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  • SNIEAB 0:30 on 28/02/2005 Permalink | Responder
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    Primaz da IEAB é Eleito para o Comitê Permanente dos Primazes 

    O primaz da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, Dom Orlando Santos de Oliveira, foi eleito, por unanimidade, para ser o novo representante das Américas no Comitê Permanente dos Primazes.

    A região das Américas é composta pelas igrejas do Canadá, Estados Unidos, México, IARCA, Cone Sul, Brasil e das Índias Orientais.

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    Christina Takatsu Winnischofer

    Secretária Geral da IEAB

     
  • SNIEAB 0:44 on 26/02/2005 Permalink | Responder
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    Março 2005 – Mês Nacional da Juventude Anglicana 

    A CIN-UJAB (Comissão Nacional de Integração da União da Juventude Anglicana do Brasil), juntamente com Departamento de Educação Cristã da IEAB, faz novamente o desafio à igreja brasileira, de dedicar todo o mês de março para reativar os grupos de juventude em suas comunidades, pois este é o Mês Nacional da Juventude Anglicana.

    O material de apoio do Mês da Juventude Anglicana 2005 (cartaz e o caderno de atividades) foi elaborado na base da Igreja, no meio das comunidades que trabalham com juventude e que possuem um compromisso com o Evangelho. O tema proposto é “Quem somos? Como atuamos? O que queremos”?

    O material já está disponível no link Diretório Virtual, Secretaria Geral, e pode ser também adquirido, por aqueles e aquelas que não possuem acesso à internet, através dos seus respectivos escritórios diocesanos ou distritais, que receberam uma cópia impressa para reprodução.

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    Christina Takatsu Winnischofer

    Secretária Geral da IEAB

     
  • SNIEAB 0:46 on 25/02/2005 Permalink | Responder
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    Resolução Diocesana da DAR 001/2005 

    O Bispo da IEAB, Dom Filadelfo de Oliveira Neto, Autoridade Eclesiástica da Diocese Anglicana de Recife, no uso de suas atribuições legais, que lhe confere o art. 21, Parágrafo Único, Capítulo IX, da Constituição da IEAB, e nas resoluções 001/2005 e 002/2005 emitidas pelo Bispo Primaz da IEAB,

    RESOLVE:

    Declarar nulo de fato e de direito qualquer decisão, deliberação e atos normativos e administrativos emanados do Concílio Extraordinário convocado para ser realizado no dia 26 de fevereiro de 2005, na Cidade de Recife, pelo Bispo Robinson Cavalcanti, que se encontra suspenso do Ofício e do Ministério. A participação por parte de qualquer clérigo ou delegado leigo da DAR neste Concílio constitui ato de insubordinação gravíssima, passível das sanções canônicas cabíveis.

    Recife, 25 de Fevereiro de 2005.

    Dom Filadelfo Oliveira Neto – Bispo da IEAB
    Autoridade Eclesiástica da Diocese Anglicana de Recife

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    Christina Takatsu Winnischofer

    Secretária Geral da IEAB

     
  • SNIEAB 0:47 on 24/02/2005 Permalink | Responder
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    Declaração do Encontro dos Primazes da Comunhão Anglicana 

    1. Como primazes da Comunhão Anglicana e moderadores das Igrejas Unidas, nós nos reunimos no Centro de Conferências e Retiro Dromantine, Newry, Irlanda do Norte, de 20 a 25 de fevereiro de 2005, a convite do Arcebispo de Cantuária, Dr. Rowan Williams. Trinta e cinco de nós estiveram presentes a esse encontro (i). Nós estamos extremamente gratos pela calorosa recepção no Dromantine, que recebemos dos membros da Sociedade Católico-Romana das Missões Africanas, da Igreja da Irlanda, e especialmente do Primaz de toda a Irlanda, Robin Eames e Lady Eames, que foram nossos anfitriões.

    2. Nosso encontro aconteceu em um contexto de oração comum e adoração, incluindo a Oração Vespertina na Catedral de São Patrício, em Armagh, onde nós fomos formalmente recebidos pela Igreja da Irlanda. Nas manhãs de segunda e terça-feira, nós realizamos estudos bíblicos, oração e retiro silencioso, liderados pelo Arcebispo de Cantuária no tema quaresmal das três tentações de Cristo. Ele nos lembrou que era nosso dever, como líderes cristãos, começarmos a ouvir Deus, antes de ouvirmos uns aos outros. Nós agradecemos a Deus que nosso encontro foi caracterizado pela generosidade de espírito, e disposição em respeitar a integridade de cada um, com caridade cristã e abundante boa-vontade.

    3. O Encontro iniciou com relatos das províncias mais afetadas pelo recente desastre do tsunami no Oceano Índico e pela ajuda humanitária prestada pelas igrejas anglicanas. Nós oferecemos nossas preces às vítimas, pelo trabalho de reconstrução em andamento e pela ajuda humanitária que está acontecendo por toda a costa do Oceano Índico, particularmente na Província do Sudeste Asiático, do Leste Africano, do Oceano Índico, do Sul da Índia e na Igreja do Ceilão.

    4. O assunto mais urgente tratado no Encontro dos Primazes foi a análise do Relatório de Windsor 2004, no qual a Comissão de Lambeth sobre a Comunhão(ii) tinha oferecido suas recomendações para a vida futura da Comunhão Anglicana, face aos acontecimentos da vida anglicana na América do Norte (iii).

    5. Nós refletimos por muito tempo sobre as recomendações do Relatório de Windsor; ouvindo primeiramente o Arcebispo Robin Eames, que pontuou o trabalho da Comissão de Lambeth, a qual presidiu, e então ouvimos o Primaz Bruce Cameron, da Igreja Episcopal da Escócia, que assumiu o trabalho que o Arcebispo Peter Kwong tinha iniciado, no Grupo de Recepção sobre o Relatório de Windsor (iv). Nós realizamos uma cuidadosa análise das 322 respostas que esse grupo tinha recebido de toda a Comunhão Anglicana, e que ofereceu um grande suporte para as recomendações do Relatório de Windsor, apesar de algumas preocupações em relação aos detalhes dos problemas (v).

    6. Então nós continuamos com nossas próprias reflexões sobre essas respostas. Há um grande número de coisas que são bem claras. Muitos primazes têm ficado alarmados que o padrão do ensino cristão sobre as questões de sexualidade humana, expressas na Resolução 1.10 da Conferência de Lambeth de 1998, que deveriam ser respeitadas como uma posição majoritária adotada pelos bispos da Comunhão Anglicana, têm sido seriamente soterradas pelos recentes acontecimentos na América do Norte. Ao mesmo tempo, é reconhecido que esses acontecimentos na Igreja Episcopal dos Estados Unidos (ECUSA) e na Igreja Anglicana do Canadá aconteceram inteiramente de acordo com seus processos e exigências constitucionais (vi). Nós também desejamos deixar bem claro, que em nossa discussão e avaliação da moral apropriada aos comportamentos especificamente humanos, continuamos claramente comprometidos com o apoio pastoral e cuidado aos homossexuais. A injustiça e discriminação dos seres humanos cujo afeto possa ser oferecido a pessoas do mesmo sexo é um anátema para nós. Nós asseguramos aos homossexuais que eles são filhos de Deus, amados e importantes para Ele, e merecedores do nosso melhor cuidado pastoral e amizade (vii).

    7. Nós recebemos o teor geral do Relatório de Windsor, como um caminho que oferece uma maneira de continuarmos a nossa vida mútua em nossa Comunhão, e louvamos as conclusões que seguem para lidarmos com as diferenças de opinião que foram abertas diante de nós.

    8. Nós acreditamos que o Relatório de Windsor oferece nas seções A e B uma descrição autêntica da vida da Comunhão Anglicana, e dos princípios que a sua vida é governada e sustentada. Embora nós acreditamos que muitos elementos desse relato oferecem um retrato do que é ideal, em vez do que é atualmente vivenciado, nós aceitamos a descrição oferecida nas seções A e B do Relatório de Windsor como uma maneira de como gostaríamos de ver desenvolvida a vida da Comunhão Anglicana, enquanto nós reagimos fielmente ao discipulado de Cristo. Essas seções falam do lugar central os anglicanos outorgam a autoridade da escritura, e da “autonomia-em-comunhão” como um exercício balanceado da interdependência entre as trinta e oito províncias e sua legítima autonomia provincial. Nós, portanto, pedimos a todas as províncias para considerar se estão realmente dispostas em se comprometerem com o entendimento de vida interdependente da Comunhão Anglicana em termos descritos nessas seções do Relatório.

    9. Nos é grato receber as propostas na seção C para o futuro desenvolvimento dos instrumentos de Unidade (viii), embora nós reconhecemos que questões sérias sobre o conteúdo da proposta para um Acordo Anglicano (ix) e as ações práticas de sua implementação significam que é um processo a longo prazo. Nós ficamos agradecidos em sermos lembrados dos extensos precedentes para acordos que muitas igrejas estabeleceram com parceiros ecumênicos, e que mesmo em nossa Comunhão o Quadrilátero de Chicago/Lambeth têm operado efetivamente como uma forma de acordo que assegura o nosso compromisso básico com a Escritura, o Credo Niceno, os dois sacramentos do Evangelho e o Episcopado Histórico. Portanto encomendamos esta proposta como um projeto que deveria ser ainda mais considerado nas Províncias da Comunhão, a partir de agora até a Conferência de Lambeth de 2008. Como complemento, nós pedimos ao Arcebispo de Cantuária que crie maneiras de implementar isso.

    10. Nós temos mais perguntas ainda sobre o desenvolvimento do papel do Arcebispo de Cantuária, e de um Conselho de Consulta (x). Enquanto nós agradecemos o ministério do Arcebispo de Cantuária como aquele que pode falar a nós como primus inter pares sobre as realidades que enfrentamos como uma Comunhão, nós somos cautelosos com qualquer desenvolvimento que poderia dar a impressão de criar uma jurisdição internacional que poderia suprimir a nossa autonomia provincial. Nós pedimos ao Arcebispo de Cantuária que explore maneiras de consultoria nessas questões.

    11. Nós aceitamos o princípio enunciado na seção D do Relatório de Windsor tratando da natureza universal do ministério de um bispo dentro da política anglicana (xi). Embora formidáveis problemas práticos podem ser assistidos por qualquer amplo processo formal de consulta na eleição e confirmação de bispos, nós solicitamos que as províncias mesmas devem encontrar um espaço apropriado para levar em consideração o princípio da interdependência em qualquer processo de eleição ou confirmação.

    12. Nós, como um corpo, continuamos a discutir as situações que surgiram na América do Norte com máxima seriedade. Enquanto fica uma dúvida real sobre se as igrejas norte-americanas aceitarão o mesmo ensinamento sobre as questões da moralidade sexual como é aceito em qualquer lugar na Comunhão, a realidade subjacente de nossa Comunhão com Deus e a Santíssima Trindade é obscurecida, e a eficácia de nossa missão comum é severamente impedida.

    13. Nós acreditamos, no entanto, que para as recomendações do Relatório de Windsor sejam propriamente tratadas, é necessário dar um tempo à ECUSA e à Igreja Anglicana do Canadá para consideração dessas recomendações de acordo com os seus processos constitucionais.

    14. Dentro do âmbito das questões discutidas no Relatório de Windsor e no sentido de reconhecer a integridade de todas as partes, nos solicitamos que a ECUSA e a Igreja Anglicana do Canadá voluntariamente retirem seus membros do Conselho Consultivo Anglicano por o período que vai até a próxima Conferência de Lambeth. Durante esse mesmo período nós pedimos que as duas igrejas respondam através dos seus apropriados órgãos constitucionais as questões especificamente dirigidas a elas no Relatório de Windsor, de qual é o seu lugar dentro da Comunhão Anglicana. (cf. parágrafo 8).

    15. No sentido de proteger a integridade e as necessidades legítimas dos grupos em séria disputa teológica com o seu bispo diocesano, ou dioceses em disputas com suas províncias, nós recomendamos que o Arcebispo de Cantuária aponte, em caráter emergencial, um grupo de referência para supervisionar a adequação de medidas pastorais feitas por qualquer igreja para os membros que seguem a recomendação da Declaração dos Primazes de Outubro de 2003 (xii). Igualmente, durante esse período, nós nos comprometemos de não encorajarmos ou iniciarmos intervenções que cruzem fronteiras.

    16. Apesar do pedido do parágrafo 14 dessa Declaração, nós encorajamos o Conselho Consultivo Anglicano a organizar uma consulta em sua próxima reunião, em Nottingham, Inglaterra, em junho de 2005, na qual representantes da ECUSA e da Igreja Anglicana do Canadá, convidados para aquele propósito específico, possam ter uma oportunidade de exporem seu pensamento sobre as recentes ações em suas províncias, de acordo com o parágrafo 141 do Relatório de Windsor.

    17. Em reafirmação da Resolução 1.10 da Conferência de Lambeth de 1998 como a atual posição da Comunhão Anglicana, nós nos comprometemos de novo segui-la em sua totalidade, e pedimos ao Conselho Consultivo Anglicano, em Junho de 2005, que dê passos positivos para iniciar o processo de audição e estudo, o qual tem sido objeto de resoluções não somente na Conferência de Lambeth de 1998, mas também nas anteriores.

    18. No ínterim, nós pedimos aos nossos primazes para usarem sua influência para persuadir seus irmãos e irmãs a exercerem moratória em ritos públicos de bênçãos de casais do mesmo sexo e na consagração de qualquer bispo vivendo em uma relação sexual fora do casamento cristão.

    19. Essas medidas têm como objetivo restaurar a nossa completa confiança em nossos laços de afeição em toda a Comunhão.

    20. Na segunda parte de nosso Encontro, nós discutimos sobre algumas questões da prática ministerial, que têm estado em nossa agenda agora por um par de anos. Nós recebemos um relatório da situação atual em relação ao ministério das igrejas africanas, em particular sobre pessoas que vivem com HIV/AIDS; os que estão morrendo, os que perderem seus parentes e amigos e as crianças órfãs. Nós vimos que esse é um grande desafio enfrentado por todas as nossas igrejas. Nós agora admitimos, contudo, que nossas preocupações devem ser ampliadas para incluir aqueles que sofrem de TB e malária. Nós sabemos que neste ano 3 milhões de pessoas morrerão de AIDS, 2 milhões de TB, e 1 milhão de malária. Nós também somos chamados a apoiar o Secretário-Geral das Nações Unidas, Kofi Annan, e aos líderes mundiais no desenvolvimento de ações efetivas para atingirmos as Metas de Desenvolvimento do Milênio (MDGs) até 2015 (xiii). Além do compromisso em combater a AIDS/HIV, TB e Malária, essas metas incluem a redução da pobreza absoluta pela metade e a redução da fome pela metade até 2015. A longo prazo, nós temos que erradicar ambas as duas. Outras metas incluem a diminuição da mortalidade infantil e a melhoria da saúde materna, da educação primária universal, do acesso à água potável, e a construção de parcerias de desenvolvimento sustentáveis entre ricos e pobres. Dessa maneira nós clamamos ao povo de Deus em todas as províncias de nossa Comunhão a encorajar os líderes do governo a seguirem essas metas com vigor, e a orar para o fortalecimento de seu compromisso em alcançar as MDGs até 2015.

    21. Duas sessões inteiras do nosso Encontro foram dedicadas ao importante trabalho do discernimento da verdade teológica e o desenvolvimento e melhoria da educação teológica através da partilha de recursos por toda a Comunhão. O Arcebispo de Cantuária tem a identificado como uma preocupação prioritária durante o período de sua liderança. O trabalho da Comissão de Educação Teológica para a Comunhão Anglicana (TEAC), que foi estabelecida em nosso encontro em Kanuga, em 2001, foi revisto, incluindo quatro grupos temáticos distintos, que agora estão engajados com o desenvolvimento de programas de educação e treinamento específicos para bispos, para presbíteros e diáconos transicionais; para diáconos de vocação, catequistas e leitores leigos licenciados; e para o laicato. Em tudo isto, uma atenção particular está sendo dispendida ao distinto componente anglicano da área de educação teológica. Esse mandato é de preocupação porque algumas educações teológicas através da Comunhão necessitam levar mais em conta a história anglicana, formulários e espiritualidade. O discernimento e a definição do “jeito de ser anglicano” está sendo perseguido intencionalmente por um dedicado grupo temático. É planejada a realização de uma consulta para educadores teológicos ainda este ano, em Cantuária, e antecipamos que esse trabalho será um aspecto significante a ser considerado na Conferência de Lambeth de 2008.

    22. Nosso compromisso comum para seguir com projetos como esses, juntamente com a nossa recente experiência positiva de aproximação e cooperação em resposta ao desastre do tsunami, nos convence da enorme importância do nosso trabalho compartilhado como províncias da Comunhão Anglicana. De fato, durante o nosso encontro, nós nos tornamos mais conscientes com a ligação indissolúvel entre a unidade cristã e a missão cristã, como isso é expresso na prece de Jesus, que seus discípulos podem ser um que o mundo acreditará (João 17.21). Dessa maneira, nós oramos pela contínua bênção da unidade e paz de Deus enquanto nós nos comprometemos novamente com a missão da Comunhão Anglicana, a qual nós compartilhamos com todo o povo de Deus, na transformação do nosso mundo problemático.

    “E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Romanos 12:2).

    “Ora, tudo provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo e nos deu o ministério da reconciliação” (II Coríntios 5:18).

    Notas:

    i) Estiveram ausentes o primaz de Burundi, devido a um falecimento de familiar; o primaz de Hong Kong, devido a problemas de saúde; e o moderador da Igreja Unida do Norte da Índia, devido a compromissos particulares.
    ii) Essa Comissão foi estabelecida pelo Arcebispo de Cantuária a pedido dos Primazes, no seu Encontro no Palácio de Lambeth, em Outubro de 2003.
    iii) Especificamente, a autorização da realização de um rito público de bênção da união de casais do mesmo sexo numa diocese da Igreja Anglicana do Canadá, em Maio de 2003, e a consagração de um bispo que assume uma relação estável com uma pessoa do mesmo sexo na Igreja Episcopal dos Estados Unidos, em Novembro de 2003.
    iv) Este grupo foi estabelecido pelo Comitê Permanente dos Primazes durante a publicação do Relatório de Windsor, em Outubro de 2004, para receber e analisar as respostas e reações sobre o Relatório de Windsor dentro da Comunhão Anglicana e dos nossos parceiros ecumênicos.
    v) As decelarações do Arcebispo Robin e do Primaz Bruce, juntamente com as apreciações do Grupo de Recepção podem ser encontradas no http://www.aco.org/windsor2004/presentation.cfm (para a declaração de Eames) e http://www.aco.org/comission/reception/report.cfm (para a decleração de Cameron) e documentos relacionados.
    vi) Na declaração de Outubro de 2003, nós escrevemos  O Bispo Presidente da Igreja Episcopal dos Estados Unidos nos explicou como se dá o processo constitucional que abrange uma eleição e confirmação de um novo bispo na ECUSA. Como primazes, não nos cabe julgar os processos constitucionais de outra província. Nós reconhecemos o sensível equilíbrio entre a autonomia provincial e a expressão de críticas feitas pelos outros sobre as ações internas de uma província.
    vii) Veja no Relatório de Windsor, parágrafo 146.
    viii) Relatório de Windsor, parágrafos 105-107.
    ix) Relatório de Windsor, parágrafos 113-120.
    x) Relatório de Windsor, parágrafos 108-112.
    xi) Relatório de Windsor, parágrafos 124-132.
    xii) …nós convidamos as províncias preocupadas em oferecer supervisão episcopal especial adequada para as minorias dissidentes dentro de sua própria área de cuidado pastoral, em consulta ao Arcebispo de Cantuária em nome de todos os primazes.
    xiii) Essas Metas de Desenvolvimento do Milênio podem ser encontradas em http://www.developmentgoals.org.

    Foto: Primazes reunidos após a Celebração na Catedral de São Patrício, em Armagh (Rosenthal/AnglicanEpiscopalWorld)

    Nota: O texto original pode ser encontrado no site oficial da Comunhão Anglicana, http://www.anglicancommunion.org.

    -

    Christina Takatsu Winnischofer

    Secretária Geral da IEAB

     
  • SNIEAB 0:58 on 22/02/2005 Permalink | Responder
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    Resolução 002/2005 

    O Bispo Primaz da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, Dom Orlando Santos de Oliveira, no uso de suas atribuições legais, que lhe confere o art. 6º, alínea a, da Constituição da IEAB.

    RESOLVE:

    Tendo em vista a Resolução n° 001/2005, que suspendeu do exercício do ofício e ministério, em caráter preventivo, DOM EDWARD ROBINSON DE BARROS CAVALCANTI, com vistas a garantir a normalidade pastoral, NOMEIO, COMO AUTORIDADE ECLESIÁSTICA DA DIOCESE ANGLICANA DO RECIFE, enquanto durar os efeitos da supra-citada resolução, DOM FILADELFO OLIVEIRA NETO, com base no art. 21, parágrafo único, capítulo IX, da Constituição da IEAB.

    Porto Alegre, 22 de fevereiro de 2005.

    Dom Orlando S. de Oliveira
    Bispo Primaz da IEAB

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    Publique-se.
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    Christina Takatsu Winnischofer

    Secretária Geral da IEAB

     
  • SNIEAB 1:00 on 18/02/2005 Permalink | Responder
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    Resolução 001/2005 

    O Bispo Primaz da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, Dom Orlando Santos de Oliveira, no uso de suas atribuições legais, que lhe confere o art. 6º, alínea a, da Constituição da IEAB.

    RESOLVE:

    Pela Suspensão do exercício do Ofício e Ministério, em caráter preventivo, de Dom Edward Robison de Barros Cavalcanti, medida indispensável à garantir o andamento adequado e a imparcialidade do processo nº 001/2004 instaurado pela Câmara dos Bispos, visando, ainda, resguardar os interesses da Diocese Anglicana do Recife e da IEAB, de acordo com o capitulo IV, Cânon 5, art. 2º, dos Cânones Gerais.

    Porto Alegre, 18 de fevereiro de 2005.

    Dom Orlando S. de Oliveira
    Bispo Primaz da IEAB

    Resgistre-se
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    E intime-se

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    Christina Takatsu Winnischofer

    Secretária Geral da IEAB

     
  • SNIEAB 1:02 on 17/02/2005 Permalink | Responder
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    Semana de Oração pela Unidades dos Cristãos 2005 

    A Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos (SOUC) mais uma vez nos oferece uma rica oportunidade de crescer na espiritualidade ecumênica. Este ano temos um clima especial, já criado pelo trabalho conjunto das Igrejas na Campanha da Fraternidade. O que foi feito na Quaresma dará um rosto novo a este tempo de oração pela unidade. A própria Campanha da Fraternidade não está isolada no cenário do ecumenismo e da construção da paz. Ela se insere na Década para a Superação da Violência (2001-2010) e se configura como parte da preparação para a IX Assembléia do Conselho Mundial de Igrejas, a ser realizada em 2006 em Porto Alegre.

    Além disso, a Semana da Unidade tem sempre um âmbito maior: é uma proposta internacional, que envolve Igrejas no mundo inteiro. Este ano a escolha e a preparação do tema ficou ligada às Igrejas da Eslováquia. De lá recebemos uma proposta de texto, preparada e publicada em conjunto pela Comissão Fé e Constituição do Conselho Mundial de Igrejas e pelo Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos. Como de costume, recebemos o material com alegria e o adaptamos à realidade brasileira, com novas atividades e enfoques, mas em grata comunhão com a proposta já pensada ecumenicamente em nível internacional.

    O tema é bem significativo: Cristo, único fundamento da Igreja, baseado em 1 Co 3,1-23. Em torno desse fundamento temos trabalhado sempre, buscando evidenciar a unidade que dele já nos vem, criando laços entre pessoas e Igrejas, buscando superar conseqüências de séculos de separação. Nem tudo é fácil nesse campo, mas temos muitos frutos pelos quais nos alegramos e agradecemos a Deus, que é a maior fonte da unidade.

    A oração é essencial. É como diz o texto base da nossa Campanha da Fraternidade Ecumênica deste ano: À medida que rezamos aquilo que temos no coração, vamos pondo mais profundamente no coração aquilo que rezamos.

    Além das celebrações, oferecemos sugestões de outras atividades: encontro com jovens, com crianças; roteiros de estudo bíblico para cada dia. Esperamos que a experiência de divulgação da Campanha da Fraternidade seja útil para cada comunidade agora criar também seu jeito próprio de fazer propaganda da Semana de Oração, envolvendo os agentes das Igrejas, aproveitando os grupos que já existem, convidando outras pessoas, usando os meios de comunicação e inventando formas criativas de proclamar o que já nos une. O ecumenismo está ainda no começo, mas é um começo promissor. Cada nova pessoa que se encanta pela causa é um ganho enorme para a unidade, para as Igrejas, para a credibilidade da nossa evangelização, para a construção da paz.

    Felizes por mais esta oportunidade de proclamar e celebrar nossa caminhada na diversidade reconciliada, desejamos a todos que a Semana de Oração seja um tempo de crescimento na fé, na fraternidade e na santidade.

    Informações e pedidos de material da SOUC 2005 pelo fone (61) 3218341.

    Fonte: Conselho Nacional de Igrejas Cristãs – CONIC

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    Christina Takatsu Winnischofer

    Secretária Geral da IEAB

     
  • SNIEAB 1:04 on 14/02/2005 Permalink | Responder
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    Repúdio a Mais Esta Violência 

    Recém começada a Campanha da Fraternidade Ecumênica – Solidariedade e Paz, nos vemos indignados com mais um ato de violência no Pará, que tirou a vida da Ir. Dorothy Stang, da Comissão Pastoral da Terra, uma incansável defensora dos inalienáveis Direitos Humanos, Econômicos Sociais e Culturais daqueles e daquelas que querem vida e trabalho na terra. Reiteramos os reclamos por providências urgentes pela paz naquela região. Incansáveis estaremos em vigília solidária com todas as pessoas de fé e as promotoras da justiça, sem a qual não alcançaremos a paz.

    Desejosos de que o Brasil não desista do sonho de um futuro melhor, com reforma agrária e política agrária para todos e todas.

    Assina o Fórum Ecumênico Brasil: Centro de Estudos Bíblicos (CEBI); Centro Ecumênico de Evangelização Capacitação e Assessoria (CECA); Centro de Evangelização de Direitos da Terra (CEDITER); Coordenadoria Ecumênica de Serviço (CESE); Centro Ecumênico de Serviço à Evangelização Popular (CESEP); Conselho Latino Americano de Igrejas – Região Brasil (CLAI – Brasil); Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC); Koinonia Presença Ecumênica; Instituto Universidade Popular (Unipop); Grupo de Trabalho Missionário Evangélico (GTME); Centro Regional Ecumênico de Assessoria e Serviço (CREAS) e DIACONIA.

    Nota do Editor: A IEAB está participando da Campanha da Fraternidade Ecumênica de 2005, é igreja-membro da CESE, o CONIC e o CLAI, e apoia e participa de muitas atividades que as outras entidades ecumênicas promovem.

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    Christina Takatsu Winnischofer

    Secretária Geral da IEAB

     
  • SNIEAB 1:06 on 04/02/2005 Permalink | Responder
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    Relatório de Windsor em Português 

    Já está disponível no site da IEAB, no link Diretório Virtual, seção Documentos, a versão em português do Relatório de Windsor.

    Lembramos que, desde novembro de 2004, também foi disponibilizado no Diretório Virtual, seção Secretaria Geral, um resumo do Relatório de Windsor e o questionário-guia para servir como base para o estudo e a reflexão e respostas sobre o referido documento.

    Até o dia 15 de fevereiro, estará disponível o e-mail sugestao@ieab.org.br, para receber as manifestações sobre o Relatório de Windsor, para serem anexadas ao dossiê provincial que será apresentado no próximo Encontro dos Primazes, no final deste mês.

    Importante: As respostas devem seguir o roteiro proposto pelo questionário-guia, que é o referencial oficial adotado por toda a Comunhão Anglicana.

    Outras informações sobre o Relatório de Windsor podem ser obtidas no website oficial da Comunhão Anglicana: http://www.anglicancommunion.org/commission/index.cfm

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    Christina Takatsu Winnischofer

    Secretária Geral da IEAB

     
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