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  • SNIEAB 14:30 on 24/08/2015 Permalink | Responder  

    ENUJAB 2015, Nós Vamos! 

    Entre os dias 21 e 22 de agosto, O GT Juventude esteve reunido em Brasília, juntamente com o Secretário Geral, Rev. Arthur Cavalcante, para acertar os ajustes finais de preparação para o Encontro Nacional da União da Juventude Anglicana do Brasil (ENUJAB), que será realizado entre os dias 4 e 7 de setembro.

    Além dos momentos de reunião e preparação, os membros do GT e o Secretário Geral tiveram a oportunidade de visitar a casa de retiros que receberá o ENUJAB. Um espaço amplo, confortável e com diversos ambientes é o que espera os mais de 250 inscritos para o encontro.

    Com um total de 123 mulheres e 130 homens inscritos, com média de idade de 23 anos, todas as três áreas na nossa província estarão bem representadas por nossa juventude. Outro número importante deste encontro é que do total de inscritos, 93% nunca participou de outro ENUJAB.

    Durante o encontro, teremos momentos de oração, louvor, estudo, oficinas, brincadeiras. Venha participar conosco, na certeza de que este será um momento abençoado para a vida da IEAB, de muita animação e fortalecimento do ministério da nossa juventude.

    Texto por GT Juventude.

     
  • SNIEAB 17:44 on 21/08/2015 Permalink | Responder
    Tags: Ariquemes, , ,   

    Phileon e Santíssima Trindade realizam o Encontro de Mulheres, no Distrito Missionário Anglicano 

    Paroquianas da Phileon e Santíssima Trindade reuniram-se, no mês de julho, para debaterem as atividades desenvolvidas por elas, respectivamente, em Porto Velho e Ariquemes, no Estado de Rondônia. De acordo com a reverenda, Elineide Ferreira Oliveira, da Santíssima Trindade, o resultado do encontro foi motivacional. “Este foi o primeiro evento realizado no Distrito Missionário para as Mulheres e entendo que cada participante teve a oportunidade do autoconhecimento e de se fortalecer na caminhada missionária”, declarou.

    Ela ainda destacou que as técnicas e as abordagens utilizadas durante o encontro permitiu às participantes “esse momento de respirar e compreender o cotidiano da vida na Igreja”.

    Segundo Aline Nascimento Gouveia, a possibilidade de compartilhar as experiências vividas foi um momento de conscientização dos direitos e deveres de mulheres e homens. “Vimos como cada qual pode respeitar os limites diante da liberdade que nos é dada”, disse. A ministra leiga, Rubency Luz Silva, da Phileon, comentou sobre a unidade dos trabalhos das mulheres nas paróquias de Rondônia.

    “O encontro foi muito importante, primeiro porque uniu todos os trabalhos das mulheres das paróquias de Rondônia e suas missões e para o empodeiramento delas, isto é, fortalecê-las para que se sintam capazes de estar à frente do trabalho já realizado”, esclareceu Rubency Luz. Ao avaliarem, de modo geral este evento, elas foram unânimes em dizer que as atividades desenvolvidas mexeram muito com a espiritualidade, sentindo-se seguras com os trabalhos que lhes forem atribuídos; estando elas organizadas, o futuro do Distrito será de união e fortalecimento.

    Texto – Geison Silva e Carlos Eduardo de Lima

    Fotos – Missionária Heidi Schimidt

     
  • SNIEAB 18:03 on 27/07/2015 Permalink | Responder  

    Mensagem do Primaz sobre a Semana de Combate ao tráfico de pessoas 

    Irmãos e Irmãs,

    “Nenhum corpo humano pode ser, em qualquer circunstância, objeto de escravidão”

    Arcebispo Justin Welby

    Nesta semana é celebrado internacionalmente a Campanha contra o Tráfico de Pessoas. Esta é uma tragédia humana que somente nos últimos anos tem sido percebida por governos e entidades não governamentais. Em nosso país, constantes denúncias tem se avolumado à partir de organismos de direitos humanos e entre diversas categorias que caracterizam o tráfico de seres humanos, se encontram o trabalho escravo, o tráfico de órgãos e a exploração sexual de meninas e meninos, bem como a adoção ilegal de crianças. O tráfico não tem fronteiras e é cometido tanto dentro do Brasil como para o exterior. Segundo estatísticas levantadas por diversos organismos internacionais, o Brasil está em décimo lugar no mundo em termos de ocorrências constatadas, isso sem falar nos casos que permanecem não identificados.

    A consciência da sociedade brasileira precisa aumentar sobre este silencioso e obscuro problema, que movimenta pelo menos 30 bilhões de dólares no mundo, enriquecendo verdadeiras máfias internacionais e nacionais. São pessoas, no caso de adultos e de crianças, que são atraídas para um mundo de sonhos que se transformam em pesadelos. A exploração econômica e social as submete a condições de vida indigna e muitas vezes fatal.

    A Igreja reafirma seu compromisso com a dignidade humana e se coloca enfaticamente contra esse processo criminoso. Todo ser humano é criado à imagem e semelhança de Deus e portador de uma dignidade ontológica que não deve ser violada. Nenhuma pessoa pode ser obrigada a abrir mão de sua capacidade de escolha de trabalho, sua liberdade e sua mobilidade. A ninguém deve ser imposto a privação de sua liberdade e nem ser usado como mercadoria a troco de interesses econômicos escusos. Não importa a idade, condição social nem gênero.

    A Organização das Nações Unidas promove esta semana um conjunto de atividades no mundo inteiro, numa Campanha denominada Coração Azul, na qual esclarecimentos sobre o problema acontecerão com o apoio de organismos governamentais, Igrejas e organizações sociais. No Brasil estão previstas diversas ações em praticamente todos os estados.

    Nossa Igreja Anglicana, através do Arcebispo de Cantuária, subscreveu juntamente com outras 11 religiões um pacto pela eliminação do tráfico de pessoas para trabalho escravo em dezembro do ano passado. Em várias Províncias da Comunhão, ações de capacitação estão se realizando e nossa Província do Brasil precisa se envolver concretamente com o tema.

    Conclamo nossa Província a se engajar com o tema. Que as dioceses e paróquias reservem um tempo para se reunir e discutir o tema e que se ofereçam orações pelas vítimas e por suas famílias. Estas ações podem ser feitas em conjunto com outras Igrejas e com organismos de defesa dos direitos humanos. Se não houver localmente uma rede de entidades que estejam realizando atividades nesta semana, façam internamente  nas paróquias.

    Que Deus nos inspire a considerar este tempo como ocasião para nos apropriarmos do tema e para conscientizar nossas comunidades na direção da defesa das vítimas, na prevenção deste crime e na palavra profética onde quer que estejamos.

    Que Deus abençoe a tod@s

    ++ Francisco, Primaz do Brasil

     
  • SNIEAB 11:13 on 24/07/2015 Permalink | Responder
    Tags: nota de falecimento, nota de pesar, nota do primaz   

    Nota de Pesar 

    “Preciosa é a vista do Senhor à morte dos seus santos”.




    A IEAB expressa seu sentimento de pesar pela páscoa de dois clérigos, ocorrida ontem, e nos aproximamos em oração a suas famílias, amigos e dioceses onde serviram fielmente ao Senhor.


    Reverendo Josias Conserva, clérigo da Diocese Anglicana de Brasilia, foi uma pessoa que dedicou sua vida ao serviço da Missão. Muitas das iniciativas missionárias da IEAB contou com seu estimulo e presença, em várias partes do Brasil. Foi um dos pioneiros do Distrito Missionario Anglicano, acompanhando o bispo Almir Santos em suas viagens missionárias a Campo Verde. Atuou sempre em diversas instâncias da Igreja, desde conselhos diocesanos e também como membro do Conselho Executivo do Sínodo. Colaborou com sua formação jurídica em Comissões de Cânones diocesanas e também foi membro da Comissão Provincial. Dedicado servo de Deus, tinha como característica inesquecível do humor e cultivou sempre um espírito conciliador aonde era demandado a servir.
    Nossa Igreja se sente triste por sua passagem, mas também expressa a sua esperança na Ressurreição que vence a morte e substitui toda lágrima em alegria! Que o Senhor da Vida o acolha em seus braços!
    Reverendo José Artigas, clérigo residente na Diocese Meridional, atuando como clérigo colaborador na Catedral Nacional. Nascido em Bagé, atuou originalmente na Diocese Sul Ocidental e cuidou pastoralmente das Paróquia da Transfiguração, em Rosário do Sul e atuou nas missões em Tupanciretã e em Itaara. Foi professor da Escola Técnica da Universidade Federal de Santa Maria e foi Secretário do Bispo Plinio Simões. Um dedicado servo de Cristo que deixa um legado de amizade e respeito nas duas dioceses onde atuou. Que Deus console a família e amigos e que os braços misericordiosos do Senhor estejam acolhendo este nosso irmão.
    Que seus bons exemplos sejam imitados. Que sua dedicação à Missão alimentem cada um de nós a seguir no serviço de amor a todas as pessoas! Nossa oração se dirige também às dioceses de Brasília, Sul Ocidental e Meridional neste momento de despedida a tão preciosos servidores.
    ++Dom Francisco de Assis da Silva
    Bispo Primaz do Brasil
     
  • SNIEAB 17:14 on 23/07/2015 Permalink | Responder  

    CAMINHADA DA DIACONIA NA IEAB 

    Comissão Nacional de Diaconia (CND): Reverendo Arthur Cavalcante (Secretário Geral da IEAB), Sra.Mara Luz, Deã Marinez Bassotto, Profa. Ilcélia Soares e Sra. Sandra Andrade (SADD)

    A IEAB tem, na diaconia, uma das suas maiores forças. Ela é pensada e posta em prática de norte a sul do Brasil, tem acompanhado as mudanças de conjuntura do nosso país e tem como alimento as Marcas da Missão. Alguns marcos importantes da nossa trajetória foram:

    • 1988: Primeira Comissão Nacional de Apoio às Instituições, no momento importante da Década da Evangelização, da Confelíder e de discussões sobre encontro das instituições educacionais. Primera vez que há referência à criação de um departamento de diaconia.
    • 1990: Encontro nacional recomenda a dinamização da presença efetiva dentro das instituições e o trabalho conjunto com outras igrejas e organismos ecumênicos sobre o Estatuto da Criança e o Adolescente.
    • 1995: Encontro das Instituições Sociais que é separado das Instituições Educacionais recomenda rever e fortalecer a ação social.
    • 1998: Encontro Provincial propõe encontros diocesanos para: buscar pastorais alternativas, maior participação das lideranças leigas, consciência pedagógica e maior rigor na elaboração dos projetos sociais, romper dependência e paternalismo com recursos do exterior, criação de secretarias diocesanas de ação social.
    • 2002: Confelíder Missão e Espiritualidade aprofundou a partilha das experiências diaconais entre a IEAB e com os convidados ecumênicos e subsidiou o Sínodo de 2003.
    • 2003: Encontro de Pastorais Sociais em Capão do Leão/DAP: intercâmbio dos processos em curso e capacitação com a Diocese Anglicana do Uruguai, compromisso de partilhar os resultados com as dioceses, aprofundar subsídios teológicos, metodológicos e filosóficos para aprimoramento da diaconia, dar continuidade ao processo de rede. RECOMENDAÇÃO: Que a Secretaria Geral agilize o cumprimento da decisão da última Confelíder de criar um Departamento de Diaconia Social.
    • 2006: Mudança do Serviço Nacional de Apoio às Instituições Educacionais e Sociais para Comissão Nacional de Diaconia.
    • 2007: Consulta Nacional de Diaconia Social IEAB/ERD em Brasília: sistematização das experiências de cada diocese e então distritos e discussão preliminar sobre a criação de um Serviço de Diaconialigado à Secretaria Geral e com uma proposta de plano de trabalho nas áreas de capacitação, monitoramento, publicações e assessorias.
    • 2008: Criado o SADD, subordinado à Secretaria Geral e formado pelos Contatos Diocesanos indicados pelos Bispos, uma coordenadora e acompanhado pela Comissão Nacional de Diaconia.

    Neste processo, a criação da Comissão Nacional de Diaconia (CND), como uma comissão sinodal formada por clérigas e leigas de distintas dioceses, tem a missão de refletir, produzir e estabelecer as linhas de ação em relação à diaconia da IEAB, em conjunto com os seus órgãos de decisão e demais comissões nacionais. A CND acompanha e contribui na articulação do trabalho do SADD que é quem operacionaliza a diaconia. Ajuda no seu diálogo com os parceiros internacionais em momentos importantes. Tem proposto temas (metas do milênio, políticas públicas, cartilha sobre violência de gênero) e assessorado metodologicamente eventos, a pedido da direção da IEAB, como foi a Confelider 2010. Participa em atividades dos parceiros para compartilhar experiência da CND, por exemplo o Webinar da Aliança Anglicana e o Encontro dos Lusófonos, ambos em 2015.

    Neste momento, a CND tem priorizado o apoio ao processo de pensar o futuro do SADD, via contatos com a assessora específica, o desenho de um processo amplo de consultas com várias atividades com diferentes instâncias da IEAB.

    Em abril de 2015, na reunião da Câmara dos Bispos em Sâo Paulo, vimos que os principais desafios para o aprofundamento da nossa diaconia como anglicanos e anglicanas no Brasil são:

    • Conjuntura brasileira (social, política, economica, ecumênica) e seus impactos para uma diaconia plena. Denúncias de corrupção e criminaçização das organizações não governamentais dificultam acessos à fundos públicos para projetos sociais.
    • Crescente exigências de resultados, impactos, evidências e relação dos projetos, de acordo com as diferentes prioridades dos parceiros internacionais.
    • Reflexão Bíblico-Teológica atualizada sobre Diaconia/Marcas da Missão.
    • Um maior compromisso coletivo das várias instâncias sobre a decisão do último Sínodo para os trabalhos com a Juventude e a diversidade sexual.

    Nesse sentido juntamos forças com a IEAB na construção de um projeto de Diaconia a serviço de todas as pessoas!

    Mara Manzoni Luz,

    DASP, Coordenadora da CND, Julho 2015

     
  • SNIEAB 12:06 on 22/07/2015 Permalink | Responder  

    Uma Palavra do Primaz do Brasil sobre as Mudanças a Respeito do Matrimônio na Igreja Episcopal dos Estados Unidos 

    * English Verson:

    A message from Primate of Brazil related to decisions taken by TEC on Marriage understanding

    À luz das decisões de caráter canônico e litúrgica tomadas pela Convenção Geral sobre o casamento de pessoas do mesmo sexo, desejo expressar as seguintes reflexões:

    1. Respeitamos profundamente a decisão autônoma de TEC porque esta é uma característica constitutiva da nossa Comunhão Anglicana.

    2. A decisão foi tomada depois de anos de conversações teológicas, o que reflete o grau de maturidade da Igreja Episcopal.

    3. Esta decisão foi tomada em espírito de oração e refletiu a esmagadora maioria da Igreja tanto de seus representantes leigos (as) e clérigos (as).

    4. A decisão guardou um importante princípio pastoral quando ofereceu para aqueles que não se sentem confortáveis ​​com as decisões, oferecendo a liberdade de consciência.

    A Igreja do Brasil sente-se fortalecida pelo fato de que aqui também estamos vivendo um amplo processo de reflexão sobre a busca de consenso sobre esta questão. Em nosso país, desde 2011,  o Supremo Tribunal Federal já reconhece a legalidade do casamento civil entre pessoas do mesmo sexo.

    Nossa província está discutindo este assunto – no contexto da metodologia de Indaba – em todas as instâncias da Igreja. Nossa nova edição do Livro de Oração Comum já contempla uma mudança de linguagem, estabelecendo a neutralidade de gênero que é um passo significativo de inclusão de todas as pessoas. Esta mudança não nos obriga a celebrar o matrimônio entre pessoas do mesmo sexo, mas estamos abertos para o futuro e às novas exigências pastorais do nosso tempo.

    Vemos com alegria a mudança dos processos nas Igrejas de Canadá e Escócia. Vemos com alegria os avanços na discussão do tema nas Igrejas da Inglaterra, País de Gales, Aotearoa, Nova Zelândia e Polinésia. Devemos respeitar esse processo que também ocorre em dioceses e partes de outras províncias anglicanas.

    Peço a Deus para que esses processos sejam feitos em escuta honesta de todas as pessoas envolvidas. Como Província da nossa Comunhão, estamos comprometidos com a unidade e não concordamos com qualquer iniciativa que isolem as Províncias que estão adotando novas perspectivas pastorais e teológicas.

    Minha esperança é que em nossa próxima reunião de Primazes possamos ter uma conversa sincera e honesta também sobre esse assunto. Nós não devemos ter uma agenda única em questão, mas precisamos estar abertos para dialogar sobre nossas diferenças teológicas.

    Minha compreensão sobre as palavras do Arcebispo de Cantuária sobre a alteração dos cânones expressa uma preocupação, mas não uma objeção à aprovação das resoluções de uma igreja autônoma.

    Recebo com gratidão a preocupação do Arcebispo e confio que podemos continuar a caminhar juntos.

    Reafirmo a minha solidariedade sobre os caminhos da Igreja Episcopal em procurar ser um local seguro para todas as pessoas!

    Deus abençoe a nossa Comunhão Anglicana e continuemos em diálogo!

    ++ Francisco

    Primaz do Brasil

     
  • SNIEAB 18:56 on 16/07/2015 Permalink | Responder  

    Recife diz NÃO a intolerância! 

    Ao Povo e Clero da Diocese Anglicana do Recife – Igreja Episcopal Anglicana do Brasil (IEAB)

    Recife, 16 de julho de 2015.

    CHAMADO AO TESTEMUNHO AMOROSO DA PRESENÇA DE DEUS NO MUNDO

    E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.” (João 8:32).

    A Diocese Anglicana do Recife, da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, Província da Comunhão Anglicana, se reconhece como uma pequena parte da Igreja de Cristo que tem consciência de que não é proprietária de Deus.

    Somos uma Igreja ecumênica, membro de todas as instâncias nacionais e internacionais ecumênicas, que reconhecem o mundo como um lugar comum a todas as pessoas e que o respeito à unidade cristã na diversidade é uma ação de promoção de cultura de paz.

    Também nos reconhecemos como uma Igreja aberta ao diálogo inter-religioso, por reconhecer a diversidade religiosa e acreditar que somente em diálogo poderemos construir um mundo melhor.

    Acreditamos que Deus é amor (I João 4:8b). De modo que onde há amor, Deus se faz presente.

    Somos uma Igreja inclusiva, que assume que as diversidades fazem parte da riqueza da humanidade e que os seres humanos, em suas diversidades, igualmente foram criados à imagem e semelhança de Deus. Portanto, respeitar o ser humano é respeitar a Deus.

    Como parte da Comunhão Anglicana, temos algumas marcas para nossa ação missionária que orientam nosso testemunho de fé:

    1. Proclamar as boas novas do reinado de Deus;
    2. Ensinar, batizar e nutrir os novos crentes;
    3. Responder às necessidades humanas com amor;
    4. Procurar a transformação das estruturas injustas da sociedade, desafiar toda espécie de violência, e buscar a paz e a reconciliação;
    5. Lutar para salvaguardar a integridade da Criação, sustentar e renovar a vida da terra.

    Em Recife, somos parte do Diálogo – Fórum da Diversidade Religiosa em Pernambuco, e também do CONIC Pernambuco – regional do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs, e orientamos os membros da nossa Diocese que sejam testemunho amoroso da presença de Deus no mundo.

    Diante do que aqui testemunhamos, registramos veementemente que não comungamos com ações de intolerância e desrespeito de qualquer tipo e espécie, e, particularmente, com a violação do direito de liberdade de culto dos Povos de Terreiros. Direito esse que nos é comum.

    Reafirmamos que como parte da Igreja de Cristo, só podemos nos dizer seus discípulos e discípulas se promovermos ações de vida.

    Mantenhamo-nos firmes na fé em Jesus Cristo. Do vosso irmão e Bispo Diocesano,

    + Dom João Cancio Peixoto Filho.

    Bispo da Diocese Anglicana do Recife

     
  • SNIEAB 10:24 on 13/07/2015 Permalink | Responder  

    Nota Falecimento Reverendo Flavio Oliveira 

    “Neste momento de dor, Deus está em nosso meio e nos consola com sua palavra.”
    LIVRO DE ORAÇÃO COMUM, p. 646, 2015

    A Igreja Episcopal Anglicana do Brasil lamenta a perda trágica em acidente automobilístico de seu clérigo Reverendo Flavio Oliveira, 61 anos, da Diocese Sul Ocidental/DSO. Segundo um site de notícia da região, o acidente ocorreu às 21h (12/07), com a saída do carro da pista na SC-390 e seguida colisão com uma árvore, em frente ao Hotel Fazenda, comunidade de Linha Serraria, Piratuba/Santa Catarina.

    Dom Francisco Silva (Bispo Diocesano da DSO) , ao saber da notícia, partiu na madrugada desta segunda-feira em direção a Ipira/SC para levar apoio aos familiares e fiéis. Lembrando de seu clérigo afirmou nas redes sociais que “Deus o acolha na Sua Graça e console a Terezinha, filhos e toda a área pastoral sob seu dedicado cuidado!”.

    Agora de manhã o Secretário Geral Reverendo Arthur Cavalcante em conversa com Dom Francisco, levou solidariedade da província junto aos familiares, clérigos e povo da Diocese Sul Ocidental. Dom Francisco afirmou que muitos de seus colegas bispos enviaram também solidariedade de suas respectivas dioceses e se sentia apoiado emocionalmente  nessa hora de dor.

    O Ofício de Sepultura ocorrerá em Ipira, nesta tarde do dia 13/07, às 17 horas e será oficializado pelo Bispo Diocesano.

     
  • SNIEAB 15:33 on 01/07/2015 Permalink | Responder  

    IEAB na Câmara de Deputados contra a Redução da Maioridade Penal 

    Desde 1993, tramita na Câmara dos Deputados a Proposta de Emenda Constitucional 171 (PEC 171), que propõe a alteração do Art. 228 da Constituição Federal (propondo a redução da maioridade penal de 18 anos para 16 anos). Neste ano de 2015, a Comissão especial destinada a analisar e proferir parecer à Proposta de Emenda à Constituição ofereceu parecer favorável à proposta e, no dia de ontem, 30 de junho de 2015, a matéria foi pautada para votação no plenário da Câmara dos Deputados.

    A Igreja Episcopal Anglicana do Brasil tem se unido ao movimento em defesa da não aprovação  desta PEC, e ontem foi um momento histórico de vitória da força popular .

    A Juventude da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil  emitiu uma nota pública repudiando a aprovação da PEC 171,  expressando que o “Brasil está na contramão da historia, pois no momento em que vários países têm revisado a sua decisão de redução da maioridade penal, por causa do insucesso da medida”. São exemplos disso a e a Alemanha. A Juventude da IEAB enfatizou que  precisamos nos manter no caminho das Marcas da Missão que nos chama “a testemunhar para todo o povo o amor do Cristo , que reconcilia, salva e perdoa”. E que a missão nos “desafia a lutar contra a injustiça, a opressão e a violência”.

    Na realidade, ontem, a Câmara dos Deputados foi marcada pela tensão e violência. Foi um momento de muita pressão popular. Particularmente, consegui entrar até o Salão Verde da Câmara dos Deputados porque fui amparado pela Deputada Maria do Rosário (ex-Ministra dos Direitos Humanos). Ela ainda tentou acolher outras pessoas, mas foi proibida pela segurança parlamentar. Com esta situação, somente eu e Rosa Maria Ortiz, Comissária da Comissão Internacional de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA), fomos autorizados a entrar no local.  Finalmente, o Plenário votou e  foram 303 votos a favor, 184 votos contra e 03 abstenções.  O resultado é a vitória da articulação do movimento popular e ecumênico em prol do amor, do cuidado e do respeito a todos e todas.

    POR DOM MAURÍCIO ANDRADE

     
  • SNIEAB 10:10 on 02/06/2015 Permalink | Responder  

    MENSAGEM DO BISPO PRIMAZ PELOS 125 ANOS DA IEAB 

    Grandes coisas fez o Senhor por nós, pelas quais estamos alegres. Salmos 126:3

    Grandes feitos começam com atitudes de ousadia. Há 125 anos os missionários Kinsolving e Morris corajosamente iniciaram os trabalhos de construção de uma comunidade episcopal no Brasil enfrentando todas as dificuldades possíveis, em um emblemático período de transição política, mas profundamente motivados pelo amor ao Evangelho e pelo serviço ao mundo.

    Logo se seguiram outros homens e mulheres que abraçaram a causa com o mesmo sentimento, espalhando a semente por outros pagos do Rio Grande do Sul, construindo comunidades que foram conquistando as pessoas a se formarem em comunidades missionárias. As sementes brotaram e transpuseram as fronteiras do estado do Rio Grande do Sul e alcançaram outros rincões, estando hoje espalhada por todas as regiões brasileiras. De Belém à Jaguarão e de Recife a Porto Velho temos hoje comunidades pequenas em formação e comunidades centenárias vivendo a fé com o jeito anglicano de crer.

    Não somos apenas comunidades que nos reunimos para adorar. A beleza de nossa Liturgia com certeza é uma marca distintiva de nossa Igreja. Mas somos mais que uma comunidade de adoração: somos uma comunidade que serve o nosso povo brasileiro. Em todos estes anos, sempre tivemos uma palavra que falou à sociedade brasileira. E temos agido na direção do bem comum, através da incidência pública, da educação, da assistência às pessoas excluídas, traduzindo em gestos o mandato do Evangelho.

    Nos sentimos felizes em sermos reconhecidos como membros da Comunhão Anglicana, como companheiros em diálogo ecumênico com outras famílias cristãs e como parceiros das causas da justiça junto aos movimentos sociais em nosso país e outros parceiros internacionais. Somos respeitados dentro e fora de nosso país. Certamente não somos uma Igreja de grandes contingentes, mas somos uma Igreja de relevantes testemunhas da fé.

    Desde nossas gerações primeiras, fomos educados na fé a cumprir a tarefa a nós confiada desde os santos e santas seguidoras de Jesus. Isso não ocorre de forma retilínea, mas em meio a franco e livre debate e convivência de idéias diferentes. Mas depositamos sempre nossos dissensos e nossas diferenças sobre a mesa eucarística para que o Cristo nos capacite a viver na busca do discernimento  da vontade divina.

    Nestes dias de celebração das pessoas pioneiras da IEAB, elevemos a Deus a nossa gratidão pelo exemplo herdado, pelo testemunho construído, e pelos sonhos que povoam a mente de nossa geração. Viveremos uma bonita festa que junta tantos motivos. Teremos a ilustre visita da Bispa Presidente da Igreja nos Estados Unidos que representa uma contribuição anglicana na História da Igreja, que é o protagonismo das mulheres, celebrando 30 anos de ordenação feminina na IEAB. Teremos igualmente o lançamento do novo LOC, atendendo um anseio de mais de 30 anos da Igreja. Uma liturgia anglicana e autenticamente brasileira que será uma bela contribuição litúrgica para toda a Comunhão Anglicana. Celebraremos também os 50 anos de nossa autonomia Provincial, quando fomos reconhecidos como a décima nona Provincial da Comunhão Anglicana.

    É hora de celebrar, de agradecer a Deus por tudo isso. Também é hora de colocar nas mãos de Deus o sonho de nossa Juventude Anglicana que se articula com dedicação para uma incidência cada vez maior dentro de nossa Província. É hora de colocar nossos projetos missionários e de serviço para que possamos atender o chamado de Deus a expandir os valores do Evangelho em nosso país.

    Que Deus nos torne instrumentos da justiça, do amor e da verdade num país que clama por mudanças de atitudes e de senso público. Parabéns à nossa querida IEAB!

    Santa Maria, 02 de Junho de 2015

    ++Francisco

    Primaz do Brasil

    ++ Francisco

    Primaz da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil

     
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