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  • SNIEAB 13:51 on 22/05/2009 Permalink  

    CEA realiza Seminário em São Paulo 

    O Centro de Estudos Anglicanos – CEA, está realizando nestes dias (21 e 22 de maio) o Seminário "Anglicanismo entre a modernidade e a pós-modernidade: entre cismas e reconciliações" Cerca de 30 participantes representantes das dioceses do Rio de janeiro, São Paulo e Curitiba – que compõem a região eclesiástica II de nossa Provincia – estão participando do referido evento, como parte da progamação do CEA em 2009. (foto)

     

    Abertura Seminário

     

    O principal convidado para o evento é o Rev.Prof. John Kater, professor do Church Divinity School of the Pacific, sediado na diocese da California, que está visitando a nossa Provincia por dois meses.
    Os demais palestrantes são o Rev. Carlos Calvani, coordenador do CEA, e o Rev. Francisco de Assis, Secretário Geral da IEAB.
    O evento está acontecendo nas dependências da Paróquia da SantíssimaTrindade, em São Paulo que está de forma muito calorosa acolhendo os participantes.
    O Prof. John Kater abriu o Seminário apresentando uma análise das implicações da globalização sobre a história e a realidade do anglicanismo, desde o processo da reforma inglesa passando pela expansão do império britânico e a posterior configuração de uma Comunhão Anglicana com novos elementos de caráter cultural e geográfico. As rápidas transformações tecnológicas e as mudanças culturais e éticas criaram e criam novos desafios para a manutenção da unidade dentro da Comunhão.

     

    palestrantes

    O Rev. Francisco apresentou a palestra sobre Eclesiologia em Mudança, abordando os principais desafios da Comunhão Anglicana vividos nos últimos anos e as implicações para o futuro. Especial atenção foi dada no debate às questões relacionadas aos temas atualmente desafiadoras à unidade da Comunhão, entre eles a questão da sexualidade humana,  e à discussão sobre o Pacto Anglicano.
    A seguir, o Prof. John Kater apresentou mais uma palestra sobre a contribuição de quatro distintos teólogos anglicanos em distintos contextos históricos e sobre como suas teologias ajudaram a Igreja a construir respostas relevantes a seu tempo. Esta palestra nos permitiu perceber a particularidade das contribuições de Richard Hooker, Frederick Deninson Maurice, William Temple e Pui Lian.  Os três primeiros, ingleses e representando diferentes contextos políticos e teológicos, produziram teologias que ajudaram em muito a configurar o Anglicanismo como um via média, como socialmente engajado e ecumenicamente comprometido. Pui Lian, mulher e asiática, contribui em nossos tempos com um Anglicanismo aberto a dialogar com substratos culturais e espirituais distintos.
    O sentimento geral dos participantes é de que o Seminário está trazendo excelentes aportes para a compreensão de como históricamente o Anglicanismo foi construindo sua eclesiologia e enfrentando os desafios gerados por dissensos teológicos.
    O encontro continua hoje com um aporte sobre a evolução eclesiológica da IEAB e a apresentação dos principais desafios históricos que o Anglicanismo enfrentou através dos distintos cismas históricos dentro da Igreja da Inglaterra e da Comunhão Anglicana em geral.
    Na parte da tarde, o Seminário contemplará a discusssão sobre o futuro da Comunhão Anglicana e haverá um painel com os palestrantes que retomarão os principais temas da atualidade anglicana.

     

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    Rev. Cônego Francisco de Assis da Silva

    Secretário Geral da IEAB

     
  • SNIEAB 12:22 on 11/05/2009 Permalink  

    ACC: Pacto Anglicano e Oriente Médio 

    Pacto Anglicano: Em uma longa sessão, o ACC decidiu por maioria de votos remeter a um grupo de trabalho designado pelo Arcebispo de Cantuária para revisão de sua seção 4 a última versão do Pacto Anlgicano, chamada de versão Ridley-Cambridge. Um grande debate se realizou em cima de propostas apresentadas por delegados que variavam entre acolher somente as seções de 1 a 3 do documento e destacar a seção 4 até a proposta vencedora de se acolher o documento como um todo e submeter a uma revisão a seção que trata das propostas de regulação das relações ntre os signatários. Nosso representante, Prof. Joanildo Burity esteve nos informando detalhadamente a respeito das discussões em plenário. Se você deseja acessar a versão do Pacto Anglicano submetida ao ACC clique aqui

    ABC acc 14

     

    Oriente Médio. Uma proposta de resolução apresentada pela Comissão Internacional Anglicana de Justiça e Paz pedia ao ACC que pedia a condenação da judaização da cidade de Jerusalém, foi emendada por inciativa de alguns delegados sob o argumento de que o tom da proposta original poderia afetar negativamente as relações de diálogo entre cristãos e judeus. A despeito dessa redução de tom, o ACC aprovou unanimente a condenação da ocupação militar nos territórios palestinos e  reafirmou o esforço de paz que inclua a criação de dois Estados na região, garantindo ao povo palestino sua autonomia polítca.

    O dia de ontem foi de partilha de vida e celebrações entre os delegados do ACC e as comunidades locais da Jamaica. Essa rica experiência certamente marcará reciprocamente a vida dos delegados de várias partes do mundo que estão atendendo à reunião do Conselho bem como as comunidades locais da Jamaica que se sentem assim parte de uma Comunhão muito maior.

    O ACC estará reunido até a próxima quarta-feira apreciando ainda uma extensa pauta que inclui questões de caráter administrativo e financeiro. O Arcebispo de Cantuária, que preside o ACC, deverá dirigir uma mensagem à toda Comunhão Anglicana avaliando a reunião do Conselho e apontando caminhos para o futuro da Comunhão.

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    Rev. Cônego Francisco de Assis da Silva

    Secretário Geral da IEAB

     
  • SNIEAB 14:49 on 08/05/2009 Permalink  

    ACC: processo de discernimento continua 

    Como temos acompanhado nos últimos dias, a reunião do Conselho Consultivo Anglicano avança na direção de uma decisão política sobre o Pacto. Através do Prof. Joanildo Burity (foto), escutamos frequentemente a palavra discernimento. Isso se deve ao método adotado pelo Conselho – seguindo o modelo usado na Conferência de Lambeth – e que em Kingston se chama de grupos de discernimento.

    acc14

    O método em si oportuniza que as pessoas tenham franqueza de expressão e também sejam expostas a opinião diversa, sem que haja necessariamente a imposição de maioria ou minoria. 

    Hoje, conforme programado encerra-se  ciclo de discussão sobre a proposta de Pacto Anglicano. Algumas propostas de resolução serão analisadas para serem votadas. Enquanto isso, houve na noite de ontem uma recepção pelo governo da Jamaica aos participantes da reunião do ACC. Uma pausa para relax depois de dias de árduo trabalho.

     

    plenary acc

    É importante destacar que o plenario do ACC (foto) acolheu relatórios de diversas redes inter-anglicanas e aprovou a criação de outras redes, com especial destaque para a criação de uma rede de Saúde inter-anglicana e a criação de uma rede de tradutores para oferecerem as Provincias não anglo-falantes o direito de ter em sua própria língua documentos e subsídios anglicanos produzidos em várias instâncias.

    Continuam sob análise propostas de criação de uma rede anglicana de Desenvolvimento para articular de forma mais concreta as ações em favor dos Objetivos do Milênio em todas as Províncias. Em linhas gerais, essa iniciativa é bem parecida com o que a IEAB está consolidando provincialmente através do SAD – Serviço Anglicano de Desenvolvimento (antigo Serviço de Apoio à Ação Diaconal).

    Muitos relatórios de redes já existentes também foram recebidos, entre os quais o da Rede Inter-Anglicana de Justiça e Paz e o da Rede Inter-Anglicana de Mulheres.

    Há poucos instantes atrás, recebemos a informação de que foi iniciado o processo de discussão sobre a proposta do Pacto Anglicano no plenário. Informaremos assim que tivermos novos informes.

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    Rev. Cônego Francisco de Assis da Silva

    Secretário Geral da IEAB

     
  • SNIEAB 20:02 on 06/05/2009 Permalink  

    ACC 14: O futuro da Comunhão em foco 

    Continuamos acompanhando com interesse a reunião do ACC na Jamaica através dos informes que nos tem sido passados pelo Prof. Joanildo Burity. O grande tema dessa reunião é o futuro do proposto Pacto Anglicano. Embora não seja a única agenda o evento, por suas implicações na vida da Comunhão, o Pacto tem monopolizado a atenção da mídia internacional.

    processional acc
     

    A seguir, mais um relato de nosso delegado com relação à evolução das discussões em Kingston, Jamaica:

     
    prof joanildo

    Mesmo entre as províncias mais resistentes à idéia do pacto (como o Brasil por exemplo), há uma concordância quase consensual quanto ao conteúdo das seções 1 a 3 do novo documento de Ridley Cambridge. Acho que onde a discussão vai concentrar-se é fundamentalmente na seção 4, para a qual já existem várias propostas de emenda junto ao Comitê de Resoluções do ACC. É aí que o bicho vai pegar. Meu grupo de discernimento propôs duas alterações na resolução original – uma assegurando que somente as Igrejas que atualmente são membros do ACC receberão o documento do Pacto para "adoção e resposta" (por isto entenda-se que (i) a província votará pela aprovação ou não do documento, como está; (ii) no entanto, poderá propor mudanças/emendas ao mesmo já ao comunicar o resultado da votação; e, (iii) solicitando que as províncias dêem urgente consideração ao assunto, dentro de seus procedimentos estatutários e canônicos. Mas há outras propostas, inclusive uma que, a título pessoal, apoiarei para ir à discussão, que altera bastante a seção 4, no sentido de minimizar a interferência externa e a possibilidade de eventuais punições às províncias que não assinarem o pacto como está. Meu apoio é para que a proposta chegue a plenário. Embora concorde com ela em 80%, tenho reservas num ponto e dúvida em outro. Este apoio, entretanto, não será dado em nome da província (até porque esta só se posicionará no plenário, em voz (se necessário) e voto.

    O arcebispo Rowan Williams apresentou hoje o relatório do Windsor Continuation Group (WCG), que é complementar ao do Pacto, pois o previa, desde o próprio Relatório de Windsor. O relatório submetido ao arcebispo faz recomendações sobre o Processo de Escuta (processo que ouviu partes teologicamente em conflito); as moratórias (de sagração de bispos homossexuais e bençãos de uniões de pessoas de mesmo sexo e as violações de fronteiras eclesiais); os Instrumentos de Comunhão; a relação da Inter-Anglican Commission for Unity, Faith and Order-IASCUFO [Comissão Executiva Inter-Anglicana de Unidade, Fé e Ordem] e os Instrumentos de Comunhão; o Pacto Anglicano; os Visitadores Pastorais e o Fórum Pastoral (apontado desde a reunião dos Primazes na Tanzania); e o Diálogo Mediado sobre Jurisdições Paralelas. A proposta do Arcebispo é de que o relatório seja aprovado pelo ACC, que em conjunto com o Joint Standing Committee (JSC) o Arcebispo implemente as recomendações no que couber; reitera as moratórias (consagração de bispos, autorização de ritos públicos; benção de uniões homossexuais; e intervenções em outras províncias); comissiona um estudo à IASCUFO sobre o papel e responsabilidades de cada Instrumento de Comunhão, sua razão de ser eclesiológica e suas relações para exame de cada um daqueles, com relatório a ser apresentado ao próximo ACC-15. O arcebispo concluiu falando sobre o "definit eclesial" da Comunhão, e posicionou-se claramente que lhe parece haver somente duas opções – agir em unidade como igreja ou tornarmo-nos uma rede dispersa de igrejas locais – defendendo a primeira como uma "forma mais pactuada necessária no momento", de uma "comunhão mais coesiva". Em outras palavras, o Arcebispo declarou explicitamente seu apoio à proposta do Pacto.

    Enfim, pelas discussões que se tem tido aqui surgem algumas possibilidades. Uma delas como sugerido pelo representante da Escócia, é até mesmo assinar o pacto, se o contrário puser em risco o reconhecimento daquela província na "nova" Comunhão, ou de politicamente permitir que o texto "desça" até as Províncias, sem compromisso com o pacto. Lembrando que ainda há outra posição possível: adotar o pacto e propor mudanças nele. De qualquer forma, embora, mesmo na forma atual do texto, não haja nenhuma necessidade de alteração dos estatutos ou cânones provinciais, creio que somente o Sínodo deve tomar posição final sobre tão grave assunto. O que nos levaria a 2010. Mas também significará que os bispos não podem pressupor que o resultado será a reafirmação pura e simples de sua declaração de 2008.

    Amanhã discutiremos conjuntamente mais uma vez o Pacto e o Relatório do Windsor Continuation Group, apresentado pelo Arcebispo.

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    Rev. Cônego Francisco de Assis da Silva

    Secretário Geral da IEAB

     
  • SNIEAB 12:14 on 05/05/2009 Permalink  

    ACC: Pacto Anglicano será votado 

    A reunião do Conselho Consultivo Anglicano avança pelo seu quarto dia. Sob o intenso sol jamaicano – que levou nosso representante a se proteger durante o processional de entrada para a reunião de abertura (foto) – os representantes das Províncias da Comunhão discutem o futuro do Pacto Anglicano. Como dissemos, o Prof. Joanildo Burity nos envia informes que reproduzimos em nosso site. Vejamos as impressões enviadas hoje:

    celebração pública

    Naturalmente, o assunto do dia foi o pacto. Foi feita uma apresentação na primeira parte da manhã, pelo arcebispo Drexel Gomez, sobre o último texto (Ridley Cambridge), o qual está sendo recomendado pelo Joint Standing Committee para que o ACC o envie às Províncias, como o texto final do pacto, para que adotem-no ou rejeitem-no.

    prof. joanildo

    O documento tem três partes iniciais que, segundo  Drexel e vários outros depoimentos (inclusive, no  grupo de discernimento, de Ian Douglas, dos EUA), são praticamente consensuais. A discussão é a nova seção, a última, que vem em substituição ao apêndice do documento de Saint Andrew (versão anterior do Pacto). Há uma proposta de resolução submetida pelo Joint Standing Committee (espécie de conselho representativo dos Primazes) que elogia o trabalho do Covenant Design Group (CDG), assegura que o texto como está não demanda qualquer mudança nos estatutos e cânones das províncias. A última seção permite ainda que emendas e modificações sejam feitas, posteriormente, ao texto do pacto, a partir de um procedimento.

    No grupo de discernimento, na segunda parte da manhã, e em conversas de corredor que tive com o primaz da Austrália e com Stuart (Secretário Geral da Escócia), hoje, percebo que nossa posição, tal como está, é absolutamente minoritária (estou falando de cerca de 3 ou 4 províncias). A Escócia, por exemplo, apesar de, como nós, ser contra a existência de um pacto, aceitou em princípio participar da discussão (ao contrário de nós), e admite assinar o pacto, se (a) o fato de não assinar implicar em perda de participação ou sua limitação nos instrumentos de comunhão; (b) isso nos ajudar, enquanto Comunhão, a sair do impasse e possível cisma previsto.

    Não há plano B, pois não se desenhou nenhuma alternativa por parte de quem defendia a idéia do pacto, nem de quem era contrário. Assim, a única proposta sobre a mesa para o enfrentamento do problema é a do pacto. É admitido, por outro lado, que o CDG ouviu e respondeu a todos os questionamentos levantados na reformulação da proposta do Pacto, assegurando que nenhuma Província será governada por decisões externas a ela e que não precisa alterar seu marco regulativo para acomodar o pacto.

    Pelo relato acima, conclui-se que a nova versão do Pacto, publicada no mês de abril parece ter vencido algumas resistências. Ou então, está se buscando um acordo sobre os três primeiros blocos da proposta – menos polêmicos e mais gerais em termos de compreensão teológica -e se lançar num processode acolhimento por parte das Províncias. A seção de número 4 – que trata das regras de adesão e/ou abandono do Pacto – ficaria para ser ajustada nesse processo de recebimento já que é a mais polêmica de todas.

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    Rev. Cônego Francisco de Assis da Silva

    Secretário Geral da IEAB

     
  • SNIEAB 11:28 on 04/05/2009 Permalink  

    Presença brasileira na reunião do Conselho Consultivo Anglicano 

    A reunião do Conselho Consultivo Anglicano começou no dia 02 de maio em Kingston, Jamaica, com a presença de nosso representante, Prof. Joanildo Burity. O ACC – como é chamado por sua sigla em inglês – é o órgão legislativo da Comunhão Anglicana e se compõe de representantes de todas as Provincias anglicanas, contemplando as três ordens (leigos, clérigos e bispos). Nosso delegado estará nos enviando informes periódicos sobre o evento e as primeiras informações enviadas por ele estão reproduzidas abaixo:

    acc14

    Começamos com uma “manhã silenciosa” conduzida pelo Arcebispo Rowan Williams, que se dividiu em três momentos – um breve reflexão sobre Mt 13.44 (a parábola do tesouro perdido), seguida por um longo período de silêncio individual, e de uma segunda reflexão sobre Mt 13.45-46 (a parábola da pérola de grande valor).  Neste momento, o arcebispo ressaltou que o ACC deveria ser  visto como parte de nossa procura/espera pelo Reino de Deus e que as duas parábolas nos falam de como o Reino nos chega, não pelos nossos esforços, mas como dom inesperado de Deus (como um trabalhador rural que, preparando o solo do patrão para a semeadura, bate com sua enxada numa caixa contendo um tesouro – nós, nordestinos chamaríamos de “achar uma botija”!). Além disso, o Reino não está no além, está encravado no mundo e Deus nos mostra, no meio da faina cotidiana, num momento de surpresa, uma revelação do Reino. Agora, ao nos darmos conta disso, reconhecemos imediatamente o valor do achado e devemos estar dispostos a arriscar tudo o que temos para ter o Reino. O mesmo se dá com o comerciante de pérolas, que ao invés de vender a que encontra, compra-a para si. Mas neste caso, o arcebispo sugere, o faz talvez por reconhhecer nela sua própria identidade, quem ele realmente é (ou deseja ser) e assim tudo faz para mantê-la, ainda que tenha que lançar mão de tudo o que tem, deixando de ser comerciante talvez.

    Após uma eucaristia ministrada pelo arcebispo Rowan ao meio-dia, voltamos à tarde para uma série de atividades destinadas a apresentar a programação. Esta está montada sobre o trabalho em pequenos grupos – seja nos estudos bíblicos, seja nos “grupos de discernimento” (que examinarão todos os assuntos da pauta do encontro, antes das plenárias de deliberação). Apresentações individuais foram feitas nos grupos, estimulando ao máximo o encontro pessoal, e membros do Comitê Executivo presentes colocaram-se à disposição para esclarecer detalhes práticos do programa.

    Na semana que se inicia, estaremos examinando relatórios sobre missão na Comunhão Anglicana, o Pacto Anglicano, as redes temáticas da Comunhão (12 delas – ver site), relaçõs ecumênicas (até a quinta-feira) e deliberando e votando sobre o Pacto  e o relatório do Grupo de Continuação do Processo de Windsor (na sexta-feira). (Prof. Dr. Joanildo Burity)

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    Rev. Cônego Francisco de Assis da Silva

    Secretário Geral da IEAB

     
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