Confira mais um relato dos 16 dias de Ativismo pelo fim da Violência contra as Mulheres

Nestes 16 dias de ativismo reafirmamos nossa luta ao combate a violência contra mulheres e meninas. Iniciando no dia 25 de novembro e finalizando dia 10 de dezembro, Dia Internacional de Direitos Humanos, período este que temos ainda mais o dever de nos reafirmarmos como feministas e sempre relembrar o significado desta palavra que define o que é, pra quem é e por que, é tão importante para garantirmos nossos direitos adquiridos que nos mantem no foco para conquista de mais direitos. Estamos em um momento crítico onde estão deturpando ainda mais o significado dos movimentos feministas e o que é ainda mais preocupante a desqualificação dos direitos humanos onde se ouve muitas frases que dão a entender que DIREITOS HUMANOS é garantia de direitos para públicos específicos e não para todo ser humano, e que as pessoas estão se deixando levar por falsas informações, sem averiguar a veracidade das mesmas, se enchem de “razão e  direito” de julgar o outro.

Que possamos sempre meditar e fazer as pessoas refletirem da passagem da Parábola “Eu estava com fome, e me deste de comer; eu estava com sede, e me destes de beber; eu era forasteiro e me recebeste em casa; estava nu, e me vestistes; doente e cuidastes de mim; na prisão e fostes visitar-me” (Mateus25, 35- 36).

E neste tempo de advento procurar observar os ensinamento de Jesus, que nos diz que todas as pessoas tem direito a dignidade humana e que ele não faz distinção de ninguém, e continuemos a manter viva a memória e luta de cada pessoa que lutou para termos  muitos direitos conquistados, o principal deles Jesus. Que cada mulher/menina tenha seus direitos garantidos em tempos que a dor do outro é classificado como “mi mi mi”.

Que Jesus nos Inspire, fortaleça, nos guie e nos dê sabedoria para fazermos nossa parte como semeadores do verdadeiro evangelho que acolhe, cuida e não exclui ninguém por nenhum motivo. Que possamos ver no rosto do nosso próximo que clama justiça e dignidade o rosto de Jesus, e que o evangelho possa ser levado para fora dos templos, e saíamos da nossa zona de conforto e ir servir a quem tem fome de justiça.

Texto: Revda. Elineide Ferreira Oliveira – Distrito Missionário Anglicano (Ariquemes/RO)