em Porto Alegre (RS), o primeiro Seminário Ecumênico: Igrejas e Reforma Agrária. A atividade foi organizada pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), Conselho Nacional de Igrejas Cristãos (CONIC), Centro Ecumênico de Evangelização, Capacitação e Assessoria (CECA), Centro de Estudos Bíblicos (CEBI), Cáritas Brasileira Regional RS, Pastoral Operária, Paulinas e Pastorais Sociais do Rio Grande do Sul. O seminário ocorreu na Escola Superior de Teologia Franciscana.

    Segue, na íntegra a carta redigida pelas entidades.

    CARTA DAS IGREJAS/RS ÀS LUTAS DOS CAMPONESES/AS
    Seminário Ecumênico: Igrejas e Reforma Agrária

    Nós, membros das Igrejas Católica Romana, Metodista, Episcopal Anglicana do Brasil, Confissão Luterana no Brasil, reunidos/as no Seminário Ecumênico, Igrejas e Reforma Agrária, no dia 21 de agosto de 2006, na Escola de Superior de Teologia e Espiritualidade Franciscana – ESTEF, Porto Alegre, tornarmos público, tanto para sociedade em geral, quanto para as autoridades que representam os governos federal e estadual nossas reflexões e preocupações sobre a realidade agrária e agrícola que envolve particularmente os camponeses e camponesas do nosso país.

    Primeiramente, queremos reafirmar nossa adesão à luta dos trabalhadores e trabalhadoras do campo pelo acesso à terra, condição primeira para garantir o direito ao trabalho, ao alimento e à vida digna. Os problemas enfrentados pelos: camponeses e camponesas, posseiros, meeiros, arrendatários, sem-terra, acampados e assentados, assalariados rurais, diferentes comunidades ribeirinhas, quilombolas e povos indígenas estão presentes no horizonte de nossa ação.
    Com preocupação olhamos o presente e o futuro do povo que vive do trabalho na terra. A realidade atual, está marcada por relações desiguais, que excluem grande parte da população, das condições básicas de sobrevivência. A política oficial do país, subordinada aos ditames do neoliberalismo, apóia e estimula abertamente o agronegócio intensivo e extensivo, concentra as riquezas e estrangula os pequenos camponeses e trabalhadores rurais em geral, tanto da cidade, quanto do campo, inviabilizando sua sobrevivência.

    Entendemos que este caminho adotado pelos governantes não está distribuindo renda, tão pouco, contribuindo para solução dos problemas que ocasionam as mais diferentes formas de violência e agressão à vida dos camponeses/as.

    Analisando os fatos nestes últimos quatro anos, percebemos uma retomada das lutas dos trabalhadores/as, principalmente das famílias dos sem-terras, organizadas em acampamentos, porque acreditaram no compromisso do Governo Federal de cumprir o Plano Nacional de Reforma Agrária que previa o assentamento de 430 mil famílias, em nível nacional, em quatro anos, o que corresponderia a, mais ou menos, 15 mil famílias no estado. Com toda luta e organização da classe trabalhadora, apenas 320 famílias foram assentadas no RS até o momento, enquanto 2.500 ainda estão embaixo das lonas pretas, a maioria, acampada há mais de 5 anos.

    Queremos aqui lembrar, os fatos que ocorreram no início de 2006, quando as famílias dos acampamentos ocuparam a fazenda Guerra, no município de Coqueiros do Sul, para mostrar à sociedade a concentração de terras no Estado. Com muita coragem, essas famílias enfrentaram e enfrentam muitas violações dos direitos humanos (a polícia usou de vários métodos de tortura psicológica e privação de alimentos, remédios, do sono, humilhações) que resultaram em muitas doenças e até na morte de uma criança de 5 meses.

    No mês de março, durante a Conferência Mundial de Reforma Agrária o governo brasileiro, através do Incra do RS, fez um acordo com os acampados comprometendo-se em liberar imediatamente várias áreas e assentar no ano de 2006 pelo menos 1070 famílias. O Incra chegou a fazer anúncios públicos dessas áreas, mas, até agora, as promessas não saíram do papel, demonstrando assim um evidente descompromisso do governo em, de fato, realizar a Reforma Agrária. Há casos em que os processos estão parados na Superintendência do Incra no RS ou na Casa Civil em Brasília, mostrando total descaso com a vida de milhares de crianças, mulheres e homens, que vêm enfrentando sol, chuva, vento, frio e violação do direito fundamental de ter terra e condições de viver dignamente.

    Além de não agilizar a Reforma Agrária, o governo ainda dificulta a vida das famílias nos acampamentos, privando de cestas básicas e lonas. Seu fornecimento é feito através de compras emergenciais e, às vezes, ficam meses sem enviar qualquer tipo de alimentos. Como ocorre com a terra, o governo libera aos poucos comida e lona e somente quando o povo se mobiliza. O povo acampado não quer viver de cesta básica, quer terra para produzir. Mas, enquanto o governo não faz Reforma Agrária, precisam alimentação e moradia.

    Outra preocupação é com a criminalização dos movimentos. No Estado, centenas de pessoas foram ameaçadas por lutar pela terra. Duas lideranças acampadas estão com prisão preventiva decretada, mostrando que a justiça continua colocando o direito de propriedade acima do direito à vida.

    Para solucionar esses problemas, o governo deve desapropriar os grandes latifúndios e, particularmente, a Fazenda Guerra, em Coqueiros do Sul. Entendemos que a desapropriação é o melhor caminho para combater a pobreza e garantir o desenvolvimento das cidades pequenas e médias do interior gaúcho, gerando trabalho, renda e dignidade para milhares de famílias.

    Quanto à política do governo do estado, até o momento, este tem priorizado os grandes projetos do agronegócio de eucalipto, soja e fumo, em detrimento da agricultura camponesa. A Reforma Agrária tem sido tratada como caso de polícia, mobilizando grandes efetivos para fazer despejos violentos.

    O governo do estado também não cumpre o dever de garantir educação de qualidade para as crianças acampadas, como também, atrasa o repasse de recursos para os professores, privando-os assim da infra-estrutura necessária e do material pedagógico.

    Diante desses fatos, reivindicamos dos governos federal e estadual o imediato atendimento das metas de assentamento, alimentação de qualidade, educação e revisão dos métodos de segurança e de respeito aos direitos humanos.

    Porto Alegre, 21 de agosto de 2006.

    Organizadores do Evento:
    - Comissão Pastoral da Terra – CPT/RS
    - Conselho Nacional de Igrejas Cristãos – CONIC/RS
    - Centro Ecumênico de Evangelização, Capacitação e Assessoria – CECA
    - Centro de Estudos Bíblicos – CEBI/RS
    - Cáritas Brasileira Regional RS
    - Pastoral Operária – PO/RS
    - Paulinas
    - Pastorais Sociais RS

    -

    Rev. Cônego Francisco de Assis da Silva

    Secretário Geral da IEAB

     
  • SNIEAB 18:26 on 21/10/2005 Permalink | Responder
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    Igrejas Latinas Dizem Sim ao Referendo 

    As igrejas cristãs da América Latina e Caribe manifestaram apoio à proibição da comercialização de armas e munição no Brasil, que será votada em Referendo Popular no próximo dia 23 de outubro.

    A posição foi firmada durante a Pré-Assembléia Latino-americana do Conselho Mundial de Igrejas (CMI), ocorrida de 16 a 18 de outubro na cidade de Mendes (RJ), e constou na carta final do encontro.

    O CMI elegeu os primeiros 10 anos do século como a Década para Superação da Violência e considera “a solidariedade a única arma eficaz para abater a violência”, como lembrou Ervino Schmidt, secretário executivo do Conselho e pastor da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil.

    A Pré-Assembléia reuniu cerca de 60 representantes do México, Cuba, Argentina, Uruguai, Colômbia, Equador, Nicarágua, México, Guatemala e Peru, além das cinco regiões brasileiras.

    Durante três dias, os participantes oraram, fizeram reflexões bíblicas, debateram a intolerância religiosa, o ecumenismo entre os seguidores de Jesus Cristo e o diálogo com religiões não cristãs. Mas não se limitaram às atividades espirituais.

    O grupo também discutiu os principais problemas latino-americanos e caribenhos, entre eles o imperialismo econômico, a ilegalidade da dívida externa, a devastação da natureza e a instalação de bases militares estrangeiras, especialmente norte-americanas, nos países do continente.

    Sobre o referendo – No dia 23 de outubro, todas as pessoas brasileiras que possuem o título de eleitor irão às urnas. Mas, diferentemente do que ocorre em outras vezes, não vamos votar em candidatos para algum cargo eletivo. Desta vez, vamos responder à seguinte pergunta: O comércio de armas de fogo e munição deve ser proibido no Brasil?

    A IEAB acredita que o SIM significa um ato concreto a favor da construção da Paz, um importante passo para a diminuição da violência, um gesto de solidariedade. Por isso, fica o nosso convite a todo povo da IEAB a votar em favor da vida, contra a violência das armas.

    Leia no Portal da IEAB, Diretório Virtual, seção Textos/Artigos, uma reflexão de Dom Sebastião Gameleira (bispo da Diocese de Pelotas) sobre o tema.

    Sites relacionados:

    http://www.conic.org.br
    http://www.fale.org.br
    http://www.referendosim.com.br
    http://www.desarme.org
    http://www.brasilsemarmas.com.br
    http://www.vivario.com.br
    http://www.soudapaz.org
    http://www.iser.org.br

    Texto: Edição e adaptação a partir de sugestão de pauta da Assessoria de Imprensa do GT de Comunicação da IX Assembléia do CMI (cujo o título é o mesmo desta notícia) e de artigo publicado anteriormente neste site e no SNIEAB.

    -

    Christina Takatsu Winnischofer

    Secretária Geral da IEAB

     
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