Novos Rumos para o Trabalho Indígena na IEAB 

Aconteceu hoje, em Curitiba, uma Consulta sobre a Pastoral Indigenista Anglicana, na qual, bispos, pessoas ligadas ao trabalho indígena (clérigos e leigos), e interessados estiveram reunidas com o coordenador do Grupo de Trabalho Missionário Ecumênico (GTME), Sr. Silas da Silva Moraes, para avaliarem a caminhada do trabalho realizado pela Pastoral Indigenista Anglicana, e traçar novas perspectivas de trabalho.

Ao final, o grupo produziu uma Declaração à toda Igreja, a qual será apresentada no XXX Sínodo, a saber:

DECLARAÇÃO DA CONSULTA SOBRE A
PASTORAL INDIGENISTA ANGLICANA (PIA)

Com a presença do Bispo Primaz, D. Orlando Santos de Oliveira, e dos Bispos D. Sebastião Gameleira Soares, da Diocese Anglicana de Pelotas, D. Filadelfo Oliveira Neto da Diocese Anglicana do Recife, D. Almir dos Santos, do Distrito Missionário do Oeste, de Christina Takatsu Winnischofer, Secretária-Geral da IEAB, Revda. Lucia Dal Pont Sirtoli, Revdo. Braz Rodrigues da Costa, Revdo. Wilson Pereira Aguiar, Erci Felisbino da Silva, Noeli Gomes dos Santos, Hugo A. Sanchez, Lucia H. F. S. Sanches, Revdo. Josias Alves Conserva e Silas da Silva Moraes, representante do Grupo de Trabalho Missionário Evangélico (GTME), esteve reunido no dia 26 de julho de 2006, refletindo sobre a Pastoral Indigenista e sua atual situação. Percebemos que, mesmo não sendo conhecida em várias áreas de nossa Província, estão se desenvolvendo grandes trabalhos no meio indígena.

Consideramos:

- Há um crescente envolvimento das dioceses com os trabalhos da Pastoral Indigenista Anglicana (PIA), particularmente nas Dioceses de Brasília, Meridional, Sul-Ocidental e Distrito Missionário do Oeste (DMO).
- O trabalho corajoso dos missionários assume parte importante da missão da Igreja.
- A importância dessa ação como testemunho cristão, desencadeando na expansão da Igreja, principalmente no Estado do Tocantins e no DMO.
- A importância da formação indigenista e assessoria prestada pelo Grupo de Trabalho Missionário Evangélico (GTME).
- As limitações e precariedades quanto a recursos humanos e financeiros, e à necessidade de um maior envolvimento da Igreja com as questões sociais e políticas.
- A necessidade de maior divulgação dos trabalhos da Pastoral Indigenista Anglicana.

A consulta informa a este Sínodo a necessidade de que o coordenador(a) da PIA assuma o papel de articulador(a) entre os trabalhos em áreas e, destas, com o GTME. Para essa função foi indicado o nome de Paulo Couto Teixeira, que foi aprovado por unanimidade dos participantes.

Esperamos que a Igreja continue apoiando a Pastoral Indigenista Anglicana e incentivando a formação de novos agentes para esta pastoral.

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Christina Takatsu Winnischofer

Secretária Geral da IEAB