Tagged: Christian Aid Brazil RSS

  • SNIEAB 10:15 on 12/02/2014 Permalink | Responder
    Tags: Christian Aid Brazil,   

    Christian Aid Brasil 

    No fim de tarde de 11 de fevereiro, representantes da IEAB estiveram presentes, no novo endereço do escritório da Christian Aid  (CA) em São Paulo, para celebrar a caminhada com os parceiros ecumênicos, movimentos sociais e Igrejas. Estiveram também presentes representantes da América Central e da Ajuda da Igreja da Noruega entre outros.

    Foi um momento de acolhida do jovem Thiago Silva, o novo representante da Christian Aid no Brasil, e de celebração pelo novo posto da Sra. Mara Luz, Coordenadora Adjunta para América Latina e Caribe.

    A IGREJA EPISCOPAL ANGLICANA DO BRASIL, através do Serviço Anglicano de Diaconia e Desenvolvimento (SADD), tem uma parceria com a Christian Aid para desenvolvimento de projetos. Estiveram como convidados, os episcopais anglicanos: Bispo Flavio Irala (DASP), o Reverendo Arthur Cavalcante (Secretaria Geral) e a Sra. Sandra Andrade  (SADD). Registrou-se também a presença, além da Mara Luz, da Christina Winnischofer (CA) e de Ester Lisboa(KOINONIA).

    O novo endereço do escritório da Christian Aid fica na na Avenida Brigadeiro Luiz Antônio, 2393 cj 62, estação metrô Brigadeiro.

     
  • SNIEAB 10:38 on 07/08/2013 Permalink | Responder
    Tags: , Christian Aid Brazil, , ,   

    Lançamento Livro sobre Prevenção e Enfrentamento à Violência Doméstica contra as Mulheres 

    O Serviço Anglicano de Diaconia e Desenvolvimento (SADD) em parceria com a Christian Aid, estará lançando no próximo dia 16 de agosto, às 19h, no Salão Paroquial da Catedral Anglicana da Ressurreição o livro PREVENÇÃO E ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA CONTRA AS MULHERES. O Livro foi organizado por três mulheres episcopais anglicanas engajadas nas lutas sociais e também nos debates acadêmicos: Reverenda Lilian Conceição, Sra. Ilcélia Soares e Sra. Ester Lisboa. O lançamento conta com o apoio da Livraria e Editora Anglicana e da Fonte Editorial e estará acessível nas dioceses e também nas principais livrarias do país.

    O Secretário Geral Reverendo Arthur Cavalcante destaca que “[...] essa produção do SADD sobre uma temática sobre violência doméstica envolvendo mulheres irá contribuir futuramente nas ações de nossas pastorais em comunidades episcopais/ecumênicas e em outros espaços da sociedade”. Igualmente destaca “[...] que é de extrema importância para a Igreja apelar para seus principais símbolos e especialmente para a Palavra de Deus como elementos teológicos/pastorais aliados no combate contra a violência doméstica.”

    Saiba Mais o Lançamento do Livro

     
  • SNIEAB 21:01 on 17/11/2011 Permalink | Responder
    Tags: Christian Aid Brazil, ,   

    Consulta Propõe Ampla Acolhida as Pessoas Vivendo e Convivendo com HIV/AIDS 

    Uma atitude pessoal e pastoral de ampla acolhida as pessoas que vivem e convivem com HIV/AIDS e com outras doenças foi proposta aos cristãos e, particularmente, a Igreja Episcopal Anglicana do Brasil (IEAB), em São Paulo, de 2 a 6 de novembro, pelos participantes da Consulta sobre esse tema, promovida pela IEAB, através do Serviço Anglicano de Diaconia e Desenvolvimento (SADD) com o apoio da Christian Aid. Essa tarefa inclusiva foi apontada como sendo o maior desafio para os cristãos e para as Igrejas no século XXI ainda marcado por profundas desigualdades sociais e econômicas e por uma cultura do preconceito, que atinge todas as áreas da coexistência humana.

    O Escritório da Secretaria Geral convidou instâncias representativas da IEAB: Bispos Diocesanos, Conselho Executivo, Comissão Nacional de Direitos Humanos, Comissão Nacional de Combate ao Racismo, União das Mulheres Anglicanas do Brasil (UMEAB), União da Juventude Anglicana do Brasil (UJAB) e Contatos Diocesanos do SADD.

    A Consulta ocorreu na Casa La Salle, em Vila Guilhermina, Zona Leste de São Paulo, e contou com os seguintes temas e palestrantes:

    Panorama Sobre Direitos Humanos: Dr Pedro Montenegro- anglicano, advogado e especialista em Direitos Humanos

    Sistema Único de Saúde (SUS): Sr Cláudio Monteiro- católico romano, sociólogo, assessor sociocultural da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo e Mestre em Infectologia e Saúde Pública.

    HIV/AIDS e Mulher: Sra. Ester Lisboa- anglicana, assistente social e Coordenadora Programa Saúde e Direitos de KOINONIA Presença Ecumenica e Serviço

    Violencia contra Criança e o Adolescente: Sra. Ilcélia Soares- anglicana, psicóloga, Mestre em Psicologia, Ativista em HIV/AIDS e especialista em Violencia  Doméstica.

    Para cada palestra proferida foi contemplado um espaço para o compartilhamento de uma ação concreta da IEAB:

    Movimento Sem Terra no Paraná e a Pastoral: Reverendo Luiz Carlos Gabas da Diocese Anglicana de Curitiba

    Pastoral da Saúde: Reverenda Dilce Regina da Diocese Anglicana de Pelotas

    Casa A+ sobre HIV/AIDS: Sr.Aroldo Carlos da Diocese Anglicana de Brasília

    Casa de Apoio Noeli dos Santos para Mulheres Vítimas de Violencia: Reverendo Hugo Sanchez do Distrito Missionário Anglicano.

    Na abertura da Consulta, o Secretário Geral, Reverendo Arthur Cavalcante fez a saudação a todos e em especial, agradeceu a presença da Sra. Ana Rocha, Programme Officer da Christian Aid Brasil e destacou a importância da articulação da IEAB com a agencia ecumênica europeia.

    No dia 05 de novembro, após a série de palestras e de intensos debates,  os representantes das Áreas Provinciais foram convidados para elaborarem em conjunto um projeto o qual terá apoio financeiro do SADD. Ficando assim distribuído:

    Projeto Área 1 (Diocese Pelotas, Diocese Meridional e Diocese Sul Ocidental)- Formação na Área de Direitos Humanos, Políticas Públicas e Violencia Doméstica

    Projeto Área 2 (Diocese Curitiba, Diocese São Paulo e Diocese Rio de Janeiro)- Capacitação de lideranças para desenvolver trabalhos em Direitos Humanos

    Projeto Área 3 (Diocese Amazônia, Diocese Recife, Diocese Brasília e Distrito Missionário)- elaboração de um caderno sobre Direitos Humanos.

    A Consulta Nacional foi encerrada no dia 06 com uma celebração dominical e um almoço comunitário na Paróquia da Santíssima Trindade, no centro de São Paulo,  onde atualmente funciona o Escritório da Secretaria Geral da IEAB.

    DEPOIMENTOS DE QUEM ESTEVE NA CONSULTA NACIONAL

    Na opinião do Bispo Primaz de IEAB, Dom Mauricio Andrade, a Consulta Anglicana sobre Saúde e Direitos Humanos realizada em São Paulo:

    “[...] alcançou seus objetivos traçados pela coordenação, pois  os três temas, Direitos Humanos, Saúde e Violência acompanhado pelas ações concretas da Igreja partilhada entre nós mostra que estamos aprofundando a expressão do evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo, na área de direitos humanos, ouvimos a  partilha da experiência da Pastoral Anglicana da Terra que está sendo desenvolvida no Oeste do Paraná, a experiência  da Pastoral da Saúde, em Pelotas – RS, a CASA A+ que acolhe pessoas vivendo com HIV/AIDS, em Palmas e , a Casa de Passagem que acolhe mulheres em situação de violência doméstica em Ariquemes – RO. Minha avaliação é que os resultados desta consulta deverão repercutir em nossas ações pastorais e de serviço.

    Neste caminho é preciso reforçar que os Direitos Humanos precisa ser uma referência de prática e ação concreta em nosso planejamento pastoral e missionário, ou seja, não pode ser um tema transversal, precisa sim ser um tema estratégico e profético na vida da Igreja. Penso que precisamos aprofundar alguns temas aqui refletidos como violência doméstica e  AIDS, temas importantes na construção de direitos. Finalmente digo que precisaremos levar esses temas para nossas comunidades e multiplicar esses temas como desafios de nossa missão. Esta consulta de Saúde e direitos precisa ser compreendida como um ponto de partida para o aprofundamento dos temas de Direitos Humanos na vida da Igreja”.

    A referência central das palestras e dos debates foi o tema dos Direitos Humanos, compreendido como “um caminho para reforçar a intimidade do ser humano com Deus, seu Criador”, como afirma Dom Francisco Assis da Silva, bispo da Diocese Sul-Ocidental. Em sua opinião, os direitos humanos constituem “uma importante codificação ética, jurídica e política a ser concretizada urgentemente na luta contra as injustiças e todo tipo de opressão e violência”.

    A consulta não somente provocou o debate e a reflexão sobre direitos humanos, mas principalmente desafiou a todos a assumirem o compromisso com ações concretas na defesa e promoção destes direitos.  É muito importante – disse – que possamos partilhar nas diversas comunidades da IEAB toda a reflexão e o compromisso que aqui assumimos. São ações aparentemente simples, mas que se todos nós fizermos e motivarmos outros a fazer juntos, estaremos realizando um belo trabalho, proclamando o amor de Deus.

    Por sua vez, o Secretário Geral da IEAB Reverendo Arthur Cavalcante, disse que os resultados positivos da Consulta representaram o aprofundamento do compromisso da Igreja com os Direitos Humanos, em favor da vida e contra todo tipo de violência. Acrescentou que a Consulta foi coerente com as propostas da última Confelíder e Sínodo Geral da IEAB, realizado em Embu Guaçu – SP, em junho de 2010.

    Para a Srª Selma Rosa, Presidente da Câmara de Clérigos e Leigos, a consulta desafiou a todas as pessoas acerca do protagonismo de cada um em defesa da vida. Trouxe conhecimento, informações e consciência sobre a realidade e a situação na qual o povo brasileiro esta inserido e desafiou-nos, enquanto igreja, a ação como cidadãos e ao trabalho como povo anglicano e povo de Deus.

    Já a Srª Sandra Andrade, Coordenadora do SADD (Serviço Anglicano de Diaconia e Desenvolvimento), a consulta atingiu os objetivos traçados pela Comissão Nacional de Diaconia.

    “[...] Houve um envolvimento muito grande das pessoas presentes e os apresentadores dos painéis foram muito felizes em suas abordagens, provocando reflexões significativas para as ações futuras para a igreja. As pessoas que partilharam o relato de experiências concretas, dentro dos temas dos Direitos Humanos, nos deram exemplos claros de como podemos atuar na defesa dos mesmos. A nossa intenção e de que tenhamos projetos de ações concretas para as dioceses e comunidades da IEAB, com vistas à formação dos membros da igreja no tema de Direitos Humanos e a partir dessa formação tenhamos ações concretas nas políticas publicas”.

    “Como cristãos” – destacou – “devemos ser os defensores dos Direitos Humanos. Precisamos assumir o nosso papel de profetas denunciando todo e qualquer tipo de injustiça e violação dos direitos de todas as pessoas. A missão da igreja deve estar voltada para atender as necessidades do nosso próximo.”

    Na visão de Dom Orlando S. Oliveira, bispo da Diocese Meridional,” [...] em um mundo e um país cada vez mais violento, o encontro promovido pelo SADD nos parece ter atingido os seus objetivos de proporcionar o debate sobre os vários tipos de violência que enfrentamos. Ficou claro que o nosso compromisso pastoral e político de nos posicionarmos e lutarmos contra todo o tipo de discriminação e violência não é uma opção, mas uma exigência que o evangelho de Cristo faz”. Disse também desejar que “ao sairmos deste encontro, o nosso debate e os desafios se tornem numa ação concreta na vida de nossa igreja, em todo o Brasil”.

    Já o bispo da Diocese Anglicana do Recife, Dom Sebastião Gameleira, afirmou que,” [...] na consulta, tivemos uma ampla troca de informações e de reflexões muito pertinentes quanto ao tema. Além de algo importantíssimo que são as experiências que já existem na Igreja. Com alegria, sentimos que temos avançado na compreensão de que a diaconia social e política tem de estar no centro da missão evangelizadora e pastoral da Igreja. Dizer Direitos Humanos é referir-se a dignidade, solidariedade, justiça, cuidado com a vida, em vista da paz – que são os valores básicos do Reino de Deus”.

    Segundo o Bispo, a tarefa primária “[...] é educar-nos na Igreja para perceber que a Fé Cristã exige de nós a ruptura com qualquer sistema de opressão e sentir a provocação irrecusável de levar a presença daqueles valores aonde quer que estejamos – na família, na profissão, na vida em sociedade. Tudo na Igreja, desde a espiritualidade, a leitura da Bíblia, a liturgia e o jeito de ser de comunidade, tem de estar atravessado por esta opção pelos Direitos Humanos. Na verdade, a Igreja é luta coletiva pela promoção da vida, inspirada pela mística do Reino de Deus e seguindo o exemplo de Jesus. É muito mais que sentimento e prática religiosa”.

    Na avaliação de Dom Saulo Barros, bispo da Diocese da Amazônia, “[...] a consulta foi muito importante para nossa caminhada por muitas razões, mas principalmente por que mostrou o quanto a Igreja Anglicana avançou em suas ações concretas em favor dos Direitos Humanos e também na preparação e engajamento de parte de suas lideranças; também por mover (sacudir) a igreja para assumir de forma mais ampla o tema, esperando que os participantes sejam multiplicadores, conscientizando suas comunidades sobre a importância de se envolver concretamente na defesa dos direitos humanos.

    Tenho pensado – afirmou – constantemente no trabalho em nível micro e não no atacado em nossas comunidades, círculos de estudo bíblico, turmas de confirmação, escola dominical, levando as pessoas a uma reflexão sobre o tema e a realização de ações concretas no seu próprio contexto.

    Isso sem desmerecer as ações mais amplas, envolvendo parceiros ecumênicos e da sociedade civil. Porém, isso deve ser trabalhado de forma dialética com as questões locais. A região amazônica, infelizmente, nos coloca constantemente diante de situações em que e preciso reagir. Informou também que a Catedral Anglicana de Santa Maria, em Belém, há uns 2 anos realizou um trabalho com crianças e adolescentes sobre violência sexual. Apesar do receio inicial de alguns pais, os educadores responsáveis realizaram um trabalho muito bom que repercutiu positivamente na vida dos participantes”.

    Na opinião do músico e membro do Conselho Executivo do Sínodo da IEAB, Xico Esvael, de São Paulo,” os objetivos desta Consulta foram atingidos principalmente por causa da presença representativa das lideranças da igreja e dos palestrantes qualificados que abordaram a temática com precisão e com didática adequada”. Disse esperar que estes “momentos sirvam para alavancar o trabalho pastoral da igreja no envolvimento de nossas comunidades numa perspectiva de mudanças em nossa sociedade”.

    Já a Deã da Catedral de Santa Maria em Belém, Reverendíssima Carmen Etel e para a pedagoga Sra Carmem Regina Gomes da Equipe da Coordenação SADD, “[...] a Consulta possibilitou discussão de direitos já constituídos e que precisam ser efetivados na prática da comunidade e da vida. Inquietou-nos o silencio da igreja há tempos, diante de questões proféticas que envolvem a vida de crianças, de jovens, negros (as), mulheres, indígenas e homossexuais .

    A Consulta nos impulsionou a construir programas de formação e de resgate dos direitos humanos a partir das realidades locais. E de assumirmos o compromisso de sermos comunidades terapêuticas. A realização de uma auto-avaliação de nossa pratica na igreja. A formação e capacitação de agentes de pastoral para acompanhar ouvir e orientar pessoas que sofrem violência e também os agressores. Formação pastoral para leigos e clérigos construírem comunidades terapêuticas”.

    “Como cristão anglicano e como fundador do Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH)” – afirmou o jornalista Dermi Azevedo – que congrega cerca de 500 Ongs, no Brasil – “considera que a Consulta de São Paulo atingiu plenamente seus objetivos. Este resultado pode ser medido pela qualidade dos informações e proposta apresentadas. O fundamental, no meu ponto de vista, e que coloquemos em pratica a pedagogia de Jesus: – todas as suas palavras foram precedidas por gestos concretos de solidariedade e quebra de preconceitos. E interessante observarmos que Jesus não fez mega relatos sobre o significado de sua missão. Ele exerceu a missão, na pratica, e nos deu pistas para interpretarmos e para seguirmos as suas atitudes. Por outra parte, considero que a consulta abriu caminhos para vários conceitos que se incorporam a pratica da família anglicana: a consideração da violência como um problema de saúde publica; a visão integral da saúde, incluindo todas as formas de violência como a primeira das doenças; o crescente empoderamento das mulheres (tema no qual a IEAB atua como pioneira); e a promoção da vida em todas as suas dimensões.

    Por ultimo,disse, entender que a consulta “contribui para apresentar os Direitos Humanos não como mera retórica (como fazem as grandes potencias do mundo), mas como um conjunto de princípios e de normas conquistados pelos homens e mulheres de todo o planeta”.

    Para a psicóloga pernambucana Ilcélia Soares, Especialista em violência domestica, destaca “diante da intolerância religiosa em que vive a nossa sociedade, a IEAB da um passo à frente quando realiza uma Consulta Nacional sobre saúde e direitos humanos, em primeiro lugar porque ela convida clérigos, clérigas, leigos e leigas para dialogar sobre temáticas como HIV/AIDS, violência domestica contra a mulher, exploração sexual comercial das crianças e adolescentes. Em segundo, quando esses temas estão vinculados a uma realidade social cultural e política apontando projetos sociais que discutem essas temáticas no seu dia-a-dia. Em terceiro quando esse dialogo e pautado pelos direitos humanos fundamentais reafirmando a os valores liberdade,  diversidade, alteridade e a equidade.

    Nesse contexto, e fundamental a compreensão e a reafirmação da laicidade do Estado,  isso não significa que a igreja deva ser omissa, pelo contrário; ela pode dialogar, promover ações afirmativas pautadas no respeito à diversidade, e participar das redes sociais de apoio e proteção as pessoas em situação de violência. Pode também engajar-se em movimentos sociais que garantam a defesa de direitos de homens, mulheres, crianças e adolescentes”.

    Por sua vez Sr. Aroldo Carlos da Silva, militante social da Diocese Anglicana de Brasília, avaliou que “a Consulta fez um balanço das ações em diaconia implementadas pela IEAB. Tratou-se de um auto-exame das ações, dos projetos e dos gestos solidários”.  Destacou que evento ajudou na troca de informações e de indicadores, o que facilitara o aperfeiçoamento de todo o trabalho realizado.  Sugeriu que a igreja se faça presente junto as ONGs, movimentos sociais, conselhos e redes, levando sempre consigo a mensagem de Jesus Cristo. Propôs por ultimo a realização de campanhas nacionais e mundiais de promoção dos Direitos Humanos”.

    Escritório da Secretaria Geral da IEAB

    &

    Dermi Azevedo, de São Paulo-SP

    Jornalista

     
c
escrever um novo post
j
próximo post/próximo comentário
k
post anterior/comentário anterior
r
responder
e
editar
o
mostrar/esconder comentários
t
topo
l
go to login
h
show/hide help
esc
cancelar