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  • SNIEAB 17:52 on 25/03/2014 Permalink | Responder  

    SEMANA DE REUNIÕES NA IEAB 

    Durante toda a Semana entre os dias 25 a 30 de março, importantes instâncias da IEAB estarão reunidas para construir seus planejamentos.  As cidades de Brasília e Porto Alegre  receberão os nossos Bispos, Clérigos (as) e Leigos (as).

    Acompanhe a Agenda:

    Junta Nacional de Educação Teológica (JUNET) e o Centro de Estudos Anglicanos (CEA)

    Local- Porto Alegre

    Datas: 25-27 de março

    Fundo de Aposentadoria e Pensões da IEAB (FAPIEB)

    Local: Porto Alegre

    Data: 25 de março

    Conselho Executivo do Sínodo (CEXEC)

    Local: Brasília

    Data: 28-30 de março

     
  • SNIEAB 15:54 on 12/03/2014 Permalink | Responder
    Tags: DIOCESE ANGLICANA DE PELOTAS   

    DIOCESE ANGLICANA DE PELOTAS COMEMORA 25 ANOS 

    CONHEÇA A HISTÓRIA E O TESTEMUNHO DA DIOCESE ANGLICANA DE PELOTAS

    CARTA DO BISPO PRIMAZ SAUDANDO OS 25 ANOS DA DIOCESE ANGLICANA DE PELOTAS

    Santa Maria, 12 de Março de 2014

    O Senhor é a minha porção; eu disse que observaria as tuas palavras.

    Salmos 119:57.

    Estimado Dom Renato Raatz

    Queridos irmãos e irmãs da Diocese Anglicana de Pelotas

    Graça e Paz!

    É com alegria que em dirijo a vocês para celebrar esta data significativa da vida diocesana. São 25 anos de testemunho corajoso do Evangelho. Três bispos, clérigos e clérigas que viveram e outros que continuam a viver a partilha de dons durante este tempo e um povo que caminha sempre na força do serviço e missão.

    Fiz intencionalmente a referência aos pioneiros porque eles aplainaram as veredas para que seus sucessores continuassem o trabalho de Deus.

    Que seja um momento de ação de graças e de renovação do amor a Cristo e ao seu chamado. Olhem para o passado e vejam quantas pessoas foram levadas a Cristo pelo trabalho de todos vocês. Olhem o presente com determinação para continuarem a obra de Deus a vocês confiada. E olhem para o futuro com esperança, pois muito ainda temos que fazer para que nossa sociedade experimente de fato a graça maravilhosa de Deus em suas vidas.

    Coloco cada um(a) nas mãos de Deus a agradeço por suas vidas e ministérios!

    Que outros tantos 25 anos se sucedam na oração, no aperfeiçoamento espiritual e no testemunho de amor e justiça!

    Um abraço do vosso Primaz e de toda a IEAB que se orgulha de ter esta diocese como parte dessa grande família anglicana brasileira!

    ++ Francisco de Assis da Silva

    Primaz do Brasil e Diocesano em Santa Maria


     
  • SNIEAB 10:09 on 12/03/2014 Permalink | Responder
    Tags: ,   

    Uma porta entreaberta 

    Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo.

    Apocalipse 3:20

    Está chegando ao fim o período determinado pela ONU para que os países atendam as Oito Metas do Milênio. Com isso, a 58ª Reunião do Status da Mulher das Nações Unidas, está discutindo o levantamento do que já foi atingido até o momento e o que ainda está por ser feito. O consenso é de que não será possível atingirmos as metas. Com isso, as mulheres ecumênicas estão reunidas com o objetivo de oferecer aos embaixadores da ONU temas que deverão ser incluídos na agenda das decisões futuras.

    Uma porta entreaberta no altar, na celebração de abertura, chamou a atenção das participantes do Encontro de Mulheres Ecumênicas nas Nações Unidas, que neste ano ressalta “A Fé e a questão de Gênero na igreja tendo como base a agenda da ONU”. A reflexão do dia estava centrada nas portas que ainda estão fechadas para as mulheres. E na nossa responsabilidade em procurar abrir essas portas, para que todas possam entrar com gratidão e cânticos de louvores a Deus, conforme palavras do Salmo 100, versículo 4.

    A sul africana e Diretora Executiva para Mulher da ONU, Phumzile Mlambo-Ngcuka, ao dar as boas vindas ao nosso grupo, falou da importância em nos comprometermos em valorizar a mulher e colocá-la como prioridade em todos os nossos projetos, tendo em vista que o fortalecimento das mulheres reduzirá a pobreza no mundo, promoverá a paz, além de fortalecer a educação e a saúde das crianças. Grandes passos ainda precisam ser dados em direção aos direitos das mulheres. Só as mulheres poderão abrir os caminhos para outras mulheres, porque a maioria dos homens se retrai e fica em silêncio, e um bom homem em silêncio é um homem violento, pois não vai em direção a mudar a situação das mulheres afetadas pela violência e miséria.

    Na realidade ainda precisa ser aprofundado o levantamento do que aconteceu nessa década em direção ao desenvolvimento, em especial quanto a questão de gênero. Ainda precisamos aprender com boas práticas que tem acontecido em igrejas e organismos sociais. A vulnerabilidade da mulher e a justiça de gênero são temas que precisam entrar na pauta das igrejas, organismos sociais e governos.

    Esse é um momento histórico. Em 2015 serão adotadas novas metas e estamos avaliando o que fizemos e o que ainda tem por ser feito. O positivo dos MDGs é que o mundo esteve com um objetivo comum, o desenvolvimento de todas as nações. E a prioridade dessa reunião é estabelecer novas metas, tendo a mulher como o foco principal. Assim, as Mulheres Ecumênicas estão de acordo que as novas metas devem conter:

    1. O fim da Pobreza e da Fome – ainda tem muito o que ser feito para que esses objetivos sejam atingidos;
    2. Igualdade de Gênero – homens e mulheres precisam que ter acessos iguais a educação, ao trabalho e nas tomadas de decisões. Acesso a oportunidades, dando condições das mulheres serem autossuficientes. Ter influência nos processos decisórios;
    3. Saúde – Muito já foi feito em direção a melhores condições de saúde, mas é preciso assegurar melhores condições de saúde para mulheres e meninas, especialmente na saúde sexual e reprodutiva;
    4. O fim da Violência contra Mulheres e Meninas – esse tema ainda é um grande desafio para os países ricos e pobres. Muito ainda precisa ser feito para o fim da violência de gênero. Não permitir que as crianças sejam dadas como esposas. Essa pode ser considerada uma das maiores violências contra as meninas.

    Cabe a cada uma de nós oferecer  nossos esforços para acolher e lutar em favor das mulheres em nossas nações. Como diz o hino cantado no final do culto de abertura do encontro: Aqui estou Senhor, eu ouvi o seu chamado. Estou disposta a colocar o seu povo no meu coração. (Here I am Lord).

    Que a nossa querida IEAB possa se oferecer para abrir portas para as mulheres no nosso país. Que de norte a sul possamos juntas e juntos oferecer as mulheres brasileiras força e coragem para recriarem suas vidas e reconstruírem suas histórias.

    Sandra Andrade

    Coordenadora do SADD

     
  • SNIEAB 14:56 on 07/03/2014 Permalink | Responder
    Tags: , Mulheres e Religião   

    DIA INTERNACIONAL DA MULHER 

    Mensagem do Primaz pelo Dia Internacional da Mulher

    Santa Maria, 07 de março de 2014

    Todavia, nem o homem é sem a mulher, nem a mulher sem o homem, no Senhor. 1 Coríntios 11:11

    Saúdo todas as mulheres de nossa Igreja neste Dia Internacional da Mulher. Gostaria de saudá-las em um contexto diferente, ou seja, num contexto onde não exibíssemos a sétima posição mundial em termos de estatísticas de violência contra as mulheres. O Brasil tem um grande débito para com suas mulheres. Débito de todas as categorias: tratamento igualitário no mercado de trabalho, igualdade de oportunidades, políticas públicas de saúde, tratamento respeitoso dentro da família, entre tantas outras áreas.

    Mas também revelo aqui a minha esperança por aquilo que temos feito como IEAB na defesa de direitos. Nossa Província estará participando daqui a dias de mais uma Conferencia das Nações Unidas sobre o Status da Mulher, representada por Sandra Andrade o que afirma assim a presença continua da IEAB nas Conferencias, desde 2006. Mais que participar de um evento de alcance internacional, esta presença do Brasil eleva a voz de todas as Igrejas e organizações sociais pela superação de todas as formas de violência contra as mulheres.

    Através do Serviço Anglicano de Diaconia e Desenvolvimento, nossa Igreja tem oferecido ferramentas de reflexão e conscientizado corajosamente nossas comunidades para transformar a realidade. A leitura da Bíblia sob uma ótica feminina tem ajudado muitos de nós, homens e mulheres a romper com padrões machistas e autoritários dentro de nossas comunidades e na sociedade em geral.

    Somos desafiados pela Palavra de Deus a abandonar a passividade diante de tantas dores vividas cotidianamente pelas nossas mulheres. Precisamos reler a História sob a ótica da libertação e não da opressão. Somente assim romperemos a cadeia sutilmente mantida pela sociedade. A dominação de gênero é muitas vezes aliviada sutilmente pelas mídias, fazendo-nos crer que tudo vai bem. E este fenômeno também é alimentado pelo discurso religioso fazendo-nos crer que entre irmãos e irmãs não existe problemas. Pelo contrário, este último é igualmente pernicioso porque mascara os problemas.

    Que possamos neste dia, e em todos os dias e todo o tempo assumir o compromisso de afirmar o direito de todas as mulheres, de todas as classes, etnias e condição sexual, superando de vez a discriminação, o preconceito e todas as formas de violência.

    Afinal, fomos feitos homem e mulher, ambos à imagem e semelhança de Deus e estamos colocados na História para proclamar as boas novas do Reino de Deus! Sem essa compreensão de dignidade ontológica, continuaremos a assistir as trágicas cenas cotidianas que nos envergonham como Nação!

    ++ Francisco de Assis da Silva

    Primaz do Brasil e Diocesano em Santa Maria

     
  • SNIEAB 14:42 on 07/03/2014 Permalink | Responder
    Tags: ,   

    Tempo de Quaresma na IEAB 

    Mensagem de Quaresma do Bispo Primaz

    Santa Maria, 07 de março de 2014

    E não vos conformeis com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus. Rom 12,2

    Uma das possíveis – entre outras – conotações da Quaresma é a de que ela representa o retiro de Jesus no deserto antes de seu ministério público ser iniciado. Foi um período de enfrentamento das tentações e – garante-nos o depoimento dos evangelhos – que ele venceu cada uma com serenidade calcada na vontade de Deus.

    Para nós cristãos em pleno século 21, é desafiador viver o retiro espiritual no meio dos enfrentamentos dos modernos demônios que estão sempre a nos desafiar em nossa fé e compromisso com o Reino de Deus. Vivemos tempos em que o discernimento espiritual nosso é turvado a cada instante pelos apelos de uma sociedade consumista, individualista e que premia apenas aqueles que se submetem às sua sutis sugestões.

    identificar-se com Cristo em suas tentações é ter a coragem de dizer não, firme e rotundo contra a banalização da vida. É não ter medo de fugir do efeito manada que leva tantas pessoas a perder a capacidade de enxergar alternativas à lógica diletante do sistema no qual estamos inseridos. Significa também a busca da transformação e renovação do entendimento.

    Viver a Quaresma é reagir à uma espiritualidade de mercado, onde Deus se torna um bem a ser possuído em função de nossas conveniências de ocasião. A Quaresma, considerada como tempo de reflexão e reconhecimento de nossa natureza mais profunda, nos impele a buscar a comunhão mais profunda com o fundamento de nosso ser.

    Quando somos capazes de viver o deserto, estamos aptos a identificar nossos limites e nossas sombras, re-significando a vida e nos tornando mais inteiros, íntegros e sensíveis. E, ao fazermos isto, não estamos sozinhos. Cristo venceu o deserto e ali estará para fazer companhia quando os medos chegarem ao nosso coração. Seremos capazes de escutar suas palavras: “no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo. João 16,33

    A Quaresma nos leva ainda além. Nos leva a depender cada vez mais de Deus e retira de nós qualquer auto-suficiência. É nesse momento que nossas tentações são vencidas porque somos capazes de entender suas armadilhas argumentativas . Tornamos reais em nossa vida as palavras de Paulo: Porque quando estou fraco então sou forte. 2 Coríntios 12,10

    Nossos olhos, a partir de nossa fraqueza, se abrirão para a compaixão pelo mundo, pelos fracos, pelos excluídos, pelos que sofrem, dando-nos a coragem necessária do testemunho de justiça e paz! Quando percebermos a solidez de nosso fundamento divino, pelo retiro e pela oração, seremos impulsionados a anunciar com alegria as Boas Novas!

    Que nossa IEAB viva uma abençoada Quaresma!

    ++ Francisco de Assis da Silva

    Primaz do Brasil e Diocesano em Santa Maria

     
  • SNIEAB 0:54 on 01/03/2014 Permalink | Responder
    Tags: ,   

    Retiro e Reunião da Câmara dos Bispos da IEAB em São Paulo 

    Oração e retiro ocuparam a maior parte da reunião da Câmara dos Bispos da IEAB, realizada em São Paulo, entre os dias 24 e 26 de fevereiro. Com o apoio de uma equipe de liturgia e com a assessoria do monge Marcelo Barros, os bispos tiveram a oportunidade de refletir sobre a natureza do ministério pastoral, especialmente nos desafios que se enfrenta nos dias de hoje.

    A partilha ministerial, vivida num clima de colegialidade, oportunizou momentos de oração e abraço fraterno na dimensão de que o ministério episcopal precisa ser vivido cada vez mais em interdependência.

    Um momento especial foi vivido na acolhida calorosa que a Câmara recebeu na Paróquia São Lucas, em Vila Maria, onde a Eucaristia foi celebrada junto com a comunidade, seguida de momento de confraternização. Foi visível a emoção daquela comunidade que expressou publicamente o seu agradecimento à Câmara pelo apoio pastoral recebido durante a crise cismática ocorrida na Diocese. Conforme afirmou o bispo Primaz, Dom Francisco, a Câmara fica agradecida pelo reconhecimento do cuidado pastoral mas que como bispos, a tarefa da Câmara é garantir a fé e a unidade da Igreja e cuidar com carinho do rebanho de Deus confiado aos cuidados de seus bispos.

    A vivência litúrgica foi rica e dela se apreendeu a importância do ministério episcopal como um ministério de serviço, de nutrição na fé e de cuidado pastoral com o rebanho confiado à responsabilidade de cada bispo, não somente como Igreja local, mas igualmente numa dimensão universal.

    A Câmara intercedeu constantemente pela Diocese do Rio de janeiro, vez que Dom Filadelfo não pode se fazer presente por razões de tratamento médico. Ao final do encontro, cada bispo escolheu dentre os círios de cada diocese que foram acesos na oração matutina da quarta-feira, um círio de uma diocese distinta da sua para levar consigo e orar por ela.

    Os desafios pastorais da IEAB foram discutidos pelos bispos e todos foram unanimes em assumir o compromisso de conduzir a Igreja no processo de diálogo e reflexão em torno do tema da família e das sexualidade humanas. Este é um processo recomendado expressamente no Sínodo de novembro passado e que contará com a facilitação metodológica do Centro de Estudos Anglicanos.

    Outro ponto importante a destacar foi a interação dos clérigos e leigos das dioceses através das redes sociais, com mensagens e orações pelos seus bispos durante a reunião, numa demonstração de carinho.

    Mais que uma reunião dos bispos, o encontro foi um grande sinal da colegialidade, de fortalecimento de laços comuns e de sonhos a se realizarem através da IEAB nos caminhos de Missão.

     
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