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  • SNIEAB 12:18 on 17/04/2018 Permalink | Responder
    Tags: , , LGBT   

    ENCONTRO NACIONAL LGBT da IEAB 

    Uma oportunidade de partilha pastoral, cuidado mútuo, estudo bíblico, oração e teologia libertadora!

    25 a 27 de Maio de 2018 em Brasília/DF

    Hospedagem e alimentação gratuitas!

    Informações sobre o evento em: enlgbtieab@gmail.com

     
  • SNIEAB 12:17 on 13/04/2018 Permalink | Responder
    Tags: Cartaz, Confelider 2018, , Sínodo 2018   

    CARTAZ DA CONFELIDER E SÍNODO GERAL 2018 

    O Conselho Executivo do Sínodo acolheu a proposta de cartaz para a divulgação da Confelider e Sínodo Geral 2018. A proposta de cartaz foi elaborada e encaminhada pelo Grupo Executivo da Confelider Nacional para ser usada por toda a IEAB.

    Saiba mais sobre a CONFELIDER e sobre o SÍNODO GERAL 2018 no site oficial da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil: http://ieab.org.br/   Veja como procurar:


     
  • SNIEAB 9:26 on 10/04/2018 Permalink | Responder  

    Mensagem Pastoral da Câmara Episcopal da IEAB: Uma palavra a respeito dos recentes desafios da vida nacional

    Ai de vocês, mestres da lei e fariseus, hipócritas! Vocês são como sepulcros caiados: bonitos por fora, mas por dentro estão cheios de ossos e de todo tipo de imundície. Assim são vocês: por fora parecem justos ao povo, mas por dentro estão cheios de hipocrisia e maldade” (Mt 23:27-28)

    A Câmara Episcopal da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil-IEAB, seguindo o discernimento sobre a conjuntura política brasileira já publicamente expresso em seus posicionamentos desde 2016, isoladamente ou em conjunto com outras Igrejas, vem mais uma vez repelir e denunciar agravamento das tensões e o ataque ao Estado Democrático de Direito no Brasil, em especial por ocasião dos últimos acontecimentos com a prisão do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva. Pois “A minha boca falará sem cessar da tua justiça e dos teus incontáveis atos de salvação. Falarei dos teus feitos poderosos, ó Soberano Senhor; proclamarei a tua justiça, unicamente a tua justiça. Desde a minha juventude, ó Deus, tens me ensinado, e até hoje eu anuncio as tuas maravilhas”.  Salmos 71:15-17

    A convergência de diversos fatores como o mau funcionamento das instituições responsáveis pela sustentação da democracia, a falta de autoridade e de legitimidade dos Poderes da República e os interesses de poderosos setores da mídia tradicional e da sociedade civil (notadamente, associações patronais e de proprietários de terras e movimentos politicamente de direita), tem produzido um gravíssimo desmonte das conquistas democráticas das últimas três décadas, inclusive muitas consagradas na Constituição de 1988.

    O ritmo do Golpe de 2016 tem expresso uma ânsia por aprofundar ao máximo e no menor espaço de tempo possível a reversão de direitos sociais e trabalhistas, a privatização de serviços públicos e riquezas naturais e mecanismos legais e de política pública para o enfrentamento da pobreza e de promoção da igualdade social, étnico-racial e de gênero.

    A Comunhão Anglicana no mundo, em três de suas cinco marcas da missão, compromete-se a: (a) responder às necessidades humanas com amor; (b) procurar a transformação das estruturas injustas da sociedade, desafiar toda espécie de violência, e buscar a paz e a reconciliação; e (c) lutar para salvaguardar a integridade da Criação, sustentar e renovar a vida da terra. Frente a estes princípios de fé, entendemos que a atual situação  brasileira atenta gravemente contra esses compromissos e desafia a missão cristã no país ao chamado da fidelidade ao Evangelho da Justiça, do Cuidado, do Amor e do Diálogo respeitoso e constante.

    Em particular, denunciamos  interpretações que reforcem o ódio, o malquerer, a injustiça e o uso/abuso do poder para aprofundar desigualdades, manter privilégios de qualquer grupo e agredir a natureza porque se chocam com nosso entendimento da fé cristã.

    Por isso, conclamamos as pessoas comprometidas com a democracia e o Estado de Direito, de qualquer fé ou sem nenhuma, dentro e fora das instituições de governo, a elevarem as suas vozes corajosamente, mobilizarem-se coletivamente e denunciarem insistentemente, aqui e ao mundo, as violações de direitos que se praticam hoje no Brasil.

    Como pessoas cristãs, advertimos para a dimensão confessional e de testemunho que a situação atual exigi das pessoas em termos de obediência e ação.

    Orar sem cessar e trabalhar intensamente para que a verdade prevaleça e a justiça seja feita; o amor seja o pão nosso de cada dia. E que as pessoas que são perseguidas por causa do seu compromisso com a justiça, contra a fome e a desigualdade, se sintam amparadas por essa comunidade global que as apoiam, sustenta e se conecta a elas em oração.“Buscai a justiça e tudo o mais vos será acrescentado”. Por isso, irmãs e irmãos “orem sem cessar” e profetizem nas ruas que só a “verdade vos libertará”.

    “Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus; Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa”. (Mateus 5:10-11)

    Pela democracia, pela justiça, pelo testemunho evangélico!

    Santa Maria, 10 de abril de 2018

    Dom Francisco de Assis da Silva, Primaz e diocesano em Santa Maria

    Dom Naudal Alves Gomes, Diocese Anglicana de Curitiba

    Dom Maurício Andrade, Diocese Anglicana de Brasilia

    Dom Renato Raatz, Diocese Anglicana de Pelotas

    Dom Humberto Maiztegui, Diocese Meridional

    Dom João Peixoto, Diocese Anglicana do Recife

    Dom Eduardo Grillo, Diocese Anglicana do Rio de Janeiro

    Dom Clovis Erly Rodrigues, emérito

    Dom Almir dos Santos, emérito

    Dom Celso Franco, emérito

    Dom Jubal Pereira Neves, emérito

    Dom Filadelfo Oliveira, emérito

    Dom Saulo Mauricio de Barros, emérito

    Revda Cônega Marinez Bassotto, bispa eleita

     
  • SNIEAB 21:19 on 08/04/2018 Permalink | Responder  

    MULHERES ORDENADAS REPUDIAM A GRAVE PERSEGUIÇÃO POLÍTICA CONTRA LULA 

    MULHERES ORDENADAS DA IEAB – IGREJA EPISCOPAL ANGLICANA DO BRASIL REPUDIAM A GRAVE PERSEGUIÇÃO POLÍTICA CONTRA LULA

    “Na verdade, um fruto de justiça é semeado na paz para quem trabalha pela paz.” Tiago 3,18

    Nós, Mulheres Ordenadas (Diáconas, Presbíteras e Bispa Eleita), da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, registramos nossa INDIGNAÇÃO e nosso REPÚDIO, À GRAVE PERSEGUIÇÃO POLÍTICA CONTRA o ex-presidente Luis Inácio LULA da Silva.

    Consideramos honrosa e democrática a trajetória deste trabalhador brasileiro até chegar à Presidência da República. Ao assumir a direção do país tirou 40 milhões de brasileiros e brasileiras da linha da pobreza, implementando programas sociais, empoderando as mulheres com a criação da Secretária Especial de Políticas para Mulheres. LULA pagou o FMI, combateu o desemprego, manteve as leis trabalhistas, e ainda elevou o Brasil à sexta economia mundial. Empregou os recursos do país na melhoria da condição de vida para todos.

    Constatamos que LULA sempre respeitou a justiça brasileira em todos os trâmites do processo que sofreu, em meio à pressa assustadora dos envolvidos em julgá-lo e condená-lo por corrupção. O poder judiciário brasileiro, no entanto, não respeitou o direito de contraditório e ampla defesa reiteradas vezes, condenando-o sem a imparcialidade necessária, culminando com uma apressada sentença de prisão, qualificando GRAVE PERSEGUIÇÃO POLÍTICA.

    Somos mulheres indignadas por vermos o ex-presidente LULA ser condenado por crimes que seus julgadores e julgadoras jamais conseguiram provar, sem direito de recorrer às últimas instâncias em liberdade, culminando com sentença de prisão, na mesma época em que sua liderança política é reconhecida internacionalmente, tendo sido indicado oficialmente para concorrer ao Prêmio Nobel da Paz, pelo combate à fome no Brasil.

    Somos mulheres inspiradas pela Ruah Divina e imitadoras do Cristo da fé, o qual fez história por assumir o compromisso com a dignidade humana, a justiça e a paz. Nós não vamos perder a esperança.

    Somos mulheres que unimos nossas vozes na luta por um país democrático e no respeito à dignidade humana.

    Somos ministras fiéis à nossa aliança batismal, conforme o nosso Livro de Oração Comum, na pág. 555, onde prometemos procurar transformar as estruturas injustas da sociedade, desafiando toda a sorte de violência, respeitando a dignidade de toda pessoa humana e buscando a paz e a reconciliação.

    Assim faremos com a ajuda de Deus.

    Subscrevemos,

    1. Marinez Rosa dos Santos Bassotto, Bispa Eleita, Belém, PA.

    2. Lilian Conceição da Silva, Presbítera, Recife, PE.

    3. Inamar Corrêa de Souza, Presbítera, Rio de Janeiro, RJ.

    4. Carmem Etel, Presbítera, Porto Alegre, RS.

    5. Lilian Pereira da Costa Linhares, Presbítera, Caruaru, PE.

    6. Lucia Dal Pont, Presbítera, Londrina, PR.

    7. Jocinéia Saldanha Perpétuo, Presbítera, Rio de Janeiro, RJ.

    8. Rosemary Ferreira da Cunha, Presbítera, Olinda, PE.

    9. Maria das Graças Bernardino, Diácona, Cascavel, PR.

    10. Bianca Daébs Seixas Almeida, Diácona, Salvador, BA.

    11. Noilves Rosa da Silva, Presbítera, Concórdia, SC.

    12. Volnice Maria de Almeida, Postulante, Londrina, PR.

    13. Keila Bichet, Presbítera, Tubarão, SC

    14. Lúcia Borges, Presbítera, Aliança, TO.

    15. Leane Rachel Kurtz de Almeida, Presbítera, Canoas, RS.

    16. Meriglei B. S. Simim, Presbítera, Nova Lima, MG.

    17. Selma A. Rosa, Diácona, Londrina, RS.

    18. Carmem Akemi Kawano, Presbítera, São Paulo, SP.

    19. Maria Isabel R. Lima, Diácona, Canguçu, RS.

    20. Neusa Mara Pereira Valério, Pelotas, RS.

    21. Arlinda Pereira, Presbítera, Rio de Janeiro, RJ.

    22. Maytee de La Torre Diaz, Diácona, Ariquemes, RO

    23. Elaine M. Escaravajal Nascimento, Presbítera, Santo Antônio da Patrulha, RS.

    24. Lidia Kistemacher, Presbítera, Florianópolis, SC.

    25. Cláudia Regina Prates Batista, Presbítera, Porto Alegre, RS.

    26. Taís Soares Feldens, Presbítera, Porto Alegre, RS.

    27. Elineide Ferreira Oliveira, Diácona, Ariquemes, RO.

    28. Tatiana Ribeiro, Presbítera, Brasília, DF.

    29. Eliane Cristina Vieira, Presbítera, Caaporã, PB.

    30. Tatiane Vidal dos Reis, Diácona, Novo Hamburgo, RS.

     
  • SNIEAB 9:30 on 31/03/2018 Permalink | Responder  

    Mensagem de Páscoa do Primaz 

    Quando viveremos de fato a Páscoa que almejamos?

    Irmãos e Irmãs,

    Nosso país precisa ser explicado até para nós brasileiros. Qualquer observador atento fica extremamente confuso com a forma como funcionam os mecanismos de nossa sociedade. Olhamos ao nosso redor e as cenas causam-nos ainda mais estupefação.

    O nosso cotidiano se transforma a cada dia numa rotina de violência institucional. Há uma percepção de que a banalização da violência anestesia nossos sentimentos e ficamos com aquela sensação de que o melhor a fazer é “abstrair e fingir demência” .

    A rotina de chacinas, mortes e tiroteios nas grandes capitais e nas favelas e periferias apontam para uma situação que pode se tornar incontrolável. A maneira como a justiça age seletivamente com algumas pessoas, enquanto condena outras sob condições intoleráveis envergonha qualquer um que tenha um senso de segurança jurídica.

    A articulação de forças políticas violentas cada vez mais ativas denunciam o profundo estado de polarização política que ameaçam inclusive o desfecho das eleições gerais este ano. O debate tem dado lugar a discursos de ódio. Estas forças políticas e econômicas com o apoio da mídia torna ainda mais sombria a realidade de nosso país.

    Diante disso cabe a pergunta: como viver a Páscoa neste tão desafiador contexto? Nos sentimos como os discípulos a caminho de Emaús. Precisamos retomar os fundamentos da nossa fé. Somente ela pode  alimentar a chama da nossa confiança no Deus da Vida.

    Muitas vezes sucumbimos à realidade e fica difícil enxergar o milagre que se coloca diante de nós e que nossos olhos teimam em não ver. Maria Madalena reagiu assim no primeiro momento, pois não conseguiu enxergar Jesus diante de si até que ele mesmo a chama pelo nome. Nesse contexto ela o reconhece pela voz, qual ovelha reconhece a voz do seu pastor. E ai o milagre acontece.

    Peçamos a Deus que nos ensine a enxergar os sinais de vida mesmo em meio a tantas manifestações de morte. Quando nós mesmos estivermos abertos a ouvir a Sua voz (à maneira de Maria) e confiarmos que o poder da cruz não é maior que o poder daquele que a assumiu por amor aí sim, enxergaremos que tudo se faz novo. Nossa sociedade só deixará de perpetrar a desigualdade, a injustiça e a violência quando a luz invadir suas estruturas e dissipar a noite escura que a domina.

    Cristo triunfou sobre a sepultura, conquistou a morte e derrotou o inferno. Este é o poder da ressurreição. Esse poder é o que pode transformar de verdade esta velha ordem e colocar em nosso peito um novo coração, uma nova vida e uma nova esperança.

    Abençoada Páscoa!

    ++Francisco de Assis da Silva

    Primaz do Brasil

     
  • SNIEAB 16:07 on 16/03/2018 Permalink | Responder
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    FAMA – Seminário Internacional Ecumênico 

    O Seminário Internacional Ecumênico “Água como Bem Comum: Desafios para os Povos da América Latina e Caribe”, que acontecerá neste  sábado (17/03) em Brasília, como parte da programação auto-gestionada do FAMA. O Seminário é liderado pela Christian Aid, com apoio da Aliança ACT, e contará com participantes de 8 países diferentes: Argentina, Brasil, Bolívia, Colômbia, Cuba, Guatemala, El Salvador e Equador  e 15 organizações que se juntarão para compartilhar desafios e planejar ações conjuntas. O evento deverá ter transmissão ao vivo, e será utilizado o Twitter para compartilhar o conteúdo.

    Você pode fazer o download do aquivo em PDF  da programação:  PT_programacao_seminario_CA

     
  • SNIEAB 16:58 on 08/03/2018 Permalink | Responder
    Tags: , Bispas, , , , , , Mulheres Bispas, Mulheres no Episcopado, Reverenda Marinez Bassotto   

    Convite de Sagração Episcopal – Diocese Anglicana da Amazônia 

     
  • SNIEAB 17:48 on 06/03/2018 Permalink | Responder
    Tags: , ,   

    Material da SOUC 2018 já está disponível 

    Irmãos e irmãs,

    Informamos que o material da Semana de Oração pela Unidade Cristã de 2018 já está disponível.
    É importante motivarmos grupos, comunidades para solicitarem o material pelo e-mail: conic@conic.org.br
     
  • SNIEAB 12:13 on 06/03/2018 Permalink | Responder  

    08 de Março: Dia Internacional da Mulher 

    Dia Internacional da Mulher: um caminho que é preciso continuar desbravando

    “Elevo a minha voz não para gritar mas para garantir que as todas as pessoas que não tem voz sejam escutadas. Não podemos ter JUSTIÇA  enquanto a metade de nós se encontra silenciada” Malala Youzafzai, Prêmio Nobel da Paz

    Irmãos e irmãs,
    Vivemos dias especiais em nossa Província com a aproximação da festa de sagração e instalação de nossa bispa eleita Revda. Cônega Marinez Bassotto. A IEAB após de 33 anos da primeira ordenação feminina às Sagradas Ordens, estamos na expectativa de que mais duas bispas se façam presentes, para juntas com outros bispos da IEAB, conferirmos a ordem do episcopado à primeira bispa brasileira. Digo isso com alegria, porque sei que esta será  mais uma barreira à ser superada.

    Infelizmente em nossa sociedade patriarcal nem sempre podemos atestar este avanço. Vivemos um tempo de retrocessos patrocinados por quem detém o poder no Estado brasileiro. A violência contra as mulheres tem se ampliado. A exclusão de direitos sociais tem se tornado sistemática contra os segmentos mais vulneráveis da sociedade e, claro, entre todos, as mulheres se tornam suas maiores vítimas.

    Projetos de interesse das mulheres no Congresso Nacional tem sido relegados a um segundo plano enquanto pautas conservadoras se colocam na linha de frente, inclusive a própria intenção de reverter – por interesses econômicos – os avanços do estatuto do Desarmamento. É bom lembrar que se essa flexibilização acontecer as estatísticas de feminicídio só tenderão a aumentar.

    Durante os próximos dias, em Nova York, 44 representantes de diversas Províncias da Comunhão Anglicana estarão discutindo a promoção e o empoderamento de mulheres e meninas no contexto rural, onde o acesso à terra e aos recursos é completamente dominado pelos homens. A nota triste deste ano é que nossa Província não estará representada pela primeira vez em tantos anos: por conta do preconceito xenófobo e sexista do governo Trump, o visto para nossa representante, Revda Elineide Ferreira, nomeada pelo Primaz, foi recusado sucessivamente duas vezes. Lamentável esta postura – que também atingiu desta vez outras representantes de países africanos e muçulmanos.

    Temos muito a desbravar neste caminho da busca da igualdade de gênero. Certamente ainda existem muitas barreiras que o sistema capitalista, baseado na meritocracia, tem imposto às mulheres no mundo e em nosso país. É preciso continuar lutando e esta luta é de todas as pessoas de boa vontade. Homens e mulheres são chamados a se comprometer com um novo olhar, um novo jeito e construir um outro mundo possível. Esse novo olhar vem de uma hermenêutica libertadora, a partir dos óculos das pessoas que conhecem a opressão.

    Assim,  desafio nossas Dioceses, Paróquias e Missões a apoiarem ou darem visibilidade às ações em favor de direitos de nossas mulheres, quer sejam nos espaços litúrgicos, quer sejam em outros espaços da sociedade brasileira. Como pessoas episcopais, juntemos esforços para que os núcleos da União das Mulheres Episcopais Anglicanas do Brasil (UMEAB) sejam faróis de esperança e presenças do Reino de Deus nos seus bairros, em suas regiões e nas suas cidades, em todos os dias do ano. Que valha a máxima: NENHUM DIREITO A MENOS!

    Somos pessoas chamadas a renovar o nosso entendimento e o nosso compromisso com o Evangelho que se levanta contra toda forma de discriminação.

    ++Francisco, Santa Maria

    Primaz do Brasil

     
  • SNIEAB 10:32 on 02/03/2018 Permalink | Responder  

    Primaz da IEAB Apoia Ação Junto às Pessoas Indígenas de Dourados 

    PARÓQUIA DA INCLUSÃO ASSUME AJUDA EMERGENCIAL AOS INDÍGENAS DE DOURADOS

    A Paróquia da Inclusão, graças a uma comissão liderada pelo Primaz da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, Dom Francisco de Assis – que articulou com órgãos responsáveis da Comunhão Anglicana uma quantia de R$ 15.000,00, assumirá um processo de atendimento emergencial às aldeias indígenas da Nação Kaiowá Guarani, no município de Dourados-MS.
    Estas comunidades, a tempos, tem resistido ao processo de expropriação de suas terras neste município. Esta resistência, vez em quando, se convertem em confrontos abertos com policiais militares, jagunços de latifundiários e outros agentes que buscam a força retirá-los de sua  terra. O Mato Grosso do Sul, especialmente a região de Dourados, é uma dos maiores focos dos problemas decorrentes da ausência da demarcação das terras indígenas no país.
    A partir deste recurso, a Comunidade da Inclusão irá iniciar um trabalho de auxílio emergencial à comunidades Guarani de Dourados que não conseguiram se restabelecer do último confronto com agentes federais. Este auxílio será feito com o recurso conseguido através da Secretaria provincial da IEAB se será destinado a compra de alimentos e reconstrução das casas de oração, símbolo de resistência Guarani.
    Esta ação será auxiliada pelo CEBI e CIMI de Dourados que indicarão as comunidades em situação de maior vulnerabilidade. A primeira etapa desta ação foi feita na última reunião, dia  21/02 com o representante do CEBI de Campo Grande, o professor e biblista Edmilson Schinelo, que entrou em contato com o CIMI de Dourados. A reunião foi feita na Comunidade da Inclusão e estiveram presentes: o Rev. Hugo Sanchez, pároco desta comunidade, Lúcia Sanchez, tesoureira e o Ir. Victor Hugo, OSAB.
    MATÉRIA DO BLOG DA PARÓQUIA DA INCLUSÃO/CAMPO GRANDE/DISTRITO MISSIONÁRIO ANGLICANO
     
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