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  • SNIEAB 12:30 on 29/08/2018 Permalink | Responder
    Tags: CETALC, , ,   

    Projeto de Formação Continuada tem início na Diocese Anglicana do Recife 


    Teve início na manhã do sábado (25 de agosto), na Paróquia Anglicana Jesus de Nazaré, situada na R. São Miguel, 15 – Carmo – Olinda/PE, o primeiro módulo do projeto “Consolidando a Identidade Anglicana no Nordeste do Brasil”, com o tema “Anglicanismo: História e Identidade”. O módulo foi ministrado pelo Revdo. Eduardo Henrique.


    O projeto conta com seis (06) módulos: “Anglicanismo: História e Identidade”, “Anglicanismo no Brasil: a História da IEAB”, “Anglicanismo: identidade, missão e serviço”, “Missão e responsabilidade sócio-política na realidade brasileira atual”, “Missão, cultura e questões étnico-raciais” e “Missão, gênero e sexualidade”. Os módulos serão gravados e posteriormente disponibilizados para a formação continuada do clero e lideranças leigas.


    O projeto “Consolidando a Identidade Anglicana no Nordeste do Brasil”, é financiado pela CETALC (Comisión de Educación Teológica para a América Latina y el Caribe) e promovido pelo SAET (Seminário Anglicano de Estudos Teológicos – CET/D.A.R.).

    Fotos e texto: Diocese Anglicana do Recife – DAR

     
  • SNIEAB 16:56 on 27/08/2018 Permalink | Responder
    Tags: CND, , , , ,   

    UM NOVO JEITO DE SER IGREJA – Visita Episcopal do Primaz ao DMA 

    Ainda em sua Visita Pastoral ao Distrito Missionário Anglicano, o Revmo. Bispo Primaz, Naudal Alves Gomes esteve acompanhado de sua esposa, Sra. Carmen Regina Duarte Gomes,  do Revmo. Bispo Maurício Andrade, Diocesano de Brasília, a Secretária Geral da IEAB, Revda. Magda Guedes e também a Comissão Nacional de Diaconia (CND) e JUNET (Junta Nacional de Educação Teológica) e Centro de Estudos Anglicanos (CEA), tendo a presença das Reverendas, Lucia Dal Pont Sirtoli, Carmen Etel, Lilian Conceição e Dilce Paiva. Na agenda desse último final de semana, aconteceram reuniões com lideranças, a ordenação ao presbiterado da Revda. Mayte de La Torre e acompanhamento pastoral e confirmações na Missão São Pedro e São Paulo na Linha 50/Ariquemes-RO.

    Seguem as fotos:

    Reunião com a prefeitura de Ariquemes/RO  tendo participação da Comissão Nacional de Diaconia (CND), Secretaria Geral e Primaz da IEAB.


    Ordenação Presbiteral da Revda. Mayte de La Torre – 25/08/2018

    Visita Episcopal do Primaz da IEAB, Revmo. Bispo Naudal e do Revmo. Bispo Maurício Andrade, Bispo Diocesano de Brasília, na Linha 50/Ariquemes – RO, acompanhados da Junta Nacional de Educação Teológica – JUNET para a celebração da eucaristia e confirmações dos jovens.



     
  • SNIEAB 15:07 on 24/08/2018 Permalink | Responder
    Tags: , , , ,   

    Primaz da IEAB prossegue com Visita Pastoral pelo DMA 

    Desde o dia 22/08, o Primaz da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, Revmo. Bispo Naudal Alves Gomes está em visita pastoral pelas comunidades anglicanas em Ariquemes/RO e Campo Verde/MT acompanhado de sua esposa, Sra. Carmen Regina Duarte Gomes, foram recepcionados pelos os membros das comunidades e as clérigas, Revda. Elineide Ferreira e Revda. Mayte Torre, esta que será ordenada presbítera dia 25/08 pelo Primaz da IEAB. A Secretária Geral da IEAB, Revda. Magda Guedes e as clérigas, Revda. Dilce Paiva, Revda. Lucia Dal Pont, Revda. Lilian Conceição e Revda. Carmen Etel, também estão presentes para acompanhar o Primaz em sua primeira visita nesta região do Distrito Missionário Anglicano.

    Seguem algumas fotos:

     
  • SNIEAB 16:21 on 22/08/2018 Permalink | Responder
    Tags: Bispa Marinez, ,   

    Carta Pastoral da Bispa Marinez Bassotto ao povo da Diocese Anglicana da Amazônia 

    Carta Pastoral à 13ª reunião do Concílio da Diocese Anglicana da Amazônia, reunida na Catedral de Santa Maria, em Belém/PA, de 17 a 19 de agosto de 2018. AD.


    Muitas faces, muitos jeitos um só Cristo.

    “Ora, vocês são o corpo de Cristo e são membros dele, cada qual a sua maneira”

    (1º Coríntios 12:27)

    Ao Povo de Deus na Diocese Anglicana da Amazônia no ano de 2018 AD.

    Que a graça e a paz de Deus Pai, Mãe, a força libertadora de nosso Senhor Jesus Cristo, e a inspiração transformadora da Ruáh Divina, Espírito Santo de amor estejam com vocês!

    Sob a inspiração do tema e do lema conciliar: “Muitas faces, muitos jeitos, um só Cristo”, e “Ora, vocês são o corpo de Cristo e são membros dele, cada qual a sua maneira” (1ª Co 12.27) queremos partilhar a nossa Carta Pastoral. O Concílio é sempre uma oportunidade de partilha, avaliação, renovação e tomada de novos rumos para    a vida da Igreja diocesana. Este ano tem sido, para mim, um ano de adaptações,  tempo de aprendizado, de escuta e de profundas mudanças na minha vida pessoal e familiar.

    Assim como para mim, também para a vida da Diocese Anglicana da Amazônia é tempo de novidade, estamos iniciando uma nova caminhada, experenciando como diocese e como IEAB os significados do ministério episcopal feminino e nos “experimentando” mutuamente. É, portanto, tempo de expectativa, mas principalmente tempo de caminhada e de oração. Neste concílio, meu primeiro como Mãe e Pastora do rebanho que Deus me confiou, que são vocês, quero com fé, amor e alegria no coração desafiá-los em primeiro lugar, a refletir e compreender os muitos jeitos de Cristo expressos nas muitas faces daquelas pessoas que caminham conosco, chama- los(as) a conjuntamente renovarmos nossa fidelidade à missão de Deus no mundo / Missio Dei e a redobrarmos a disposição e a coragem para participar ativamente nesta missão.

    A Igreja, que somos nós, tem de ser fiel ao Evangelho, anunciando o amor transformador de Deus em Cristo. Por isso nesse Concilio, somos chamados(as) a fortalecer a Igreja, a refletir sobre nossa responsabilidade como discípulos e discípulas de Cristo para com a missão e o crescimento desta Igreja e sua presença transformadora na realidade em que vivemos. A centralidade da missão para a existência da Igreja e sua ação no mundo nunca pode deixar de ser enfatizada. Das mais variadas tradições Cristãs vem a mensagem clara de que a Igreja é missionária em sua essência. Ela existe para dar testemunho das Boas Novas do Reino. A dimensão missionária é parte da própria natureza da Igreja, é parte essencial da vida da Igreja, é sua razão de ser. Por isso desejamos que este Concílio seja um momento de renovação do Povo de Deus no compromisso com o Senhor e o seu Reino e possa ajudar-nos a dar novos passos em direção a vivência desta fé missionária no poder do Espírito Santo.

    Missão e Evangelização caminham unidas, tomar consciência de que a Missão é de Deus, acolher a diversidade expressa nos muitos jeitos e muitas faces deste Cristo no qual cremos, e acolher com alegria a ação renovadora e transformadora do Espírito Santo são os meios eficazes para tornar efetiva a ação evangelizadora da Igreja. Tudo isso precisa acontecer a partir de nossas paróquias/Missões/Pontos Missionários. A redescoberta do Reino de Deus como Boas Novas que anunciamos é a chave para a renovação da missão e assim, também para a evangelização que contempla a mensagem da salvação pessoal, mas também do serviço, da compaixão e da transformação social como o próprio Cristo fez.

    O segundo desafio que proponho é o de que compreendamos que precisamos ser mais do que apenas uma “instituição”, precisamos ser COMUNIDADE. Precisamos tomar consciência de que somos CORPO, membros do corpo do próprio Cristo, que fazemos parte deste corpo do jeito que somos, e que essa ligação intrínseca com Cristo nos compromete com a sua missão. E isto significa que somos chamados(as) a desencadear em nossas comunidades uma expansão da nossa presença missionária, em fidelidade ao chamado apostólico de testemunhar a fé, a justiça, a paz e o amor onde a nossa sociedade vive a violência, a injustiça, o medo, a exclusão e a dor. Fazer missão e evangelizar não significa fazer “prosélitos(as)”. O proselitismo é apenas uma forma de fazer as pessoas sentarem nos bancos das igrejas. Cristo nos envia a palmilharmos os caminhos de nosso mundo como um sinal de sua presença redentora. Cristo nos chama para mudarmos a vida, pois o Reino de Deus está chegando. Nossa missão é um consagrar-nos à vontade de Deus. Jesus Cristo, encarnação plena de Deus em nosso mundo, é o princípio e o fim de nossa ação na sociedade, princípio e modelo da missão ( Jo 20.21-22). É em nome de Cristo e na força do Espírito Santo que somos enviados(as) (Jo 17.16-22).

    Foi necessário que o próprio Deus se fizesse “carne”, “gente” como nós, e assim vivesse uma vida de perfeito serviço e entrega para nos dar o exemplo e nos mostrar que o nosso papel como Igreja Evangelizadora e Missionária é sermos acolhedores(as) e servidores(as). A missão e evangelização devem ser entendidas como serviço as outras pessoas, jamais como conquista e dominação, assim sendo, uma Igreja Missionária deve acolher o diferente / as diferenças com admiração e respeito, pois nele / nelas o Deus de Jesus se faz presente. E deve ir ao encontro das pessoas nos diversos níveis, lugares e circunstâncias, pois também hoje, Cristo revela-se na história e nos espaços concretos da vida humana.

    A partir destes dois desafios (a compreensão dos muitos jeitos de Cristo expressos nas muitas faces daquelas pessoas que caminham conosco e a consciência de que somos parte do Corpo do próprio Cristo), e tendo como foco a missão e evangelização, quero chama-los(as) a engajarem-se no que hoje a Comunhão Anglicana denomina Discipulado Intencional. O discipulado é uma experiência ativa com o reino de Deus, um caminho de fé que revela a presença de Cristo entre nós. Os primeiros discípulos deixaram as redes, pai, mãe, os companheiros(as) de trabalho, casa, família, amigos e amigas, para acompanharem Jesus. As pessoas que se colocaram aos pés de Jesus foram por ele chamadas de família, experimentaram a comunhão física com o Filho encarnado e amado de Deus e se tornaram a extensão de seu próprio corpo, de seu agir no mundo. Mas isso exigiu um deslocamento, um movimento visível, que incluiu gestos, ações, ensinamentos e práticas em comunhão com Jesus.

    O discipulado do qual nos fala a Comunhão Anglicana, é intencional – ou seja – é opção, escolha consciente, e acontece também através da comunhão estreita com Jesus Cristo. Não mais uma comunhão física, direta, mas experimentada pela fé e pela participação no corpo de Cristo (que é a Igreja). Uma comunhão que, assim como ocorria anteriormente à morte e ressurreição de Jesus, inclui gestos, práticas, ações, ensinamentos que se articulam através da vivência da Palavra, da prática da Diaconia, do testemunho público e de cidadania, da vivência comunitária, da formação e da graça vivida nos sacramentos. O corpo de Cristo é o lugar visível onde o chamado de Jesus ecoa e o discipulado expressa-se e toma forma de rede que salva vidas. Assim como no tempo de Jesus, o discipulado hoje exige um rompimento com a sociedade cheia de preconceitos, intolerâncias, discriminações e violências. Esse discipulado abre nossas vidas, amplia nossos horizontes, alarga nossa visão, transforma nosso coração – porque o próprio Cristo vem morar e ter comunhão conosco. No batismo, acontece o chamado de Jesus e, a partir dele, a comunhão com o Corpo de Cristo.

    Queridos irmãos e irmãs, hoje, agora, neste Concílio, e a partir dele – como Igreja Diocesana – nós estamos sendo convocados e convocadas a assumirmos nosso discipulado intencional, sendo novamente chamados e chamadas a tomar parte na família de Cristo, a encontrar nosso lugar no Corpo de Cristo, desafiados e desafiadas a assumir de fato o compromisso de inclusão e acolhimento dos muitos jeitos e muitas faces que expressam a diversidade contida no próprio Cristo. Tudo isso nos desacomoda, por vezes até nos desagrada… Não é fácil assumir a Missão segundo os critérios de Cristo – e não segundo os nossos critérios. Mas o Espírito de Deus está sobre nós, e Ele é o nosso fôlego e a nossa coragem. Desde os primeiros tempos do cristianismo o Espírito de Deus capacitou a Igreja, mas mais do que isso – desacomodou a Igreja. E é por isso que ouvir a voz do Espírito não é fácil… e não está sendo hoje, mas desde o princípio aquelas pessoas que temiam foram encorajadas; aquelas que se escondiam foram descobertas (quiseram se mostrar); aquelas que não acreditavam foram convertidas, as que se sentiam intimidadas foram impulsionadas, as que não entendiam foram esclarecidas, e todas, sem exceção, foram transformadas.

    Eu acredito na ação do Espírito Santo e sei que a partir dela tudo na vida da Igreja Primitiva mudou: as portas trancadas se abriram, as línguas caladas se soltaram, a Igreja amedrontada e escondida saiu para pregar em praça pública. Portanto sei que desde os primórdios do cristianismo a Igreja sempre foi e é marcada por transformação e compromisso – e estou segura de que estes dias de Concílio certamente mostrarão isso, porque Espírito Santo de Deus não restringiu a sua ação apenas aos tempos antigos, não estava somente sobre os nossos(as) antepassados(as), Ele hoje está sobre nós, está dentro de nós, Ele está conosco e é Ruáh, vento renovador, fogo transformador que impulsiona, encoraja e compromete.

    Que esse novo tempo que estamos inaugurando nos anime a renovar a devoção em nossas Paróquias/Missões/Pontos Missionários, a renovar nosso compromisso com o Corpo de Cristo (que é a Igreja), renovar a vivência de nossa fé em comunidade, renovar nossa ação na sociedade, renovar nossas esperanças, de modo que nossa adoração e ministérios sejam expressão de um Discipulado Intencional e compromissado.

    Como Diocese temos grandes desafios, mas onde há desafios há oportunidades. Nossas comunidades precisam ser verdadeiros centros da missão. Portanto, oremos e peçamos a Deus que transforme as vidas humanas por sua profunda e poderosa ação, começando pelas nossas. Que tenhamos a coragem de aceitar o chamado do discipulado, o chamado para ser Corpo de Cristo, para ser Igreja Missionária e desta forma sintamos fluir em nós e a través de nós a maravilhosa e poderosa vontade de Deus. Que assim seja!

    Em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. Amém.

    + Marinez Bassotto

    Belém, 17 de agosto de 2018. AD.

     
  • SNIEAB 16:00 on 22/08/2018 Permalink | Responder
    Tags: Bispo Humberto, , DAA. Bispa Marinez, ,   

    Chimarrão e Açaí: Cuias que unem Norte e Sul no Concílio da DAA 

    O XIII Concílio da Diocese Anglicana da Amazônia foi marcado por momentos ricos de convivência, partilha e decisões. Sendo conduzido pela primeira vez por nossa Bispa Marinez Bassotto, o Concílio favoreceu reflexões sobre a temática da Confelíder Nacional: Muitas faces, muitos jeitos, um só cristo. Ora, vocês são o corpo de Cristo e são membros dele cada qual a sua maneira (1 Coríntios 12.27), além, claro, dos encaminhamentos comuns dos Concílios: avaliações de relatórios, nomeações, eleições de cargos e funções, entre outros assuntos. Como decisão do último Sínodo de nossa Igreja em Brasília – DF, foi colocado sobre a mesa a discussão e votação sobre o casamento igualitário; alguns conciliares – clericais e laicos – se manifestaram e em seguida foi feita a votação, a maioria votou a favor, porém o número de abstenções foi alto e por isso a matéria ficou sobre a mesa para decisão no mês de abril de 2019 no Concílio Extraordinário que tratará sobre a adequação dos cânones diocesanos conforme os novos Cânones Gerais da IEAB.

    Três pontos marcantes do Concílio: a presidência (pela primeira vez na história da IEAB) de uma Bispa, a assinatura de companheirismo entre a Diocese mais antiga com a mais nova da IEAB – Diocese Meridional e Diocese Anglicana da Amazônia – e a primeira Confirmação da Bispa Marinez a uma jovem da Diocese. Esses momentos marcantes nos convidam a continuar insistindo como uma Diocese Missionária, que nos desafia a ir ao encontro dos mais pobres da Amazônia e a testemunhar o Evangelho de Jesus Cristo nos pontos de missão da área urbana e rural, como bem enfatizou a Bispa em sua Carta Pastoral. A Diocese mais jovem da IEAB é a mais densa em território e com poucas comunidades; certamente a complexa realidade desafia o pastoreio da Bispa Marinez e de seu povo, porém “embora sendo poucos, somos muitos formando um só corpo em Cristo, cada qual à sua maneira” (cf 1 Coríntios 12,7).

    No encerramento do XIII Concílio, na celebração, como marca de nossa cultura, o Bispo Humberto e a Bispa Marinez tomaram açaí na cuia decorada com grafismos marajoara como símbolo de ambos abraçarem o companheirismo e se comprometerem de fortalecer o anúncio do Evangelho de Jesus Cristo em terras distantes. As cuias de chimarrão e de açaí aproximaram ainda mais as regiões norte e sul e estão mais juntas do que nunca.


    Revdo. Cláudio Corrêa de Miranda

    Coordenador da Comissão Diocesana de Comunicação da DAA

     
  • SNIEAB 11:34 on 20/08/2018 Permalink | Responder
    Tags: , Paróquia da Inclusão, , Visita Pastoral   

    Primaz da IEAB inicia Visita Pastoral no DMA 

    O Primaz da IEAB, Revmo. Bispo Naudal Alves Gomes realizou uma série de atividades no Distrito Missionário Anglicano – DMA nesta última semana. Acompanhado de sua esposa, Sra. Carmen Regina Duarte Gomes, visitaram a Paróquia da Inclusão em Campo Grande/MS e também os Pontos de Missão, para uma ordenação diaconal, instituição de ministros leigos e cuidado pastoral com o povo, além de dialogar com lideranças religiosas de outras confissões.



    Ordenação Diaconal do Ir. Victor Hugo, OASB – 19/08/2018 às 10h00


    Instituição de Ministros Leigos e Confirmações – 18/08 às 18h00



    Visita inter-religiosa – Umbanda – 18/08 na parte da tarde






     
  • SNIEAB 10:45 on 17/08/2018 Permalink | Responder  

    Convite para as ordenações no Distrito Missionário Anglicano 

    A Igreja Episcopal Anglicana do Brasil – IEAB (19ª Província da Comunhão Anglicana) tem a alegria de convidar todas as pessoas queridas, para as ordenações que acontecerão ainda nesse mês no Distrito Missionário Anglicano, em ocasião da visita do Revmo. Bispo Primaz, Naudal Alves Gomes, às comunidades de Campo Grande (MS) e Ariquemes (RO).

    No dia 19/8, Bispo Naudal conferirá a ordem diaconal ao Ir. Victor Hugo, OASB (Oblatos Anglicanos de São Bento) na Paróquia da Inclusão em Campo Grande/MS às 10h e no dia 25/8 conferirá a ordem presbiteral para a Revda. Maytee Diaz  às 19h na Paróquia da Santíssima Trindade em Ariquemes/RO.

    Contamos com as orações de todas as pessoas!

     
  • SNIEAB 15:30 on 16/08/2018 Permalink | Responder
    Tags: , FEACT, , Província, Secretária Geral Magda Guedes   

    Violências e Desigualdades: FEACT realiza seminário em Brasília 

    Teve início, no dia 13 de agosto, no Instituto Bíblico de Brasília, a reunião anual do Fórum Ecumênico ACT Brasil (FEACT). O evento, que durou três dias, encerrando no dia 15, contou com a realização do seminário “A profecia ameaçada: o Brasil das violências em um contexto das desigualdades”. A Revda. Magda Guedes, Secretária Geral da IEAB esteve presente representando a nossa Província.

    Dia 13
    Na noite do primeiro dia de atividades, o pastor Altemir Labes, representante da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB) compartilhou a avaliação da comemoração no Brasil dos 500 anos da Reforma Protestante. Em seguida, José Carlos Dionísio, do Centro Ecumênico de Formação e Educação Comunitária (PROFEC), apresentou os trabalhos desenvolvidos por sua organização na Baixada Fluminense, estado do Rio de Janeiro, na defesa e promoção de direitos de crianças e adolescentes.
    Dia 14
    Na manhã do dia 14 de agosto, foi realizado o Seminário, refletido em dois painéis.
    No Painel 1 foram discutidos: a) os movimentos que justificam e legitimam as desigualdades e as violências, tendo como debatedor o professor doutor Rogério Diniz Junqueira, sociólogo do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), que apresentou o processo de elaboração do discurso teológico/religioso anti-genêro e das estratégias de divulgação das campanhas anti-gênero em diferentes países do mundo. b) A segunda abordagem, as teologias que justificam as desigualdades e as violências no século XXI, foi apresentada pela pastora Romi Bencke, secretária-geral do CONIC. Ela destacou que, se por um lado, o discurso sobre Deus tem ocupado diferentes espaços na sociedade, por outro, isso não significa que a teologia, enquanto instrumento hermenêutico para refletir as diferentes experiências de Deus, tenha tido a capacidade de incidir nas práticas eclesiais para fortalecer e reafirmar as virtudes da fé, como esperança, igualdade, comunhão.


    No Painel 2 foi falado especificamente sobre o tema do Seminário: A profecia ameaçada… caminhos para fortalecer e afirmar os movimentos de superação das desigualdades e violências. Alessandra Farias Pereira, da Sociedade Maranhense de Direitos Humanos, apresentou dados da violência no Brasil, chamando a atenção para o agravamento da situação desde a ruptura democrática. Ela sustentou que tem ocorrido uma criminalização dos direitos humanos e aumentado a perseguição aos seus/suas defensores/as. O momento ainda foi oportuno para apresentar o documento “O Fim do Mito do Brasil Pacífico”, de responsabilidade do Processo de Ação e Diálogo (PAD), que ilustra alguns cenários de violência.
    Edmilson Schinelo, que também estava no Painel 2, apresentou a abordagem bíblica sobre o tema, chamando a atenção para a necessidade de também se olhar para as margens das leituras bíblicas e dos textos sagrados. “É nas margens que descobrimos histórias de pessoas e de sua experiência com Deus que não entraram nos cânones oficiais de nossas tradições. Olhar criticamente para o texto bíblico é um desafio permanente”, provocou. Por fim, Schinelo chamou a atenção de que as profecias são sempre coletivas. “É necessário cuidarmos para não cairmos no risco de querermos um messias para resolver nossos problemas e crises. As profecias são sempre coletivas e exigem organização e participação popular”, defendeu.
    Dia 15
    A reunião do seguiu até o dia 15. Além das atividades acima já citadas, contou com apresentação do relatório anual, definição dos eixos temáticos prioritários de ação para o período de agosto de 2018 até agosto de 2019, entre outros.


    Avaliação do CONIC:
    “Os encontros anuais de FEACT são um momento de afirmação do diálogo ecumênico. Eles nos fortalecem. É quando nos encontramos. Este, em especial, foi extremamente importante porque reafirmou o quanto precisamos estar mobilizados para lidar com a questão não apenas do aumento das desigualdades e das violências, mas também para enfrentar os discursos teológicos que legitimam o ódio. Para toda violência perpetrada contra alguém, há sempre uma retórica que tenta justificar aquele ato, aquela ação. Pior ainda é quando vemos esse processo de legitimação das violências começando a surgir no ambiente teológico e eclesiástico: em nome de Deus passa a ser possível fazer de tudo, inclusive oprimir, explorar e, em última análise, matar. Por isso, mais do que nunca, precisamos afirmar diariamente, e incansavelmente, que Deus é amor, é um gesto político”, declarou Romi.
    Texto original de autoria do CONIC com adaptações do SNIEAB

     
  • SNIEAB 12:10 on 22/07/2018 Permalink | Responder  

    XXXIII Concílio da Diocese Anglicana do Recife se encerra com avanços na inclusividade e no desenvolvimento da Igreja 

    De 12 a 15 de julho de 2018, delegados e delegadas das diversas comunidades, missões e paróquias da Diocese Anglicana do Recife se reuniram para decidir os rumos da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil na região nordeste do país. 41 pessoas, do laicato e do corpo clerical, reuniram-se no Centro de Vivência Cristã da Catedral Anglicana do Bom Samaritano, no bairro de Boa Viagem, em Recife. Foram compartilhadas experiências entre as comunidades, discutida a situação da diocese, os diversos jeitos de ser Igreja, e maneiras de desenvolver a Igreja em direção aos valores do Reino de Deus. Com 37 votos favoráveis e 3 abstenções, a Diocese Anglicana do Recife aprovou o matrimônio igualitário, permitindo que pessoas do mesmo sexo possam receber o Santo Matrimônio nesta porção reformada da Igreja Católica e Apostólica de Cristo.

    O XXXIII Concílio da Diocese Anglicana do Recife foi aberto por uma Celebração Eucarística no dia 12 de julho, às 20h, quando ocorreu a Confirmação de membros da Catedral e também a instituição ao Ministério Leigo Pastoral do Seminarista Rafael Vilaça.

    No dia 13 de julho, após abertura dos trabalhos conduzida pelo Bispo Diocesano, Dom João Câncio Peixoto, e após estudo bíblico ministrado pelo Rev. Adriano Portela, aconteceu a Feira das Comunidades, instrumento pelo qual as diversas comunidades, missões e paróquias diocesanas compartilham suas experiências e interagem umas com as outras. Também a Secretária de Juventude, Diana Linhares, apresentou seu relatório. À tarde, o Rev. Gustavo Gilson, Deão da Catedral, conduziu um estudo sobre os diversos jeitos de ser Igreja e foram ensaiadas propostas para as comunidades anglicanas, em diálogo com os participantes.

    Na manhã do dia 14 de julho foram realizadas as mudanças nos Cânones Diocesanos e eleitas as composições das secretarias, da Comissão de Cânones (responsável pelos Cânones Diocesanos), da Junta de Capelães (responsável pela avaliação de postulantes e candidatos às Sagradas Ordens), do Tribunal Eclesiástico, da Comissão de Liturgia e Música, e do Conselho Diocesano. A principal mudança afetou o Cânon 19, permitindo o matrimônio igualitário, ou seja, tanto entre pessoas de gêneros diferentes quanto iguais.

    À tarde as discussões foram em torno do tema da Formação Teológica, conduzidas pelo Rev. Eduardo Henrique. Em seguida, ocorreram as reuniões do planejamento diocesano, de maneira participativa e descentralizada, envolvendo todos os participantes. O planejamento girou em torno de quatro temas: 1) Missão, Diálogo e Transformação; 2) Vida Comunitária; 3) Educação e Formação Teológica; e 4) Diversidade. Ao final, dentre outros assuntos, a síntese do relatório de planejamento reafirmou a necessidade da construção de uma Igreja comprometida com as Cinco Marcas da Missão, em direção aos valores do Reino de Deus. Foi também comunicado o resultado da eleição da nova diretoria diocesana da UMEAB.

    O Concílio se encerrou com uma Celebração Eucarística no domingo 15 de julho, às 10h. Nessa celebração foram nomeados Cônegos o Rev. Edson Pimentel e o Rev. Josafá Batista. O título de Cônego ou Cônega é dado àqueles clérigos e clérigas em reconhecimento à sua dedicação ao ministério.

    O próximo concílio ocorrerá na cidade de Salvador, na Bahia, de 2 a 5 de julho de 2020.

     
  • SNIEAB 12:01 on 20/07/2018 Permalink | Responder  

    AnglicanAfro 

    Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, pois serão satisfeitos (Mt 5: 6)

    No XXXII Concílio Diocesano da Diocese Anglicana do Recife (DAR), realizado em 2017, fui convidado para uma conversa com Ronaldo Sales, Antônio Amaro Nascimento, Revda. Lilian Conceição e Alexsandro, sobre os negros e as negras na Igreja Episcopal Anglicana do Brasil. Perguntava-se por qual razão não temos um discurso sistemático sobre a afrodescendência dentro da Igreja e planejava-se fazer algo para mudar essa realidade.
    Transcorrido um ano desde então, infelizmente não fomos para a frente com os nossos propósitos; no entanto, a provocação permaneceu em meu coração. Estive no XXXII Sínodo da IEAB (2018), em Brasília, com essa provocação estalando na mente e cheguei a perguntar a alguns sobre o assunto em sua realidade eclesial.
    Três fatos nos últimos tempos me provocaram sobre o assunto. Primeiramente, fui convidado por uma comunidade em Santo Amaro da Purificação, Recôncavo da Bahia, para celebrar mensalmente a Eucaristia, numa igreja construída por um babalorixá. Durante a escravatura, diga-se de passagem, Santo Amaro foi um dos principais pontos de desembarque de negros e negras escravizados na Bahia. Dito isso, pode-se intuir o tanto de elementos afrodescendentes na sociedade santamarense.
    Outro fato que me provocou foram as palavras da Profa. Dra. Elizete da Silva (UEFS), denunciando a conivência da Igreja Anglicana no Brasil com o sistema escravagista, no séc. XIX, diferentemente das orientações emanadas da Igreja da Inglaterra. A Profa. Dra. Elizete defendeu a tese “Cidadãos de outra pátria: anglicanos e batistas na Bahia”, no doutorado em História Social na USP. Para ela, enquanto a Igreja da Inglaterra condenou a escravidão ainda no final da primeira metade do séc. XIX, a Igreja Anglicana no Brasil anuiu ao sistema, inclusive porque seus membros também eram “proprietários” de pessoas negras escravizadas. Elizete, contudo, também sinaliza posturas de condenação da Igreja Anglicana do Brasil ao sistema escravagista, como a atitude do Rev. C. Nicolay, capelão da Saint George Church, em Salvador, que resolveu não ministrar a Ceia do Senhor para os anglicanos donos de escravos, em consonância com a postura da Igreja da Inglaterra.
    O terceiro fato foi um convite feito pelo Conselho de Psicologia / Seção Feira de Santana, para falar sobre negritude, racismo e religião. Obviamente, enquanto anglicano, posso ter o orgulho de dizer que não corroboramos o racismo, sobretudo o religioso, e apoiamos a construção de uma sociedade mais equânime em sua dimensão étnico-racial. No entanto, busquei planos de ação da IEAB, linhas de enfrentamento ao racismo, mas se existirem, não encontrei. Vale a pena dizer que sou um membro recente na IEAB.
    Enquanto homem negro, nordestino, oriundo do Recôncavo baiano, outrora terra dos engenhos de cana-de-açúcar, sinto-me compelido a motivar a Província ao estabelecimento de um plano de enfrentamento ao racismo ad intra e ad extra Igreja. Aproveitemos o ensejo da Década Internacional das pessoas afrodescendentes (2015-2024), declarada pela ONU, e nos engajemos efetivamente em prol do reconhecimento, justiça e desenvolvimento das pessoas afrodescendentes na Igreja e no Brasil.

    Rev.  Adriano Portela dos Santos

     
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