Bispo Primaz representa Arcebispo Desmond Tutu no recebimento do Premio Nacional de Direitos Humanos 2010 

Ao chegar em sua 16 edição, o prêmio Direitos Humanos consolida-se como a mais alta condecoração concedida pela Presidência da República a pessoas e entidades que têm destacada atuação na defesa, na promoção e na reparação dos Direitos Humanos.

Neste ano, a premiação ganhou um significado especial por tratar do encerramento de uma gestão em que foram inúmeros os avanços, e porque se abre as perspectiva de muito mais.

A cerimônia ocorreu hoje no Palácio do Planalto, 13 de dezembro, tradicionalmente em homenagem às comemorações da promulgação da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Como reconhecimento de seus trabalhos, os premiados receberam um certificado assinado pelo Presidente, além de uma obra de arte. Neste ano, a escultura, “Maternidade”do artista plástico Elifas Andreato, foi escolhida para simbolizar os Direitos Humanos.

Na categoria Livre, o Arcebispo Desmond Tutu foi premiado por representar um símbolo na luta dos Direitos Humanos na África do Sul, especialmente pela sua proposta de uma sociedade que incluía os direitos civis iguais para todas as pessoas, sua firme posição contra o apartheid, e pela sua missão na Presidência da Comissão de Reconciliação e Verdade, que se ocupou em promover a integração racial na África do Sul.

Pela impossibilidade da presença de Desmond Tutu a Presidência da Republica convidou o Primaz do Brasil, Dom Mauricio Andrade para receber das mãos do Presidente Lula o Prêmio Nacional de Direitos Humanos 2010.

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Rev. Tatiana Ribeiro

Diocese Anglicana de Brasília