Posts Mentioning RSS Toggle Comment Threads | Atalhos de teclado

  • SNIEAB 0:28 on 30/11/2009 Permalink | Responder
    Tags: , , oficina, sad   

    Região III recebe oficina de capacitação do SAD 

    Com uma participação diversificada de bispos, clérigos e leigos (incluindo representantes da Juventude) a oficina da capacitação sobre gestão de Projetos e Campanha da Fraternidade Ecumênica ocupou as dependências da Catedral da SS Trindade, na cidade do Recife, entre os dias 26 e 28 passados. Nos moldes da oficina realizada em Curitiba, este evento culminou a série de capacitações provinciais coordenado pelo SAD e cujo maior objetivo é dotar a IEAB de quadros preparados para a gestão das iniciativas de ação social da Igreja.

    Com o apoio de ERD – Episcopal Relief Development, este programa de capacitação já alcançou mais de cem agentes diacônicos das diversas dioceses e distrito e já tem cadastradas mais de 60 experiências concretas em todo o país.

    A assessoria desta última oficina foi feita por Fátima Nascimento que orientou os participantes em todas as etapas de gestão de um projeto social. O Secretário Executivo do CONIC, Rev. Luiz Alberto e o Rev. Claudio Linhares apresentaram o processo de construção da próxima Campanha da Fraternidade Ecumênica destacando a importância e a novidade do amplo tema da relação entre Economia e Vida. O Secretário Geral da IEAB, Rev. Cônego Francisco de Assis da Silva, apresentou os critérios para a apresentação dos projetos que serão financiados pelo Fundo Ecumênico de Solidariedade.

    Ponto alto da oficina foi a vivência litúrgica muito bem dirigida pelo Rev. Edson Pimentel através do uso de símbolos e dinâmicas que envolveu profundamente os participantes.

    Em razão da presença de jovens representando as dioceses e o distrito missionário da região, a Revda. Tatiana Ribeiro coordenou a discussão sobre o processo de re-estruturação da Juventude Provincial. Os jovens se compormeteram em buscar maior intercâmbio e uma proposta de reuniões virtuais para aprofundar a articulação entre os jovens foi aprovada.
    Em um dos intervalos da intensa agenda, toda a delegação das dioceses e distrito se reuniram como Região Eclesiástica III e traçaram metas para o futuro. Foi a mais representativa das reuniões da região, uma vez que as distâncias entre as dioceses e o distrito sempre foram o maior desafio para uma assembléia desse porte.
    A Diocese Anglicana do Recife e a Catedral da SS Trindade receberam o reconhecimento dos participantes pela excelente acolhida e carinho dispensado a todos e todas. Em sua fala de encerramento do evento, a Coordenadora do SAD, Sandra Andrade, destacou a dedicação do Bispo Diocesano, do Deão da Catedral e dos leigos envolvidos em toda a logística. Segundo Sandra, o SAD tem sido um importante espaço não somente de formação mas, igualmente, de fortalecimento do sentimento de Província.

    Nossos leitores podem acessar mais fotos do evento no álbum a seguir:

    MSS
    MSS
    MSS
    MSS
    MSS
    MSS
    MSS
    MSS
    MSS
    MSS
    MSS
    MSS
    MSS
    MSS
    MSS
    MSS
    MSS
    MSS
    MSS
    MSS
    MSS
    MSS
    MSS
    MSS
    MSS
    MSS
    MSS
    MSS
    MSS
    MSS
    MSS
    MSS
    MSS
    MSS
    MSS
    MSS
    MSS
    MSS
    MSS
    MSS
    MSS
    MSS
    MSS
    MSS
    MSS

    -

    Rev. Cônego Francisco de Assis da Silva

    Secretário Geral da IEAB

     
  • SNIEAB 17:02 on 24/11/2009 Permalink | Responder
    Tags: , , pacto   

    IEAB se pronuncia sobre o Pacto Anglicano 

    A IEAB publicou nesta terça-feira documento oficial em resposta à consulta encaminhada pelo Conselho Consultivo Anglicano a respeito da secção quatro do proposto Pacto Anglicano.
    Um processo longo e profundo de consulta foi liderado pela Comissão Especial do Bispo Primaz, envolvendo bispos e lideranças leigas da Provincia.
    O representante brasileiro no Conselho Consultivo Anglicano, Prof. Dr. Joanildo Burity apresentou à Comissão os subsídios da discussão sobre o Pacto na reunião do ACC ( Conselho Consultivo Anglicano) na Jamaica.
    A IEAB reconhece em seu documento que as três primeiras secções do Pacto vem ao encontro do que historicamente é a compreensão do Anglicanismo a respeito de sua fé e da natureza da Igreja. Essas secções afirmam o que já está sobejamente expresso nos principais documentos históricos da Igreja.
    Já em relação à seção quatro, a IEAB expressa sua preocupação com alguns conceitos dubios e com um caráter jurídico pouco comum na história do Anglicanismo. Se praticamente todas as Provincias conseguiram um consenso em relação ao que chamariamos de valores que a comunhão afirma nas três primeiras secções porque haveria a necessidade de uma seção quatro que trata exatamente de um controle sobre o cumprimento ou não das seções anteriores?. É como se existisse uma certa contradição entre o que se afirma e o que se espera cumprir, criando mecanismos de controle sobre iguais, coisa absolutamente estranha à nossa tradição.
    Os documentos podem ser lidos nos seguintes links em português: (http://www.ieab.org.br/documentos/Pacto%20Anglicanorevisadofinal.pdf) e inglês:(http://www.ieab.org.br/documentos/Pacto-IEAB-Efinal.pdf)
    Importante notar que a posição da Igreja do Brasil evoluiu na direção de consenso com a maioria da Comunhão, vez que sua primeira posição oficial, tomada em 2008, foi de negar a necessidade de um Pacto. O processo de aperfeiçoamento e a compreensão de que outras provincias também evoluiram nesta direção, levam a IEAB a considerar que as três primeiras seções do Pacto podem ser subscritas sem reserva. Permanece, no entanto a restrição à seção quatro por suas evidentes inadequações à tradição de nossa Comunhão. A Igreja brasileira entende que a verdadeira comunhão se dá por laços de afeição muito mais do que por laços jurídicos.
    Rev. Cônego Francisco de Assis da Silva
    Secretário Geral da IEAB

    A IEAB publicou nesta terça-feira documento oficial em resposta à consulta encaminhada pelo Conselho Consultivo Anglicano a respeito da secção quatro do proposto Pacto Anglicano.

    Um processo longo e profundo de consulta foi liderado pela Comissão Especial do Bispo Primaz, envolvendo bispos e lideranças leigas da Provincia.

    O representante brasileiro no Conselho Consultivo Anglicano, Prof. Dr. Joanildo Burity apresentou à Comissão os subsídios da discussão sobre o Pacto na reunião do ACC ( Conselho Consultivo Anglicano) na Jamaica.

    A IEAB reconhece em seu documento que as três primeiras secções do Pacto vem ao encontro do que historicamente é a compreensão do Anglicanismo a respeito de sua fé e da natureza da Igreja. Essas secções afirmam o que já está sobejamente expresso nos principais documentos históricos da Igreja.

    Já em relação à seção quatro, a IEAB expressa sua preocupação com alguns conceitos dubios e com um caráter jurídico pouco comum na história do Anglicanismo. Se praticamente todas as Provincias conseguiram um consenso em relação ao que chamariamos de valores que a comunhão afirma nas três primeiras secções porque haveria a necessidade de uma seção quatro que trata exatamente de um controle sobre o cumprimento ou não das seções anteriores?. É como se existisse uma certa contradição entre o que se afirma e o que se espera cumprir, criando mecanismos de controle sobre iguais, coisa absolutamente estranha à nossa tradição.

    Os documentos podem ser lidos nos seguintes links em português: (http://www.ieab.org.br/documentos/Pacto%20Anglicanorevisadofinal.pdf) e inglês:(http://www.ieab.org.br/documentos/Pacto-IEAB-Efinal.pdf)

    Importante notar que a posição da Igreja do Brasil evoluiu na direção de consenso com a maioria da Comunhão, vez que sua primeira posição oficial, tomada em 2008, foi de negar a necessidade de um Pacto. O processo de aperfeiçoamento e a compreensão de que outras provincias também evoluiram nesta direção, levam a IEAB a considerar que as três primeiras seções do Pacto podem ser subscritas sem reserva. Permanece, no entanto a restrição à seção quatro por suas evidentes inadequações à tradição de nossa Comunhão. A Igreja brasileira entende que a verdadeira comunhão se dá por laços de afeição muito mais do que por laços jurídicos.

    Rev. Cônego Francisco de Assis da Silva

    Secretário Geral da IEAB

     
  • SNIEAB 6:32 on 15/11/2009 Permalink | Responder
    Tags: , , visita   

    Bispo Primaz visita a Diocese Anglicana de Pelotas 

    Como parte das celebrações dos cem anos de construção do templo da Catedral do Redentor e dos vinte anos de criação da Diocese Anglicana de Pelotas, o Bispo Primaz D. Mauricio Andrade e sua esposa Sandra, estão visita à diocese desde ontem e até a segunda-feira. Acompanham o Primaz e esposa o Secretário Geral, reverendo Francisco de Assis e sua esposa Talita.

    A visita contempla uma intensa agenda que inclui visita a autoridades municipais, lideranças ecumênicas como o Pastor Sinodal Dietmar Teske e o bispo católico romano D. Jacinto Bergman e entrevistas em diversos órgãos de comunicação na cidade. Aliás, a visita tem sido amplamente divulgada e está em destaque nos jornais, rádios e televisões que atendem Pelotas e toda a região Sul do estado.

    DSC00232

    Na visita ao Sínodo Sul Riograndense, D. Maurício presenteou o Pastor Dietmar com um exemplar da publicação Nossa Fé – uma exposição contemporânea das afirmações dos Credos – e destacou a caminhada ecumênica das duas Igrejas no testemunho de justiça e compromisso com a vida.

    Na visita a D. Jacinto, além da entrega de um exemplar da mesma obra, D. Mauricio resgatou a caminhada da IEAB no diálogo com a Igreja Católica e a importância de continuarmos buscando caminhos de cooperação.

    Em cada uma dessas visitas percebeu-se a grande visibilidade que nossa Igreja tem nesta cidade que é um dos pólos regionais do estado do Rio Grande do Sul. A Catedral do Redentor é um dos cartões postais da cidade e os eventos que ele realiza tem recebido uma carinhosa atenção da sociedade pelotense. Um dos mais tocantes momentos da visita aconteceu ontem durante o almoço servido aos visitantes pela coordenação do Projeto AMAR, nas casa das Irmãs Farias, onde um grupo de crianças e adolescentes fez uma apresentação de música instrumental que incluiu entre outras, canções de Tom Jobim e de Beethoven. Todos ficamos emocionados em ver a transformação de vidas que o Projeto vem realizando através de atividade da capacitação e de descoberta de dons.

    DSC00241

    Na tarde deste sábado, as lideranças da pastoral da Juventude se reuniram com o bispo Primaz para apresentarem os trabalhos que desenvolvem na diocese e pudemos ver como a diocese tem uma diversidade de trabalhos que envolvem os jovens na vida da Igreja, tornando-os grandes motivadores tanto na vida cotidiana das comunidades como agentes de transformação da sociedade.

    Na noite de ontem, uma congregação de quase 200 pessoas se reuniu no templo da Paróquia do Divino Salvador, em Santa Helena, para a celebração de confirmação de doze jovens a adolescentes. D Mauricio foi o pregador da celebração e em sua fala lembrou a necessidade de não nos acomodarmos em nosso testemunho cristão, enfatizando que a transformação das vidas e do mundo depende da nossa capacidade de colocarmos nossos dons a serviço de Deus. Desafiou os confirmandos a refletirem sobre seus próprios dons e escolherem aquele que os farão membros ativos da Igreja e ajudarem a comunidade a cumprir com o seu papel no mundo.

    DSC00281

    A intensa programação terá continuidade até segunda-feira e estaremos mantendo nossos leitores informados dos principais eventos. Fica aqui a constatação do imenso carinho com que D. Renato e sua esposa Alice, bem como a liderança clerical e leiga da diocese, tem recebido os visitantes.

    -

    Rev. Cônego Francisco de Assis da Silva
    Secretário Geral da IEAB

    Rev. Cônego Francisco de Assis da Silva

    Secretário Geral da IEAB

     
  • SNIEAB 16:25 on 07/11/2009 Permalink | Responder
    Tags: , , ,   

    IEAB se manifesta sobre Provisão do Vaticano 

    O anúncio feito em 20 de outubro pelo Vaticano, de criar uma provisão constitucional especial para acolher anglicanos descontentes com a ordenação feminina e de pessoas homoafetivas, certamente representa um novo e inesperado patamar nas relações entre a Comunhão Anglicana e a Igreja Católica Apostólica Romana.

    Ao longo de 40 anos, as duas Comunhões mantiveram um franco e profícuo diálogo desde a iniciativa do Papa Paulo VI e do Arcebispo Michael Ramsey de quebrar séculos de silêncio entre as duas partes. Viviam-se os ventos resultantes do Concílio Vaticano II, como uma era de avanço no diálogo e superação de indiferenças. Esse processo continuou ao longo das últimas décadas com a produção de documentos e a criação, em nível de Províncias (como a do Brasil), de comissões nacionais de diálogo anglicano-católico romano.

    Damos graças a Deus por todo o trabalho construído em meio a muitas dificuldades, mas igualmente de mútuo respeito. Para isso contribuiu a capacidade de nos enxergarmos como irmãos que confessam o mesmo Cristo e a mesma fé credal, sempre buscado construir uma compreensão comum em torno de suas identidades teológicas. Neste espírito se produziram os documentos Autoridade na Igreja I (1976), Autoridade na Igreja II (1981), Comunhão Eclesial (1990), Vida em Cristo: Moral, Comunhão e a Igreja (1993), O Dom da Autoridade (1998), Maria: Graça e esperança em Cristo (2004) e Crescer Juntos na Unidade e Missão (2007).

    Todas estas Declarações, e as ações conjuntas decorrentes delas, apontavam na direção de que cada vez mais nos aproximávamos do ideal da unidade que tanto Cristo desejou. Somos hoje parte de inúmeros organismos ecumênicos e nos aceitamos reciprocamente no Batismo – conforme Declaração Conjunta assinada no Brasil em 2007.

    Ao dizermos que a iniciativa do Vaticano define um novo e inesperado patamar no diálogo bilateral, queremos afirmar que ela não tem direta relação com o processo acumulado ao longo dos últimos 40 anos, indicado acima, mas representa uma iniciativa unilateral, que certamente merecerá uma análise mais profunda. Indicativamente, enumeramos aqui dois elementos que merecem cuidadosa atenção:

    1. Os mais recentes documentos oficiais da Igreja Católica Romana têm reafirmado sucessivamente, não a sua identidade apenas como Igreja universal, mas sua singularidade como sinal verdadeiro e original da presença de Cristo entre os povos. Isso implica em uma auto-compreensão de exclusividade eclesiológica e organizacional que dificulta o avanço do diálogo entre as duas Igrejas;

    2. O substrato teológico para a iniciativa do Vaticano se baseia na compreensão de que a unidade da Igreja se dá tendo como referência o postulado do ministério petrino. Tal postulado necessita ser compreendido na conjugação entre sua dimensão teológica e a realidade histórica da sé de Roma e até esse momento não é ponto pacífico no diálogo anglicano-católico romano.
    Evidente que estas questões precisam ser confrontadas com honestidade e amplo diálogo que, sempre, de nossa parte, marcaram comprometida e respeitosa atitude.

    Expressamos nossa preocupação com a iniciativa desencadeada por Roma, levando em conta aspectos como seu método e conteúdo.

    Lamentamos que nenhuma instância oficial da Comunhão Anglicana tenha participado do processo de construção da provisão anunciada pelo Vaticano. Inclusive, para surpresa de muitos, a própria Congregação para a Unidade dos Cristãos não participou do processo interno, em Roma, sequer para o anúncio da iniciativa.

    Um assunto conduzido assim, privadamente e sob a coordenação da Congregação para Doutrina e Fé, ou seja, tratado no nível especificamente doutrinal e sem nenhuma relação com a sua dimensão ecumênica exigiria, no mínimo, a transparência que seria de se esperar entre duas Igrejas que dialogam ecumenicamente.

    Se a provisão fosse destinada às pessoas que já saíram da Comunhão Anglicana por razões de divergência teológica, certamente isso seria entendido como acolhimento pastoral a quem já não seria pastoralmente mais de nossa responsabilidade. Mas, na medida que se destina a pessoas e comunidades que ainda estão dentro da Comunhão, mesmo que em dissenso, a provisão representa um problema ético de interferência em assuntos internos de outra Igreja irmã.

    Esperamos, com muita honestidade, que essa interferência não venha se constituir em empecilho para o futuro de nosso diálogo e que possamos em tempo conhecer o teor da referida provisão – que ainda não é pública – e aplicar, quando possível, o princípio do respeito à autonomia interna de nossas Igrejas. A conversa que haverá entre o Arcebispo de Cantuária e o Papa Bento XVI nos próximos dias, em Roma, poderá apontar contornos mais claros para essa iniciativa. Aguardaremos essa conversa que representará o primeiro diálogo face a face entre os representantes máximos das duas Igrejas.

    Em nosso contexto no Brasil, temos recebido e acolhido clérigos oriundos da Igreja Católica Romana, e temos acolhido essas pessoas como irmãos que desejam responder a sua vocação e chamado na missão, que é de Deus. A Igreja Episcopal Anglicana do Brasil mantém um Cânone específico para esse acolhimento e reconhecemos as Ordens Sagradas de cada um, sem nenhum novo processo de ordenação.

    Esperamos que esse assunto seja discutido com muita autenticidade dentro das instâncias de diálogo internacionais e locais de nossas duas Igrejas, e restaurando-se o teor do processo já trilhado, na busca de se superar mal entendidos e retomar o caminho da busca da Unidade tão desejada por Cristo e sonhada por todos nós!

    Brasília, 04 de novembro de 2009
    William Temple (1881-1944)

    -

    Revmo. Dom Maurício Andrade

    Bispo Primaz da IEAB

     
c
escrever um novo post
j
próximo post/próximo comentário
k
post anterior/comentário anterior
r
responder
e
editar
o
mostrar/esconder comentários
t
topo
l
go to login
h
show/hide help
esc
cancelar