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  • SNIEAB 19:30 on 15/09/2005 Permalink | Responder
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    Justiça Frustra Novamente Tentativa de Robinson Cavalcanti Prejudicar a DAR e a IEAB 

    Segundo o boletim de notícias da Diocese Anglicana do Recife, a 31a Vara Civil do Recife, no dia 12 de setembro p.p, rejeitou o pedido de suspensão do XXIV Concílio Diocesano, convocado pela autoridade eclesiástica da DAR, Dom Filadelfo de Oliveira Neto, feito pelo auto-denominado bispo diocesano Sr. Robinson Cavalcanti, que se esqueceu de informar ao juiz que ele tinha sido deposto de suas sagradas ordens pela Igreja Episcopal Anglicana do Brasil e de que ele não é mais o representante da Diocese Anglicana do Recife.

    Segundo o Dr. Senomar Teixeira, advogado e membro da IEAB no Recife, essa não foi a primeira vez que Cavalcanti apela à Justiça (e perde) no sentido de obstruir a ação legítima da Igreja Brasileira de seguir com suas atividades. Referindo-se à recente tentativa, disse que ele (Robinson Cavalcanti) agiu com má fé e falsidade ideológica, omitindo de mencionar à Corte as decisões que o depuseram de suas funções episcopais. Bispo Filadelfo Neto é a autoridade diocesana legítima e tem poder de convocar um Concílio. Todas decisões, reformas canônicas e de ordenações que aconteceram naquele Concílio, no final de semana passado, estão confirmadas.

    A seguir, o texto integral que foi enviado pela Diocese Anglicana do Recife à Secretaria Geral, em versões português e inglês:

    Notícias da Diocese Anglicana do Recife

    A Corte agiu com agilidade. Em uma decisão expedida por um juiz da 31a Vara Civil do Recife, o pedido apresentado por Robinson Cavalcanti com a intenção de suspender o XXIV Concílio da Diocese Anglicana do Recife, foi releitado na segunda-feira passada, dia 12 de setembro. Cavalcanti esqueceu de informar ao juiz que ele tinha sido deposto como bispo da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil e desde então não representava a Diocese Anglicana do Recife.

    Essa não é a primeira vez que o auto-intitulado bispo apela à Justiça no sentido de obstruir a Igreja Brasileira de seguir com suas atividades. Robinson deixou de mencionar ao magistrado as precedentes e preventivas decisões judiciais do juiz distrital da 16a jurisdição da capital, na ação judicial do processos número 001.2005.004782-6, e do Juiz da Suprema Corte da 4a Vara Civil do Tribunal de Justiça de Pernambuco, Juiz Eloy DAlmeida Lins, na ação judicial registrada da apelação número 122540-5, que atesta sua suspensão e sua deposição das suas funções episcopais e de representante da Diocese Anglicana do Recife.

    Segundo Rev. Senomar Teixeira, membro e advogado da IEAB, ele (Robinson Cavalcanti agiu com má fé e falsidade ideológica, omitindo de mencionar à Corte as decisões que o depuseram de suas funções episcopais. Bispo Filadelfo Neto é a autoridade diocesana legítima e tem poder de convocar um Concílio. Todas decisões, reformas canônicas e de ordenações que aconteceram naquele Concílio, no final de semana passado, estão confirmadas.

    Fica claro para a Igreja e para a Justiça que Robinson não é mais um bispo anglicano. Ele não representa a Igreja Anglicana e, tendo perdido todas as suas prerrogativas canônicas, por ela foi deposto de suas sagradas ordens. Ao participar de atividades apresentando-se como um bispo da Igreja Anglicana do Recife, ele está tentando enganar aqueles que desconhecem os fatos e as decisões da IEAB, que têm sido reconhecidas pela Justiça brasileira.

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    Christina Takatsu Winnischofer

    Secretária Geral da IEAB

     
  • SNIEAB 19:27 on 15/09/2005 Permalink | Responder
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    IEAB Sofre Boicote e lhe É Retirado o Direito de Participar do III Encontro Anglicano do Sul Global 

    Através de carta emitida pelo Primaz da Nigéria, Peter Akinola, ao primaz brasileiro, a IEAB foi notificada de que não é mais bem-vinda ao III Encontro Anglicano do Sul Global, que reúne as províncias anglicanas do Hemisfério Sul, e que deve se retratar por declarações feitas pelo bispo Jubal Neves, da Diocese Sul-Ocidental, que, em seu relatório episcopal apresentado no último Concílio Diocesano (disponível no site da Diocese), fez críticas ao grupo conservador, que tem acirrado seu lobby em todas as instâncias da Comunhão Anglicana, na defesa de uma Nova Comunhão Anglicana  fato que se torna evidente diariamente, como podemos constatar ao lermos os mais variados meios de comunicação na internet, como por exemplo em http://www.ekklesia.co.uk/content/news_syndication/article_050911afr.shtml).

    Além disso, o presidente do comitê organizador do Encontro, Dom Akinola, afirmou que a deposição de Robinson Cavalcanti foi precipitada e que, somada às afirmações de Dom Jubal, tais fatos seriam fatores que gerariam uma crise entre as nossas relações (entre Brasil e Nigéria) e divergem dos compromissos teológicos da Comunhão Anglicana e de outras províncias do Sul Global.

    Dom Orlando Oliveira, em sua resposta ao primaz nigeriano, com cópia para o Arcebispo de Cantuária e ao Secretário-Geral da Comunhão Anglicana, afirmou que A IEAB está sendo julgada e discriminada pela organização do Encontro.  …me parece que o Comitê Organizador do Encontro Sul Global não quer nos ouvir; me parece que eles querem somente ouvir uma maneira de se pensar. Me parece que os participantes e o conteúdo teológico do Encontro terá somente uma perspectiva teológica, e não é aberta pastoral e teologicamente à diversidade, que é a base da Comunhão Anglicana. A Igreja no Brasil nunca cortou relações com nenhuma província da Comunhão Anglicana, embora não concordasse com todas as posições e atitudes adotadas por parte de algumas.

    Sobre o as afirmações de Dom Jubal Neves, diz: …cada bispo diocesano tem a liberdade de se expressar, sejam quais forem suas opiniões que não representam necessariamente, ao mesmo tempo, uma voz autoritária do Brasil. Antes de qualquer afirmação, lembro-lhe de que Dom Jubal Neves é um dos nossos bispos mais antigos da Câmara dos Bispos, e merece nossa consideração e respeito, quer concordemos ou não com seus pronunciamentos.

    Sobre a deposição de Robinson Cavalcanti, que foi considerada precipitada pelo primaz da Nigéria, Dom Orlando alertou: …eu acredito que isso não é tarefa de nenhum bispo, clérigo ou leigo da Comunhão Anglicana fazer tal julgamento sobre a IEAB. Isso se deve pelo fato deles não conhecerem a real situação de algo que é um assunto interno da Igreja brasileira. Bispo Cavalcanti foi deposto por problemas disciplinares, éticos e morais. Ele foi o único que quebrou comunhão com a Igreja Brasileira, e ele ofendeu e desrespeitou o Primaz, a Câmara dos Bispos, o clero e o povo de toda a província.

    Antes de finalizar a sua carta, o primaz brasileiro, em nome da IEAB, lamentou a decisão do comitê organizador do Encontro Anglicano do Sul Global. Nós manifestamos nossa tristeza e surpresa que um encontro oficial da Comunhão Anglicana, pela primeira vez, é planejado de maneira autoritária e discriminatória.

    E complementou: A Província do Brasil não tem que se desculpar por suas ações e declarações, no sentido de que em todas as nossas manifestações temos procurado ser respeitosos com todos os nossos irmãos e irmãs em Cristo. Agora, isso não significa que nós temos que sempre concordar com o critério de seleção imposto para ser participante do Encontro do Sul Global, porque o comitê organizador, em sua maneira de agir, tem sido autoritário, incontestavelmente.

    O Primaz brasileiro tem recebido manifestações de apoio por parte de muitas personalidades do mundo anglicano, que também lamentam a atitude e que consideram absurdas as criticas feitas à IEAB.

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    Christina Takatsu Winnischofer

    Secretária Geral da IEAB

     
  • SNIEAB 19:24 on 15/09/2005 Permalink | Responder
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    5ª Edição da Campanha Tem o Lema Cidade de Paz 

    Reunir manifestações de solidariedade em favor da paz e mostrar o trabalho de comunidades que querem viver em uma cidade justa, democrática e socialmente inclusiva. Em todo o Brasil, é o que pretende a Coordenadoria Ecumênica de Serviço – CESE com a 5 a edição de sua Campanha Primavera para a Vida. Cidade de Paz é o lema desta 5ª edição da Campanha.

    Iniciativa de caráter nacional, a Primavera para a Vida pretende estimular a mobilização de recursos para projetos populares que representam a construção de soluções comunitárias para os diversos problemas sociais que afligem a maioria da população brasileira. A abertura das atividades acontece no dia 18/9, às 10h, com um culto ecumênico no auditório do Colégio 2 de Julho, reunindo fiéis e clérigos das Igrejas associadas da CESE.

    No dia 23/9, a Avenida Sete será mais uma vez o palco de uma grande caminhada de grupos apoiados pela CESE em Salvador, com apresentações de música, percussão, dança e teatro popular de rua, com saída às 15h do Campo Grande. Na última caminhada, em 2004, a organização reuniu mais de 6 mil pessoas segundo os cálculos da Polícia Militar.

    Em 32 anos de atividade, a CESE já apoiou, com recursos financeiros e técnicos, mais de 7 mil projetos de organizações do movimento popular, beneficiando, diretamente, cerca de 6,5 milhões de pessoas. Organismo ecumênico constituído por seis igrejas cristãs – Igreja Católica Apostólica Romana, Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Episcopal Anglicana do Brasil, Metodista e as Igrejas Presbiterianas Unida e Independente do Brasil  a CESE tem atuação em todo o País.

    Maiores informações no site http://www.cese.org.br

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    Christina Takatsu Winnischofer

    Secretária Geral da IEAB

     
  • SNIEAB 19:20 on 15/09/2005 Permalink | Responder
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    CESE Divulga Versão Final do Documento Ética na Política 

    ÉTICA NA POLÍTICA
    PELO FIM DA IMPUNIDADE, POR JUSTIÇA PARA TODOS E TODAS

    Surdos, escutem; cegos, olhem e vejam! Quem é cego senão meu servo? Quem é surdo, senão o mensageiro que eu mandei? Você viu muitas coisas, e nada percebeu; abriu os ouvidos e nada ouviu. Por causa de sua própria justiça, Javé queria engrandecer e glorificar a sua lei; mas o seu povo é um povo espoliado, esgotado e roubado, todos presos em cavernas, trancados em prisões. Era saqueado, e ninguém o libertava; despojado, e ninguém dizia: Devolvam isso. Quem de vocês vai escutar isso tudo e prestar atenção para ouvir daqui por diante? – Is. 42, 18-23

    Representantes das Igrejas Associadas da Coordenadoria Ecumênica de Serviço – CESE e do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil – CONIC, em conjunto com a Cáritas Brasileira, a Secretaria Regional para o Brasil do Conselho Latino Americano de Igrejas (CLAI-Brasil), a Igreja Batista Nazareth, Igreja Ortodoxa Bielorrussa Eslava, Diaconia Sociedade Civil de Ação Social, Centro Ecumênico de Evangelização, Capacitação e Assessoria (CECA), Koinonia – Presença Ecumênica e Serviço, Centro de Estudos Bíblicos (CEBI), Grupo de Trabalho Missionário Evangélico (GTME), Comissão Ecumênica dos Direitos da Terra (CEDITER), Centro Ecumênico de Serviços à Evangelização e Educação Popular (CESEP), Fundação Luterana de Diaconia (FLD), Aliança Evangélica Brasileira (AEVB), Comissão Ecumênica Nacional de Combate ao Racismo (CENACORA), Visão Mundial e Ação dos Cristãos para a Abolição da Tortura – ACAT – Brasil vêm a público manifestar uma vez mais sua preocupação com uma das mais graves crises por que passam as instituições que sustentam a ainda jovem democracia deste País.

    A par disto, querem, ainda, alertar a sociedade brasileira para que, de modo organizado, aproveite a oportunidade para promover uma ampla e profunda reforma política, única maneira de robustecer os lastros da democracia e impedir a continuidade dos procedimentos ilícitos que estão vindo à tona com a revelação dos fatos que têm deixado perplexa a população.

    As denúncias de uso de fontes ilegais de recursos para o financiamento de campanhas eleitorais, desvios de fundos públicos e tantas outras suspeitas de corrupção que têm sido veiculadas pela grande mídia vêm despertando indignação cada vez maior nessa decepcionada gente brasileira.

    Entretanto, a descrença na ação política, provocada pela não implementação das mudanças que a população brasileira tanto aguardava nos últimos anos, é dos mais perversos resultados da atual crise político-institucional. É indispensável que todos e todas reassumam sua convicção de que a política a serviço da justiça e do bem comum é instrumento essencial para a afirmação da democracia e da ética na sociedade brasileira.

    A crise compromete, ainda mais, as possibilidades de realização do modelo atual de democracia representativa e instiga a sociedade a se posicionar, cada vez mais freqüentemente, na construção de mecanismos de democracia participativa e direta. Democratizar a comunicação também passa a integrar, de maneira mais pronunciada, a agenda da sociedade civil organizada, uma vez evidenciado o perverso poder das mídias monopolizadas a serviço dos interesses dominantes, que buscam criminalizar, de toda forma e sem reconhecer limites, os movimentos sociais e as ONGs.

    Mais uma vez, se afirma: dois anos já se passaram desde que Luis Inácio Lula da Silva foi eleito presidente pelo voto de 53 milhões de eleitores, traduzindo as esperanças do povo brasileiro num governo enfim comprometido com a justiça social e a dignidade humana. Hoje, contudo, vive-se um nítido mal-estar na vida democrática do País provocado pela imposição progressiva da agenda neoliberal nas entranhas do Governo que se expressa em muitos aspectos das reformas realizadas ou em curso. Manifesta-se na prevalência do agro-negócio sobre a agricultura familiar e na lentidão da Reforma Agrária; no desmonte da máquina governamental que poderia dar início ao processo necessário de Reforma Urbana (o Ministério das Cidades); na aceitação – como principio – do livre comércio em vez do comércio justo e solidário; na adoção do modelo produtivista de crescimento acelerado em detrimento de um desenvolvimento sócio-ambiental sustentável e no pouco caso com os recursos hídricos; na aceitação passiva dos mecanismos do endividamento público, sem qualquer restrição à especulação financeira; e, ainda, na opção por políticas compensatórias insuficientes porque desacompanhadas de medidas de caráter estrutural e universal, segundo uma perspectiva atualizada de conquista, ampliação e defesa de direitos.

    No plano institucional, a avalanche de fatos utilizados de modo inescrupuloso pela grande imprensa vai constituindo uma realidade sufocante de nomes e siglas partidárias, de funcionários públicos, pessoas e órgãos denunciados por corrupção ativa e passiva. Isso causa enorme desalento e alimenta a descrença nas instituições democráticas quanto à sua capacidade de preservar o Estado de Direito. A confluência de um grande número de denúncias de corrupção envolvendo instâncias públicas e interesses privados, por parte da Policia Federal e Ministério Público, revela um grave quadro de injustiça e impunidade que, ademais, agrava a falta de recursos e inviabiliza políticas públicas que atendam as necessidades básicas da população, mantendo-a sob sofrimento cotidiano.

    É bem verdade que parte da imprensa, dos parlamentares, dos juízes, do Ministério Público e de instâncias administrativas, estão tentando cumprir honestamente seu papel, dando provas de que um outro país é possível. Muitas investigações estão em andamento e deve-se encorajar este processo. Mas uma verdadeira Nação quer muito mais: quer que a ética passe a limpo imediatamente e por inteiro o País.

    Enquanto o povo organizado reinventa a democracia ocupando novos espaços públicos de participação, criando alternativas de vida e de respeito às relações de gênero e raça, as elites brasileiras radicalizam uma cultura predatória de sucateamento do patrimônio público e de desmoralização das instituições. Certamente, muitos dos constrangimentos recentes vividos pela Nação brasileira apontam para a urgência de uma reforma político-eleitoral e do Estado, capaz de criar uma nova cultura política que supere o patrimonialismo vigente e fortaleça a perspectiva emancipável de agentes políticos transformadores. Entre os grandes desafios da reforma política está o de incutir no cidadão comum a valorização e o resgate da vida partidária enquanto espaço de vivência e de construção da democracia.

    As parcelas dominantes da sociedade brasileira tiram proveito da profunda crise ética que perpassa o País – crise que se manifesta na confusão entre o público e privado, e que fornece o substrato capaz de legitimar, muitas vezes, a corrupção nas esferas do poder constituído. Deste modo, servem-se dessas ocasiões para propagar sua razão cínica – que enuncia: todos são essencialmente corruptos em potencial, basta haver oportunidade para a corrupção ocorrer – e tentar inviabilizar a curto, médio e longo prazos, a construção de uma sociedade justa e democrática, porque igualitária, perpetuando seus privilégios espúrios e aprofundando o fosso terrível que separa poucos cada vez mais ricos de cada vez maior número de empobrecidos – fosso onde prolifera a violência a cada dia mais agudizada, e que faz parecer que a inclusão seja a revanche dos excluídos e não, propriamente, o fim da exclusão, e, assim, tenhamos, interminavelmente, violência produzindo mais e mais violência.

    Este não é um país de criminosos nem de pessoas criminalizáveis. Este País pode, sim, ser um outro País de todas as pessoas que nele vivem, trabalham, sofrem e se alegram. São poucos os que ainda promovem e se aproveitam da desigualdade e vivem ostensivamente acima da lei, se aproveitando da ocasião em que podem se apropriar do que é bem público, bem comum, em detrimento da imensa maioria da nossa gente sofrida e trabalhadora. A apuração rigorosa dos crimes de colarinho branco em diversos organismos estatais, órgãos públicos e dentro do Congresso Nacional é uma exigência de governabilidade e não pode nem deve ser alvo da exploração político-eleitoreira. Esperamos do governo Lula, do Parlamento, do Judiciário e do Ministério Público todo o empenho para identificação e punição de todos os responsáveis, de sorte que as instituições saiam fortalecidas e acreditadas pelo povo brasileiro.

    Confiando que os governantes escutem nosso Clamor como Igrejas, Organismos Ecumênicos e Organizações Evangélicas que é o próprio clamor do povo sofredor subscrevemo-nos, com esperança de uma sociedade onde reinará a Justiça e a Paz!

    Guarulhos, agosto de 2005.

    CESE – Coordenadoria Ecumênica de Serviço
    Dom Gilio Felicio (CNBB / ICAR) – Presidente
    Eliana Rolemberg – Diretora Executiva

    CONIC – Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil
    Bispo Adriel de Souza Maia (IM) – Presidente
    Pastor Ervino Schmidt – Secretário Executivo

    CNBB / ICAR – Igreja Católica Apostólica Romana
    Dom André de Witte

    IEAB – Igreja Episcopal Anglicana do Brasil
    Bispo Primaz Dom Orlando Santos de Oliveira

    IECLB – Igreja Evangélica de Confissão Luterana
    Pastor Nestor Paulo Friedrich

    IM – Igreja Metodista
    Bispo João Alves de Oliveira Filho – Presidente do Colégio Episcopal
    Bispa Marisa de Freitas Ferreira Coutinho – Presidente da REMNE

    IPIB – Igreja Presbiteriana Independente do Brasil
    Rev. Nenrod Douglas Oliveira Santos

    IPU – Igreja Presbiteriana Unida do Brasil
    Rev. Gerson Antônio Urban

    ICOSB – Igreja Católica Ortodoxa Siriana Do Brasil
    Dom Leolino Gomes Neto – Presidente

    Igreja Batista Nazareth
    Pastor Djalma Rosa Torres

    IOBE – Igreja Ortodoxa Bielorrussa Eslava
    Mons. Athanasio Luiz Antonio Nascimento – Arcebispo Metropolita

    Cáritas Brasileira
    José Magalhães de Souza – Diretor Executivo

    CLAI-BRASIL – Secretaria Regional para o Brasil do Conselho Latino Americano de Igrejas
    Rev. Luiz Caetano Grecco Teixeira – Secretário Regional

    DIACONIA Sociedade Civil de Ação Social
    Waldyr Hoffmann – Presidente do Conselho Diretor

    CECA – Centro Ecumênico de Evangelização, Capacitação e Assessoria
    Francisco de Assis da Silva – Secretário Executivo

    Koinonia – Presença Ecumênica e Serviço
    Rafael Soares de Oliveira – Secretário Executivo

    CEBI – Centro de Estudos Bíblicos
    Dom Sebastião Armando Gameleira Soares – IEAB
    José Edmilson Schinelo – Diretor

    GTME – Grupo de Trabalho Missionário Evangélico
    Silas da Silva Moraes – Coordenador Executivo

    CEDITER – Comissão Ecumênica dos Direitos da Terra
    Pastor João Dias Araújo – Diretor de Relações Públicas

    CESEP – Centro Ecumênico de Serviços à Evangelização e Educação Popular
    Pe. José Oscar Beozzo – Coordenador Geral

    FLD – Fundação Luterana de Diaconia
    Gilberto Stolz – Presidente da Diretoria Executiva

    AEVB – Aliança Evangélica Brasileira
    Rev. Key Yuasa – Presidente
    Rev. Luiz Mattos – Diretor Executivo Nacional

    CENACORA – Comissão Ecumênica Nacional de Combate ao Racismo
    Rev. Antônio Olímpio de Sant’Ana – Secretário Executivo

    VISÃO MUNDIAL
    Rev. Welinton Pereira da Silva – Assessor de Relações Eclesiásticas

    ACAT – Brasil – Ação dos Cristãos para a Abolição da Tortura
    Pe. Bernard Hervy – coordenação

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    Christina Takatsu Winnischofer

    Secretária Geral da IEAB

     
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