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  • SNIEAB 14:02 on 30/11/2011 Permalink | Responder
    Tags: 1 dezembro, , , , Religião   

    1 Dezembro: Dia Mundial de Luta Contra AIDS 

    Um Credo para um Mundo sem AIDS

    Cremos e…

    Proclamamos as Boas Novas do Evangelho: que Deus enviou Jesus Cristo para amar e receber em seu Reino a todas as pessoas que vivem e convivem com HIV/AIDS. O Filho de Deus, como pessoa que foi, padeceu suas próprias dores, e tomou para si as dores do mundo, viveu a experiência de ser discriminado e, por isso, pode acolher, incondicionalmente, seus irmãos e irmãs.

    Batizamos, ensinamos e nutrimos pastoralmente os fiéis, independentemente de sua sorologia, seja ela positiva ou negativa, pois viver e conviver com HIV/AIDS não é um castigo de Deus e também não é um motivo para afastá-los da comunhão na Igreja. Incluímos todas as pessoas nos serviços religiosos da comunidade, garantindo-lhes, de forma plena, o livre acesso aos Santos Sacramentos.

    Servimos com amor as pessoas necessitadas, procurando escutar suas histórias, levando-lhes consolo, em suas dores, sofrimentos e adversidades do cotidiano, mostrando sempre que existe esperança, mesmo em tempos de HIV/AIDS. A vida de quem vive com HIV/AIDS não está centralizada no vírus e/ou na doença, mas na pessoa, morada do Espírito Santo. Ela deve ser tratada com dignidade, respeito e justiça, com seus direitos assegurados.

    Lutamos pela transformação das estruturas sociais injustas, responsáveis pela pandemia de HIV/AIDS no mundo. Denunciamos que a AIDS não é um problema moral ou religioso, mas um problema de saúde pública a ser tratado por toda Sociedade e pelo Governo. Discursos religiosos preconceituosos e discriminatórios em relação às pessoas que vivem e convivem com HIV/AIDS, possibilitam uma maior disseminação da doença por criarem ambientes frágeis e vulneráveis para sua propagação.

    Zelamos pela integridade da vida em todas as suas manifestações, independentemente de credo, gênero, orientação sexual, raça/etnia, e classe social, porque apoiamos o uso do preservativo em todas as relações sexuais, o acesso gratuito aos medicamentos para o tratamento da doença e juntamos nossos esforços pela busca de uma vacina eficaz e acessível contra esse vírus. Acreditamos serem pecados contra Deus os discursos e as práticas religiosas que rejeitam a prevenção, e prometem a cura da AIDS através do abandono do tratamento medicamentoso.

    Assim afirmamos nossa esperança e compromisso, inspirados na Santíssima Trindade, de que é possível Construirmos um Mundo sem AIDS.

    AMÉM!


    “Um Credo para um Mundo sem AIDS” foi inspirado nas Cinco Marcas da Missão do Conselho Consultivo Anglicano. (Elaborado para uso na Liturgia do dia 1 de dezembro de 2009)

    Autores: Reverendo Arthur Cavalcante da Paróquia Anglicana da Santíssima Trindade na Cidade de São Paulo e Srª Ilcélia A. Soares, leiga da Diocese Anglicana do Recife e ativista em HIV/AIDS

     
  • SNIEAB 11:20 on 29/11/2011 Permalink | Responder
    Tags: , , laço branco, ,   

    Comunhão Anglicana nos 16 Dias de Ativismo Contra Violência de Gênero 

    Anglicanos em toda parte podem assumir a liderança em acabar com a violência de gênero e cuidar dos sobreviventes

    Postado em: 25 de novembro de 2011 01:31 | Postado por: Admin ACOSNAC: http://www.anglicancommunion.org/acns/news.cfm/2011/11/25/ACNS4988
    Categorias relacionadas: ACO – IAFN global

    Divulgação/Tradução para o Português: Christina T. Winnischofer (Presidente da União de Mulheres Episcopais do Brasil- UMEAB)


    Pelo SNAC pessoal Rev. Terrie Robinson disse hoje que as igrejas em toda a Comunhão Anglicana estão em posição privilegiada para desafiar e mudar a forma como a sociedade pensa sobre a violência baseada no gênero. Falando no início da programação anual dos Dezesseis Dias de Ativismo Contra a Violência de Gênero, a Coordenadora das Redes da Comunhão Anglicana e Diretora da Secreatria da Mulher, explicou que todos os dias, milhões de adultos e crianças, tanto ricos e pobres, vivem a experiência da violência com base em seu gênero. ”A maioria são mulheres e meninas, mas homens e meninos também, podem ser vítimas de violência baseada no genero, eo estigma está ligado a eles por toda sociedade tanto quanto é para as mulheres”, disse a Sra. Robinson. “Assim como a dor de corpos violados, mentes e almas, há a dor adicional da solidão e isolamento que tantas vezes é colocada como um fardo extra sobre vítimas e sobreviventes da violência de gênero. A sociedade olha para o lado ou, pior ainda, despreza e culpa aqueles que tenham sido abusadas. “ ”Os Dezesseis Dias dão um impulso extra para a sociedade civil, os governos, as igrejas e indivíduos para levar a sério o trabalho necessário para eliminar a violência. Igrejas estão em posição privilegiada em nossas comunidades para falar, desafiar e mudar nossas próprias atitudes e comportamentos e a de outras pessoas.

    Como membros do corpo de Cristo é também inerente em nós que nos preocupamos com os sobreviventes da violência baseada no gênero, ajudando a restaurá-los para a saúde e para a comunidade e deixá-los saber de sua infinita dada por Deus vale a pena. “ A sra. Robinson aplaudiu o perfil elevado de a resposta à violência de gênero na Comunhão Anglicana. “Em janeiro deste ano, o Primazes, reunidos em Dublin, Irlanda, tiveram tempo para refletir sobre a violência de gênero em seus próprios contextos. Comprometeram-se a ação e escreveu uma carta às igrejas [também em francês e espanhol], que estabelece as muitas maneiras em que as igrejas podem trabalhar para restaurar relação correta entre homens e mulheres, meninos e meninas. “ ”Em Ruanda, Burundi e Congo, onde a violência sexual como arma de terror continua muito tempo após a assinatura de tratados de paz, as igrejas anglicanas se reuniram a outras igrejas e líderes de fé, representantes do governo, agências não-governamentais e órgãos das Nações Unidas para explorar como eles podem trabalhar juntos para pôr fim à violência e abuso contra mulheres e meninas. ”O arcebispo e os bispos da África Austral assinaram publicamente o compromisso * White Ribbon como uma forma de articular o seu empenho e trabalho levantando suas igrejas” de gênero.

    A diocese da Igreja do Norte da Índia tem executado workshops para alunas para dar-lhes uma compreensão básica das leis relativas à protecção de mulheres e de uma compreensão do processo de lei. As meninas perguntaram se as oficinas podem ser executados para os meninos também.

    Em muitas partes da Comunhão, e entre os organismos ecumênicos, orientações pastorais tem sido produzidas para que sacerdotes e leigos possam responder melhor a aqueles que são afetados pela violência doméstica. Textos bíblicos estão sendo produzidos e novamente desafiam esta geração a rever o status quo e levantar a verdade sobre mulheres e os homens serem criados iguais. ”Estas são apenas algumas das maneiras em que as igrejas estão se engajando com as diferentes questões em torno da violência de gênero. Ainda há muito a fazer, ainda muito inexplorado potencial, mas pelo menos estamos no caminho e agora é a hora de acelerar o ritmo. ”

    Os dezesseis dias começam todos os anos em 25 de Novembro, o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres e termina em 10 de Dezembro Dia dos Direitos Humano. A meio, em 1 de Dezembro, Dia Mundial da SIDA pode ser visto como um lembrete de que o HIV / AIDS e violência contra mulheres e meninas são as pandemias gêmeas e não pode ser abordado inteiramente como fenômenos distintos.

    Dezesseis ações para o Dezesseis Dias de Ativismo Contra a Violência de Gênero:

    1. Assinar o ‘We Will Speak Out “penhor on-line em http://www.wewillspeakout.org . We Will Speak Out é uma coalizão de igrejas cristãs e agências empenhados em falar contra a violência sexual, desafiando atitudes que perpetuá-la, e cuidar de suas vítimas e sobreviventes.2. Às 16h00 a cada dia, uma pausa para tirar um tempo, para ser ainda, para refletir e orar, usando o Conselho Mundial de Igrejas ’16 Orações para os 16 dias “.3. Se você é um homem ou um menino, participar da Campanha do Laço Branco e usar uma fita branca. Se você é uma mulher ou uma menina, aderir à campanha do Laço Branco e usar uma fita branca em solidariedade com os homens e meninos que estão fazendo um stand.

      4. Visite o “Restored” site http://www.restoredrelationships.org para saber mais sobre a violência doméstica e ver como as igrejas podem responder. Restaurado é uma aliança internacional Christian trabalhando para transformar as relações e pôr fim à violência contra as mulheres.

      5. Leia Mateus 19,13-15 aos seus filhos e dizer-lhes que ferir alguém, porque é um menino ou uma menina nunca é aceitável.

      6. Peça sua igreja ou sua diocese de ler o relatório da Rede Família Internacional Anglicana de Consulta Oceania e plano de acção para enfrentar o abuso, e considerar a adaptação e usá-lo em seu contexto local.

      7. Saiba os prós e contras na resposta à violência doméstica. O Manual de Violência Doméstica: Para clero e agentes pastorais publicado pelo Programa Conjunto das Igrejas Prevenção à Violência Doméstica no Sul da Austrália descreve as formas e os padrões de violência doméstica, explode alguns dos mitos, e oferece diretrizes para o clero e os leigos trabalhadores na resposta à violência doméstica.

      8. Olhe para os recursos para estudo da Bíblia contextual desenvolvido pelo Centro Ujamaa da Universidade de KwaZulu-Natal, África do Sul e utilizada na Campanha Tamar. O objetivo da Campanha Tamar é demonstrar compaixão ea justiça de Deus para as mulheres e crianças que sofrem indignidade e violação através de abuso sexual e doméstica. Olha masculinidades redentora e as ligações entre HIV e violência de gênero.

      9. Use o “Orações e Meditações” preparado para o Dezesseis Dias por mulheres da Igreja Episcopal.

      10. “Diga NÃO – UNA” em http://saynotoviolence.org/16days2011 oferece ’16 ações por 16 dias “que você pode tomar para protestar e prevenir a violência contra mulheres e meninas. Escolha como muitos como você gosta, ou tomar a ação do dia.

      11. Equipe-se com outras igrejas ou tradições de fé e planejar algo juntos. Ver “Restaurando Dignidade: Um Toolkit para as comunidades religiosas pelo Fim da Violência Contra as Mulheres ‘, desenvolvido pela Religiões para a Paz.

      12. Leia ‘Righting Her Story: Women Caribe Encontro da História da Bíblia “, publicado pela Comunhão Mundial das Igrejas Reformadas. Este é um livro de estudo bíblico sobre as mulheres que fornece maneiras refrescante para ler a Bíblia, permitindo que mulheres e homens a redescobrir sua riqueza e sua capacidade de ajudá-los a refletir teologicamente sobre sua fé e experiência. O livro pode ser comprado ou baixado do site da WCRC em http://www.wcrc.ch.

      13. Download ‘Criado à imagem de Deus: da hegemonia à Parceria “, um manual de igreja em homens como parceiros que promove masculinidades positiva do ponto de vista da fé cristã – publicado pelo Conselho Mundial de Igrejas eo WCRC.

      14. Baixar e exibir os cartazes da “Campanha Um Homem pode” Um homem pode apoiar homens e meninos em tomar medidas para acabar com a violência doméstica e sexual e HIV / AIDS e na promoção de relacionamentos saudáveis, equitativas que homens e mulheres podem desfrutar – apaixonadamente, respeitosamente e integralmente. O site da campanha tem uma riqueza de recursos, incluindo atividades da oficina e as folhas de ação e uma seção para líderes religiosos.

      15. Cada pessoa tem um valor e dignidade que vem diretamente de sua criação à imagem de Deus. Descubra como a Comunhão Anglicana Igreja Consulta Seguro é promover e apoiar o bem-estar físico, emocional e espiritual e segurança de todas as pessoas envolvidas em igrejas por toda a Comunhão Anglicana.

      16. Explore a seção Recursos do website da Rede Internacional de Mulheres Anglicanas (IAWN) e ler seus boletins para mais idéias. A Rede Internacional da Juventude Anglicana (IAYN) também desenvolveu recursos práticos para ajudar a acabar com a violência contra as mulheres jovens e meninas.

      ENDS

      Notas aos Editores
      · A Campanha do Laço Branco é um movimento de homens e meninos que se comprometem a não praticar ou tolerar a violência contra mulheres e meninas e de não  permanecer em silêncio sobre isso. O movimento está crescendo rapidamente e envolver homens e meninos em países como no Brasil, Paquistão, África do Sul, Canadá, Nova Zelândia, Austrália e Reino Unido.
      · O Escritório da Comunhão Anglicana serve a Comunhão Anglicana, que compreende cerca de 85 milhões de membros em 44 igrejas-membro regionais e nacionais em todo o mundo em mais de 165 países. http://www.anglicancommunion.org

     
  • SNIEAB 10:55 on 29/11/2011 Permalink | Responder
    Tags: , diversidade religiosa,   

    IEAB no Comitê da Diversidade Religiosa da Secretaria Nacional de Direitos Humanos 

    No próximo dia  30 de novembro, em Brasília, ocorrerá  a instalação do  “Comitê da Diversidade Religiosa” da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República,  pela Ministra Chefe de Estado da Secretaria de Direitos Humanos, Sra. Maria do Rosário.

    O Comitê  irá ter a contribuição da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, IEAB juntamente com organismos ecumênicos e interreligiosos tais como CONIC, CLAI, KOINONIA, URI, CENACORA, Candoblé, entre outros. O Bispo Primaz, Dom Maurício Andrade, irá representar a IEAB nesse importante momento da vida nacional.

    Que possamos todos prestigiar o evento e divulgar junto as redes inter-religiosas e de direitos humanos.

    Dia e Local:

    “COMITÊ DA DIVERSIDADE RELIGIOSA – SDH/PR”

    30.11 (QUARTA) – das 9:30 às 12/00 h

    Edifício Sede da Secretaria de Direitos Humanos/PR – Ed. Parque Cidade Corporate“ Torre A – 10 andar – Auditório

     
  • SNIEAB 10:32 on 24/11/2011 Permalink | Responder
    Tags: ,   

    Carta da Camara dos Bispos para o Advento 

     

    Carta Pastoral do Advento 2011

    Queridos irmãos e irmãs, nós bispos e pastores da Igreja, queremos trazer à Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, uma mensagem de esperança neste novo tempo que se avizinha no Calendário Cristão. O Advento tem um caráter preparatório, apontando e nos preparando para  celebrar o mistério da encarnação, em Cristo Jesus. Os eventos resgatados neste período nos falam de um Deus que acompanha bem de perto a jornada da humanidade, “Deus conosco” (Mateus 1:23).

    Apresentando essa mesma perspectiva, uma narrativa do Êxodo nos conta que Deus disse: “Eu tenho visto como o meu povo está sendo maltratado no Egito; tenho ouvido o seu pedido de socorro por causa de seu feitores. Sei que estão sofrendo. Por isso desci para libertá-los do poder dos egípcios e para levá-los do Egito para uma terra grande e boa” (Êxodo 3:7-8). Esse trecho das Escrituras nos mostra um Deus sensível, comovido com o sofrimento humano, que está disposto a descer das alturas das montanhas para cuidar da sua criação.

    Essa imagem deveria guiar sempre a atuação daqueles e daquelas que se dedicam ao pastoreio do povo de Deus. Olhos atentos ao contexto no qual estamos inseridos, ouvidos sensíveis para escuta do clamor das pessoas que sofrem, dispostas a experimentar o desafio da alteridade, se colocando no lugar do outro, movidas pela compaixão, reviradas nas entranhas. Nesse diálogo com o outro a pastoral vai adquirindo sentido. Apesar dos limites humanos, como bispos da Igreja temos procurado refletir essa prática em nossas vidas, por isso tantas vezes temos nos lançado na defesa de grupos e pessoas injustiçadas e marginalizadas pela sociedade, os “pequeninos” mencionados por Jesus de Nazaré (Mateus 10:42; 25:40; Lucas 10:21). Por causa dos desafios assumidos, acolhendo demandas que nenhuma outra ousou encampar, por causa da mudança de alguns paradigmas éticos, sabemos que a nossa Igreja tem pago um alto preço.

    Na condição de pastores precisamos estar atentos ao consenso de fé dos fiéis, sensus fidelium, pois a Igreja não é apenas uma instituição social, mas uma comunhão de discípulos e discípulas de Jesus Cristo. Dentro dessa comunhão existe uma pluralidade de opiniões, valores, comportamentos, que precisam ser considerados e respeitados com o propósito de “que todos sejam um” (João 17:21). Temos consciência de que existe uma série de assuntos em debate na comunhão anglicana que precisam ser considerados com muita seriedade, todavia precisamos evitar o voluntarismo dos vanguardismos e procurar caminhar juntos, a narrativa dos discípulos na estrada de Emaús é a certeza do Cristo que “segue ao lado” (Lucas 24:13-31). Precisamos seguir em frente na nossa jornada com paciência e suportando-nos uns ao outros em amor, como ensina o apóstolo Paulo (Efésios 4:2).

    Quando discípulos de João Batista procuraram Jesus para saber se ele era realmente o Messias, o prometido de Deus, não teve como resposta outra coisa senão os elementos reveladores da vida: Ide, e contai a João o que tendes visto e ouvido: os cegos veem, os coxos andam, os leprosos são purificados, e os surdos ouvem; os mortos são ressuscitados, e aos pobres é anunciado o evangelho” (Lucas 7:22). Da mesma forma, ficamos felizes ao constatar que muitas das nossas comunidades enfrentam sem alarde a prática de acolhimento das diferenças, transformando-se assim em novos espaços de relações onde se realizam as propostas do reino de Deus.

    Que o Espírito Santo continue a produzir no nosso meio “o amor, a alegria, a paz, a paciência, a delicadeza, a bondade, a fidelidade” (Gálatas 5:22-23), nos conduzindo a toda verdade, nos levando a práticas concretas que manifestem o reino divino e nos preparando adequadamente para receber em nossos corações o menino Deus que não se prendeu a sua divindade, mas esvaziou a si mesmo, assumindo a condição humana (Filipenses 2:7).

    São Paulo, 24 de novembro de 2011

    Dia Nacional de Ação de Graças

     

    Dom Mauricio Andrade, Primaz, Brasília

    Dom Orlando Santos de Oliveira, Porto Alegre

    Dom Naudal Alves Gomes, Curitiba

    Dom Sebastião Armando, Recife

    Dom Filadelfo Oliveira, Rio de Janeiro

    Dom Saulo de Barros, Belém

    Dom Renato Raatz, Pelotas

    Dom Roger Bird, São Paulo

    Dom Francisco de Assis da Silva, Santa Maria

    Dom Clóvis Erly Rodrigues, Emérito

    Dom Glauco Soares de Lima, Emérito

    Dom Celso Franco, Emérito

    Dom Almir dos Santos, Emérito

    Dom Jubal Pereira Neves, Emérito

     
  • SNIEAB 8:37 on 24/11/2011 Permalink | Responder
    Tags: Aposentadoria, , , Pensionistas   

    Dr. João Carlos é Reconduzido para Presidência do Fundo de Pensão da IEAB 

    Fundo de Aposentadorias e Pensões da IEAB (FAPIEB): Eleição do Conselho Deliberativo e Fiscal para o triênio 2011 a 2014.

    Em 21 de novembro de 2011, realizou-se na sede da Instituição, sito na Avenida Teresópolis, nº. 2956, sala 205, Porto Alegre-RS, a eleição para composição dos Conselhos Deliberativo e Fiscal.

    Estiveram presentes na reunião o Bispo Primaz Dom Maurício Andrade, Dom Francisco de Assis da Diocese Sul Ocidental e o Secretário Geral Reverendo Arthur Cavalcante.

    Na ocasião ocorreu a renovação de noventa por cento dos membros do Conselho Deliberativo, sendo reconduzido o presidente Dr. João Carlos de Medeiros Ramos. No Conselho Fiscal foi reconduzido o Reverendo Caio Marcio Álvares Lacerda e o noviço Diácono da Diocese Meridional Luiz Osório de Aguiar Alves, tendo o referido Conselho como novo membro titular o Bispo Jubilado Dom Clóvis Erli Rodrigues.

    O novo Conselho, empossado, juntamente com a Diretora Executiva Drª Iolanda Ramos Noble, pretendem dar continuidade as iniciativas recentes de recuperação e fomento do FAPIEB. Comprometendo-se com a transparência e austeridade nas áreas previdencial, administrativa e financeira, além de comunicação constante com os participantes, assistidos, patrocinadoras e com o Clero como um todo.

    Dr. João Carlos Ramos

    FAPIEB

     
  • SNIEAB 21:01 on 17/11/2011 Permalink | Responder
    Tags: , ,   

    Consulta Propõe Ampla Acolhida as Pessoas Vivendo e Convivendo com HIV/AIDS 

    Uma atitude pessoal e pastoral de ampla acolhida as pessoas que vivem e convivem com HIV/AIDS e com outras doenças foi proposta aos cristãos e, particularmente, a Igreja Episcopal Anglicana do Brasil (IEAB), em São Paulo, de 2 a 6 de novembro, pelos participantes da Consulta sobre esse tema, promovida pela IEAB, através do Serviço Anglicano de Diaconia e Desenvolvimento (SADD) com o apoio da Christian Aid. Essa tarefa inclusiva foi apontada como sendo o maior desafio para os cristãos e para as Igrejas no século XXI ainda marcado por profundas desigualdades sociais e econômicas e por uma cultura do preconceito, que atinge todas as áreas da coexistência humana.

    O Escritório da Secretaria Geral convidou instâncias representativas da IEAB: Bispos Diocesanos, Conselho Executivo, Comissão Nacional de Direitos Humanos, Comissão Nacional de Combate ao Racismo, União das Mulheres Anglicanas do Brasil (UMEAB), União da Juventude Anglicana do Brasil (UJAB) e Contatos Diocesanos do SADD.

    A Consulta ocorreu na Casa La Salle, em Vila Guilhermina, Zona Leste de São Paulo, e contou com os seguintes temas e palestrantes:

    Panorama Sobre Direitos Humanos: Dr Pedro Montenegro- anglicano, advogado e especialista em Direitos Humanos

    Sistema Único de Saúde (SUS): Sr Cláudio Monteiro- católico romano, sociólogo, assessor sociocultural da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo e Mestre em Infectologia e Saúde Pública.

    HIV/AIDS e Mulher: Sra. Ester Lisboa- anglicana, assistente social e Coordenadora Programa Saúde e Direitos de KOINONIA Presença Ecumenica e Serviço

    Violencia contra Criança e o Adolescente: Sra. Ilcélia Soares- anglicana, psicóloga, Mestre em Psicologia, Ativista em HIV/AIDS e especialista em Violencia  Doméstica.

    Para cada palestra proferida foi contemplado um espaço para o compartilhamento de uma ação concreta da IEAB:

    Movimento Sem Terra no Paraná e a Pastoral: Reverendo Luiz Carlos Gabas da Diocese Anglicana de Curitiba

    Pastoral da Saúde: Reverenda Dilce Regina da Diocese Anglicana de Pelotas

    Casa A+ sobre HIV/AIDS: Sr.Aroldo Carlos da Diocese Anglicana de Brasília

    Casa de Apoio Noeli dos Santos para Mulheres Vítimas de Violencia: Reverendo Hugo Sanchez do Distrito Missionário Anglicano.

    Na abertura da Consulta, o Secretário Geral, Reverendo Arthur Cavalcante fez a saudação a todos e em especial, agradeceu a presença da Sra. Ana Rocha, Programme Officer da Christian Aid Brasil e destacou a importância da articulação da IEAB com a agencia ecumênica europeia.

    No dia 05 de novembro, após a série de palestras e de intensos debates,  os representantes das Áreas Provinciais foram convidados para elaborarem em conjunto um projeto o qual terá apoio financeiro do SADD. Ficando assim distribuído:

    Projeto Área 1 (Diocese Pelotas, Diocese Meridional e Diocese Sul Ocidental)- Formação na Área de Direitos Humanos, Políticas Públicas e Violencia Doméstica

    Projeto Área 2 (Diocese Curitiba, Diocese São Paulo e Diocese Rio de Janeiro)- Capacitação de lideranças para desenvolver trabalhos em Direitos Humanos

    Projeto Área 3 (Diocese Amazônia, Diocese Recife, Diocese Brasília e Distrito Missionário)- elaboração de um caderno sobre Direitos Humanos.

    A Consulta Nacional foi encerrada no dia 06 com uma celebração dominical e um almoço comunitário na Paróquia da Santíssima Trindade, no centro de São Paulo,  onde atualmente funciona o Escritório da Secretaria Geral da IEAB.

    DEPOIMENTOS DE QUEM ESTEVE NA CONSULTA NACIONAL

    Na opinião do Bispo Primaz de IEAB, Dom Mauricio Andrade, a Consulta Anglicana sobre Saúde e Direitos Humanos realizada em São Paulo:

    “[...] alcançou seus objetivos traçados pela coordenação, pois  os três temas, Direitos Humanos, Saúde e Violência acompanhado pelas ações concretas da Igreja partilhada entre nós mostra que estamos aprofundando a expressão do evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo, na área de direitos humanos, ouvimos a  partilha da experiência da Pastoral Anglicana da Terra que está sendo desenvolvida no Oeste do Paraná, a experiência  da Pastoral da Saúde, em Pelotas – RS, a CASA A+ que acolhe pessoas vivendo com HIV/AIDS, em Palmas e , a Casa de Passagem que acolhe mulheres em situação de violência doméstica em Ariquemes – RO. Minha avaliação é que os resultados desta consulta deverão repercutir em nossas ações pastorais e de serviço.

    Neste caminho é preciso reforçar que os Direitos Humanos precisa ser uma referência de prática e ação concreta em nosso planejamento pastoral e missionário, ou seja, não pode ser um tema transversal, precisa sim ser um tema estratégico e profético na vida da Igreja. Penso que precisamos aprofundar alguns temas aqui refletidos como violência doméstica e  AIDS, temas importantes na construção de direitos. Finalmente digo que precisaremos levar esses temas para nossas comunidades e multiplicar esses temas como desafios de nossa missão. Esta consulta de Saúde e direitos precisa ser compreendida como um ponto de partida para o aprofundamento dos temas de Direitos Humanos na vida da Igreja”.

    A referência central das palestras e dos debates foi o tema dos Direitos Humanos, compreendido como “um caminho para reforçar a intimidade do ser humano com Deus, seu Criador”, como afirma Dom Francisco Assis da Silva, bispo da Diocese Sul-Ocidental. Em sua opinião, os direitos humanos constituem “uma importante codificação ética, jurídica e política a ser concretizada urgentemente na luta contra as injustiças e todo tipo de opressão e violência”.

    A consulta não somente provocou o debate e a reflexão sobre direitos humanos, mas principalmente desafiou a todos a assumirem o compromisso com ações concretas na defesa e promoção destes direitos.  É muito importante – disse – que possamos partilhar nas diversas comunidades da IEAB toda a reflexão e o compromisso que aqui assumimos. São ações aparentemente simples, mas que se todos nós fizermos e motivarmos outros a fazer juntos, estaremos realizando um belo trabalho, proclamando o amor de Deus.

    Por sua vez, o Secretário Geral da IEAB Reverendo Arthur Cavalcante, disse que os resultados positivos da Consulta representaram o aprofundamento do compromisso da Igreja com os Direitos Humanos, em favor da vida e contra todo tipo de violência. Acrescentou que a Consulta foi coerente com as propostas da última Confelíder e Sínodo Geral da IEAB, realizado em Embu Guaçu – SP, em junho de 2010.

    Para a Srª Selma Rosa, Presidente da Câmara de Clérigos e Leigos, a consulta desafiou a todas as pessoas acerca do protagonismo de cada um em defesa da vida. Trouxe conhecimento, informações e consciência sobre a realidade e a situação na qual o povo brasileiro esta inserido e desafiou-nos, enquanto igreja, a ação como cidadãos e ao trabalho como povo anglicano e povo de Deus.

    Já a Srª Sandra Andrade, Coordenadora do SADD (Serviço Anglicano de Diaconia e Desenvolvimento), a consulta atingiu os objetivos traçados pela Comissão Nacional de Diaconia.

    “[...] Houve um envolvimento muito grande das pessoas presentes e os apresentadores dos painéis foram muito felizes em suas abordagens, provocando reflexões significativas para as ações futuras para a igreja. As pessoas que partilharam o relato de experiências concretas, dentro dos temas dos Direitos Humanos, nos deram exemplos claros de como podemos atuar na defesa dos mesmos. A nossa intenção e de que tenhamos projetos de ações concretas para as dioceses e comunidades da IEAB, com vistas à formação dos membros da igreja no tema de Direitos Humanos e a partir dessa formação tenhamos ações concretas nas políticas publicas”.

    “Como cristãos” – destacou – “devemos ser os defensores dos Direitos Humanos. Precisamos assumir o nosso papel de profetas denunciando todo e qualquer tipo de injustiça e violação dos direitos de todas as pessoas. A missão da igreja deve estar voltada para atender as necessidades do nosso próximo.”

    Na visão de Dom Orlando S. Oliveira, bispo da Diocese Meridional,” [...] em um mundo e um país cada vez mais violento, o encontro promovido pelo SADD nos parece ter atingido os seus objetivos de proporcionar o debate sobre os vários tipos de violência que enfrentamos. Ficou claro que o nosso compromisso pastoral e político de nos posicionarmos e lutarmos contra todo o tipo de discriminação e violência não é uma opção, mas uma exigência que o evangelho de Cristo faz”. Disse também desejar que “ao sairmos deste encontro, o nosso debate e os desafios se tornem numa ação concreta na vida de nossa igreja, em todo o Brasil”.

    Já o bispo da Diocese Anglicana do Recife, Dom Sebastião Gameleira, afirmou que,” [...] na consulta, tivemos uma ampla troca de informações e de reflexões muito pertinentes quanto ao tema. Além de algo importantíssimo que são as experiências que já existem na Igreja. Com alegria, sentimos que temos avançado na compreensão de que a diaconia social e política tem de estar no centro da missão evangelizadora e pastoral da Igreja. Dizer Direitos Humanos é referir-se a dignidade, solidariedade, justiça, cuidado com a vida, em vista da paz – que são os valores básicos do Reino de Deus”.

    Segundo o Bispo, a tarefa primária “[...] é educar-nos na Igreja para perceber que a Fé Cristã exige de nós a ruptura com qualquer sistema de opressão e sentir a provocação irrecusável de levar a presença daqueles valores aonde quer que estejamos – na família, na profissão, na vida em sociedade. Tudo na Igreja, desde a espiritualidade, a leitura da Bíblia, a liturgia e o jeito de ser de comunidade, tem de estar atravessado por esta opção pelos Direitos Humanos. Na verdade, a Igreja é luta coletiva pela promoção da vida, inspirada pela mística do Reino de Deus e seguindo o exemplo de Jesus. É muito mais que sentimento e prática religiosa”.

    Na avaliação de Dom Saulo Barros, bispo da Diocese da Amazônia, “[...] a consulta foi muito importante para nossa caminhada por muitas razões, mas principalmente por que mostrou o quanto a Igreja Anglicana avançou em suas ações concretas em favor dos Direitos Humanos e também na preparação e engajamento de parte de suas lideranças; também por mover (sacudir) a igreja para assumir de forma mais ampla o tema, esperando que os participantes sejam multiplicadores, conscientizando suas comunidades sobre a importância de se envolver concretamente na defesa dos direitos humanos.

    Tenho pensado – afirmou – constantemente no trabalho em nível micro e não no atacado em nossas comunidades, círculos de estudo bíblico, turmas de confirmação, escola dominical, levando as pessoas a uma reflexão sobre o tema e a realização de ações concretas no seu próprio contexto.

    Isso sem desmerecer as ações mais amplas, envolvendo parceiros ecumênicos e da sociedade civil. Porém, isso deve ser trabalhado de forma dialética com as questões locais. A região amazônica, infelizmente, nos coloca constantemente diante de situações em que e preciso reagir. Informou também que a Catedral Anglicana de Santa Maria, em Belém, há uns 2 anos realizou um trabalho com crianças e adolescentes sobre violência sexual. Apesar do receio inicial de alguns pais, os educadores responsáveis realizaram um trabalho muito bom que repercutiu positivamente na vida dos participantes”.

    Na opinião do músico e membro do Conselho Executivo do Sínodo da IEAB, Xico Esvael, de São Paulo,” os objetivos desta Consulta foram atingidos principalmente por causa da presença representativa das lideranças da igreja e dos palestrantes qualificados que abordaram a temática com precisão e com didática adequada”. Disse esperar que estes “momentos sirvam para alavancar o trabalho pastoral da igreja no envolvimento de nossas comunidades numa perspectiva de mudanças em nossa sociedade”.

    Já a Deã da Catedral de Santa Maria em Belém, Reverendíssima Carmen Etel e para a pedagoga Sra Carmem Regina Gomes da Equipe da Coordenação SADD, “[...] a Consulta possibilitou discussão de direitos já constituídos e que precisam ser efetivados na prática da comunidade e da vida. Inquietou-nos o silencio da igreja há tempos, diante de questões proféticas que envolvem a vida de crianças, de jovens, negros (as), mulheres, indígenas e homossexuais .

    A Consulta nos impulsionou a construir programas de formação e de resgate dos direitos humanos a partir das realidades locais. E de assumirmos o compromisso de sermos comunidades terapêuticas. A realização de uma auto-avaliação de nossa pratica na igreja. A formação e capacitação de agentes de pastoral para acompanhar ouvir e orientar pessoas que sofrem violência e também os agressores. Formação pastoral para leigos e clérigos construírem comunidades terapêuticas”.

    “Como cristão anglicano e como fundador do Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH)” – afirmou o jornalista Dermi Azevedo – que congrega cerca de 500 Ongs, no Brasil – “considera que a Consulta de São Paulo atingiu plenamente seus objetivos. Este resultado pode ser medido pela qualidade dos informações e proposta apresentadas. O fundamental, no meu ponto de vista, e que coloquemos em pratica a pedagogia de Jesus: – todas as suas palavras foram precedidas por gestos concretos de solidariedade e quebra de preconceitos. E interessante observarmos que Jesus não fez mega relatos sobre o significado de sua missão. Ele exerceu a missão, na pratica, e nos deu pistas para interpretarmos e para seguirmos as suas atitudes. Por outra parte, considero que a consulta abriu caminhos para vários conceitos que se incorporam a pratica da família anglicana: a consideração da violência como um problema de saúde publica; a visão integral da saúde, incluindo todas as formas de violência como a primeira das doenças; o crescente empoderamento das mulheres (tema no qual a IEAB atua como pioneira); e a promoção da vida em todas as suas dimensões.

    Por ultimo,disse, entender que a consulta “contribui para apresentar os Direitos Humanos não como mera retórica (como fazem as grandes potencias do mundo), mas como um conjunto de princípios e de normas conquistados pelos homens e mulheres de todo o planeta”.

    Para a psicóloga pernambucana Ilcélia Soares, Especialista em violência domestica, destaca “diante da intolerância religiosa em que vive a nossa sociedade, a IEAB da um passo à frente quando realiza uma Consulta Nacional sobre saúde e direitos humanos, em primeiro lugar porque ela convida clérigos, clérigas, leigos e leigas para dialogar sobre temáticas como HIV/AIDS, violência domestica contra a mulher, exploração sexual comercial das crianças e adolescentes. Em segundo, quando esses temas estão vinculados a uma realidade social cultural e política apontando projetos sociais que discutem essas temáticas no seu dia-a-dia. Em terceiro quando esse dialogo e pautado pelos direitos humanos fundamentais reafirmando a os valores liberdade,  diversidade, alteridade e a equidade.

    Nesse contexto, e fundamental a compreensão e a reafirmação da laicidade do Estado,  isso não significa que a igreja deva ser omissa, pelo contrário; ela pode dialogar, promover ações afirmativas pautadas no respeito à diversidade, e participar das redes sociais de apoio e proteção as pessoas em situação de violência. Pode também engajar-se em movimentos sociais que garantam a defesa de direitos de homens, mulheres, crianças e adolescentes”.

    Por sua vez Sr. Aroldo Carlos da Silva, militante social da Diocese Anglicana de Brasília, avaliou que “a Consulta fez um balanço das ações em diaconia implementadas pela IEAB. Tratou-se de um auto-exame das ações, dos projetos e dos gestos solidários”.  Destacou que evento ajudou na troca de informações e de indicadores, o que facilitara o aperfeiçoamento de todo o trabalho realizado.  Sugeriu que a igreja se faça presente junto as ONGs, movimentos sociais, conselhos e redes, levando sempre consigo a mensagem de Jesus Cristo. Propôs por ultimo a realização de campanhas nacionais e mundiais de promoção dos Direitos Humanos”.

    Escritório da Secretaria Geral da IEAB

    &

    Dermi Azevedo, de São Paulo-SP

    Jornalista

     
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