GT Finanças debate situação financeira provincial e propõe estrtégia de autosustentabilidade

Em reunião realizada na sede provincial, o GT Finanças avaliou a execução orçamentária da Secretaria Geral durante o presente exercício e propôs algumas mudanças estratégicas com vistas a reduzir o impacto do déficit operacional que se desenha até o final do ano fiscal de 2008.

 

 

membros do gt finanças

 

Os membros do GT ( Marco Villwock, Roberto Coimbra e Yamil Dutra) foram nomeados pelo Primaz para auxiliar o Secretário Geral na gestão financeira do escritório provincial e junto ao Conselho Executivo do Sínodo. Na reunião, se avaliou a presente crise que afeta os mercados internacionais que aponta para efeitos que ainda não é possível avaliar.

Durante o corrente exercício, o câmbio foi um dos vilões da execução orçamentária, mediante o recuo em mais de 25 mil reais em receitas oriundas dos parceiros internacionais. Outro ponto analisado com afinco pelo GT foi a redução das receitas advindas das dioceses, causando uma redução de receita em cerca de 80%, com forte impacto nas execuções das contas.

Diante disso, o GT aprovou algumas recomendações para um melhor manejo dos compromissos financeiros até dezembro.

Segundo o grupo, o Orçamento de 2009 terá que ser discutido com muita acuidade na próxima reunião do Conselho Executivo do Sínodo que terá lugar no Rio de Janeiro, no final deste mês. Fica evidente a necessidade de a IEAB construir uma proposta orçamentária que considere com cada vez menor expectativa os aportes vindos do exterior. Todas as Provincias e agências que tem histórico de cooperação financeira com a nossa Provincia estão readequando seus orçamentos e isso terá impacto imediato sobre nossas receitas.

A despeito de ter havido drástica redução do passivo de longo prazo nos últimos dois anos – mais de 50% – é evidente que a Secretaria Geral, as dioceses e distrito missionário terão que avaliar a capacidade de auto sustentabilidade com alvo, no mínimo, a médio prazo.

Como parte dessa estratégia, tem sido visto como um ótimo sintoma a criação de grupos gestores nas dioceses, a exemplo do que já existe na diocese Meridional e recentemente na diocese do Rio de Janeiro. Cada vez mais torna-se exigível uma gestão de caráter profissional e a criação dos grupos gestores, assim como o GT Finanças, podem fortalecer políticas eficazes. Uma junção entre Missão e Gestão pode gerar os resultados que se esperam.

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Rev. Cônego Francisco de Assis da Silva

Secretário Geral da IEAB