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  • SNIEAB 15:26 on 26/04/2017 Permalink | Responder
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    Processo de Eleição Episcopal – DAA 

    Belém-PA, 20 de abril de 2017.
    Aos irmãos da IEAB:
    Bispos, Reverendas e Reverendos, Ministras Leigas e Leigos
    Ao povo em Comunhão,
    A Paz e o Bem de nosso Deus!

    Como é do conhecimento da IEAB, nosso Bispo Saulo Maurício de Barros solicitou resignação e foi concedida pela Câmara Episcopal e iniciamos o processo de Eleição para Bispa ou Bispo da Diocese Anglicana da Amazônia. Assim, durante o 11o Concílio Diocesano fora criado o Grupo de Trabalho, constituído pelo Conselho Diocesano e mais seis pessoas presentes no Concílio. Essa equipe reuniu-se recentemente para a elaboração do documento, em anexo, que norteará o processo.

    Com a ajuda de Deus, Luz que ilumina a caminhada pastoral da nossa Diocese, contamos com a participação de vocês com orações e, ao mesmo tempo, com a divulgação desse documento a toda Província, de modo oferecer a oportunidade aos chamados ao ministério episcopal de apresentarem seus currículos, ou mesmo às comunidades de fazerem sugestões de possíveis candidatos. Também estamos abertos a sua colaboração através de sugestões, ideias e proposições, pois somos a Diocese caçula da Província brasileira, sendo esse processo uma etapa desafiadora para a nossa caminhada.

    Enfim, nesse Tempo Pascal que se inicia, serão cinquenta dias em que a Igreja fará memória atualizante do Cristo Ressuscitado em meio às incertezas do mundo: a vida persiste e a morte é vencida pela fé, pela esperança e pelo amor. Como o “discípulo amado” (cf João 20:8): ver e crer é uma tarefa constante em nossa vida de discipulado; é Testemunhar com alegria o que nos é ensinado por nossa Tradição. A Igreja caminha porque crê e crendo anuncia a verdade do Evangelho de Jesus Cristo.

    Ver e Crer, como “discípulas e discípulos amados de nosso Senhor Jesus Cristo”, nos torna aptos e corajosos para anunciar com amor, em terras amazônidas, a mensagem libertadora do Reino de Deus.

    Feliz e abençoado Tempo Pascal!
    Abraço fraterno,

    Revdo. Claudio Corrêa de Miranda – Presidente do Conselho Diocesano

    Revdo. Sérgio Augusto Santos da Silva – Secretário do Conselho Diocesano
     
  • SNIEAB 13:26 on 18/04/2017 Permalink | Responder
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    66º Concílio da Diocese Sul-Ocidental 

     
  • SNIEAB 13:18 on 18/04/2017 Permalink | Responder
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    125º Concílio da Diocese Meridional 

    Programação para download disponível abaixo:

    Programacao do 125 Concílio DM.

     
  • SNIEAB 15:25 on 13/04/2017 Permalink | Responder  

    Mensagem Páscoa do Bispo Primaz 

    O cerne da mensagem cristã e a força motora do testemunho do movimento de Jesus é a proclamação do Mistério Pascal. Nele se encerra a proclamação mais solene do poder de Deus sobre a morte: “Ele não está aqui” Mt 28:6

    Vivemos tempos de medo. Aqui e ali, se multiplicam as ações de ódio e violência política arquitetadas por grupos radicais religiosos e motivados por políticos que exploram os sentimentos de xenofobia, racismo, e fundamentalismos.

    Vivemos tempos de crescimento da exclusão de pessoas vulneráveis, vítimas de políticas que reafirmam a lógica de exploração de um capitalismo que só beneficia os mais ricos. Milhões sofrem de fome, enquanto alguns poucos acumulam riquezas de origem duvidosa em paraísos fiscais. Ou então desviam recursos essenciais para as políticas públicas através de ações criminosas. Ou ainda, usam do expediente da evasão de tributos para aumentar os seus ganhos.

    Num cenário com essas contornos sofríveis, parece que ecoa e nosso coração, a fala de Jesus no momento mais doloroso de sua vida: Eloi, Eloi, lama sabactani! Sim, nos sentimos desamparados. Olhamos para um lado e para outro e nos sentimos completamente fragilizados.

    No entanto, o mesmo Deus que “ressuscitou dos mortos a Jesus Cristo”, nas palavras do corajoso Pedro diante da multidão em Pentecostes, é o mesmo Deus que nos garante que as coisas que são derrubadas, serão levantadas e que os últimos, na escala do poder, precederão os poderosos no Reinado de Cristo.

    Que nesta Semana Santa caminhemos lado a lado com Jesus experimentando as dores da injustiça, diante do poder da opressão religiosa e do poder imperial. Sejamos corajosos contra aquelas pessoas que lançam escárnios contra nós porque se acham vencedores. E quando chegar a hora em que o silêncio parece indicar o fim, exultemos pelo poder da ressurreição. Cristo nos antecede neste momento de vitória! E saberemos que a última palavra de Deus é a uma palavra de vida. E vida abundante!!
    Nada resiste à luz da manhã que dissipa as trevas. A luz de Cristo brilha em nós e por isto nos tornamos testemunhas de seu Reinado sobre nós e sobre um mundo de paz e justiça para todos os seres. Só o poder da Ressurreição é que nos dá essa alegria e essa coragem.

    Ergo meu espírito aos céus para honrar aos irmãos e irmãs que tem sido vítimas do ódio religioso. Das pessoas que tem sido martirizadas por causa de sua fé. Estendo meus pensamentos e orações para nossos irmãos e irmãs coptas que perderam a sua vida recentemente enquanto adoravam o Senhor, na cidade do Cairo. Que Cristo  os acolha na sua glória.

    Que na aurora deste Domingo de Páscoa escutemos o Cristo dizendo a nós: Sou Eu; não temais!

    Uma abençoada Páscoa a todo o povo de Deus!

    Francisco de Assis da Silva

    Primaz da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil

    Diocesano em Santa Maria

     
  • SNIEAB 13:48 on 10/04/2017 Permalink | Responder  

    Carta Aberta sobre a Reforma da Previdência e Reforma Trabalhista 

    Como Câmara Episcopal da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, manifestamos, por meio desta nossa preocupação através deste posicionamento profético e pastoral diante do Projeto de Reforma da Previdência (PEC 287/2016), Projeto de Reforma Trabalhista, e a recentemente aprovada Lei da Terceirização, questionada pelo Ministério Público no Supremo Tribunal Federal.

    A Reforma da Previdência

    O Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC) enviou para todas as igrejas membro um estudo feito pela ANIFP (Associação Nacional de Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil) e pelo DIESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), sob o título “Previdência: reformar para excluir?”. Neste estudo fica amplamente demonstrado que:

    1. A política de “austeridade econômica” que promove “o corte nos gastos públicos, sem poupar as políticas sociais e os investimentos, acompanhado por aumento das taxas de juros e por restrição severa do crédito, contribuiu para (…) uma depressão econômica”, com diminuição de contribuições para a Previdência Social.
    2. Que a ANFIP demonstra que “a Seguridade Social é superavitária mesmo com a crescente subtração das suas receitas pela incidência da Desvinculação das Receitas da União (DRU)(…) com as desonerações tributárias concedidas pela área econômica do governo sobre as suas principais fontes de financiamento”.
    3. Que aposentadoria por idade, 60 anos para a mulher e 65 anos para o homem, já está estabelecida no artigo 201 da Constituição de 1988, é que “atualmente 53% das aposentadorias são por idade, contra 29% por tempo de contribuição e 18% por invalidez”.
    4. Em caso da invalidez, o projeto exige “incapacidade permanente”, com 51% da remuneração mais um porcentual por ano contribuído, o que, além de deixar estas pessoas necessitadas em situação precária não ampara as vítimas de acidentes de trabalho ou a chamadas “doenças profissionais”.
    5. A não consideração de uma série de desigualdades como: entre homens e mulheres (sendo que as mulheres têm maiores dificuldades para encontrar emprego, com menor remuneração e, geralmente, dupla jornada); entre o meio rural e urbano (sendo que o benefício previdenciário tem permitido às pessoas a permanência no meio rural e tem apoiado o desenvolvimento a 88% dos municípios do país, com menos de 50 mil habitantes) e entre expectativa de vida e saúde (considerando as diferenças regionais, e as atividades laborais), entre outras.
    6. O fim da vinculação do piso da aposentadoria ao salário mínimo condenará à miséria a 28,3 milhões de pessoas que recebem benefícios diretos e suas famílias, além de mais 40 milhões de pessoas amparadas pelo seguro desemprego e outros benefícios.

    O impacto de uma reforma desta índole para a Previdência Social do Brasil é desumano, cruel e devastador, com conseqüências que levarão para a miséria extrema a milhões de pessoas, e forçarão outros tantos milhões a trabalharem até sua morte, desamparando suas famílias. O Brasil que já destaca pela injusta distribuição da riqueza entre pessoas ricas e pobres verá aumentada esta desigualdade.

    Reforma Trabalhista e flexibilização da negociação coletiva e terceirização

    O mesmo estudo, antes mencionado, afirma que “liberação da terceirização, inclusive com a possibilidade de ‘terceirização em cadeia’ e intensificação da rotatividade, e a prevalência do negociado sobre o legislado apontam no sentido contrário, de enfraquecimento da remuneração do trabalho e de expansão das formas informais e ilegais de contratação”.

    Quando a terceirização é aplicada a educação, saúde e segurança, servirá como caminho de evasão de responsabilidades públicas sobre estes setores, e o progressivo desamparo da população.

    Por que nos manifestar

    O Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, declara bem-aventuradas, as pessoas que tem “fome e sede de justiça” por que é elas serão fartas! (Mateus 5.9), e a Carta de Tiago nos lembra “Ora, o fruto da justiça semeia-se na paz, para os que exercitam a paz.” (3.18). Portanto, não podemos nos omitir diante desta tragédia humanitária que estas reformas promovem. Trata-se, pela sua simples proposição em um desrespeito e uma violenta ameaça para este país. Sinal de governantes ilegítimos que, não conseguindo defender esta agenda em um processo democrático com participação popular ampla, o fazem usurpando os poderes que pertencem ao conjunto de cidadãs e cidadãos do Brasil.

    Cremos que, pela união das forças de todas as pessoas de boa vontade, este haverá reversão deste quadro. Conclamando assim à mobilização em favor dos direitos das pessoas trabalhadoras, da melhor condições de trabalho e do amparo justo especialmente para mais pobres e vulneráveis de nossa sociedade. Como poderemos ter paz, se promovemos a injustiça, a morte e a exclusão?

    Rio de Janeiro, 05 de abril de 2017.

    Dom Francisco de Assis da Silva, Bispo Primaz e Diocesano da Sul Ocidental

    Dom Naudal Gomes, Bispo da Diocese Anglicana de Curitiba

    Dom Filadelfo Oliveira, Bispo da Diocese Anglicana do Rio de Janeiro

    Dom Mauricio Andrade, Bispo da Diocese Anglicana de Brasilia

    Dom Saulo Barros, Bispo da Diocese Anglicana da Amazônia

    Dom Renato Raatz, Bispo da Diocese Anglicana de Pelotas

    Dom Flavio Irala, Bispo da Diocese Anglicana de São Paulo

    Dom Humberto Maiztegui, Bispo da Diocese Meridional

    Dom João Peixoto, Bispo da Diocese Anglicana do Recife

    Dom Eduardo Grillo, Bispo Coadjuntor da Diocese Anglicana do Rio de Janeiro

    Dom Clóvis Rodrigues, Emérito

    Dom Almir dos Santos, Emérito

    Dom Celso Franco, Emérito

     
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