Posts Mentioning RSS Toggle Comment Threads | Atalhos de teclado

  • SNIEAB 11:40 on 28/11/2018 Permalink | Responder
    Tags: Carmen Regina, Latino Ministries, Latinos Episcopales, Ministerio Latino   

    Algumas palavras sobre KOINONIA TRAINING – MIAMI 6 A 10/11 

    MINISTÉRIO DA IGREJA EPISCOPAL #LATINO KOINONIA

    #Como iniciar uma nova comunidade #Reimplantando Igrejas!

    O treinamento Koinonia que aconteceu em Miami, sob a coordenação de Anthony Guillen, Ministério Hispânico, foi um espaço de aprendizagem, de partilha de experiências, crescimento na fé e principalmente de  novas perspectivas para desenvolver processos de criar novas comunidades e desafiar para a renovação daquelas que já existem, mas que necessitam de novas estratégias para construir juntos caminhos de compaixão, transformação, serviço, empoderamento e autonomia.

    Aprender a aprender foi o FOCO de todos os painéis, trazendo o sentido do que o movimento de Jesus pode fazer na vida das comunidades. Cada um dos participantes de diversos países da América Latina, integrantes da 9ª Província, Episcopal Church e Brasil tiveram a oportunidade de partilhar sua realidade, suas potencialidades e as expectativas para o avanço e crescimento da Missão de Deus.


    Participei do PAINEL sobre a Minha experiência pessoal na Missão e a realidade da IEAB nos desafios de implantação de igrejas e as práticas de SERVIÇO e INSERÇÃO PÚBLICA no contexto atual do Brasil.  Como sensibilização em minha fala para o empoderamento de lideranças, desafiei os participantes a construírem com arte, um presente para um dos participantes.  Desafio aceito, e a alegria na interação foi contagiante!


    Cada um trouxe para o momento o seu melhor na prática de CONHECER a comunidade, seu entorno, suas dificuldades, seus desejos, e principalmente a humildade de começar ou recomeçar, construindo algo para o aprendizado pessoal, a sobrevivência, a sustentabilidade, a MORDOMIA e RELAÇÕES entre as pessoas, tendo como inspiração o desafio de ser uma igreja Missionária sem ser assistencialista, com projetos de serviço, de cuidado  e compaixão, a LUZ de CRISTO.

    #Latinosepiscopales

    Texto e Fotos: Carmen Regina Duarte – DAPAR

     
  • SNIEAB 10:14 on 28/11/2018 Permalink | Responder
    Tags: ,   

    RELATO 3 – 16 DIAS DE ATIVISMO PELO FIM DA VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER 

    A Campanha dos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres é uma mobilização mundial anual que envolve cerca de 160 países, o Brasil ingressou nesta mobilização em 2003, essa é uma mobilização extremamente importante porque reúne diversos atores sociais e vários segmentos no enfrentamento à violência de gênero. Em outras partes do mundo a Campanha se inicia em 25 de novembro, Dia Internacional da Não Violência contra as Mulheres, e vai até 10 de dezembro, o Dia Internacional dos Direitos Humanos, mas no Brasil, para destacar a dupla discriminação vivida pelas mulheres negras, as atividades iniciam no dia 20 de novembro (Dia Nacional da Consciência Negra).

    A violência contra as mulheres é um fenômeno social multifacetado que atinge mulheres das mais variadas classes sociais, de diversas faixas etárias, com diversas escolaridades, em áreas urbanas e rurais, e de todas as tradições religiosas. É considerada violência de gênero aquela que é exercida de um sexo sobre o sexo oposto. Em geral, o conceito refere-se à violência contra a mulher, essa violência é fruto de um comportamento deliberado e consciente, e pode ser física, sexual, psicológica, moral, religiosa, econômica e/ou patrimonial e institucional. A violência de gênero também pode incluir as agressões físicas e psíquicas que uma mulher possa exercer sobre um homem. Mas o fato é que em todo o mundo, a esmagadora maioria das vítimas de violência de gênero são mulheres e crianças, sendo também elas as vítimas das formas mais agressivas de violência.

    A violência de gênero ocorre quando o autor desta violência acredita que o seu abuso/agressão é aceitável, justificado ou improvável de ser punido. Esta violência pode dar origem a ciclos de abuso/agressão intergeracionais, criando a imagem nas crianças e demais membros de uma família que o abuso/agressão é aceitável. Neste contexto é provável que poucas pessoas sejam capazes de se reconhecer no papel de abusadoras/agressoras ou vítimas, uma vez que a violência é considerada como algo normal, ou ainda como simples descontrole emocional.

    Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a violência é a maior causa de morte de mulheres entre 16 e 44 anos, outro dado aterrorizante é que a OMS também confirma que pelo uma em cada três mulheres já sofreu violência, e que 70% dessas mulheres sofreram violência dentro de casa, tornando a Violência Gênero uma epidemia mundial. Segundo dados da Fundação Perseu Abramo 4 mulheres são espancadas por minuto no Brasil. E, segundo dados publicados em 2015, treze mulheres são assassinadas por dia em nosso país, fazendo com que o Brasil ocupe a 5ª posição no ranking mundial de assassinatos de mulheres. Essa taxa só é maior em El Salvador, na Colômbia, na Guatemala e na Rússia e o detalhe assustador é que a maioria desses crimes foi cometida por alguém da própria família.

    Meu primeiro contato com esse tema veio através do Serviço Anglicano de Diaconia e Desenvolvimento (SADD) que no ano de 2013 lançou a cartilha de Prevenção e Enfrentamento à Violência Doméstica contra as Mulheres e que corajosamente conduziu a IEAB numa caminhada de discussão, mas mais do que isso, nos fez abrir os olhos, os ouvidos, e ampliar nossa percepção desta cruel realidade que viola os direitos humanos das mulheres, através de encontros de formação, sensibilização e capacitação em todas as áreas pastorais e dioceses de nossa Província.

    Hoje estamos mais qualificadas(os) para esse enfrentamento, mas talvez algumas pessoas entre nós ainda pensem que, porque fazemos parte de uma Igreja, estamos imunes à violência e gênero, afinal entre pessoas cristãs reina a paz e a harmonia. A verdade, no entanto, é que essa realidade idealizada não existe e não estamos imunes. A violência contra as mulheres não é mito, não é exagero, não é “mimimi”. Ela está mais perto do que supomos, pode se infiltrar em nossas estruturas, e certamente pessoas que conhecemos e com as quais convivemos podem estar sofrendo violência neste exato instante, e por isso mesmo ela precisa ser apontada, denunciada, e responsabilizada. É nossa tarefa como Igreja assumir um papel de protagonismo nas ações de enfrentamento à violência de gênero, buscar que políticas públicas de erradicação da violência sejam implementadas, denunciar o patriarcalismo e o machismo na sociedade e na própria Igreja, e abrir espaços seguros de diálogo e acolhida para as mulheres e crianças vítimas deste pecado hediondo, não basta falar é necessário agir, e o engajamento da IEAB nos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres é parte importante de nossa ação como anglicanas e anglicanos, na vivência de nossos votos batismais que nos conclamam a “transformar as estruturas injustas da sociedade, desafiando toda a sorte de violência, respeitando a dignidade de toda a pessoa humana”. (LOC pág. 555).

    Texto: Bispa Marinez Rosa dos Santos Bassotto – Diocese Anglicana da Amazônia

     
  • SNIEAB 9:55 on 28/11/2018 Permalink | Responder
    Tags: , , Encontro Regional de Primazes, ,   

    Líderes anglicanos das Américas se reúnem em Toronto para o encontro regional de Primazes 

    Os líderes de oito províncias anglicanas cujas igrejas cobrem os territórios de Cabo Horn ao Ártico estão se reunindo em Toronto (Canadá) para um encontro regional de primazes. Sete Primazes e um Bispo representante da Igreja da Província das Índias Ocidentais, onde no momento há uma vacância de primazia, estão reunidos para discutir a Conferência de Lambeth 2020 e outras questões, incluindo os instrumentos de diálogo e das mais diversas realidades regionais da Comunhão Anglicana no Continente Americano.

    O encontro reúne o Bispo Primaz Naudal Alves Gomes da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil; O arcebispo Julio Murray Thompson, da Igreja Anglicana da América Central; Primaz Bispo Francisco Moreno da Igreja Anglicana do México; Bispo Greg Venables, presidente da Igreja Anglicana da América do Sul; Bispo Michael Curry, presidente da Igreja Episcopal dos EUA; O arcebispo Tito Zavala, da Igreja Anglicana do Chile; e o anfitrião da reunião, o Arcebispo Fred Hiltz, da Igreja Anglicana do Canadá. O Bispo das Ilhas de Barlavento, Leopold Friday, representou a Igreja da Província das Índias Ocidentais.

    Também estão presentes o Arcebispo de Canterbury, Justin Welby, o Secretário Geral da Comunhão Anglicana, Dr. Josiah Idowu-Fearon, e o Chefe Executivo da Conferência de Lambeth, Phil George.

    Texto e Foto: ACNS

     
c
escrever um novo post
j
próximo post/próximo comentário
k
post anterior/comentário anterior
r
responder
e
editar
o
mostrar/esconder comentários
t
topo
l
go to login
h
show/hide help
esc
cancelar