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  • SNIEAB 13:47 on 17/04/2013 Permalink | Responder
    Tags: Anglicanos e Católicos   

    Bispo Primaz na 51º Assembléia da CNBB em Aparecida 

    Os bispos católicos romanos do Brasil estão reunidos desde o dia 10 de abril, em Aparecida-SP,  para a 51a. Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). No dia 16 ocorreu a Celebração Ecumênica com a presença das seguintes igrejas e organismos: Igreja Episcopal Anglicana do Brasil (IEAB), Igreja Evangélica de Confissão Luterana do Brasil (IECLB), Igreja Presbiteriana Independente (IPI), Igreja Presbiteriana Unida (IPU), Comunidade Carisma, Coordenadoria Ecumênica e Serviço (CESE) e Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC).

    Dom Maurício Andrade, bispo Primaz, esteve presente no ato em companhia do Secretário Geral da IEAB, Reverendo Arthur Cavalcante e do Reverendo José de Jesus Gonçalves (DASP). A Celebração Ecumênica foi um momento especial para reafirmar a caminhada das igrejas na Fraternidade. Dom Maurício fez a homilia baseada no texto de Lucas 24, 13-25 (Os discípulos de Emaús) e exortou para que todos permaneçam atentos aos sinais de vida que apontam para o Cristo Ressuscitado. Lembrou da importância do Encontro Mundial do ARCIC que ocorrerá entre os dias 29 de abril a 06 de maio no Rio de Janeiro. E igualmente assegurou a presença de representações de jovens da IEAB e da Comunhão Anglicana na Jornada Mundial da Juventude/Rio de Janeiro, entre os dias 23-28 de julho, da qual o Reverendo Nicholas Wheeler da Diocese Anglicana do Rio de Janeiro está responsável pela articulação anglicana.

    Na ocasião Dom Maurício Andrade  se reuniu com o Arcebispo de São Paulo Dom Odilo Scherer, com Dom Jacyr Francisco Braido – Bispo da Diocese de Santos- e com Pastor Presidente da IECLB Dr. Nestor Paulo Friedrich para informar sobre a situação atual da Diocese Anglicana de São Paulo. O Bispo Primaz recebeu de todos os líderes votos de solidariedade ecumênica e apoio total a Igreja Episcopal Anglicana do Brasil.

    Bispo Dom Maurício Andrade teve a oportunidade de ter um rápido encontro com Dom Celso de Queiroz, ex-membro da Comissão Nacional Anglicano Católica Romana (CONAC) e que representou a Igreja Católica Apostólica Romana do Brasil no Encontro IARCCUM, no ano de 2000, em Mississauga/Canadá.

    Na mesma noite, o Bispo Primaz foi entrevistado por  jornalistas de canais de televisão ligados a Igreja Católica. Logo após todos os representantes ecumênicos puderam participar de um jantar com o Cardeal Dom Raymundo Damasceno, presidente da CNBB.

     
  • SNIEAB 18:23 on 05/04/2013 Permalink | Responder  

    Novo Conselho Curador para a Aliança Anglicana 

    A Aliança Anglicana agora tem um novo Conselho Curador  para ajudar a organização no seu desenvolvimento. A Aliança Anglicana é uma organização que une as Igrejas Anglicanas com as agências—anglicanas e internacionais— para combater pobreza e injustiça, trabalhar no sentido de reconciliação do conflito, e salvaguardar o mundo.

    Os novos membros de Conselho são:

    • Cônego Delene Mark, representando África
    • Rev. Canon Grace Kaiso
    • Bispo Humphrey Peters, representando Sul Ásia
    • Senhora Sandra Andrade, representando América Latina e Caribe
    • George Kiriau, representando o Pacífico
    • Robert Radtke, representando América do Norte

    Também incluídos são alguns especialistas em várias áreas:

    • Adele Finney, das agências Anglicanas
    • Humphrey Norrington, da comunidade comercial
    • Rev. John Dean, chefe de Conselho Consultivo da Aliança Anglicana
    • Dorothea Hodge, das agências internacionais de desenvolvimento
    • Chris Smith e a Reverenda Rachael Carnegie, representantes do Palácio Lambeth
    • Cônego Kenneth Kearon, Secretário Geral da Comunhão Anglicana.

    A senhora Sandra Andrade, coordenadora do SADD, tem experiência como diretora dos serviços sociais. Ela estava como membro do grupo de conselheiros  e grupo diretivo da Aliança Anglicana, organizou a conferência da Aliança Anglicana na América Latina e Caribe, e também supervisionou a nomeação do facilitador da Aliança Anglicana da América Latina, Caribe  e Brasil. Ela também tem ligações fortes com uma grande variedade das agências de desenvolvimento baseadas em fé, incluindo Christian Aid e Episcopal Relief & Development.

    Por Nina Boe

    Escritório da Secretaria Geral da IEAB e estagiária da YASC no Brasil

     
  • SNIEAB 17:19 on 05/04/2013 Permalink | Responder  

    Lançamento em São Paulo do Livro do Jornalista Dermi Azevedo 

    O jornalista Dermi Azevedo estará fazendo mais um lançamento de seu livro Travessias Torturadas na cidade de São Paulo. Dermi enviou o convite a Secretaria Geral da IEAB: “Quero convidar meus amigos e amigas de São Paulo para o lançamento do meu livro “Travessias Torturadas. Direitos Humanos e Ditadura no Brasil”, que será realizado no dia 13 de abril próximo, às 14h, no prédio do antigo DEOPS, cujo nome mudou para Memorial da Resistência (Largo General Osório, 66 Centro). O lançamento será precedido por um debate sobre a colaboração de agentes religiosos com a repressão de 1964. Participarão da mesa, como debatedores, os companheiros Waldemar Rossi, Elias Stein, Rose Nogueira e Anivaldo Padilha com a coordenação do autor do livro. Conto com a presença de todos/todas vocês. “

     
  • SNIEAB 10:50 on 05/04/2013 Permalink | Responder
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    IEAB Presente no Encontro de Comunicadores de Igrejas e Jornalistas da CESE 

    Em 13 de junho de 1973, reunidos em Salvador/BA, representantes da Igreja Católica Apostólica Romana, representada pela CNBB, da Igreja Episcopal Brasileira (atual IEAB), Igreja Evangélica Pentecostal O Brasil para Cristo, Igreja Metodista e da Missão Presbiteriana do Brasil Central, com apoio do Conselho Mundial de Igrejas, fundaram a CESE- Coordenadoria Ecumênica de Serviço.

    Nascido em plena ditadura militar, a CESE é fruto da preocupação com a defesa dos direitos humanos, com este foco na época , não era saudável muita divulgação.

    Hoje a CESE é formado pelas igrejas IEAB, Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Presbiteriana Independente do Brasil, Presbiteriana Unida do Brasil e Católica Apostólica Romana, através da CNBB. Os tempos mudaram e não somente é saudável, como importante a maior divulgação da CESE, bem como os temas relativos aos Direitos Humanos.

    Com este foco, reuniram-se hoje (4/04/2013) em São Paulo, representantes da CESE, CMI, CNBB, Christian AID, KOINONIA, Focolares e das igrejas IEAB, IPI e ICAR, para discutir como estes organismos e igrejas trabalham na divulgação dos temas relacionados aos Direitos Humanos, quais os pontos fortes na comunicação, os desafios, dificuldades e para construção de uma proposta a fim de conseguir maior abrangência e eficácia na comunicação.

    Completando este ano 40 anos de atuação, mais de 10 mil projetos atendidos a CESE quer continuar a mobilizar recursos, e dar visibilidade as ações que visem a priorização dos Direitos Humanos.

    Vários desafios foram discutidos, por exemplo, como dar um testemunho cristão em um mundo multi-religioso e as dificuldades de diálogo.

    Marcelo Schneider do Conselho Mundia de Igrejas, destacou a importância da comunicação por direitos, ou seja a maior divulgação dos fatos e problemas que afetam a plena implantação dos Direitos Humanos, e as ações que estão sendo e devem ser implementadas.

    Entre as dificuldades levantadas pelos participantes, destacou-se a capacidade limitada para a geração de conteúdo em comunicação, devido as equipes reduzidas. Assim firmou-se acordo de cooperação para maior troca de informações, com este compromisso firmado, acredita-se que poderemos dar a enfase que o tema merece, nos meios de comunicação das igrejas, entidades e organismos presentes.

    O Encontro CESE com Jornalistas foi coordenado por Diego Lobo.

    Por Paulo Sanda

    Seminarista da Diocese Anglicana de São Paulo

     
  • SNIEAB 16:54 on 02/04/2013 Permalink | Responder
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    Mulheres Ecumênicas na Comissão sobre o status das Mulheres 

    Mulheres Ecumênicas na Comissão sobre o Status das Mulheres: desafios de viver no mundo de Deus Pai/Deus Mãe sem violência de gênero.

    As Mulheres Ecumênicas (EM) estão presentes na Comissão das Nações Unidas sobre o Status da Mulher (CSW UN) desde 2000. É uma coalizão internacional de igrejas e organizações ecumênicas junto ao Conselho Econômico e Social da Nações Unidas (ECOSOC).

    Como organizações baseadas na fé (FBO), elas admitem que, historicamente, algumas instituições e comunidades de fé criaram e perpetraram uma narrativa de subserviência da mulher e meninas, através de seus ensinos e práticas em relação as estruturas patriarcais. Além disso, elas reconhecem a sua responsabilidade e, também hoje, a capacidade de prevenir a violência e defender as mulheres e meninas como criadas à imagem de Deus e iguais aos dos homens e meninos.

    As Mulheres Ecumênicas (EM), representando 29 países, sendo o Brasil um deles, e 18 Comunidades de Fé, entre elas a Comunhão Anglicana, estavam presentes na quiquagésima sétima reunião sobre o Status da Mulher (CSW57), nas Nações Unidas, durante o periodo de 04 a 15 de março de 2013. Antes desse evento, no dia 02 de março, realizou-se o primeiro encontro em Nova Iorque com o propósito de reunir essas representações para celebração e diálogo em defesa dos direitos das mulheres nos campos político, econômico, civil, social e educacional.

    A participação das Mulheres Ecumênicas (EM) na Comissão sobre o Status da Mulher é para chamar à atenção sobre as questões vinculadas ao tema da eliminação e prevenção da violência contra mulheres e meninas e sugerir recomendações possíveis a ação, as quais seguem abaixo:

    • Reconhecem que subjacente a todas as formas de violência existem fatores culturais, estruturais e econômicos que criam desequilíbrio, que humilha e diminui a dignidade de meninas e mulheres. A discriminação de gênero aumenta o risco de violência contra elas que, desde a infância, são ensinadas a normalizar, aceitar e suportar as violências como prática cultural. Aceitar essa discriminação de gênero é ser conivente com a violação de seus direitos humanos.
    • A aceitação cultural da discriminação leva à discriminação estrutural. Muitos governos adotamuma legislação nacional pelo fim da violência contra as mulheres, mas não conseguem implementá-la. Mais mulheres devem ser envolvidas nos processos de decisão e os estados devem trabalhar ativamente para prevenir e punir a violência contra as mulheres nos lugares de esfera pública ou privada.
    • A discriminação econômica impede as mulheres de contribuir integralmente como agentes econômicos, muitas vezes não são reconhecidas por suas contribuições e são impedidas de participar nas economias locais, regionais e internacionais
    • Nós reconhecemos que a violência contra mulheres e meninas é de fato um problema social. A fim de combater as raízes da violência baseada no gênero, todos os setores da sociedade devem trabalhar juntos.
    • Devemos prestar atenção especial tambem às necessidades das populações minoritárias: rural, indígena e imigrantes dentro dos Estados que frequentemente enfrentam dificuldades particulares para o combate à violência, devido ao seu isolamento geográfico e relacional de posições e centros de poder. Isso afeta a sua capacidade de acessar os recursos, tais como serviços, educação e informação.

    As Mulheres Ecumênicas (EM) apelam a ONU e suas agências especializadas para:

    • Promover uma plataforma para o diálogo aberto, especialmente para aquelas sociedades onde o silêncio, vergonha e negação impedem que as mulheres e meninas deêm um passo à frente e recebam os subsídios de que necessitam.
    • Desenvolver planos de ação nacionais para erradicar o tráfico humano e fazer cumprir os esforços internacionais para com os compromissos estabelecidos no Protocolo da ONU para Prevenir, Suprimir e Punir o Tráfico de pessoas.
    • Desenvolver campanhas de sensibilização e mecanismos de informação para a igualdade de gênero.
    • Educar homens e meninos sobre as relações respeitosas com as mulheres e meninas.
    • Criar e apoiar programas que suportem os direitos, especialmente das mulheres da minoria (rural, indígena, imigrantes), fortalecendo as comunidades e promovendo o bem-estar de todas as pessoas.
    • Trabalhar para educação e acesso a dispositivos de saúde reprodutiva, incluindo a contracepção e prevenção de DSTs/HIV/AIDS.

    Durante os 14 dias de trabalho, estavam todas confiantes de que compartilhar a voz é um espaço para o ativismo: “eliminação e prevenção da violência contra mulheres e meninas” e que, quando voltassem a suas casas, continuariam com este trabalho para partilhar o que aprenderam umas com as outras e viver os desafios no mundo de Deus Pai/Deus Mãe.

    Ilcélia Soares é    contato diocesano (Diocese Anglicana do Recife) do Serviço de Diaconia e Desenvolvimento (SADD),  representante do Brasil na Comunhão Anglicana na ONU em New York, março de 2013.

     
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